Cultura e Mercado

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  • Patrocínio não é solução

    “Às vezes eu acho que o patrocínio é um cala a boca: toma aí e vai viver sua vidinha, e não vamos discutir cultura seriamente.”

    A afirmação é do músico e produtor Benjamim Taubkin, que em mais um vídeo da série sobre o Procultura defende que o Brasil precisa ter um financiamento à cultura, com juros baixos, que estimule a autonomia do produtor cultural, não a dependência que o patrocínio impõe.

    Ele afirma que colocar toda a arte do país como necessitando de recursos de patrocínio ou editais é um erro e indica algumas formas possíveis de mudar isso, para devolver à cultura seu poder de ser a voz crítica da sociedade.

    O Seminário #Procultura, que vai tratar das mudanças no texto que revoga a Lei Rouanet, acontece neste sábado (19/5), em São Paulo, e contará com a presença de importantes nomes do Ministério da Cultura e de agentes do setor na sociedade civil, além do deputado Pedro Eugênio, relator do texto que será protocolado neste semana em Brasília.

    Clique aqui para conferir a programação completa e se inscrever.

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    Comentários

    1. Gil Lopes disse:

      Mas francamente não há nada mais dócil…podemos imaginar um futebol sem patrocínio? Onde? Nem na China. E tem sempre aqueles que dizem que os jogadores estão ganhando fortunas, provavelmente porq ainda não se acostumaram com novos milionários, só podem haver os velhos. Mas quem leva público ao estádio e faz ligar a tv? E são milhões, então tem que pagar os direitos. O patrocinador chega e paga, porq quer valorizar seu produto, anunciá-lo. Um show, uma peça, um livro, é a mesma coisa. Qual o problema em ter patrocínio? As questões são outras, não são tão dóceis. Assim, nesse caminho, os veículos de comunicação também não poderiam ser dependentes, e assim vamos até chegar ans campanhas políticas. Não, por aí não chegaremos a nada. A questão de Estado quando se fala em política cultural é o que deve ser estimulado, fomentado. Ainda bem que os grandes tratados culturais do país, óbvios, são patrocinados. Melhor assim, pelo menos assim. Autonomia não é só fazer o que se quer, é também fazer o que é preciso, necessário. O papel da política é esse, se comprometer com o que deve ser feito, o que é necessário. Existe alguma coisa mais evidente do que a necessidade de se abrir a Casa da Música no Rio?

    2. Marcos disse:

      Acho esse pensamento bastante ingênuo e equivocado. Primeiramente, quem falou que patrocínio é solução? Nem quando as leis de incentivo foram criadas ouviu-se esse discurso. Patrocínio é um meio de financiamento possível, como outros. Talvez a discussão tenha que ser como criar esses outros meios de financiamento que possam gerar um mínimo de sustentabilidade a longo prazo. Mas jogar a culpa nos patrocínios me parece uma visão bastante limitada. E como afirmar que a cultura tem que ser independente? É muita ingenuidade. Não existe nenhuma área que seja independente. Todos dependem, em maior ou menor escala, de algum tipo de financiamento, benefício, parceria etc. Até os bancos precisam recorrer ao governo quando a situação aperta. E falar que a cultura deveria viver de bilheteria direta é não ir mais embaixo na questão, é não discutir um problema maior que é o consumo cultural no Brasil (e no mundo). Se o Benjamim acha que patrocínio não é solução, bilheteria seria menos ainda. Por esses depoimentos que estamos vendo aqui, dá para sacar que a discussão sobre o financiamento à cultura ainda está muito rasa.

