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	<title>Comentários sobre: Fundo afetará programação cultural do Sesc</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Carlos Loma</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/fundo-afetara-programacao-cultural-do-sesc/comment-page-1/#comment-1680</link>
		<dc:creator>Carlos Loma</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 22:24:00 +0000</pubDate>
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		<description>O sesc, senas, sesi, recebem repasse do governo para pagamento de funcionários manutenção de toda a sua estrutura. Então para que pagar cursos em geral, teatro, etc. tão caros? Para onde vai esse dinheiro ?
Pois toda a verba mantém todo o funcionamento de cada instituição.
O dinheiro dos cursos e bilheteria são devolvidos ao governo federal ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O sesc, senas, sesi, recebem repasse do governo para pagamento de funcionários manutenção de toda a sua estrutura. Então para que pagar cursos em geral, teatro, etc. tão caros? Para onde vai esse dinheiro ?<br />
Pois toda a verba mantém todo o funcionamento de cada instituição.<br />
O dinheiro dos cursos e bilheteria são devolvidos ao governo federal ?</p>
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		<title>Por: Marcelo Vieira</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/fundo-afetara-programacao-cultural-do-sesc/comment-page-1/#comment-1265</link>
		<dc:creator>Marcelo Vieira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 14:49:25 +0000</pubDate>
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		<description>como artista e produtor, o 2.o comentário desta lista é o que mais me chama atenção e se destaca. Não pretendo defender o sesc nem o governo com esse comentário, mas acho necessário um debate mais profundo sobre essa questão, sem ter como premissa que o Sesc é perfeito e o governo truculento em sua ausência de política educacional e cultural. A verdade é que o Sesc é sim, uma &quot;panela&quot;, nem sempre paga bem os artistas, deixa de lado uma grande parcela da classe artística profissional pra privilegiar pequenos grupos, e principalmente, funciona muito bem na cidade de São Paulo, mas não tão bem em cidades do interior. Vejo que as pessoas que mais se colocam prontamente em defesa do sesc são residentes da capital São Paulo, porque é ali que o sesc realmente mostra suas qualidades indiscutíveis como promotor de cultura. Mas, cuidado! Tivemos polêmica parecida há algum tempo atrás com a anunciada extinção do &quot;simples&quot; e agora temos o debate em cena novamente com esse mudança de repasse de verba do sistema S. Ora, é importante que questionemos, como cidadãos e eleitores a maneira como o dinheiro público será usado no desenvolvimento de políticas públicas, mas é importante notar que, a princípio, a idéia que estava tanto na extinção do simples quanto está nessa mudança do repasse do sistema S, é aumentar o financiamento de educação extendida e profissionalizante. Nada contra os cursos do Sesc e toda a programação cultural oferecida, mas dificilmente ela preenche integralmente a enorme carência de formação sólida e profissionalizante de que sofre a maioria das pessoas. Bem como é importante notar que o público do sesc é predominantemente de classe média/classe média-alta. Nas vezes em que lidei com o Sesc como artista ou produtor senti também certa arrogância por parte dos programadores e profissionais. POrtanto, vamos analisar seriamente a questão, sem considerar o Sesc como totem irretocável da cultura, que el não é, e sem demonizar iniciativas governamentais. Na maioria dos sites que estão discutindo as questões estão listados links a favor do sesc, em nenhum deles emcontrei por exemplo, íntegra do texto do projeto de lei para ler com atenção. Desconfio de toda a unanimidade em torno do sesc, sem no entanto deixar de reconhecer sua importância.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>como artista e produtor, o 2.o comentário desta lista é o que mais me chama atenção e se destaca. Não pretendo defender o sesc nem o governo com esse comentário, mas acho necessário um debate mais profundo sobre essa questão, sem ter como premissa que o Sesc é perfeito e o governo truculento em sua ausência de política educacional e cultural. A verdade é que o Sesc é sim, uma &#8220;panela&#8221;, nem sempre paga bem os artistas, deixa de lado uma grande parcela da classe artística profissional pra privilegiar pequenos grupos, e principalmente, funciona muito bem na cidade de São Paulo, mas não tão bem em cidades do interior. Vejo que as pessoas que mais se colocam prontamente em defesa do sesc são residentes da capital São Paulo, porque é ali que o sesc realmente mostra suas qualidades indiscutíveis como promotor de cultura. Mas, cuidado! Tivemos polêmica parecida há algum tempo atrás com a anunciada extinção do &#8220;simples&#8221; e agora temos o debate em cena novamente com esse mudança de repasse de verba do sistema S. Ora, é importante que questionemos, como cidadãos e eleitores a maneira como o dinheiro público será usado no desenvolvimento de políticas públicas, mas é importante notar que, a princípio, a idéia que estava tanto na extinção do simples quanto está nessa mudança do repasse do sistema S, é aumentar o financiamento de educação extendida e profissionalizante. Nada contra os cursos do Sesc e toda a programação cultural oferecida, mas dificilmente ela preenche integralmente a enorme carência de formação sólida e profissionalizante de que sofre a maioria das pessoas. Bem como é importante notar que o público do sesc é predominantemente de classe média/classe média-alta. Nas vezes em que lidei com o Sesc como artista ou produtor senti também certa arrogância por parte dos programadores e profissionais. POrtanto, vamos analisar seriamente a questão, sem considerar o Sesc como totem irretocável da cultura, que el não é, e sem demonizar iniciativas governamentais. Na maioria dos sites que estão discutindo as questões estão listados links a favor do sesc, em nenhum deles emcontrei por exemplo, íntegra do texto do projeto de lei para ler com atenção. Desconfio de toda a unanimidade em torno do sesc, sem no entanto deixar de reconhecer sua importância.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ali  El-Khatib</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/fundo-afetara-programacao-cultural-do-sesc/comment-page-1/#comment-1227</link>
		<dc:creator>Ali  El-Khatib</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 12:57:14 +0000</pubDate>
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		<description>O SESC e a Educação permanente

