Encontro Brasil–Israel de Economia Criativa discute cinema
Começa dia 17 de julho, quinta-feira, às 20 horas, a série Encontros Brasil – Israel de Economia Criativa: Construindo Pontes Para o Futuro, promovido pelo Centro da Cultura Judaica. Com curadoria de Ana Carla Fonseca Reis, os encontros terão sempre dois especialistas em temas específicos da economia criativa, um brasileiro e um israelense.
Nesse primeiro encontro, o cineasta, empresário audiovisual e coordenador de fomento e difusão da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, André Sturm e o cineasta israelense Pablo Utin conversam sobre o mercado de cinema em seus países, a democracia audiovisual e como os filmes podem ser vistos como as janelas de uma cultura. O debate de tema “Cinema – mercado e imagem no país” contará ainda a participação especial de Alberto Goldman, Vice-Governador e Secretário de Desenvolvimento de São Paulo.
“Em Israel, a coexistência é a palavra de ordem não só entre culturas diversas, como também entre tradição e modernidade. Os Encontros Brasil – Israel de Economia Criativa têm o objetivo de divulgar a faceta contemporânea do país de forma integrada às suas tradições”, afirma Yael Steiner, diretora executiva do Centro da Cultura Judaica.
Economia Criativa: 8% do PIB Mundial
A economia criativa compreende setores como indústrias culturais, artesanato, moda, design, arquitetura, propaganda e software, que crescem mais rapidamente do que a economia e transformam criatividade em riqueza socioeconômica. Um caminho promissor para o Brasil, unindo cultura, economia e inclusão social. Dados das Nações Unidas estimam que a economia criativa responda por cerca de 8% do PIB mundial.
Segundo Ana Carla Fonseca Reis, curadora do evento, hoje o conceito de economia criativa abrange toda uma gama de produtos e serviços que sustentam esses setores, desde cursos de formação a políticas urbanas voltadas à criatividade como motor econômico. “Países como Nova Zelândia, Líbano, Canada, Áustria e Cingapura abraçam a economia criativa como parte integrante de sua estratégia socioeconômica. O Brasil busca agora uma definição própria de economia criativa, voltada ao desenvolvimento socioeconômico”.
Os próximos debates estão previstos para 15 e 27 de outubro terão como temas “Irrigação vitivinícola – transformando comunidades e gerando produtos de marca” e “Interatividade digital – expandindo limites”.
A programação tem entrada franca, mas quem quiser contribuir com o Departamento Sócio-Cultural do Centro da Cultura Judaica pode trocar o ingresso por um quilo de alimento não perecível a ser doado ao projeto Ajuda Alimentando, mantido pela instituição.
Serviço
Encontros Brasil – Israel de Economia Criativa: Construindo Pontes Para o Futuro
Tema: “Cinema – mercado e imaginação no país”
Convidados: André Sturm e Pablo Utin.
Participação Especial: Alberto Goldman.
Curadoria: Ana Carla Fonseca Reis.
Quinta-feira, dia 17 de julho, às 20 horas.
Teatro: 200 lugares. Idade: 12 anos.
Entrada 1 quilo de alimento não perecível a ser doado ao projeto Ajuda Alimentando.
Retirar ingresso a partir das 14 horas na Bilheteria.Sujeito à lotação do espaço.
O Centro da Cultura Judaica fica na Rua Oscar Freire, 2500, ao lado do metrô Sumaré. Informações pelo telefone (11) 3065.4333 ou no site www.culturajudaica.org.br Retirar ingresso com 1 hora de antecedência. Ingressos limitados.










Independente do projeto, que acho muito interessante, a afirmação feita pela
Diretora Yael Steiner de que “em Israel, a coexistencia é a palavra de ordem…” é no minimo ridícula. Para acreditar nisso, só quem não sabe nada de história
e desconhece o sofrimento do povo palestino dentro do que chamam de “Estado de Israel”
Gostaria de deixar registrado em resposta ao comentario da Milena que JAMAIS disse que a coexistencia e a palavra de ordem em Israel, ate porque sei que a coexistencia e a palavra de busca…diferente do Brasil que em sua diversidade coexiste com uma bandeira de paz e multiculturalidade.
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