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Cultura e Mercado

História da Bienal de São Paulo

Inspirado nos moldes da Bienal de Veneza, o industrial de origem italiana Francisco Matarazzo Sobrinho idealizou em 1951 a I Bienal Internacional de São Paulo. Inicialmente vinculada ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, do qual Matarazzo era presidente, ela foi se tornando um evento de grande porte, exigindo do MAM dedicação quase integral. Assim, em 1957, a IV Bienal foi definitivamente instalada no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, imenso prédio de 35.000m2 em concreto e vidro, projetado por Oscar Niemeyer e localizado no Parque Ibirapuera. Em 1962, já consolidada no Brasil e no exterior, a Bienal desligou-se do MAM e transformou-se em Fundação.

Entre as exposições especiais que sediou durante seus 50 anos de existência, destacam-se as de Kandinsky, Mondrian, Duchamp, Max Beckmann, Fernand Léger, André Derain, Jackson Pollock, Marc Chagall, Giorgio Morandi, Philip Guston, David Smith, Francis Bacon, Barbara Hepworth, Vincent Van Gogh, Erich Heckel, Ernst L. Kirchner, Otto Müller, Emil Nolde, Schmidt-Rottluff, Robert Motherwell, José Clemente Orozco, Victor Vasarely, etc.

Futurismo, Cubismo e Pop
Algumas edições da Bienal foram especialmente marcantes. A II Bienal, comemorativa do IV Centenário de São Paulo, trouxe obras de Klee, Brancusi, Kokoschka, Ensor, Calder, Moore e a ?Guernica? de Picasso entre outras. Além da sala em homenagem a Picasso houve duas outras exposições especiais: Futurismo Italiano e Cubismo na França.

A IX Bienal foi marcada pela presença em peso dos artistas Pop norte-americanos: Indiana, Lichtenstein, Oldenburg, Rauschenberg, Rosenquist, Ruscha, Segall, Warhol, Wesselman, e por uma exposição retrospectiva de Edward Hopper.Em 1994, a 22ª Bienal criou um espaço museológico climatizado e adaptado para exibir, em torno do tema ?Ruptura e suporte?, exposições retrospectivas de grandes artistas como Kazimir Malevitch, Piet Mondrian, Lucio Fontana, Diego Rivera, Rufino Tamayo e Joaquin Torres-Garcia.

Arquitetura
Em 1973 a Fundação Bienal de São Paulo inaugurou a 1ª Bienal Internacional de Arquitetura, evento que passou a intercalar-se às Bienais de artes plásticas a partir de 1993, reunindo nomes como Norman Foster, Oswaldo Bratke, Mies Van der Rohe, Vilanova Artigas, Oscar Niemeyer, Flavio de Carvalho, Gregori Warchavchik e outros.

A Fundação Bienal de São Paulo possui 50 funcionários fixos, distribuídos pelas áreas de Diretoria, Curadoria, Gerência Administrativa e Financeira, Gerência Internacional, Gerência Nacional e Gerência de Arquitetura e Obras.

Copyright 2002. Cultura e Mercado. Todos os direitos reservados.


História da Bienal de São Paulo


HISTÓRIA DA BIENAL DE SÃO PAULO

Inspirado nos moldes da Bienal de Veneza, o industrial de origem italiana Francisco Matarazzo Sobrinho idealizou em 1951 a I Bienal Internacional de São Paulo. Inicialmente vinculada ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, do qual Matarazzo era presidente, ela foi se tornando um evento de grande porte, exigindo do MAM dedicação quase integral. Assim, em 1957, a IV Bienal foi definitivamente instalada no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, imenso prédio de 35.000m2 em concreto e vidro, projetado por Oscar Niemeyer e localizado no Parque Ibirapuera. Em 1962, já consolidada no Brasil e no exterior, a Bienal desligou-se do MAM e transformou-se em Fundação.

Entre as exposições especiais que sediou durante seus 50 anos de existência, destacam-se as de Kandinsky, Mondrian, Duchamp, Max Beckmann, Fernand Léger, André Derain, Jackson Pollock, Marc Chagall, Giorgio Morandi, Philip Guston, David Smith, Francis Bacon, Barbara Hepworth, Vincent Van Gogh, Erich Heckel, Ernst L. Kirchner, Otto Müller, Emil Nolde, Schmidt-Rottluff, Robert Motherwell, José Clemente Orozco, Victor Vasarely, etc.

Futurismo, Cubismo e Pop
Algumas edições da Bienal foram especialmente marcantes. A II Bienal, comemorativa do IV Centenário de São Paulo, trouxe obras de Klee, Brancusi, Kokoschka, Ensor, Calder, Moore e a ?Guernica? de Picasso entre outras. Além da sala em homenagem a Picasso houveram duas outras exposições especiais: Futurismo Italiano e Cubismo na França.

A IX Bienal foi marcada pela presença em peso dos artistas Pop norte-americanos: Indiana, Lichtenstein, Oldenburg, Rauschenberg, Rosenquist, Ruscha, Segall, Warhol, Wesselman, e por uma exposição retrospectiva de Edward Hopper.Em 1994, a 22ª Bienal criou um espaço museológico climatizado e adaptado para exibir, em torno do tema ?Ruptura e suporte?, exposições retrospectivas de grandes artistas como Kazimir Malevitch, Piet Mondrian, Lucio Fontana, Diego Rivera, Rufino Tamayo e Joaquin Torres-Garcia.

Arquitetura
Em 1973 a Fundação Bienal de São Paulo inaugurou a 1ª Bienal Internacional de Arquitetura, evento que passou a intercalar-se às Bienais de artes plásticas a partir de 1993, reunindo nomes como Norman Foster, Oswaldo Bratke, Mies Van der Rohe, Vilanova Artigas, Oscar Niemeyer, Flavio de Carvalho, Gregori Warchavchik e outros.

A Fundação Bienal de São Paulo possui 50 funcionários fixos, distribuídos pelas áreas de Diretoria, Curadoria, Gerência Administrativa e Financeira, Gerência Internacional, Gerência Nacional e Gerência de Arquitetura e Obras.

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