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	<title>Comentários em: Cultura: do pensamento para o entretenimento</title>
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	<description>Rede de informação e proposição de políticas culturais articulada por Leonardo Brant</description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 17:20:00 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Dinovaldo Gilioli</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultura-do-pensamento-para-o-entretenimento/#comment-2940</link>
		<dc:creator>Dinovaldo Gilioli</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 13:48:25 +0000</pubDate>
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		<description>As reflexões contidas no artigo são atuais e necessárias, porque coerentes e críticas à realidade capitalista que impõe não só o consumo mas, o que é pior, o desejo de consumo - campo simbólico de domínio permanente. O "deus mercado" , que regula a vida e aniquila sonhos, precisa ser combatido justamente no "campo da cultura", onde se legitima e se justifica valores e o modo de viver de uma sociedade.
Parabéns Almandrade pela pertinência e atualidade do texto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As reflexões contidas no artigo são atuais e necessárias, porque coerentes e críticas à realidade capitalista que impõe não só o consumo mas, o que é pior, o desejo de consumo - campo simbólico de domínio permanente. O &#8220;deus mercado&#8221; , que regula a vida e aniquila sonhos, precisa ser combatido justamente no &#8220;campo da cultura&#8221;, onde se legitima e se justifica valores e o modo de viver de uma sociedade.<br />
Parabéns Almandrade pela pertinência e atualidade do texto.</p>
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		<title>Por: Júlio Coelho rosa</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultura-do-pensamento-para-o-entretenimento/#comment-1323</link>
		<dc:creator>Júlio Coelho rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 23:58:59 +0000</pubDate>
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		<description>“Quanto ao que é um homem de idéias, considero-o qualquer homem que usa a cabeça para dominar a dificuldade colocada ante ele; o imigrante analfabeto é tão frequentemente um homem de idéias quanto um bacharel é um imbecil. A capacidade de da impulso a um pensamente, nem que seja um centímetro além da noção vulgar e corrente, é a única coisa, de fato, que distingue a classe intelectual do resto. O resto é, sem dúvida, a espinha dorsal da nação, mas, assim como no corpo humano, também no copo político a coluna vertebral acaba mesmo a entrada da cabeça’’.

(Jacques Barzun – Da Liberdade Humana)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“Quanto ao que é um homem de idéias, considero-o qualquer homem que usa a cabeça para dominar a dificuldade colocada ante ele; o imigrante analfabeto é tão frequentemente um homem de idéias quanto um bacharel é um imbecil. A capacidade de da impulso a um pensamente, nem que seja um centímetro além da noção vulgar e corrente, é a única coisa, de fato, que distingue a classe intelectual do resto. O resto é, sem dúvida, a espinha dorsal da nação, mas, assim como no corpo humano, também no copo político a coluna vertebral acaba mesmo a entrada da cabeça’’.</p>
<p>(Jacques Barzun – Da Liberdade Humana)</p>
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		<title>Por: Júlio Coelhorosa</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultura-do-pensamento-para-o-entretenimento/#comment-1322</link>
		<dc:creator>Júlio Coelhorosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 23:52:57 +0000</pubDate>
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		<description>- Vou assinar embaixo do comentário do Marcelo Facci. Eu também! Entretanto, diante de pensamentos alheios e citações insalubres...
Jacques Barzun!

“Ao desejarmos satisfação, criamos imagens desse  mundo e aquelas que “funcionam” no sentido amplo de saciarem nossos múltiplos desejos - físicos, morais e estéticos- constituem nossa cultura e nossa realidade. Uma vez que ajudamos, individualmente, a formar a realidade e abordamos, assim, a ordem que desejamos, uma democracia de esforços deve, necessariamente, seguir-se. O desejo operado através da mente dá forma à propósitos, que se ramificam, por sua vez, na forma de teorias, artes, ciências – todas pragmáticas, em sua natureza, e verdadeiras, enquanto evoluem, falsas e perigosas quando mal aplicadas e mantidas como absoluto.”     

“Quanto ao que é um homem de idéias, considero-o qualquer homem que usa a cabeça para dominar a dificuldade colocada ante ele; o imigrante analfabeto é tão frequentemente um homem de idéias quanto um bacharel é um imbecil. A capacidade de da impulso a um pensamente, nem que seja um centímetro além da noção vulgar e corrente, é a única coisa, de fato, que distingue a classe intelectual do resto. O resto é, sem dúvida, a espinha dorsal da nação, mas, assim como no corpo humano, também no copo político a coluna vertebral acaba mesmo a entrada da cabeça’’.