Diante da intenção do Governo Federal de retirar recursos do SESC, sinto-me na obrigação de expressar minha contrariedade.
 
A porcentagem de “pelo menos 33%” dos recursos que o Poder Público intenta extrair - e repassar para o financiamento de um programa para formação profissional – são parte da totalidade de contribuições de empresas privadas que há anos se voltam para a construção de um ideal fundamentado na cultura, na arte, no esporte e no lazer, enfim, na educação permanente. Ideal este que é tão importante aos homens quanto vários outros que estão em carência na nossa sociedade.

Sou testemunha do que representa o SESC para o desenvolvimento dos brasileiros. Durante quase dez anos, atuei na equipe da Unidade Móvel de Orientação Social da entidade, desenvolvendo um grande trabalho em várias cidades do Estado de São Paulo. Esse trabalho sócio-educativo orientou milhares de jovens para a formação de sua cidadania. O SESC contribuiu para estruturar diversos organismos municipais tais como: departamentos de esportes e departamentos de cultura entre outros. A história do Serviço Social do Comércio nos projetos sócio-educativos sempre determinou uma formação individual e coletiva de alto nível que está ajudando a propiciar uma nova geração, mais humana, justa, responsável e participativa.

Em um país como o nosso, em que a desigualdade atinge todos os setores sociais, o SESC se posiciona como um lugar comunitário, capaz de oferecer atividades diversificadas e que são aproveitadas por públicos de todos os tipos de renda.

O trabalho que realizo hoje, aproximando povos e etnias, quer na academia e nas diferentes entidades diplomáticas, deve-se em muito ao aprendizado que tive durante minha atuação no SESC.

