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	<title>Comentários sobre: O espírito do tempo X o &#8220;Zé do Patrocínio&#8221;</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Silva</title>
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		<dc:creator>Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 16:04:44 +0000</pubDate>
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		<description>OI !! Tava dando uma passadinha poraqui e achei seu blog muito legal.
Teve um Cientista que deu uma definição sobre a quarta dimensão
Vou deixa aqui se quere dá uma olhadinha

Para Leitura:

http://www.scribd.com/doc/19928247/Teoria-da-Quarta-Dimensao

Para Download

http://www.4shared.com/file/134569926/cf5f4002/Teoria_da_Quarta_Dimenso.html

Falou</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OI !! Tava dando uma passadinha poraqui e achei seu blog muito legal.<br />
Teve um Cientista que deu uma definição sobre a quarta dimensão<br />
Vou deixa aqui se quere dá uma olhadinha</p>
<p>Para Leitura:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/19928247/Teoria-da-Quarta-Dimensao" rel="nofollow">http://www.scribd.com/doc/19928247/Teoria-da-Quarta-Dimensao</a></p>
<p>Para Download</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/134569926/cf5f4002/Teoria_da_Quarta_Dimenso.html" rel="nofollow">http://www.4shared.com/file/134569926/cf5f4002/Teoria_da_Quarta_Dimenso.html</a></p>
<p>Falou</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/o-espirito-do-tempo-x-o-ze-do-patrocinio/comment-page-1/#comment-66052</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 22:27:29 +0000</pubDate>
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		<description>Exatamente Calixto
Esse processo todo, com ou sem editais, criou uma interconexão com agentes de uma mesma ideologia, solidificaram o conceito de duas vias entre eles, no famoso, &quot;eu com as quatro, eu com ela, eu por cima, eu por baixo&quot;. Esta é a prática que garante que em cada enxadada, venha uma minhoca. É lógico que em nome da grana vale tudo neste mercado de mercado. Um só agente passa o rodo geral.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exatamente Calixto<br />
Esse processo todo, com ou sem editais, criou uma interconexão com agentes de uma mesma ideologia, solidificaram o conceito de duas vias entre eles, no famoso, &#8220;eu com as quatro, eu com ela, eu por cima, eu por baixo&#8221;. Esta é a prática que garante que em cada enxadada, venha uma minhoca. É lógico que em nome da grana vale tudo neste mercado de mercado. Um só agente passa o rodo geral.</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/o-espirito-do-tempo-x-o-ze-do-patrocinio/comment-page-1/#comment-66051</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 22:20:54 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Tavinho, a guerra freia nunca esteve tão quente, no entanto, o modelo de reconstrução virá a partir da sociedade e isso está colocando a guerra fria numa situação menos implícitas. As feridas deixadas pelo caminho do lobby não cicatrizaram, e a sociedade agora, cada vez mais interconectada, começa a cruzar dados e informações preciosas, ao mesmo tempo que reage com bastante sabedoria e empenho contra as catarses.

Quanto a esta mórbida proposta por esta arquitetura de domínio, tanto nossos queridos gurus, Villa Lobos, Camaro Guarnieri já haviam avisado sobre o que estava por vir. Villa Lobos dizia que os fazedores de cultura mundo afora estavam espalhando o conceito da música desumana que não era seguida pela audição, mas por esquemas matemáticos e, com isso, fabricando uma legião de músicos papelórios, do papel nasciam e no papel morriam. Assim impediam as criações contemporâneas de se fazerem nacionais. 

Guarnieri, em uma carta aberta aos músicos brasileiros, avisava sobre o perigo dessa efêmera visão dodecafônica que impregnou o ambiente europeu para depois se espalhar como erva daninha das criações inspiradas nas naturalidades de cada povo.

Quantoa esta teia de interesses multinacionais, os agentes desta hipertrofia capitalista plantaram em pontos estratégicos agentes dessa sórdida forma de domínio pela cultura. Por isso tanto interesse desses conglomerados nas questões culturais, porque assim, além de impor suas cartilhas, calam a liberdade do artista brasileiro.

Um grande abraço do amigo e fan,
Carlos Henrique</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Tavinho, a guerra freia nunca esteve tão quente, no entanto, o modelo de reconstrução virá a partir da sociedade e isso está colocando a guerra fria numa situação menos implícitas. As feridas deixadas pelo caminho do lobby não cicatrizaram, e a sociedade agora, cada vez mais interconectada, começa a cruzar dados e informações preciosas, ao mesmo tempo que reage com bastante sabedoria e empenho contra as catarses.</p>
<p>Quanto a esta mórbida proposta por esta arquitetura de domínio, tanto nossos queridos gurus, Villa Lobos, Camaro Guarnieri já haviam avisado sobre o que estava por vir. Villa Lobos dizia que os fazedores de cultura mundo afora estavam espalhando o conceito da música desumana que não era seguida pela audição, mas por esquemas matemáticos e, com isso, fabricando uma legião de músicos papelórios, do papel nasciam e no papel morriam. Assim impediam as criações contemporâneas de se fazerem nacionais. </p>
<p>Guarnieri, em uma carta aberta aos músicos brasileiros, avisava sobre o perigo dessa efêmera visão dodecafônica que impregnou o ambiente europeu para depois se espalhar como erva daninha das criações inspiradas nas naturalidades de cada povo.</p>
<p>Quantoa esta teia de interesses multinacionais, os agentes desta hipertrofia capitalista plantaram em pontos estratégicos agentes dessa sórdida forma de domínio pela cultura. Por isso tanto interesse desses conglomerados nas questões culturais, porque assim, além de impor suas cartilhas, calam a liberdade do artista brasileiro.</p>
<p>Um grande abraço do amigo e fan,<br />
Carlos Henrique</p>
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		<title>Por: Calixto Inhamuns</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/o-espirito-do-tempo-x-o-ze-do-patrocinio/comment-page-1/#comment-65849</link>
		<dc:creator>Calixto Inhamuns</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 18:25:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=9095#comment-65849</guid>
		<description>Carlos Henrique, 

