<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comentários em: Coisas que o MinC desconhece</title>
	<atom:link href="http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/</link>
	<description>Rede de informação e proposição de políticas culturais articulada por Leonardo Brant</description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 17:57:18 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.3</generator>
		<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/#comment-1057</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 13:36:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=3870#comment-1057</guid>
		<description>Maria Alice Golveia!
Tenho certeza que você conhece bem "Idéias de Jeca Tatu" de Monteiro Lobato".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Alice Golveia!<br />
Tenho certeza que você conhece bem &#8220;Idéias de Jeca Tatu&#8221; de Monteiro Lobato&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Álvaro Santi</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/#comment-1009</link>
		<dc:creator>Álvaro Santi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 21:25:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=3870#comment-1009</guid>
		<description>Abel, não conheço nenhum "teatrinho" com incentivo da Lei Rouanet.
(A não ser através de algum edital tipo Petrobrás, que exige inscrição do projeto na Lei Rouanet). Aliás, "empresinha" também não patrocina com esta lei, só as grandes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abel, não conheço nenhum &#8220;teatrinho&#8221; com incentivo da Lei Rouanet.<br />
(A não ser através de algum edital tipo Petrobrás, que exige inscrição do projeto na Lei Rouanet). Aliás, &#8220;empresinha&#8221; também não patrocina com esta lei, só as grandes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria Alice Gouveia</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/#comment-1000</link>
		<dc:creator>Maria Alice Gouveia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 08:03:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=3870#comment-1000</guid>
		<description>Desculpem o lapso. Acho que Veridiana é Viridiana + verídica.Maria Alice Gouveia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem o lapso. Acho que Veridiana é Viridiana + verídica.Maria Alice Gouveia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria Alice Gouveia</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/#comment-998</link>
		<dc:creator>Maria Alice Gouveia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 07:26:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=3870#comment-998</guid>
		<description>Carlos Henrique Machado - seguindo a lição do mestre Roberto da Matta, talvez fosse bom você assistir "Veridiana" do Bunuel para descobrir que o mundo é um pouco mais complexo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Henrique Machado - seguindo a lição do mestre Roberto da Matta, talvez fosse bom você assistir &#8220;Veridiana&#8221; do Bunuel para descobrir que o mundo é um pouco mais complexo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Priscila Netto</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/#comment-991</link>
		<dc:creator>Priscila Netto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 18:43:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=3870#comment-991</guid>
		<description>Como sempre, Paulo Pélico dá um show de conhecimento e realidade.Conhece profundamente a área em que atua e deveria ser mais consultado e ter mais participação nas decisões afetas ap segmento.
Realmente o MinC parece desconhecer, ou ignorar, a realidade do mercado cultural.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre, Paulo Pélico dá um show de conhecimento e realidade.Conhece profundamente a área em que atua e deveria ser mais consultado e ter mais participação nas decisões afetas ap segmento.<br />
Realmente o MinC parece desconhecer, ou ignorar, a realidade do mercado cultural.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Abel Carrilho</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/#comment-988</link>
		<dc:creator>Abel Carrilho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 18:21:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=3870#comment-988</guid>
		<description>Carlos Henrique, venho acompanhando as suas intervenções, que são as mais lúcidas aqui no site. Mas nunca me senti provocado a participar como os seus dois posts, nesta e na outra matéria do Mamberti. Concordo com você que o site tomou as dores da indústria e do show bizz. Mas há uma discussão de fundo aí que precisa ser melhor explorada. O show bizz é mais do que necessário. Ele é imprescindível. O chamado teatrão é paradigma. Não podemos acusá-los de não falar de cultura, mas temos que falar de mercado. Pois o que queremos é mercado para nossas produções. Não tenho inveja dos globais, quero mais é que tenha espaço para eles nesse mundo de privilégios que é o capitalismo. Mas tem que haver espaço para os outros tb. Ninguém é contra. O esfacelamento da Lei Rouanet é um tiro na cabeça do teatrão, mas vai atingir o teatrinho, não tenha dúvida disso. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Henrique, venho acompanhando as suas intervenções, que são as mais lúcidas aqui no site. Mas nunca me senti provocado a participar como os seus dois posts, nesta e na outra matéria do Mamberti. Concordo com você que o site tomou as dores da indústria e do show bizz. Mas há uma discussão de fundo aí que precisa ser melhor explorada. O show bizz é mais do que necessário. Ele é imprescindível. O chamado teatrão é paradigma. Não podemos acusá-los de não falar de cultura, mas temos que falar de mercado. Pois o que queremos é mercado para nossas produções. Não tenho inveja dos globais, quero mais é que tenha espaço para eles nesse mundo de privilégios que é o capitalismo. Mas tem que haver espaço para os outros tb. Ninguém é contra. O esfacelamento da Lei Rouanet é um tiro na cabeça do teatrão, mas vai atingir o teatrinho, não tenha dúvida disso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique MAchado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/post/coisas-que-o-minc-desconhece/#comment-987</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique MAchado</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 14:17:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=3870#comment-987</guid>