Reafirmo que o caminho certamente não está no deslocamento de recursos de atividades tão importantes quanto às desenvolvidas pelo SESC, mas justamente em se inspirar nessa iniciativa que tanto deu certo. Por estas razões, manifesto meu apoio à preservação do SESC e dos interesses econômicos relacionados a esta instituição. Minha solidariedade ao seu diretor regional Prof. Danilo Santos de Miranda, a todos os gerentes e amigos, que são parte importante da história corrente da vida social-cultural brasileira.
Quem conhece o SESC de Campinas, com uma gestão exemplar de Evandro Marcus Ceneviva, sabe o que significa o trabalho de equipe em benefício dos trabalhadores nas áreas de comércio e serviços e seus familiares, aposentados e toda a comunidade. O SESC de Campinas atende também mais 19 cidades da região.
Defenda o SESC: assine e divulgue o manifesto: www.PetitionOnline.com/gg1jg2fh/petition.html
Ali  El-Khatib
Superintendente do Instituto Jerusalém do Brasil</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O SESC e a Educação permanente</p>
<p>Diante da intenção do Governo Federal de retirar recursos do SESC, sinto-me na obrigação de expressar minha contrariedade.</p>
<p>A porcentagem de “pelo menos 33%” dos recursos que o Poder Público intenta extrair &#8211; e repassar para o financiamento de um programa para formação profissional – são parte da totalidade de contribuições de empresas privadas que há anos se voltam para a construção de um ideal fundamentado na cultura, na arte, no esporte e no lazer, enfim, na educação permanente. Ideal este que é tão importante aos homens quanto vários outros que estão em carência na nossa sociedade.</p>
<p>Sou testemunha do que representa o SESC para o desenvolvimento dos brasileiros. Durante quase dez anos, atuei na equipe da Unidade Móvel de Orientação Social da entidade, desenvolvendo um grande trabalho em várias cidades do Estado de São Paulo. Esse trabalho sócio-educativo orientou milhares de jovens para a formação de sua cidadania. O SESC contribuiu para estruturar diversos organismos municipais tais como: departamentos de esportes e departamentos de cultura entre outros. A história do Serviço Social do Comércio nos projetos sócio-educativos sempre determinou uma formação individual e coletiva de alto nível que está ajudando a propiciar uma nova geração, mais humana, justa, responsável e participativa.</p>
<p>Em um país como o nosso, em que a desigualdade atinge todos os setores sociais, o SESC se posiciona como um lugar comunitário, capaz de oferecer atividades diversificadas e que são aproveitadas por públicos de todos os tipos de renda.</p>
<p>O trabalho que realizo hoje, aproximando povos e etnias, quer na academia e nas diferentes entidades diplomáticas, deve-se em muito ao aprendizado que tive durante minha atuação no SESC.</p>
<p>Reafirmo que o caminho certamente não está no deslocamento de recursos de atividades tão importantes quanto às desenvolvidas pelo SESC, mas justamente em se inspirar nessa iniciativa que tanto deu certo. Por estas razões, manifesto meu apoio à preservação do SESC e dos interesses econômicos relacionados a esta instituição. Minha solidariedade ao seu diretor regional Prof. Danilo Santos de Miranda, a todos os gerentes e amigos, que são parte importante da história corrente da vida social-cultural brasileira.<br />
Quem conhece o SESC de Campinas, com uma gestão exemplar de Evandro Marcus Ceneviva, sabe o que significa o trabalho de equipe em benefício dos trabalhadores nas áreas de comércio e serviços e seus familiares, aposentados e toda a comunidade. O SESC de Campinas atende também mais 19 cidades da região.<br />
Defenda o SESC: assine e divulgue o manifesto: <a href="http://www.PetitionOnline.com/gg1jg2fh/petition.html" rel="nofollow">http://www.PetitionOnline.com/gg1jg2fh/petition.html</a><br />
Ali  El-Khatib<br />
Superintendente do Instituto Jerusalém do Brasil</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Vargas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/fundo-afetara-programacao-cultural-do-sesc/comment-page-1/#comment-1152</link>
		<dc:creator>Alexandre Vargas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 16:53:05 +0000</pubDate>
