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	<title>Comentários sobre: Celio Turino: cultura como direito e centralidade nas políticas sociais</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: André</title>
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		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 04:38:41 +0000</pubDate>
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		<description>Dialogo entre Afonso e Leo:

Ping - Pong, Ping - Pong, Ping - Pong, Ping - Pong, Ping - Pong, Ping - Pong, Ping - Pong...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dialogo entre Afonso e Leo:</p>
<p>Ping &#8211; Pong, Ping &#8211; Pong, Ping &#8211; Pong, Ping &#8211; Pong, Ping &#8211; Pong, Ping &#8211; Pong, Ping &#8211; Pong&#8230;</p>
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		<title>Por: Afonso Oliveira</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/celio-turino-cultura-como-direito-e-centralidade-nas-politicas-sociais/comment-page-1/#comment-71488</link>
		<dc:creator>Afonso Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 21:40:50 +0000</pubDate>
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		<description>Leonardo,

Não estou insinuando nada, apenas acho que você perdeu a oportunidade de realizar uma grande entrevista, já que você está dizendo que não amarelou o que eu posso fazer. Não foi dessa vez.
Minhas opiniões sobre o seu ultimo comentário não vai acrescentar muita coisa  
Obrigado pelos elogios.

Afonso</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo,</p>
<p>Não estou insinuando nada, apenas acho que você perdeu a oportunidade de realizar uma grande entrevista, já que você está dizendo que não amarelou o que eu posso fazer. Não foi dessa vez.<br />
Minhas opiniões sobre o seu ultimo comentário não vai acrescentar muita coisa<br />
Obrigado pelos elogios.</p>
<p>Afonso</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: paula palamartchuk</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/celio-turino-cultura-como-direito-e-centralidade-nas-politicas-sociais/comment-page-1/#comment-71384</link>
		<dc:creator>paula palamartchuk</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:35:28 +0000</pubDate>
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		<description>ERRATA: o título correto do livro de Celio Turino é PONTOS DE CULTURA - O BRASIL DE BAIXO PRA CIMA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ERRATA: o título correto do livro de Celio Turino é PONTOS DE CULTURA &#8211; O BRASIL DE BAIXO PRA CIMA.</p>
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	<item>
		<title>Por: Célio Turino lança o livro “Pontos de Cultura &#8211; o Brasil de baixo para cima”, em São Paulo</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/celio-turino-cultura-como-direito-e-centralidade-nas-politicas-sociais/comment-page-1/#comment-71374</link>
		<dc:creator>Célio Turino lança o livro “Pontos de Cultura &#8211; o Brasil de baixo para cima”, em São Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:08:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] publicada no site Cultura e Mercado, de 6 de novembro de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] publicada no site Cultura e Mercado, de 6 de novembro de [...]</p>
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	</item>
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		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/celio-turino-cultura-como-direito-e-centralidade-nas-politicas-sociais/comment-page-1/#comment-71338</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 01:49:44 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é Afonso, a minha experiencia de cidadão, ativista e pesquisador de políticas culturais me permite perceber e comemorar a grandeza um programa como o Cultura Viva, mas ao mesmo tempo comprará-la com outros momentos da nossa história, em que tivemos boas ideias serem transformadas em moeda política a custa dos cidadãos, por falta de institucionalidade e de compromisso público. Vou te dar um exemplo. Os CÉUs, em São Paulo. A responsabilidade pelo desvirtuamento dos CEUs é do Serra, que descaracterizou o projeto completamente, ou é da Marta que transformou um potencial daqueles em moeda política eleitoral, deixando o povo paulistano refém de uma institucionalização que viria no segundo mandato (que nunca houve)? 

Acho que é dos dois, ali não tem santo. Como tb não há santo no MinC. Estão todos de olho nas eleições do ano que vem, o que é bom. Eu votaria no Celio de olhos fechados. No Juca jamais!

Mas a questão não é essa. A questão é que do jeito que está o Cultura Viva é forte, incrível, mas é fragil institucionalmente. Não se pode gerir um programa desses sem orçamento, com base em emenda de bancada, com base no PAC, que é um dinheiro de eleição. 

Ao contrário do que vc pensa, eu defendo a institucionalização do programa e sua evolução como política pública. Do jeito que está a fonte seca antes da eleição. E se a Dilma não ganhar, vc já se perguntou isso? Dependendo de quem vier (sinceramente espero que nem Dilma nem Serra - não voto em nenhum dos dois), nem as dívidas monumentais que o MinC deixará com os pontos serão quitadas. 