		<description>Isso mesmo! Vamos logo chutar o pau da barraca! Tem que se criar um nova secretaria exclusiva para estes coitadinhos dos globais, e lá dentro, altarquias, subsidiárias para darem suporte a um espetáculo para o mediano de Moema ou do Jardins que têm uma vida muito dura. Esse sacrifício, por sinal, muito bem narrado aqui, sobre o público do teatro, chegou a me causar comoção e fui às lágrimas. O Minc deveria se chamar, "Ministério dos Insensíveis da Cultura". Aqueles bruta-montes, trogloditas, pitbuls, ficam só botando defeito nos nossos coitados e desprendidos de grana e vaidade, atores globais. Tudo isso carece de um urgente planejamento no trânsito de São Paulo para atender ao público do teatro e mais a violência urbana, o nosso querido Paulo Pélico nos parece até um pouco constrangido com essa opressão do Minc e se esqueceu de citar outras dificuldades que o público enfrenta, como a sacrificante divisão de espaço com aquela legião de zoadeiros motoboys, sem falar meus amigos, que ainda tem que dividir espaço com aquele povinho do bolsa-família que fica pendurado nos ônibus sentido "Capões". Haja lexotan! Pensa bem se é moleza ficar dentro de um Honda Civic, parar num flat, tomar aquela insuportável ducha quente, sacar o desodeante e o perfume Polo, combinar todo um guarda-roupa da Hugo Boss. Tudo isso é muito estressante para o espectador. Estou falando só de São Paulo. E o Rio, que ainda tem a dengue! Tudo isso mata a bilheteria de um espetáculo. O coitado do produtor global de teatro, da peça patrocinada, já faz um sacrifício danado de cobrar em um ingresso, mórbidos cem reais. E esse pessoal do Minc ainda fica esculachando? Deveria se preocupar em resolver os problemas do trânsito, da violência, do crescimento desordenado e outras mazelas mais destes grandes centros inchados de gente pobre que atrapalha essa gente não bronzeada a assistir os nossos valores globais. Estou fechado com essa causa tão justa e vamos ser objetivos: queremos a escolta da Rota do teatro até os nossos casebres em Moema, Ibirapuera, Jardins e etc. Nada de motoboy. As pizzas deverão ser entregues de helicóptero, que é muito mais chique e é muito mais a cara do público do teatro. Já que temos o minhocão, construiremos um tatuzão, um túnel que ligará os teatros à zona sul. Por falar nisso, alguém tem notícia daquele mendigo do Rio, que, com o ingresso pago por uma emissora, foi convidado a se retirar da peça "Os Produtores", made in Brazil, do Sr. Falabela? Enfim, meus amigos, esse pessoal do Minc não sabe nada de chanchada cult, só quer saber de fazer política pra esse pessoal do nordeste que dança xaxado. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso mesmo! Vamos logo chutar o pau da barraca! Tem que se criar um nova secretaria exclusiva para estes coitadinhos dos globais, e lá dentro, altarquias, subsidiárias para darem suporte a um espetáculo para o mediano de Moema ou do Jardins que têm uma vida muito dura. Esse sacrifício, por sinal, muito bem narrado aqui, sobre o público do teatro, chegou a me causar comoção e fui às lágrimas. O Minc deveria se chamar, &#8220;Ministério dos Insensíveis da Cultura&#8221;. Aqueles bruta-montes, trogloditas, pitbuls, ficam só botando defeito nos nossos coitados e desprendidos de grana e vaidade, atores globais. Tudo isso carece de um urgente planejamento no trânsito de São Paulo para atender ao público do teatro e mais a violência urbana, o nosso querido Paulo Pélico nos parece até um pouco constrangido com essa opressão do Minc e se esqueceu de citar outras dificuldades que o público enfrenta, como a sacrificante divisão de espaço com aquela legião de zoadeiros motoboys, sem falar meus amigos, que ainda tem que dividir espaço com aquele povinho do bolsa-família que fica pendurado nos ônibus sentido &#8220;Capões&#8221;. Haja lexotan! Pensa bem se é moleza ficar dentro de um Honda Civic, parar num flat, tomar aquela insuportável ducha quente, sacar o desodeante e o perfume Polo, combinar todo um guarda-roupa da Hugo Boss. Tudo isso é muito estressante para o espectador. Estou falando só de São Paulo. E o Rio, que ainda tem a dengue! Tudo isso mata a bilheteria de um espetáculo. O coitado do produtor global de teatro, da peça patrocinada, já faz um sacrifício danado de cobrar em um ingresso, mórbidos cem reais. E esse pessoal do Minc ainda fica esculachando? Deveria se preocupar em resolver os problemas do trânsito, da violência, do crescimento desordenado e outras mazelas mais destes grandes centros inchados de gente pobre que atrapalha essa gente não bronzeada a assistir os nossos valores globais. Estou fechado com essa causa tão justa e vamos ser objetivos: queremos a escolta da Rota do teatro até os nossos casebres em Moema, Ibirapuera, Jardins e etc. Nada de motoboy. As pizzas deverão ser entregues de helicóptero, que é muito mais chique e é muito mais a cara do público do teatro. Já que temos o minhocão, construiremos um tatuzão, um túnel que ligará os teatros à zona sul. Por falar nisso, alguém tem notícia daquele mendigo do Rio, que, com o ingresso pago por uma emissora, foi convidado a se retirar da peça &#8220;Os Produtores&#8221;, made in Brazil, do Sr. Falabela? Enfim, meus amigos, esse pessoal do Minc não sabe nada de chanchada cult, só quer saber de fazer política pra esse pessoal do nordeste que dança xaxado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
