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	<title>Comentários sobre: Identidade Nacional &#8211; Qual?</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Jussara</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/identidade-nacional-qual/comment-page-1/#comment-63830</link>
		<dc:creator>Jussara</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 02:20:05 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei encontrar teu texto. Estou trabalhando exatamente este assunto com minhas turmas da 3ª´série do C.E. José Accioly, no Rio de Janeiro.
São três turmas de formação de professores. Se vc não se importa vou enviá-lo para elas, como fonte de consulta. Obrigada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei encontrar teu texto. Estou trabalhando exatamente este assunto com minhas turmas da 3ª´série do C.E. José Accioly, no Rio de Janeiro.<br />
São três turmas de formação de professores. Se vc não se importa vou enviá-lo para elas, como fonte de consulta. Obrigada.</p>
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		<title>Por: carolina raro</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/identidade-nacional-qual/comment-page-1/#comment-62302</link>
		<dc:creator>carolina raro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 02:07:10 +0000</pubDate>
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		<description>Muito interessante seu texto, esotu fazendo nesse instante uam dissertação sobre esse tema, música identidade nacional, nao sei bem por onde começar. Mas infelizmente o que sei é que o brasil é um país repleto de recursos e que nao os reconhece, é como se nos cegasse para nao vermos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante seu texto, esotu fazendo nesse instante uam dissertação sobre esse tema, música identidade nacional, nao sei bem por onde começar. Mas infelizmente o que sei é que o brasil é um país repleto de recursos e que nao os reconhece, é como se nos cegasse para nao vermos.</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/identidade-nacional-qual/comment-page-1/#comment-3584</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 23:16:33 +0000</pubDate>
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		<description>Sim Cleiton 
Não há mesmo como identificar uma única identidade nacional neste Brasil tão universal, por isso, temos essa multiplicidade de cores, tons e paladares, ao contrário da rigidez ufanista européia, em sua grande maioria, e norte-americana que tem como regra número um, o ultranacionalismo que reza em primeira ordem pelo protecionismo e depois o expansionismo, bem ao estilo do futebol europeu, fecham a defesa e jogam no contra-ataque. O duro é ver que, por obra da nossa excessiva falta de critério para se construir pelo menos um mercado interno, andamos às voltas com as cópias, até no futebol, mesmo sendo os maiores campeões do mundo. Quem dita as normas das fórmulas que andam nas cabeças dos técnicos brasileiros, ainda é o futebol europeu. Da mesma forma que não temos como identificar um só conceito que nos dê identidade nacional, támbém não temos nada que nos dê sustentação ao conceito de clássico tão propalado pelo eurocentrismo e tão apreciado pelas instituições brasileiras, que ainda mandam de fraque e batuta, através de prêmios, jovens talentos estudarem, se aperfeiçoarem &quot;tecnicamente&quot; na Europa. Um conceito forçadamente universal, como se isso fosse possível. Esses jovens, se tivessem como prêmio, viajarem seu próprio país que tem uma extensão continental e uma fantástica diversidade cultural, poderiam produzir uma excelente linguagem autônoma com personalidade e formas absolutamente próprias como a arte livre propõe.

Temos que ter a coragem de discutir claramente como se comporta o comércio internacional e suas intermináveis formas de protecionismo, e deixarmos de fazer do Brasil a casa da mãe Joana. Reciprocidade tem que ser a palavra fundamental.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim Cleiton<br />
Não há mesmo como identificar uma única identidade nacional neste Brasil tão universal, por isso, temos essa multiplicidade de cores, tons e paladares, ao contrário da rigidez ufanista européia, em sua grande maioria, e norte-americana que tem como regra número um, o ultranacionalismo que reza em primeira ordem pelo protecionismo e depois o expansionismo, bem ao estilo do futebol europeu, fecham a defesa e jogam no contra-ataque. O duro é ver que, por obra da nossa excessiva falta de critério para se construir pelo menos um mercado interno, andamos às voltas com as cópias, até no futebol, mesmo sendo os maiores campeões do mundo. Quem dita as normas das fórmulas que andam nas cabeças dos técnicos brasileiros, ainda é o futebol europeu. Da mesma forma que não temos como identificar um só conceito que nos dê identidade nacional, támbém não temos nada que nos dê sustentação ao conceito de clássico tão propalado pelo eurocentrismo e tão apreciado pelas instituições brasileiras, que ainda mandam de fraque e batuta, através de prêmios, jovens talentos estudarem, se aperfeiçoarem &#8220;tecnicamente&#8221; na Europa. Um conceito forçadamente universal, como se isso fosse possível. Esses jovens, se tivessem como prêmio, viajarem seu próprio país que tem uma extensão continental e uma fantástica diversidade cultural, poderiam produzir uma excelente linguagem autônoma com personalidade e formas absolutamente próprias como a arte livre propõe.</p>
<p>Temos que ter a coragem de discutir claramente como se comporta o comércio internacional e suas intermináveis formas de protecionismo, e deixarmos de fazer do Brasil a casa da mãe Joana. Reciprocidade tem que ser a palavra fundamental.</p>
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		<title>Por: Fátima Cabral</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/identidade-nacional-qual/comment-page-1/#comment-3580</link>
		<dc:creator>Fátima Cabral</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 22:37:14 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, Cleiton: importante problemática marca sua estréia neste sítio. 
O sentimento nacionalista, na modernidade, expressa anseios e esperanças reais que se fertilizam no e pelo conflito social. Assim, retomar essas e outras questões na fase de globalização do capital, quando a cultura  nacional e internacionalmente se confunde com a economia, é necessidade de primeira ordem. Parabéns e bom trabalho.
Fátima Cabral</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Cleiton: importante problemática marca sua estréia neste sítio.<br />
O sentimento nacionalista, na modernidade, expressa anseios e esperanças reais que se fertilizam no e pelo conflito social. Assim, retomar essas e outras questões na fase de globalização do capital, quando a cultura  nacional e internacionalmente se confunde com a economia, é necessidade de primeira ordem. Parabéns e bom trabalho.<br />
Fátima Cabral</p>
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