Por isso, o MinC deveria centrar esforços em institucionalizar o Cultura Viva e não em fazer essa balbúrdia em torno de um projeto que não existe. Esse tal de Profic é uma farsa, para enganar pessoas que não conseguem acessar a Lei Rouanet - infelizmente a grande maioria dos artistas e produtores do Brasil. Mas penaliza todo o resto (e eu, ao contrário do que vc insinua, estou fora desse grupo) gratuitamente. E vc sabe me dizer por quê?

Porque dá mais votos e menos trabalho do que cuidar daquilo que é bom, mas é complexo, difícil e exige diálogo com instâncias que eles sequer sabem que existe. Sim, estou falando do mercado. Por que não? 

Artista no capitalismo tem que ter mercado. O Lula batalha muito pelo mercado dos nossos bancos, da Petrobras, mas só prejudicou o mercado da arte e da cultura. Vejo com preocupação o Estado defender a manutenção dos artistas. Defendo o oposto disso. Quem sustenta o Estado, como ente representativo da sociedade, em sua dimensão imagética, poética, utópica, é o artista. Essa relação precisa ser invertida. 

Mas gosto da resposta do Celio. Ele pensa numa nova economia, em novas maneiras de dialogar. Um caminho tão interessante quanto utópico. E distante. Ao contrário do que vc afirma, conseguimos travar um bom diálogo. É óbvio que ele responderá com cautela e com poucas palavras às minhas provocações. Sou praticamente a única voz crítica ao MinC que surte reverberação. Mesmo reconhecendo e aplaudindo inúmeras iniciativas, como o Plano Nacional de Cultura e o próprio Cultura Viva.

Mas eu não estou aqui para te agradar. Sinceramente, não faço o menor esforço para agradar ninguém. Estou aqui porque tenho de estar. E me pergunto sempre se devo responder a provocações como a sua. Mas acho que no seu caso vale a pena. Não pelo que você me cobra, pois não devo nada a você, a minha ficha ainda continua limpa. 

Mas vale a pena por você. Sua história e seu compromisso com a cultura me orgulham e me dão prazer. E não preciso concordar com suas ideias para reconhecer isso. 

