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	<title>Comentários em: Cultivar o teatro é preciso</title>
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	<description>Rede de informação e proposição de políticas culturais articulada por Leonardo Brant</description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 18:22:39 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultivar-o-teatro-e-preciso/#comment-698</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 18:34:04 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que o autor matou a xarada, xuxamente é a palavra de ordem, padrão global de televisão. É isto que foi para os teatros. Não são os atores globais que ganham os prêmios no Copacabana Pallace? Não são os atores globais que conseguem transformar a lei Rouanet em departamento de marketing global? O que vamos assistir lá dentro do teatro? As patetices e o lado engraçado da divertida burguesia carioca e paulista, uma espécie de divã do movimento "Cansei", aos olhos do Sr. Falabela ou a história do rei contada pelo mesmo autor que foi à televisão se explicar que fazia gentilezas, pois recebera de uma grande estatal só um milhão de reais mais o patrocínio da prefeitura do Rio de Janeiro, enquanto gestor na mesma prefeitura e toda a corporação global que está em torno dele ou seria por que, numa choradeira cínica, o ator que mora num dois por andar no Leblon, Edwin Luizi, foi fazer queixas e beicinhos no programa "Sem Censura" se mostrando indignado com o estupro que sofre diariamente com estudantes mal educados ou pessoas disfarçadas de estudante que querem pagar meia entrada num espetáculo que eles já pagaram via lei Rouanet?

A atividade cultural não acabou não, está mais viva do que nunca. É como diz Chico Buarque, a favela não faz parte do mapa do Rio, mas lá, além das gigantescas lan houses tem funk, samba de terreiro, teatro, tem vida ativa, mesmo debaixo de tiroteio. O autor do texto matou a xarada. Deveria, inclusive, propor, até por questão de justiça, pelo que vem representando na prática, a lei Rouanet, não da aprovação do Minc, mas da captação de recursos à balde nas empresas estatais, principalmente e algumas privadas. Saindo do Ministério da Cultura, a lei Rouanet corre pelos departamentos de maketing Brasil afora, mas só passa a ter validade quando o rei põe a cera derretida e crava o seu anel com o símbolo do plim plim assinado xuxamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o autor matou a xarada, xuxamente é a palavra de ordem, padrão global de televisão. É isto que foi para os teatros. Não são os atores globais que ganham os prêmios no Copacabana Pallace? Não são os atores globais que conseguem transformar a lei Rouanet em departamento de marketing global? O que vamos assistir lá dentro do teatro? As patetices e o lado engraçado da divertida burguesia carioca e paulista, uma espécie de divã do movimento &#8220;Cansei&#8221;, aos olhos do Sr. Falabela ou a história do rei contada pelo mesmo autor que foi à televisão se explicar que fazia gentilezas, pois recebera de uma grande estatal só um milhão de reais mais o patrocínio da prefeitura do Rio de Janeiro, enquanto gestor na mesma prefeitura e toda a corporação global que está em torno dele ou seria por que, numa choradeira cínica, o ator que mora num dois por andar no Leblon, Edwin Luizi, foi fazer queixas e beicinhos no programa &#8220;Sem Censura&#8221; se mostrando indignado com o estupro que sofre diariamente com estudantes mal educados ou pessoas disfarçadas de estudante que querem pagar meia entrada num espetáculo que eles já pagaram via lei Rouanet?</p>
<p>A atividade cultural não acabou não, está mais viva do que nunca. É como diz Chico Buarque, a favela não faz parte do mapa do Rio, mas lá, além das gigantescas lan houses tem funk, samba de terreiro, teatro, tem vida ativa, mesmo debaixo de tiroteio. O autor do texto matou a xarada. Deveria, inclusive, propor, até por questão de justiça, pelo que vem representando na prática, a lei Rouanet, não da aprovação do Minc, mas da captação de recursos à balde nas empresas estatais, principalmente e algumas privadas. Saindo do Ministério da Cultura, a lei Rouanet corre pelos departamentos de maketing Brasil afora, mas só passa a ter validade quando o rei põe a cera derretida e crava o seu anel com o símbolo do plim plim assinado xuxamente.</p>
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		<title>Por: Rodrigo Gerstner</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultivar-o-teatro-e-preciso/#comment-696</link>
		<dc:creator>Rodrigo Gerstner</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 17:08:49 +0000</pubDate>
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		<description>Aos fatores enumerados pelo autor, acrescente-se o fato de muitos espetáculos teatrais apoiados pela Lei Rouanet (leia-se: dinheiro público) cobarem ingressos de R$30,00, R$50,00 ou até mais. Campanhas de ingressos promocionais (como a promovida pela prefeitura do Rio de Janeiro, que, no último domino do mês, vende a um real os ingressos para peças em cartaz na rede municipal de teatros) fazem encher as platéias. Agora que se discute a implementação do Vale-Cultura, o governo deve rever os parâmetros de contrapartida de projetos culturais de modo a garantir o acesso da população. Caso contrário, é previsível o ágio no valor dos ingressos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aos fatores enumerados pelo autor, acrescente-se o fato de muitos espetáculos teatrais apoiados pela Lei Rouanet (leia-se: dinheiro público) cobarem ingressos de R$30,00, R$50,00 ou até mais. Campanhas de ingressos promocionais (como a promovida pela prefeitura do Rio de Janeiro, que, no último domino do mês, vende a um real os ingressos para peças em cartaz na rede municipal de teatros) fazem encher as platéias. Agora que se discute a implementação do Vale-Cultura, o governo deve rever os parâmetros de contrapartida de projetos culturais de modo a garantir o acesso da população. Caso contrário, é previsível o ágio no valor dos ingressos&#8230;</p>
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		<title>Por: Marcio Anderson Martins</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/cultivar-o-teatro-e-preciso/#comment-686</link>
		<dc:creator>Marcio Anderson Martins</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 23:22:38 +0000</pubDate>
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		<description>A discussão sobre a vida neste atual momento, nesta sociedade de inversão de valores é que parece se tornar desnecessária. Então, o teatro como ato vivo e, principalmente, reflexivo, fica, erroneamente, relacionado à futilidade e sem objetivo.
Comungo com todas as palavras escritas neste artigo, pois me sinto extremamente incomodado com a situação da arte no momento atual.
Parabéns pelo excelente artigo Erlon Paschoal.  </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão sobre a vida neste atual momento, nesta sociedade de inversão de valores é que parece se tornar desnecessária. Então, o teatro como ato vivo e, principalmente, reflexivo, fica, erroneamente, relacionado à futilidade e sem objetivo.<br />
Comungo com todas as palavras escritas neste artigo, pois me sinto extremamente incomodado com a situação da arte no momento atual.<br />
Parabéns pelo excelente artigo Erlon Paschoal.</p>
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