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		<description>é uma coisa rara, como Oassis no desserto, porque não existe esse pensamento, essa entidade como pensamento na cultura européia, que uma parte do lucro de um comerciante é destinada para uma série de atividades de natureza social e cultural, de esporte de lazer e de cultura, financiada por não governo, mas pensada por gente, que pensa só em gente, por isso quando eu leio, e todos nós estamos sabendo da coisa absurda que esta sendo articulada como golpe que esta tentando ser aplicado, entre aspas legitimado, é vergonhoso, vergonhoso para a politica, para todos nós, se nós permitimos, eu acredito que estamos todos nós no momento sabendo da articulação, mas no momento que a articulação começar de fato a se manifestar, não só eu, como tantos que tem do SESC o mesmo tipo de tratamento, não de beneficiamento, porque é trabalho, é produção de trabalho para efeito direto na comunidade que assiste, participa, não tem favor no meio, é uma parceria, nós não podemos ser lezados, isso leza a boca, de todos nós, leza porque tira o tratamento de tantas pessoas, leza o corpo de muita gente porque tira o treinamento das pessoas do lazer, leza a leitura porque tira as bibliotecas, leza a cultura por que tira tantas atividades de natureza cultural como música, dança, cinema, teatro, então a perda é muito maior do que aparentemente 3%, tirar a minha cultura, tirar o meu lazer custa muito mais que 3%.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é uma coisa rara, como Oassis no desserto, porque não existe esse pensamento, essa entidade como pensamento na cultura européia, que uma parte do lucro de um comerciante é destinada para uma série de atividades de natureza social e cultural, de esporte de lazer e de cultura, financiada por não governo, mas pensada por gente, que pensa só em gente, por isso quando eu leio, e todos nós estamos sabendo da coisa absurda que esta sendo articulada como golpe que esta tentando ser aplicado, entre aspas legitimado, é vergonhoso, vergonhoso para a politica, para todos nós, se nós permitimos, eu acredito que estamos todos nós no momento sabendo da articulação, mas no momento que a articulação começar de fato a se manifestar, não só eu, como tantos que tem do SESC o mesmo tipo de tratamento, não de beneficiamento, porque é trabalho, é produção de trabalho para efeito direto na comunidade que assiste, participa, não tem favor no meio, é uma parceria, nós não podemos ser lezados, isso leza a boca, de todos nós, leza porque tira o tratamento de tantas pessoas, leza o corpo de muita gente porque tira o treinamento das pessoas do lazer, leza a leitura porque tira as bibliotecas, leza a cultura por que tira tantas atividades de natureza cultural como música, dança, cinema, teatro, então a perda é muito maior do que aparentemente 3%, tirar a minha cultura, tirar o meu lazer custa muito mais que 3%.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Márcia</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/fundo-afetara-programacao-cultural-do-sesc/comment-page-1/#comment-1118</link>
		<dc:creator>Márcia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 12:19:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=4018#comment-1118</guid>
		<description>Concordo plenamente com o Sr. Carlo de Faria.
Cada vez que se vai ao banco mais taxas são cobradas. Porque não tiram desses grandes. Acho que ensino e saúde é obrigação do Estado de oferecer, já que pagamos tantos impostos e não vemos onde está sendo aplicado, quer dizer, uma boa parte sabemos que vai para os bolsos dos deputados e senadores, enquanto os trabalhadores a única qualidade de lazer e cultura consegue com preços irrisórios ou mesmo de graça só no SESC.
É revoltante ver essas idéias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com o Sr. Carlo de Faria.<br />
Cada vez que se vai ao banco mais taxas são cobradas. Porque não tiram desses grandes. Acho que ensino e saúde é obrigação do Estado de oferecer, já que pagamos tantos impostos e não vemos onde está sendo aplicado, quer dizer, uma boa parte sabemos que vai para os bolsos dos deputados e senadores, enquanto os trabalhadores a única qualidade de lazer e cultura consegue com preços irrisórios ou mesmo de graça só no SESC.<br />
É revoltante ver essas idéias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: dalila</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/fundo-afetara-programacao-cultural-do-sesc/comment-page-1/#comment-1115</link>
		<dc:creator>dalila</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 11:59:12 +0000</pubDate>
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		<description>sim, o sesc funciona, suprindo lacunas que o governo deixa há tempos sem preenchimento. e nessa realidade cultural árida, para quem tenta fazer e sobreviver fazendo arte, acaba sendo uma das poucas fontes de trabalho. 