Um abraço amigo, Leo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é Afonso, a minha experiencia de cidadão, ativista e pesquisador de políticas culturais me permite perceber e comemorar a grandeza um programa como o Cultura Viva, mas ao mesmo tempo comprará-la com outros momentos da nossa história, em que tivemos boas ideias serem transformadas em moeda política a custa dos cidadãos, por falta de institucionalidade e de compromisso público. Vou te dar um exemplo. Os CÉUs, em São Paulo. A responsabilidade pelo desvirtuamento dos CEUs é do Serra, que descaracterizou o projeto completamente, ou é da Marta que transformou um potencial daqueles em moeda política eleitoral, deixando o povo paulistano refém de uma institucionalização que viria no segundo mandato (que nunca houve)? </p>
<p>Acho que é dos dois, ali não tem santo. Como tb não há santo no MinC. Estão todos de olho nas eleições do ano que vem, o que é bom. Eu votaria no Celio de olhos fechados. No Juca jamais!</p>
<p>Mas a questão não é essa. A questão é que do jeito que está o Cultura Viva é forte, incrível, mas é fragil institucionalmente. Não se pode gerir um programa desses sem orçamento, com base em emenda de bancada, com base no PAC, que é um dinheiro de eleição. </p>
<p>Ao contrário do que vc pensa, eu defendo a institucionalização do programa e sua evolução como política pública. Do jeito que está a fonte seca antes da eleição. E se a Dilma não ganhar, vc já se perguntou isso? Dependendo de quem vier (sinceramente espero que nem Dilma nem Serra &#8211; não voto em nenhum dos dois), nem as dívidas monumentais que o MinC deixará com os pontos serão quitadas. </p>
<p>Por isso, o MinC deveria centrar esforços em institucionalizar o Cultura Viva e não em fazer essa balbúrdia em torno de um projeto que não existe. Esse tal de Profic é uma farsa, para enganar pessoas que não conseguem acessar a Lei Rouanet &#8211; infelizmente a grande maioria dos artistas e produtores do Brasil. Mas penaliza todo o resto (e eu, ao contrário do que vc insinua, estou fora desse grupo) gratuitamente. E vc sabe me dizer por quê?</p>
<p>Porque dá mais votos e menos trabalho do que cuidar daquilo que é bom, mas é complexo, difícil e exige diálogo com instâncias que eles sequer sabem que existe. Sim, estou falando do mercado. Por que não? </p>
<p>Artista no capitalismo tem que ter mercado. O Lula batalha muito pelo mercado dos nossos bancos, da Petrobras, mas só prejudicou o mercado da arte e da cultura. Vejo com preocupação o Estado defender a manutenção dos artistas. Defendo o oposto disso. Quem sustenta o Estado, como ente representativo da sociedade, em sua dimensão imagética, poética, utópica, é o artista. Essa relação precisa ser invertida. </p>
<p>Mas gosto da resposta do Celio. Ele pensa numa nova economia, em novas maneiras de dialogar. Um caminho tão interessante quanto utópico. E distante. Ao contrário do que vc afirma, conseguimos travar um bom diálogo. É óbvio que ele responderá com cautela e com poucas palavras às minhas provocações. Sou praticamente a única voz crítica ao MinC que surte reverberação. Mesmo reconhecendo e aplaudindo inúmeras iniciativas, como o Plano Nacional de Cultura e o próprio Cultura Viva.</p>
<p>Mas eu não estou aqui para te agradar. Sinceramente, não faço o menor esforço para agradar ninguém. Estou aqui porque tenho de estar. E me pergunto sempre se devo responder a provocações como a sua. Mas acho que no seu caso vale a pena. Não pelo que você me cobra, pois não devo nada a você, a minha ficha ainda continua limpa. </p>
<p>Mas vale a pena por você. Sua história e seu compromisso com a cultura me orgulham e me dão prazer. E não preciso concordar com suas ideias para reconhecer isso. </p>
<p>Um abraço amigo, Leo</p>
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	<item>
		<title>Por: Afonso Oliveira</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/celio-turino-cultura-como-direito-e-centralidade-nas-politicas-sociais/comment-page-1/#comment-71309</link>
		<dc:creator>Afonso Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:25:03 +0000</pubDate>
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		<description>Um entrevistador que tem a frente uma pessoa que revolucionou a forma de trabalhar a cultura popular e que construiu com boa parte da sociedade o mais importante programa de cidadania que o Brasil já viu e faz perguntas desse nível. Não consegue perceber a verdadeira dimensão de onde está inserido.
Esse mercado que você tanto fala e tanto escreve é apenas um pequeno traço da cultura brasileira. Apesar de ser economicamente forte. 
O entusiasmo que você tem com o Cultura Viva é o mesmo que você tem com as modificações da Lei Rouanet.
Reduzir o programa cultura viva a um programa que prepara os pontos de cultura para o &quot;mercado&quot; é a mesma visão dos que querem que o Brasil se encha de escola técnicas para possibilitar o desenvolvimento industrial.
Muitas vezes nós só enxergamos o nosso mercado, a nossa cultura viva e queremos que a lei seja feita apenas para nós.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um entrevistador que tem a frente uma pessoa que revolucionou a forma de trabalhar a cultura popular e que construiu com boa parte da sociedade o mais importante programa de cidadania que o Brasil já viu e faz perguntas desse nível. Não consegue perceber a verdadeira dimensão de onde está inserido.<br />
Esse mercado que você tanto fala e tanto escreve é apenas um pequeno traço da cultura brasileira. Apesar de ser economicamente forte.<br />
O entusiasmo que você tem com o Cultura Viva é o mesmo que você tem com as modificações da Lei Rouanet.<br />
Reduzir o programa cultura viva a um programa que prepara os pontos de cultura para o &#8220;mercado&#8221; é a mesma visão dos que querem que o Brasil se encha de escola técnicas para possibilitar o desenvolvimento industrial.<br />
Muitas vezes nós só enxergamos o nosso mercado, a nossa cultura viva e queremos que a lei seja feita apenas para nós.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/celio-turino-cultura-como-direito-e-centralidade-nas-politicas-sociais/comment-page-1/#comment-71301</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:09:28 +0000</pubDate>
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		<description>Querido Afonso, fico muito feliz com a sua presença por aqui. 

Talvez você tenha razão. Talvez não tenha a coragem e a valentia necessárias para o meu ofício.

