<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Em 2010, gravadoras deixam de tocar projetos de reedição de acervo</title>
	<atom:link href="http://www.culturaemercado.com.br/relatos/em-2010-gravadoras-deixam-de-tocar-projetos-de-reedicao-de-acervo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/em-2010-gravadoras-deixam-de-tocar-projetos-de-reedicao-de-acervo/</link>
	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 14:16:43 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Luana Schabib</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/em-2010-gravadoras-deixam-de-tocar-projetos-de-reedicao-de-acervo/comment-page-1/#comment-77678</link>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 15:22:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11980#comment-77678</guid>
		<description>Gil, como definir o que é certo e errado dentro dessas mudanças da forma de ouvir música?
Não acho que a proibição do compartilhamento de músicas seja a forma de salvar a indústria que por consequência paga os músicos. levantar a bandeira anti-pirataria não foi nem será a salvação deles. Acontece que a indústria já encontrou outra forma de ganhar dinheiro, o streaming. mas os direitos do músico ainda não foram completamente discutidos. acredito que nessa relação toda, o músico fica perdido, se não interagir com as novas mídias, com a internet, com o download, como o exemplo clássico da banda Radiohead que disponibilizou seu album para download, antes dele chegar às lojas.
vamos trocando ideias sobre o músico, seus direitos e tudo mais. interessante é saber como as gravadoras estão pagando o músico pelo streaming ao vivo, shows e tudo mais. ou se esse conteúdo não é pago. 
milhões de coisas. o que vc acha?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gil, como definir o que é certo e errado dentro dessas mudanças da forma de ouvir música?<br />
Não acho que a proibição do compartilhamento de músicas seja a forma de salvar a indústria que por consequência paga os músicos. levantar a bandeira anti-pirataria não foi nem será a salvação deles. Acontece que a indústria já encontrou outra forma de ganhar dinheiro, o streaming. mas os direitos do músico ainda não foram completamente discutidos. acredito que nessa relação toda, o músico fica perdido, se não interagir com as novas mídias, com a internet, com o download, como o exemplo clássico da banda Radiohead que disponibilizou seu album para download, antes dele chegar às lojas.<br />
vamos trocando ideias sobre o músico, seus direitos e tudo mais. interessante é saber como as gravadoras estão pagando o músico pelo streaming ao vivo, shows e tudo mais. ou se esse conteúdo não é pago.<br />
milhões de coisas. o que vc acha?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Meireles Possante</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/em-2010-gravadoras-deixam-de-tocar-projetos-de-reedicao-de-acervo/comment-page-1/#comment-77617</link>
		<dc:creator>José Meireles Possante</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 19:41:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11980#comment-77617</guid>
		<description>Do Direito Autoral
           Há muito tempo atrás, entre os intelectuais, houve um racha. Uns acreditavam que o verdadeiro ensinar, era lecionar sem cobrar por isso. Outros resolveram cobrar pelo serviço, e assim viver dessa profissão: educador. De um lado, os filósofos. Do Outro, os sofistas.
           Em outro momento de nossa história, somente a igreja detinha o ‘conhecimento’. E por se contrapor a isso, qualquer cidadão, estava passível de ir parar na fogueira.
            Hoje as editoras, gravadoras e alguns poucos senhores, detém os direitos autorais (titulares do direito autoral da obra, o famoso Copyrigth) de todas as obras publicadas no mundo, em qualquer formato: arquivos de áudio, vídeo, impresso e etc.
             E a tecnologia? Quem é o dono de todo o conhecimento tecnológico existente no mundo? Tecnologia esta, sem a qual, as editoras e gravadoras não conseguiriam concretizar seu intento. 
             No passado, só a igreja detinha o conhecimento, e só ela, publicava obras. Há pouco tempo atrás, só os grandes stúdios, as grandes editoras e afins, detinham a tecnologia para tal empreendimento.
             Hoje qualquer cidadão consegue, em casa, produzir e concretizar seu DVD, cd ou vcd (cd de vídeo). Consegue inclusive, compor melodias e outras obras (como filmes, slidshows, livros, fotos, telas, efeitos sonoros e afins) e distribuir ao público (na maioria das vezes ‘de grátis’), pois é de seu interesse; quanto mais a obra for conhecida, seu autor estará mais longe do anonimato, podendo se tornar celebridade.  Além do mais, a cultura não pode ser monopólio de alguns, ela é patrimônio imaterial da humanidade.