    3. FABIO GLINGANI disse:

      Creio que o debate é bem mais produndo do que isso. A cultura, assim como qualquer outro mercado, deveria ser autônoma e, de fato, estar vinculado à iniciativa privada é, sem dúvida, um fator limitador (razão pela qual projetos muito questionadores raramente, para não dizer nunca, conseguem patrocínio). A questão é: quem quer consumir cultura em um país cada vez mais ignorante em suas bases?
      A educação sucateada, relegada a profissionais mal pagos e sem bagagem (até por não terem recursos para investir em conhecimento) gera uma população ausente, desinteressada, perfeitos mecanismos de engrenagem automática para gerar recursos a um pequeno número de pessoas. O que buscam questionar? Sobre o que pretendem refletir? Qual é a auto-imagem da população em geral?
      O que observamos é uma verdadeira evasão dos teatros e salas de música, ressalvado um número restrito de pessoas.
      O patrocínio cultural teve como meta uma difusão da cultura para uma classe menos privilegiada, mas acabou se mostrando um instrumento eficaz para o enriquecimento daqueles que já possuíam muito. Projetos incentivados com custos de R$ 80,00, R$ 90,00 ou R$ 300,00. Resultado da mentalidade brasileira de “levar vantagem em tudo”, presente no produtor que distorceu os fundamentos da lei e, também, no Governo, que desenvolveu regras esdrúxulas que inevitavelmente levaram a uma obrigatória distorção. Qual produtor presta contas exatamente do que gastou? Quando uma nota fiscal não foi emitida com o fito de cobrir outros gastos que não aqueles descritos no corpo da nota? Por outro lado, que mecanismo eficaz, célere, teria o produtor para poder se adaptar à nova realidade do projeto quando de sua execução?
      Ineficiência de um lado, ineficiência de outro.
      Restou esquecido o fundamento da lei, seja pelo governo, seja pelos produtores, e aquilo que poderia ter sido uma verdadeira difusão da cultura para todas as classes sociais do país se tornou sim um mecanismo de sub-sustento de pequenos artistas e enriquecimento de já velhos e abastados outros, que sequer necessitariam de fomento público.
      A oferta do produto cultural ficará mais escassa? Sim.
      Restarão mais projetos de cunho artístico questionável nas prateleiras? Creio também que sim, mas isso não por conta da inexistÊncia de um fomento público, mas sim por controle natural, na medida em que o que se consome, o que almejado pelo grande público, se enquadra nessa última faixa.
      Queremos uma sociedade rica culturalmente? Então nos empenhemos no que é realmente essencial para este país: educação!

    4. Ana Reis disse:

      Depende do seu ponto de vista.E os grupos teatrais do Rio que atualmente não conseguem patrocínio? Existe alguma coisa mais evidente do que a necessidade de fomento a esses grupos?

    5. Renio Quintas disse:

      Esse seminário será disponibilizado na rede? Será transmitido ao vivo?
      Acho muito portanto democratizar esse dialogo para quem não pode ir até Sampa!
      Parabéns pela iniciativa
      Abs muita Arte muito Som
      Renio Quintas

      1. Renio, não será transmitido ao vivo, mas em nosso Twitter (@cultmerc) você poderá acompanhar durante o evento os principais pontos que serão colocados.
        Além disso, a partir da semana que vem teremos mais material sobre o que vai ser discutido aqui no site.
        Abraço.

      2. Paula disse:

        Pra quem não pode ir até sp ou não pode arcar com o valor da inscrição…

        1. Paula, os principais tópicos abordados no evento serão publicados no Twitter (@cultmerc) durante o dia. Posteriormente, publicaremos aqui no Cultura e Mercado material produzido a partir do seminário.
          Abraços.

    6. joel borges disse:

      Totalmente fora de contexto a afirmação de Benjamim Taubkin, ao contrário ele deveria propor ajustes e soluções humanas e economicas em um dos únicos meio de produção artística e cultural que funciona bem ou mal no Brasil: O Patrocínio.

    7. Renio Quintas disse:

      Creio que esse argumento de vivermos apenas da bilheteria esbarra no fato de que a população brasileira não tem como optar pelo que vai consumir em termos de fruição cultural pelo massacre dos monopólios dos meios de comunicação e dos deptos de marketing dos grandes patrocinadores!
      Abs muito som!
      Renio Quintas

      1. Ana Reis disse:

        Não apenas isso. Se o ingresso seguir o aumento que ele deveria ter para se manter apenas com a bilheteria este teria um valor que tornaria inacessível a uma boa parte da população.