(Jacques Barzun – Da Liberdade Humana)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>- Vou assinar embaixo do comentário do Marcelo Facci. Eu também! Entretanto, diante de pensamentos alheios e citações insalubres&#8230;<br />
Jacques Barzun!</p>
<p>“Ao desejarmos satisfação, criamos imagens desse  mundo e aquelas que “funcionam” no sentido amplo de saciarem nossos múltiplos desejos - físicos, morais e estéticos- constituem nossa cultura e nossa realidade. Uma vez que ajudamos, individualmente, a formar a realidade e abordamos, assim, a ordem que desejamos, uma democracia de esforços deve, necessariamente, seguir-se. O desejo operado através da mente dá forma à propósitos, que se ramificam, por sua vez, na forma de teorias, artes, ciências – todas pragmáticas, em sua natureza, e verdadeiras, enquanto evoluem, falsas e perigosas quando mal aplicadas e mantidas como absoluto.”     </p>
<p>“Quanto ao que é um homem de idéias, considero-o qualquer homem que usa a cabeça para dominar a dificuldade colocada ante ele; o imigrante analfabeto é tão frequentemente um homem de idéias quanto um bacharel é um imbecil. A capacidade de da impulso a um pensamente, nem que seja um centímetro além da noção vulgar e corrente, é a única coisa, de fato, que distingue a classe intelectual do resto. O resto é, sem dúvida, a espinha dorsal da nação, mas, assim como no corpo humano, também no copo político a coluna vertebral acaba mesmo a entrada da cabeça’’.</p>
<p>(Jacques Barzun – Da Liberdade Humana)</p>
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	<item>
		<title>Por: Priscila Marques</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultura-do-pensamento-para-o-entretenimento/#comment-1318</link>
		<dc:creator>Priscila Marques</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 19:35:22 +0000</pubDate>
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		<description>Vou assinar embaixo do comentário do Marcelo Facci. Chega de extremismos. Concordo com Almandrade sobre a ausência de políticas culturais bem estruturadas neste país, e concordo que o excesso de debate sobre a Lei Rouante vem tirando o foco de outras questões que deveriam merecer igual (ou maior) espaço, como as próprias políticas públicas para a cultura. Mas jogar toda a culpa em cima dos bandidões - os diretores de mkt de empresas patrocinadoras - como boa parte da classe cultural e artística gosta de fazer, é não notar que o buraco está bem mais embaixo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou assinar embaixo do comentário do Marcelo Facci. Chega de extremismos. Concordo com Almandrade sobre a ausência de políticas culturais bem estruturadas neste país, e concordo que o excesso de debate sobre a Lei Rouante vem tirando o foco de outras questões que deveriam merecer igual (ou maior) espaço, como as próprias políticas públicas para a cultura. Mas jogar toda a culpa em cima dos bandidões - os diretores de mkt de empresas patrocinadoras - como boa parte da classe cultural e artística gosta de fazer, é não notar que o buraco está bem mais embaixo.</p>
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	<item>
		<title>Por: RôMULO DUQUE</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultura-do-pensamento-para-o-entretenimento/#comment-1315</link>
		<dc:creator>RôMULO DUQUE</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 18:33:14 +0000</pubDate>
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		<description>Não o paragrafo de abertura do texto acima é brincadeira.
Quem está negando a questõa antropológica da cultura???????
Que eu tenha lido em todas as questões apontadas ninguem.

O que está em discussão é um mecanismo de incentivo a cultural chamado LEI ROUANET. E é só.