              E o que pretendo com esse preâmbulo todo? 
              - Chamar a atenção dos senhores, para a decisão que nossa sociedade, em breve, terá de tomar!
              Num passado bem recente, Chico Buarque (grande observador de nossa sociedade), chamou a atenção para o problema, através da música ‘A voz do Dono e o Dono da voz’. Nesta obra, fala da luta que os artistas travam contra as gravadoras e editoras. Que para os publicar, artistas e autores, eram (e ainda o são) obrigados a assinar contratos leoninos com seus senhores.
              Na atualidade, alguns artistas abrem mão de seus direitos em favor do coletivo; com o intuito, de sair do anonimato. Enquanto editoras e gravadoras tentam convencer a sociedade, de que, só o que elas gravam é original (e alegando pagar imposto sobre isso) todo o mais, é pirataria.
               E o que faz a pirataria? 
                Produz, copia e distribui obras de áudio, vídeo (e outros formatos) entre a parte da população que não tem poder aquisitivo para comprar as ditas obras ‘originais’. Não esqueçamos que a tecnologia é de domínio público; e as grandes gravadoras e editoras não pagam royalts a seus inventores. Não esqueçamos ainda que, grandes abnegados como Gutenberg, Santos DuMont, Newton, Darwim, Mozart, Bach, Diesel e outros, contribuíram para o enriquecimento cultural da humanidade, e seus herdeiros não recebem royalties por isso.
               Já o Grande Capital Internacional (o detentor do Copyrigth), representado por gravadoras e editoras (que ainda não compreendeu que obras culturais, são de ‘domínio público’; pois todo cidadão é detentor do direito à informação) tenta imbuir, no inconsciente coletivo, que a pirataria ‘rouba’ direitos autorais. Direito este, que eles já se apoderaram, através de contratos leoninos com seus autores; já que estes recebem menos de 1% do que é arrecadado; isto é, quando recebem.
              Vou citar agora dois exemplos de autores: um que teve seus ‘direitos autorais’ tomados por uma editora e outro que começou distribuindo seu trabalho de graça, e hoje, recebe ‘direito autorais’ pelo ECAD:
               Mestre Verequete: negro, pobre, analfabeto e Comendador da República. 
               Toda vez que este artista paraense faz um show, é obrigado a pagar a taxa do ECAD, para poder cantar as suas músicas. Vejam bem senhores: mesmo sendo pobre, é obrigado a pagar, para cantar suas próprias músicas.
          Aí, os senhores dirão: Já que ele recolhe ao ECAD, com certeza, também recebe do mesmo!
                Muito bem, senhores: que perspicácia! Assim deveria ser! Porém, a realidade é outra. O ECAD ao ser procurado informa: o SICAM (Sindicato dos Interpretes, Cantores e Músicos) é detentor dos ‘direitos autorais’ do Mestre Verequete; e do referido sindicato, informa apenas um número de telefone. E uma voz, que teima em não identificar-se (do outro lado) diz: “somente o ECAD está autorizado a dar qualquer informação!”. Não esqueçam: o cidadão em questão é negro, pobre e analfabeto; nunca recebeu um único centavo do que já foi arrecadado; além do mais, quem possuir um único autógrafo de Mestre Verequete é possuidor de uma raridade, pois como já falei acima, o cidadão em questão é analfabeto. 
               Já o segundo exemplo, fez o caminho inverso ao do Mestre Verequete. Começou, ele mesmo, ‘pirateando’ sua própria obra e distribuindo ao povo, pelo Brasil afora; tornou sua obra conhecida, e hoje, seu nome é celebridade; faz muitos shows pelo Brasil e exterior com Record de público. Enfim, estou falando do Chimbinha. Para que não fique nenhuma dúvida: Banda Calipso.
              Isto posto, senhores. Vejam os dois lados da moeda: 
              De um, as gravadoras e editoras, que só publicam obras das quais se apoderaram dos direitos autorais. E como, só o que eles publicam é “original”, todo o mais, é “pirataria”; é roubo de propriedade intelectual. Alegam os ‘donos’ destes direitos, já usurpado dos artistas. 
