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Presidente institui o ‘Dia Nacional da Música Clássica’

Redação 17 janeiro 2009 2 Comentários

Em decreto assinado pelo presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, e o ministro da Cultura interino, Alfredo Manevy, o dia 05 de março passa a ser o ‘Dia Nacional da Música Clássica’.

A data foi escolhida em homenagem ao dia de nascimento um dos maiores compositores brasileiros: Heitor Villa-Lobos. Com a iniciativa espera-se que a música clássica torne-se mais conhecida por uma parcela maior da população e seja inserida na educação dos jovens.

Além desta data, a música será homenageada no país nas seguintes datas: 14 de setembro, Dia do Frevo; 27 de setembro, Dia da Música Popular Brasileira; 22 de novembro, Dia Nacional da Música e do Músico; e 2 de dezembro, Dia Nacional do Samba.

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2 Comentários »

  • Inaldo Moreira disse:

    Desculpem, mas, quem entende de frevo é pernambucano. Faz-se frevo no Brasil inteiro. Tom Jobim já fez, por exemplo. Mas o dia do frevo é 9 de fevereiro, por força de Lei Municipal do Recife nº15628 de 30-3-1992. A razão disso é que, em 9 de fevereiro de 2007 o Jornal Pequeno de Recife, publicou a relação das músicas que seriam executadas pela agremiação Empalhadores do Feitosa no carnaval. Entre elas, a marcha “O frevo”. O termo frevo aqui, significando efervescência, burburinho nas ruas.(Na verdade o frevo, enquanto genero musical ainda não existia) Foi a 1ª vez que a palavra foi citada na imprensa. Evandro Rabelo nosso pesquisador do carnaval (ainda vivo), descobriu isso e foi assim instituído o dia do frevo, todo 9 de fevereiro, por proposta do vereador Byron Sarinho. Se os senhores da cultura oficial quiserem aprender sobre frevo, leiam o excelente livro Carnaval do Recife, do nosso Historiador Leonardo Dantas Silva e não se ponham a criar o dia do frevo, pois, ele já existe!!!
    Inaldo Moreira (compositor)
    Recife

  • Andrea M. disse:

    Já que estamos no país do ‘obrigatório’ e do ‘proibido’, acho que, de duas uma: um presidente não-aculturado teria que ser obrigado a terminar os estudos (para dar um bom exemplo) ou proibido de assinar decretos sobre os quais não sabe coisa alguma (por uma questão de coerência).

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