    8. Gil Lopes disse:

      A questão poderia ser como fazer para estimular as empresas patrocinadoras a optar pelo conteúdo nacional com prioridade, isso sim, porque o que vemos é que o Estado patrocina o conteúdo nacional e as empresas privadas o conteúdo importado, exceção é claro para o Banco do Brasil que decidiu patrocinar Eric Clapton e Madonna…não bastam os bancos privados, o Banco do Brasil acha que deve fazer o mesmo. Nessa situação observamos que faltam meios para o conteúdo nacional se afirmar e se reproduzir internamente, em seu próprio mercado uma vez que a política vigente não atua de modo a conceder-lhe prioridade, ao contrário, e o que vemos: uma derrota nas artes cênicas, na música, no cinema e na literatura. Falta patrocínio que está indo direto para o conteúdo estrangeiro que tem a seu favor o mesmo incentivo fiscal e a midia globalizada, além dos efeitos da moeda que agora parece que começou a ser atacado. O romantismo da bilheteria acabou, no mundo inteiro, o espaço nas grandes cidades, no chamado “mainstream”onde se disputa a questão cultural no mundo inteiro e onde devemos competir pela hegemonia do mercado, a bilheteria é só mais um elemento, existem vários outros. Ou nos afirmamos e vamos para a disputa do mercado ou ficamos como estamos, divagando no vazio, enxugando gelo. Temos que criar incentivos para atrair as grandes empresas para o conteúdo nacional e isso tem que ser política de Estado, ou não…

    9. Dayse Cunha disse:

      Não é solução? Ahhhh, mas é simmmm – Só não é solução para os Institutos Culturais das instituições financeiras, bancos multinacionais, etc.
      Francamente, se for depoimento sincero: Quanta Ingenuidade e romantismo…

    10. Minom Pinho disse:

      Meu querido Benjamim, turma do Cultura e Mercado

      Como podemos ver a questão é complexa e gera polêmica. De um lado, uns dão um jeito de adaptar seus sentidos e fazeres culturais ao diálogo com patrocinadores. Outros preferem lidar com a complexidade dos editais e fomentos públicos. Outros de nós buscam a convergência de sentidos dialogando com seus públicos(venda de ingressos – por que não?) e pesquisando soluções nas interações das suas cadeias produtivas/criativas – musical, audiovisual, cênica… Bom lembrar que há também aqueles que optam por estruturar seus fazeres/empreendimentos culturais enquanto negócios e atrair financiadores e investidores no mercado (investimento-anjo, etc). E não podemos esquecer daqueles que escolhem viabilizar suas produções por meio de investimento colaborativo em sites de crowdfunding – o fundo de investimento das multidões. Devo estar me esquecendo daqueles que captam verbas de Investimento Social Privado ( e são muitos).

      Lembro do Italo Calvino e das suas seis propostas para o próximo milenio(digo, para este terceiro milênio), quando afirma que a multiplicidade é uma delas. Muitas coisas configuram nosso tempo. Uma coisa só não tem como representar o nosso tempo múltiplo. É isto E aquilo. E não isto OU aquilo.

      Entendo a fala do Benjamim de maneira muito diversa da forma como alguns a interpretaram. Entendo que ele está beneficamente problematizando algo que precisa de fato ser problematizado – o patrocínio. Mas, antes disso, penso que ele está nos apontando para uma reflexão bem maior : a busca de soluções que pensam o todo – o território, o setor, a cadeia dentro do fazer cultural. Ele nos conta sobre a importancia de pensar o coletivo e não o individual. Pensar os efeitos de longo-prazo ao invés de pensar o dia de amanhã apenas. E estes são de fato vícios comuns do patrocínio da forma como esta prática, em geral, se configura.

      Não conseguiremos construir um imaginário e um futuro para a cultura no Brasil, pensando exclusivamente na viabilidade de um projeto, de uma produtora, de um coletivo, de um bairro, de uma grupo criativo…

      Fico feliz em ter a voz do Benjamim inspirando pensamento coletivo e complexo.

      Parabéns ao Cultura e Mercado por trazer polifônicas vozes para nos fazerem pensar.