Mas ao contrário do que você afirma, sou entusiasta quase eufórico do Cultura Viva, todos aqui sabem disso. Levantei e abordei problemas relacionados à gestão e, sobretudo, ao sombreamento do programa pelo Mais Cultura. E venho denunciando os problemas de pagamento que sufocam os Pontos de Cultura, às vezes imbuído mais de emoção do que de razão, afinal não tenho a pretensão de ser infalível. Em minha autocrítica diária, no entanto, considero a falha menos grave que a da omissão.

Todos estes assuntos foram abordados na entrevista. Alguns foram respondidos com mais ênfase que os outros. Em relação à gestão, o Celio simplesmente não respondeu, pulou fora. 

Todos aqui sabem que eu respeito e comemoro a presença de Celio Turino à frente do MinC. Isso não significa que eu o esteja bajulando, como você insinua. Pelo contrário, mostre-me alguém na mídia que tenha feito perguntas tão delicadas e confrontadoras como as que fiz. 

Acordemos, então, os bois! 

Um abraço fraterno, LB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querido Afonso, fico muito feliz com a sua presença por aqui. </p>
<p>Talvez você tenha razão. Talvez não tenha a coragem e a valentia necessárias para o meu ofício.</p>
<p>Mas ao contrário do que você afirma, sou entusiasta quase eufórico do Cultura Viva, todos aqui sabem disso. Levantei e abordei problemas relacionados à gestão e, sobretudo, ao sombreamento do programa pelo Mais Cultura. E venho denunciando os problemas de pagamento que sufocam os Pontos de Cultura, às vezes imbuído mais de emoção do que de razão, afinal não tenho a pretensão de ser infalível. Em minha autocrítica diária, no entanto, considero a falha menos grave que a da omissão.</p>
<p>Todos estes assuntos foram abordados na entrevista. Alguns foram respondidos com mais ênfase que os outros. Em relação à gestão, o Celio simplesmente não respondeu, pulou fora. </p>
<p>Todos aqui sabem que eu respeito e comemoro a presença de Celio Turino à frente do MinC. Isso não significa que eu o esteja bajulando, como você insinua. Pelo contrário, mostre-me alguém na mídia que tenha feito perguntas tão delicadas e confrontadoras como as que fiz. </p>
<p>Acordemos, então, os bois! </p>
<p>Um abraço fraterno, LB</p>
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	<item>
		<title>Por: Cultura Viva &#187; Célio Turino lança o livro &#8220;Pontos de Cultura - o Brasil de baixo para cima&#8221;</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/celio-turino-cultura-como-direito-e-centralidade-nas-politicas-sociais/comment-page-1/#comment-71299</link>
		<dc:creator>Cultura Viva &#187; Célio Turino lança o livro &#8220;Pontos de Cultura - o Brasil de baixo para cima&#8221;</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:50:58 +0000</pubDate>
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		<description>[...] publicada no site Cultura e Mercado, de 6 de novembro de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] publicada no site Cultura e Mercado, de 6 de novembro de [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Afonso Oliveira</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/celio-turino-cultura-como-direito-e-centralidade-nas-politicas-sociais/comment-page-1/#comment-71290</link>
		<dc:creator>Afonso Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:34:29 +0000</pubDate>
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		<description>A entrevista de Leonardo Brant com Célio Turino é uma verdadeira conversa para Boi Dormir como ele diz na matéria sobre a Lei Rouanet. Não pelo entrevistado que teria muito a dizer sobre um programa que Leonardo sabe muito pouco ou quase nada, mas sim pelo entrevistador que não valoriza o programa Cultura Viva, com matérias ao longo do ano sem profundidade e com acusações levianas. Na hora que fica frente-a-frente com Célio Turino amarela e não questiona nada. Que os bois não leiam essa entrevista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A entrevista de Leonardo Brant com Célio Turino é uma verdadeira conversa para Boi Dormir como ele diz na matéria sobre a Lei Rouanet. Não pelo entrevistado que teria muito a dizer sobre um programa que Leonardo sabe muito pouco ou quase nada, mas sim pelo entrevistador que não valoriza o programa Cultura Viva, com matérias ao longo do ano sem profundidade e com acusações levianas. Na hora que fica frente-a-frente com Célio Turino amarela e não questiona nada. Que os bois não leiam essa entrevista.</p>
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