E por favor menos. A grande maioria dos debatedores que se colocaram até hoje em "congressos, seminários, na mídia, hoje em dia. " são profissionais altametne capacitados tanto tecnica quanto intelectualmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não o paragrafo de abertura do texto acima é brincadeira.<br />
Quem está negando a questõa antropológica da cultura???????<br />
Que eu tenha lido em todas as questões apontadas ninguem.</p>
<p>O que está em discussão é um mecanismo de incentivo a cultural chamado LEI ROUANET. E é só.</p>
<p>E por favor menos. A grande maioria dos debatedores que se colocaram até hoje em &#8220;congressos, seminários, na mídia, hoje em dia. &#8221; são profissionais altametne capacitados tanto tecnica quanto intelectualmente.</p>
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		<title>Por: Michel Ferrabbiamo</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultura-do-pensamento-para-o-entretenimento/#comment-1307</link>
		<dc:creator>Michel Ferrabbiamo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 22:23:47 +0000</pubDate>
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		<description>Olá amigo,

Gostei muito deste seu texto, estamos programando um Fórum em nossa cidade (Ipatinga/MG) e como não tenho nenhum contato com vc exceto esse gostaria que me enviasser contato:
mferrabbiamo@gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá amigo,</p>
<p>Gostei muito deste seu texto, estamos programando um Fórum em nossa cidade (Ipatinga/MG) e como não tenho nenhum contato com vc exceto esse gostaria que me enviasser contato:<br />
<a href="mailto:mferrabbiamo@gmail.com">mferrabbiamo@gmail.com</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Marcelo Facci</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultura-do-pensamento-para-o-entretenimento/#comment-1302</link>
		<dc:creator>Marcelo Facci</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2008 20:57:39 +0000</pubDate>
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		<description>As relações de patrocínio na sociedade capitalista estão imbuídas de interesses próprios à nossa época assim como a aristocracia do mecenato no passado tinha os seus interesses sociais atendidos pela sua posição de benfeitores das artes.
O julgamento da qualidade da arte que um e outro financia tem que ser feita de forma muito cuidadosa. Senão corremos o risco de propalar inverdades e incentivar o julgamento fácil de que a arte que o mercado compra não tem valor. Li aqui um artigo do Kluk Neto que mostrou uma abertura dos maiores projetos da lei rouanet em 2007. Pela lista do topo, dá pra ver que não estamos falando de Xuxa ou os Trapalhões.
A Cultura reflexiva é contemplada nesse universo sim.  Mais do que isso é preciso perceber que o prestígio ou a demanda (olhe que cruel) que a arte engajada vai ter junto aos cidadão, é um problema que vai ser resolvido pelo amadurecimento da capacidade de reflexão de toda a coletividade. Então depende de um processo mais amplo de evolução da sociedade que se inicia pela superação de lapsos sociais e educacionais.
O erro está em querer desprestigiar os canais de incentivo fiscal como a Lei Rouanet e suas lógicas de interação com o mercado, atribuindo à ela toda a responsabilidade pelo pouco espaço que a arte reflexiva e experimental tem atualmente. Se a sociedade e seus valores fossem diferentes (e isso não é culpa da lei rouanet) essa arte estaria no topo das prioridades de patrocínio na mesa dos marketeiros. Podem ter certeza disso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As relações de patrocínio na sociedade capitalista estão imbuídas de interesses próprios à nossa época assim como a aristocracia do mecenato no passado tinha os seus interesses sociais atendidos pela sua posição de benfeitores das artes.<br />
O julgamento da qualidade da arte que um e outro financia tem que ser feita de forma muito cuidadosa. Senão corremos o risco de propalar inverdades e incentivar o julgamento fácil de que a arte que o mercado compra não tem valor. Li aqui um artigo do Kluk Neto que mostrou uma abertura dos maiores projetos da lei rouanet em 2007. Pela lista do topo, dá pra ver que não estamos falando de Xuxa ou os Trapalhões.<br />
A Cultura reflexiva é contemplada nesse universo sim.  Mais do que isso é preciso perceber que o prestígio ou a demanda (olhe que cruel) que a arte engajada vai ter junto aos cidadão, é um problema que vai ser resolvido pelo amadurecimento da capacidade de reflexão de toda a coletividade. Então depende de um processo mais amplo de evolução da sociedade que se inicia pela superação de lapsos sociais e educacionais.<br />
O erro está em querer desprestigiar os canais de incentivo fiscal como a Lei Rouanet e suas lógicas de interação com o mercado, atribuindo à ela toda a responsabilidade pelo pouco espaço que a arte reflexiva e experimental tem atualmente. Se a sociedade e seus valores fossem diferentes (e isso não é culpa da lei rouanet) essa arte estaria no topo das prioridades de patrocínio na mesa dos marketeiros. Podem ter certeza disso.</p>
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