Nomeado o novo Secretário Executivo do Ministério da Cultura
5 de Setembro de 2008 by Redação
O Decreto de nomeação de Alfredo Manevy como Secretário Executivo do Ministério da Cultura - assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira - foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 5 de setembro.
Manevy foi indicado para o cargo anteriormente ocupado pelo atual ministro da Cultura e exercia as funções de secretário de Políticas Culturais do MinC. Seu nome havia sido anunciado no próprio dia da posse de Juca Ferreira, ocorrida na semana passada, mas somente na última quinta-feira (4 de setembro) foi assinada sua nomeação.
Ranulfo Alfredo Manevy de Pereira Mendes tem 31 anos de idade e ingressou no Ministério da Cultura em 2003, para trabalhar como assessor de Juca Ferreira, na Secretaria Executiva. Em 2006, assumiu como titular da Secretaria de Políticas Culturais (SPC/MinC). Faz parte da geração de gestores públicos formados por Juca Ferreira e Gilberto Gil, que reestruturaram e deram visibilidade ao Ministério da Cultura.
Alfredo Manevy nasceu em Campinas (SP), mas morou a maior parte de sua vida em Belo Horizonte. É formado em Cinema pela Universidade de São Paulo (USP), onde também cursou doutorado, com especialização em Estética e Comunicação Audiovisual.
À frente da SPC/MinC, participou da implantação de uma ampla política de editais públicos, em parceria com a Petrobras, hoje uma das mais importantes conquistas dessa gestão. Desde então, já foram lançados mais de 20 editais.
Trabalhou, também, pela retomada da política de direitos autorais, pela consolidação de pesquisas culturais permanentes - em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - e pelo início das discussões com a sociedade civil e o Congresso Nacional, para a elaboração do primeiro Plano Nacional da Cultura (PNC), processo ainda em curso.
Antes de entrar no MinC, participou do processo de intensa repolitização do cinema brasileiro, que resultou mais tarde, na criação da Ancine e na atual política audiovisual. Editou revistas, como por exemplo, a Sinopse, da USP, e escreveu artigos para jornais e revistas, como a Folha de São Paulo e Carta Capital.
* Com informações do MinC

