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	<title>Comentários sobre: Empresário teme monopólio no Vale Cultura</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Por Leonardo Brant &#124; Democracia se faz com arte.</description>
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		<title>Por: Anildo Guedes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/relatos/empresario-teme-monopolio-no-vale-cultura/comment-page-1/#comment-71483</link>
		<dc:creator>Anildo Guedes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:23:40 +0000</pubDate>
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		<description>Teatro por exemplo é um formato elitista, sejam musicais, peças,etc. Independente do ingresso gratuito, baixo (normalmente é alto)as pessoas de pouco poder aqusitivo tem medo de frequentar, ou alegam que não tem roupa, ou com as crianças não dá, ou é chato. Ainda creio que uma retomada ainda é a insitencia na formação de plateia, mas a multiciplidade de atos para manifestação popular seria o correto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Teatro por exemplo é um formato elitista, sejam musicais, peças,etc. Independente do ingresso gratuito, baixo (normalmente é alto)as pessoas de pouco poder aqusitivo tem medo de frequentar, ou alegam que não tem roupa, ou com as crianças não dá, ou é chato. Ainda creio que uma retomada ainda é a insitencia na formação de plateia, mas a multiciplidade de atos para manifestação popular seria o correto.</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/relatos/empresario-teme-monopolio-no-vale-cultura/comment-page-1/#comment-71151</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:40:56 +0000</pubDate>
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		<description>O Vale Cultura será, sem dúvida, a grande sacada, por isso sua saúde e seu teor libertário tem que ser preservados. Será um instrumento democrático e trará muito mais respostas do que acessibilidade à cultura, como formalmente ainda é conceituada sob o olhar da esfinge patrimonial. Por isso prefiro a música dos &quot;tantãs&quot;. &quot;Mas se derem vez ao morro toda a cidade vai cantar&quot;, de Tom e Vinícius, ou então a fantástica voz da resistência à ditadura, que foi o principal grito de opinião da sociedade. &quot;Podem me prender, podem me bater, podem, até deixar-me sem comer, que eu não mudo de opinião, daqui do morro eu não saio, não&quot;, de Zé Keti.

A cultura brasileira canta com seus blocos de sujo, com seus momentos de angústia e alegria, a sua forma de ver e de fazer cultura. Um país que tem a autonomia como o seu maior patrimônio, pode ampliar-se em sua liberdade e criatividade se o vale-cultura permitir a compra de instrumentos musicais, tamburim, tantãs e etc, para que o povo se expresse como e quando quiser. Não podemos utilizar o vale-cultura somente como formação de público, temos que pensar cultura com a magnitude que ela nos confere como sociedade. Aí sim, ninguém segura mesmo esse país.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Vale Cultura será, sem dúvida, a grande sacada, por isso sua saúde e seu teor libertário tem que ser preservados. Será um instrumento democrático e trará muito mais respostas do que acessibilidade à cultura, como formalmente ainda é conceituada sob o olhar da esfinge patrimonial. Por isso prefiro a música dos &#8220;tantãs&#8221;. &#8220;Mas se derem vez ao morro toda a cidade vai cantar&#8221;, de Tom e Vinícius, ou então a fantástica voz da resistência à ditadura, que foi o principal grito de opinião da sociedade. &#8220;Podem me prender, podem me bater, podem, até deixar-me sem comer, que eu não mudo de opinião, daqui do morro eu não saio, não&#8221;, de Zé Keti.</p>
<p>A cultura brasileira canta com seus blocos de sujo, com seus momentos de angústia e alegria, a sua forma de ver e de fazer cultura. Um país que tem a autonomia como o seu maior patrimônio, pode ampliar-se em sua liberdade e criatividade se o vale-cultura permitir a compra de instrumentos musicais, tamburim, tantãs e etc, para que o povo se expresse como e quando quiser. Não podemos utilizar o vale-cultura somente como formação de público, temos que pensar cultura com a magnitude que ela nos confere como sociedade. Aí sim, ninguém segura mesmo esse país.</p>
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