por outro lado, por conta deste monopólio, temos visto o sesc, ao longo dos anos, sucatear ao máximos os cachês dos artistas e professores, que por sua 
vez não reclamam porque tem medo de nunca mais trabalhar no sesc... mas a 
verdade é que o tamanho dos investimentos que o sesc faz em termos de estrutura está longe de ser o mesmo em relação ao material humano; e sabendo dessa situação de dependência da classe artística, este mesmo sesc tão legal faz coisas bem feias. já vi programadores do sesc subirem no salto de uma pseudo autoridade para descompor profissionais de alto nível só porque eles não os conhecem pessoalmente (do nível jogar o projeto da pessoa para cima ao mesmo tempo em que pergunta: mas afinal, o que vc faz???, sem se dar ao trabalho de ler. esse mesmo profissional voltou a trabalhar para o sesc, depois de vários prêmios recebidos, quando foi tratado com um pouco mais de consideracão.).

enfim, talvez seja uma boa oportunidade para o sesc repensar aonde e como usa seu dinheiro. infelizmente, nesse momento, parece que é interessante mobilizar a classe artísitica para fazer pressão, essa mesma classe que enfia o rabo entre as pernas e lambe a mão desse patrão bonzinho, que nos enche de ossos. isso porque o mesmo sesc já avisa que os cortes evidentemente vão ocorrer no nível da programacão... 

acho que a população em geral, que frequenta o sesc e se beneficia sem dúvida alguma, essa sim deveria protestar. aonde estão essas pessoas agora?

por que não vejo mails convocando a população em geral para se mobilizar?

será que a classe artística não está sendo manipulada convenientemente para defender muito mais os interesses do sesc do que os próprios?

isso pode ser mais discutido, eu acho, com um pouco mais de clareza e menos &quot;endeuzamento&quot; do sesc. se é melhor com ele que sem ele? claro. mas assim como em outros casos, somos reféns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sim, o sesc funciona, suprindo lacunas que o governo deixa há tempos sem preenchimento. e nessa realidade cultural árida, para quem tenta fazer e sobreviver fazendo arte, acaba sendo uma das poucas fontes de trabalho. </p>
<p>por outro lado, por conta deste monopólio, temos visto o sesc, ao longo dos anos, sucatear ao máximos os cachês dos artistas e professores, que por sua<br />
vez não reclamam porque tem medo de nunca mais trabalhar no sesc&#8230; mas a<br />
verdade é que o tamanho dos investimentos que o sesc faz em termos de estrutura está longe de ser o mesmo em relação ao material humano; e sabendo dessa situação de dependência da classe artística, este mesmo sesc tão legal faz coisas bem feias. já vi programadores do sesc subirem no salto de uma pseudo autoridade para descompor profissionais de alto nível só porque eles não os conhecem pessoalmente (do nível jogar o projeto da pessoa para cima ao mesmo tempo em que pergunta: mas afinal, o que vc faz???, sem se dar ao trabalho de ler. esse mesmo profissional voltou a trabalhar para o sesc, depois de vários prêmios recebidos, quando foi tratado com um pouco mais de consideracão.).</p>
<p>enfim, talvez seja uma boa oportunidade para o sesc repensar aonde e como usa seu dinheiro. infelizmente, nesse momento, parece que é interessante mobilizar a classe artísitica para fazer pressão, essa mesma classe que enfia o rabo entre as pernas e lambe a mão desse patrão bonzinho, que nos enche de ossos. isso porque o mesmo sesc já avisa que os cortes evidentemente vão ocorrer no nível da programacão&#8230; </p>
<p>acho que a população em geral, que frequenta o sesc e se beneficia sem dúvida alguma, essa sim deveria protestar. aonde estão essas pessoas agora?</p>
<p>por que não vejo mails convocando a população em geral para se mobilizar?</p>
<p>será que a classe artística não está sendo manipulada convenientemente para defender muito mais os interesses do sesc do que os próprios?</p>
<p>isso pode ser mais discutido, eu acho, com um pouco mais de clareza e menos &#8220;endeuzamento&#8221; do sesc. se é melhor com ele que sem ele? claro. mas assim como em outros casos, somos reféns.</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlo de Faria</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/fundo-afetara-programacao-cultural-do-sesc/comment-page-1/#comment-1110</link>
		<dc:creator>Carlo de Faria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 05:41:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=4018#comment-1110</guid>
		<description>Chegou a  hora dos bancos e seus banqueiros!
Mais do que um equívoco, essa proposta beira um ato criminoso secando parte da fonte da sabedoria, cultura e integridade que mantém essa cidade doente e neurótica chamada São Paulo! Ao invés de mexer onde se sabe bem para que fim serve os recursos, porque não entram os bancos e seus repetitivos lucros extraordinários para acrescentar mais 33% às entidades que de fato entendem do riscado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou a  hora dos bancos e seus banqueiros!<br />
Mais do que um equívoco, essa proposta beira um ato criminoso secando parte da fonte da sabedoria, cultura e integridade que mantém essa cidade doente e neurótica chamada São Paulo! Ao invés de mexer onde se sabe bem para que fim serve os recursos, porque não entram os bancos e seus repetitivos lucros extraordinários para acrescentar mais 33% às entidades que de fato entendem do riscado!</p>
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