    11. James Lemos Abreu disse:

      Concordo com vários dos argumentos levantados pelo Benjamim. A forma como ocorre boa parte dos patrocínios no Brasil é uma afronta ao bom senso. Bem utiizado por alguém a comparação com a ajuda do governo aos bancos. Modelo brasileiro de capitalismo com risco zero. Os recursos virão de qualquer modo… Deste modo não se enfrentam questões cruciais como políticas públicas de cultura que sejam acessíveis ao conjunto da população, articulação entre políticas culturais e de educação, privatização da grandes veículos de comunicação, etc. Enfim, vai para o ralo a ideia de cultura entendida como direito básico do cidadão.

    12. Caros, convidamos todos a visitar o Núcleo Contemporâneo, na Casa do Núcleo, para conhecer o trabalho desenvolvido a partir dessa alternativa de mercado não-incentivado.

    13. Gil Lopes disse:

      O patrocínio é um meio, necessário mas um meio. Não é o patrocínio quem faz a arte nem a cultura. Entendido como um meio passamos então a observar como ele ocorre no Brasil e suas consequências. A tal problematização ( argh…) do patrocínio é simplesmente essa, ao que tem servido? Qual o balanço? Nesse momento olhamos para o ambiente cultural do país e o que vemos? A presença hegemônica do conteúdo importado em todos os segmentos. Temos construído um ambiente que tende a valorizar o conteúdo estrangeiro e nossos meios estão disponíveis para isso. O que fazer? Primeiro temos que saber se queremos que seja assim mesmo. Parece que sim, damos o mesmo subsídio fiscal para o importado ou para o nacional por exemplo. Os megaprojetos estruturantes da subjetividade são francamente de valorização do importado. Há na ponta da produção uma crescente vulgarização do conteúdo nacional, nossa expressão cultural tem ênfase equivocada com a difusão em escala da produção mais vulgar, rompendo com uma linha evolutiva que garantiu nossa presença e caráter global. O que vamos fazer para afirmar a produção do nosso conteúdo na competição global? Não temos ainda isso definido, temos perdido tempo, estamos entregues a um projeto hegemônico competente e poderoso e não temos tido crítica suficiente para enfrentá-lo e impor nossa presença original. Patrocínio é um meio, o problema não é ele mas onde ele atua e se reproduz. E porque.

    14. John Dekowes disse:

      Acho que seja um pensamento prejudicial a muitos setores da cultura. É facil tecer tais comentários quando não se precisa de patrocinio nem apoio cultural. Quem está de barriga cheia, pode desdenhar, isto é fato, e pode alardear de boca pra fora, poi se encontra em berço esplendido. O patrocínio SEMPRE FOI A SOLUÇÃO para tudo. Principalmente quando se trata de literatura. O custo de publicação de um livro se torna impensado para um novo autor, sem a força de um patrocinador, uma peça teatral sem um patrocinio nem sai do papel.

      Nunca vi tamanha ingenuidade e desproporção de julgamento quanto ao que ele propoe. Primeiro porque independe da cultura, ter os juros baixos, segundo porque tais financiamento não vai estimular em nada a autonomia do produtor cultural que vai estar sempre à cata de patrocinador. Essa é a mola mestra de toda divulgação.

      Ele mesmo, em inicio de carreira, acredito eu, dependeu de patrocinio para alavancar seus trabalhos… Todo produtor, ou artista sempre dependeu do patrocinador para financiar suas produções.

      Acho equivocada essa afirmação, pois mesmo o produtor, em sendo o mesmo financiador de uma produção, não deixa de ser tambem o patrocinador.

      Enfim, Sr. Benjamim Taubkin, o senhor deve procurar meios e dar ideias para que o artista possa ter facilidades quando na busca de um patrocinador. As regras estabelecidas pela Lei Rouanet, ao inves de facilitar… apenas recrudesceu, afastou e complicou a vida dos artistas em geral, na produção dos seus trabalhos.