              Do outro, o direito de cento e noventa milhões de cidadãos, que tem direito à mesma informação cultural; seja ele de qualquer classe social e não apenas os abastados. Não esqueçam: Informação é cultura, e esta, é propriedade imaterial da humanidade.
               Assim sendo, cabe a todo cidadão decidir. Com a palavra, os senhores.
                              Em Belém, a 29 de outubro de 2007.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Do Direito Autoral<br />
           Há muito tempo atrás, entre os intelectuais, houve um racha. Uns acreditavam que o verdadeiro ensinar, era lecionar sem cobrar por isso. Outros resolveram cobrar pelo serviço, e assim viver dessa profissão: educador. De um lado, os filósofos. Do Outro, os sofistas.<br />
           Em outro momento de nossa história, somente a igreja detinha o ‘conhecimento’. E por se contrapor a isso, qualquer cidadão, estava passível de ir parar na fogueira.<br />
            Hoje as editoras, gravadoras e alguns poucos senhores, detém os direitos autorais (titulares do direito autoral da obra, o famoso Copyrigth) de todas as obras publicadas no mundo, em qualquer formato: arquivos de áudio, vídeo, impresso e etc.<br />
             E a tecnologia? Quem é o dono de todo o conhecimento tecnológico existente no mundo? Tecnologia esta, sem a qual, as editoras e gravadoras não conseguiriam concretizar seu intento.<br />
             No passado, só a igreja detinha o conhecimento, e só ela, publicava obras. Há pouco tempo atrás, só os grandes stúdios, as grandes editoras e afins, detinham a tecnologia para tal empreendimento.<br />
             Hoje qualquer cidadão consegue, em casa, produzir e concretizar seu DVD, cd ou vcd (cd de vídeo). Consegue inclusive, compor melodias e outras obras (como filmes, slidshows, livros, fotos, telas, efeitos sonoros e afins) e distribuir ao público (na maioria das vezes ‘de grátis’), pois é de seu interesse; quanto mais a obra for conhecida, seu autor estará mais longe do anonimato, podendo se tornar celebridade.  Além do mais, a cultura não pode ser monopólio de alguns, ela é patrimônio imaterial da humanidade.<br />
              E o que pretendo com esse preâmbulo todo?<br />
              &#8211; Chamar a atenção dos senhores, para a decisão que nossa sociedade, em breve, terá de tomar!<br />
              Num passado bem recente, Chico Buarque (grande observador de nossa sociedade), chamou a atenção para o problema, através da música ‘A voz do Dono e o Dono da voz’. Nesta obra, fala da luta que os artistas travam contra as gravadoras e editoras. Que para os publicar, artistas e autores, eram (e ainda o são) obrigados a assinar contratos leoninos com seus senhores.<br />
              Na atualidade, alguns artistas abrem mão de seus direitos em favor do coletivo; com o intuito, de sair do anonimato. Enquanto editoras e gravadoras tentam convencer a sociedade, de que, só o que elas gravam é original (e alegando pagar imposto sobre isso) todo o mais, é pirataria.<br />
               E o que faz a pirataria?<br />
                Produz, copia e distribui obras de áudio, vídeo (e outros formatos) entre a parte da população que não tem poder aquisitivo para comprar as ditas obras ‘originais’. Não esqueçamos que a tecnologia é de domínio público; e as grandes gravadoras e editoras não pagam royalts a seus inventores. Não esqueçamos ainda que, grandes abnegados como Gutenberg, Santos DuMont, Newton, Darwim, Mozart, Bach, Diesel e outros, contribuíram para o enriquecimento cultural da humanidade, e seus herdeiros não recebem royalties por isso.<br />
               Já o Grande Capital Internacional (o detentor do Copyrigth), representado por gravadoras e editoras (que ainda não compreendeu que obras culturais, são de ‘domínio público’; pois todo cidadão é detentor do direito à informação) tenta imbuir, no inconsciente coletivo, que a pirataria ‘rouba’ direitos autorais. Direito este, que eles já se apoderaram, através de contratos leoninos com seus autores; já que estes recebem menos de 1% do que é arrecadado; isto é, quando recebem.<br />
              Vou citar agora dois exemplos de autores: um que teve seus ‘direitos autorais’ tomados por uma editora e outro que começou distribuindo seu trabalho de graça, e hoje, recebe ‘direito autorais’ pelo ECAD:<br />
