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Cultura e Mercado

“Escolhas para os cargos da Cultura foram técnicas e não políticas”, afirma Marcelo Calero

Em entrevista ao G1, o ex-ministro da Cultura e atual deputado federal Marcelo Calero (PPS-RJ) afirmou que mesmo com a extinção do Ministério da Cultura, o “arranjo” encontrado pelo governo do atual presidente Jair Bolsonaro foi “o melhor possível”.

concurso-secretaria-cultura-sp-1Uma das primeiras providências tomadas no governo Bolsonaro foi a unificação dos ministérios da Cultura, do Esporte e do Desenvolvimento social, criando o Ministério da Cidadania. “Dado que o Bolsonaro foi eleito com essa promessa, seja lá a motivação que tenha, de extinguir o Ministério da Cultura, o arranjo disso foi, me parece, “o melhor possível”, disse Marcelo Calero.

Eleito com mais de 50 mil votos, o deputado federal elogiou a escola de Henrique Medeiros Pires como secretário nacional da Cultura, descrevendo-o como “experiente” na gestão.  Calero também elogiou a escolha de Osmar Terra como ministro da Cidadania e afirmou que as escolhas foram baseadas em competências técnicas, não políticas.

“A minha surpresa foi no sentido de que foram escolhas muito técnicas, ou seja, não se deu qualquer conotação política como poderia acontecer na área da cultura e que seria extremamente danoso, porque no final das contas o partido da cultura tem que ser a cultura. Ponto””, afirmou o ex-ministro da Cultura.

Marcelo Calero ainda disse que “o ministro Osmar é uma pessoa com seriedade suficiente para lidar com assuntos que são importantes para a economia nacional. E Henrique tem muita experiência no setor. São escolhas muito acertadas”.

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