    15. Concordo quando se diz que “O Patrocínio não é a solução”…Nós quanto Produtores Culturais temos que achar outra saida para que nossos clientes futuros não pensar que Romeu e Julieta é só Queijo com Marmelada…Pensem nisso, reflitam e estarei a disposição de todos para pensarmos em novos caminhos…

    16. Lenon Rodrigues disse:

      Concordo com o comentário de Minom Pinho. Acho que Taubkin foi mal interpretado. Não vejo uma crítica absoluta ao patrocínio na fala dele, mas uma observação à pontualidade e os limites desta forma de fomento à cultura. Inclusive, faço essa crítica também aos editais públicos. Não estou afirmando aqui que sou contra estes dois mecanismos de financiamento à projetos culturais, mas eles não podem ser hegemônicos. Tem-se que pensar em outras alternativas. Daí entra uma questão também importante (sempre bato nessa mesma tecla) é de fazer políticas para o público-cidadão da arte e da cultura. O Ministério não pode ser APENAS dos artistas e produtores culturais. A mudança maior passa por políticas transversais que sensibilizem o público para a diversidade de conteúdos culturais, que aticem sua curiosidade para buscar cultura, que o façam enxergar além do mais do mesmo. Creio que desta forma haveria um equilíbrio nesta dependência de editais e patrocínio. Acho difícil uma independência total, mas acho que podemos sim criar outra relação entre produtor/artísta, Estado e patrocínio privado.

    17. Gil Lopes disse:

      Estamos vivendo os dias da celebração dos 60 anos de reinado da atual rainha da Inglaterra, os eventos comemorativos vem acontecendo e culminaram nestes dias. Por acaso tive a oportunidade de estar em Londres e vi. Mais do que um símbolo nacional a Monarquia exerce sobre os cidadãos ingleses uma oportunidade de união cívica incomparável, foram momentos de intensa emoção acompanhar uma manifestação popular nacional projetada num símbolo da nação. Mas o inusitado, o que chamou muito a minha atenção, o diferencial é que simplesmente nenhum patrocínio, nada, ninguém assina nada, é a nação que se patrocina e isso envolve a tudo e a todos. É um respeito cívico a cultura, a tradição do povo inglês. Que Estado é esse?

    18. Creio que cada ponto de vista é a vista de um ponto, como dizia Leonardo Boff. Eu não quero ver a cultura morrer, você não quer ver a cultura morrer, em fim muita gente não quer. Qual remédio? Não sei mas, sei que parados não devemos ficar. Ebuidos de boa vontade desprendidos de interesses particulares agindo coletivamente devemos agir conforme a peculiaridade de cada realidade. Esquerda direita não sei, só sei que temos que achar o caminho do meio não podemos de deixar de continuir construindo diferentes e ou novas formas de manter a cultura viva de cada povo neste imenso Brasil. Patrocine esta idéia!

      Museólogo – Gestor Cultural do ProArt de Orleans.

    19. Gostaria de publicar esse vídeo no nosso site. Aguardo.

      1. Olá, Sérgio!
        O vídeo pode ser reproduzido, desde que citada a fonte original.
        Abraço.
        Mônica

    20. Dayse Cunha disse:

      Com sensatez, insisto: Patrocínio é solução sim.
      Se há maracutaia ou preâmbulos nesse meio de caminho, insisto: Que se acabe com as maracutaias – não com os patrocínios. O patrocínio, genuinamente falando é uma forma estética da parte do patrocinador, de afirmar sua sintonia com os conceitos da obra que está sendo patrocinada e isso é um direito estético dele.

      Vejam e convidamos:
      Nesse momento estamos com a exposição e espetáculo teatral “Recicla-me ou te Devoro”, como parte dos eventos paralelos a Rio +20, no Museu da República – RJ
      Anfan, isso só foi possível por força da seriedade de um “conceito” claro e objetivo da atuação do Patrocínio no país, em especial Rio de Janeiro.
      Portanto: Que viva e tenha apoio nas políticas públicas democráticas, culturais e sociais : O PATROCÍNIO.
      Dayse Cunha
      Convidando todos a conhecerem o exemplo de um Bem Sucedido Patrocínio:
      http://www.reciclameoutdevoro.com