               Mestre Verequete: negro, pobre, analfabeto e Comendador da República.<br />
               Toda vez que este artista paraense faz um show, é obrigado a pagar a taxa do ECAD, para poder cantar as suas músicas. Vejam bem senhores: mesmo sendo pobre, é obrigado a pagar, para cantar suas próprias músicas.<br />
          Aí, os senhores dirão: Já que ele recolhe ao ECAD, com certeza, também recebe do mesmo!<br />
                Muito bem, senhores: que perspicácia! Assim deveria ser! Porém, a realidade é outra. O ECAD ao ser procurado informa: o SICAM (Sindicato dos Interpretes, Cantores e Músicos) é detentor dos ‘direitos autorais’ do Mestre Verequete; e do referido sindicato, informa apenas um número de telefone. E uma voz, que teima em não identificar-se (do outro lado) diz: “somente o ECAD está autorizado a dar qualquer informação!”. Não esqueçam: o cidadão em questão é negro, pobre e analfabeto; nunca recebeu um único centavo do que já foi arrecadado; além do mais, quem possuir um único autógrafo de Mestre Verequete é possuidor de uma raridade, pois como já falei acima, o cidadão em questão é analfabeto.<br />
               Já o segundo exemplo, fez o caminho inverso ao do Mestre Verequete. Começou, ele mesmo, ‘pirateando’ sua própria obra e distribuindo ao povo, pelo Brasil afora; tornou sua obra conhecida, e hoje, seu nome é celebridade; faz muitos shows pelo Brasil e exterior com Record de público. Enfim, estou falando do Chimbinha. Para que não fique nenhuma dúvida: Banda Calipso.<br />
              Isto posto, senhores. Vejam os dois lados da moeda:<br />
              De um, as gravadoras e editoras, que só publicam obras das quais se apoderaram dos direitos autorais. E como, só o que eles publicam é “original”, todo o mais, é “pirataria”; é roubo de propriedade intelectual. Alegam os ‘donos’ destes direitos, já usurpado dos artistas.<br />
              Do outro, o direito de cento e noventa milhões de cidadãos, que tem direito à mesma informação cultural; seja ele de qualquer classe social e não apenas os abastados. Não esqueçam: Informação é cultura, e esta, é propriedade imaterial da humanidade.<br />
               Assim sendo, cabe a todo cidadão decidir. Com a palavra, os senhores.<br />
                              Em Belém, a 29 de outubro de 2007.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: gil lopes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/em-2010-gravadoras-deixam-de-tocar-projetos-de-reedicao-de-acervo/comment-page-1/#comment-77560</link>
		<dc:creator>gil lopes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 20:10:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11980#comment-77560</guid>
		<description>Beleza Luana, é o painel que vamos começando a pintar...e o que vemos? Com o que nos deparamos? O estrago é imenso e por todos os lados. A Nova Cultura exige um novo comportamento, temos que começar a engendrar nossa entrada na Nova Cultura...mas isso não se dará de forma tão simples, estamos numa guerra cultural de proporções globais onde o rei e a rainha do tabuleiro são: riqueza e poder. Temos que nos movimentar considerando as duas premissas estratégicas. Nossa ação pode acelerar o processo através da conspiração pelo fim da pirataria, pela reorganização do negócio da música, mas não podemos nos esquecer que além disso há uma luta pela hegemonia do repertório, a fase do repertório local já passou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Beleza Luana, é o painel que vamos começando a pintar&#8230;e o que vemos? Com o que nos deparamos? O estrago é imenso e por todos os lados. A Nova Cultura exige um novo comportamento, temos que começar a engendrar nossa entrada na Nova Cultura&#8230;mas isso não se dará de forma tão simples, estamos numa guerra cultural de proporções globais onde o rei e a rainha do tabuleiro são: riqueza e poder. Temos que nos movimentar considerando as duas premissas estratégicas. Nossa ação pode acelerar o processo através da conspiração pelo fim da pirataria, pela reorganização do negócio da música, mas não podemos nos esquecer que além disso há uma luta pela hegemonia do repertório, a fase do repertório local já passou.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