precisamos tomar cuidado para não cairmos naquela de que os &quot;estrangeiros invasores&quot; são os culpados das nossas mazelas. Não podemos esquecer os cúmplices, os que se aproveitam da situação, os que vendem a consciência para os invasores. 

O que mais estranho no nosso meio é a valorização dos editais, o esquecimento da arte, do artístico. Não se fala mais em projetos artísticos, em trabalho que precisa nascer, mas em algo que possibilita entrar &quot;numa grana&quot; oferecida por um edital.

Esses caras estão tomando conta de tudo porque estamos deixando os nossos sonhos morrerem. Função social da arte, teatro, música, dança? Quando aparecer um edital a gente pensa nisso, rapidinho, rapidinho. E como tem gente boa na criação de projetos, em argumentação em favor da arte, em negócios.

Abraços,

Calixto de Inhamuns




Grupos jovens, saem os editais, procuram um projeto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Henrique, </p>
<p>precisamos tomar cuidado para não cairmos naquela de que os &#8220;estrangeiros invasores&#8221; são os culpados das nossas mazelas. Não podemos esquecer os cúmplices, os que se aproveitam da situação, os que vendem a consciência para os invasores. </p>
<p>O que mais estranho no nosso meio é a valorização dos editais, o esquecimento da arte, do artístico. Não se fala mais em projetos artísticos, em trabalho que precisa nascer, mas em algo que possibilita entrar &#8220;numa grana&#8221; oferecida por um edital.</p>
<p>Esses caras estão tomando conta de tudo porque estamos deixando os nossos sonhos morrerem. Função social da arte, teatro, música, dança? Quando aparecer um edital a gente pensa nisso, rapidinho, rapidinho. E como tem gente boa na criação de projetos, em argumentação em favor da arte, em negócios.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Calixto de Inhamuns</p>
<p>Grupos jovens, saem os editais, procuram um projeto</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Tavynho Bonfa</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/o-espirito-do-tempo-x-o-ze-do-patrocinio/comment-page-1/#comment-65837</link>
		<dc:creator>Tavynho Bonfa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 15:14:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=9095#comment-65837</guid>
		<description>Meu caro Carlos Henrique,
Apreciei cada parágrafo de vossa análise sobre o assassino &quot;fomento a cultura&quot;. Uma visão espetacularmente clara e num ângulo de visão inédito se mostra a escrita. Obrigado.
Gostaria de acrescentar, que este planejamento vem de fora do país, com não descobertas, mas tentativas laboratoriais da criação de possíveis mecanismos incentivadores para os novos criadores musicais completamente sem noção acadêmica ou autodidata, criadores do zero mesmo. Como por exemplo, o Creative Commons, modêlo de desconstrução dos Direitos Autorais, do qual comprovei necessáriamente eu mesmo a sua ineficácia no compartilhamento e falta de resultados criativos. Como não poderia dar em outra coisa, nada aconteceu, pois, desprovido de qualquer base a criação não se sustenta, simplesmente é. Felizmente, grandes pensadores como o Sr. Fernando Brant, nos mostram, que isto é na realidade uma tormenta, que passa do lado de fora da casa perene do direito do autor. As novas formas de licenciamento digital ainda são objeto de hercúleas análises e estudos, pois são derivativos dessa desconstrução em função da fome draculiana do sistema monetário, que não está nem aí para o que é criativo ou de direito, se não o lucro e o consumo cíclico.
E usa estas qualidades como artíficio para estas finalidades. Neste aspecto, temos na gestão do ex-Ministro Sr. Gilberto Gil, uma oportunidade como instrumento de visão do espírito do tempo. Mostrou-nos com a sua intuição, a possível desconstrução da desconstrução que se apresenta. Sim, estamos agora preparados para começar e não para recomeçar a mesma discussão, em mais uma dupla gestão de governo inteira . Resta saber se o lobby político vai querer trabalhar para algo, que funcione realmente para o artista nacional, sobretudo o da música, em todas as suas gamas e segmentos de atuação, sem o empresário intermediário de qualquer porte, que não está nem aí para nada, se nâo para lucrar em cima do trabalho daquele.
Entretanto, é que antes, ainda mais incrível, o pais tenha que se reconhecer soberano culturalmente. Não se trata de deixar de ser receptivo, mas do jeito que estamos subordinados, talvez tenhamos de pedir permissão aos EUA para poder saber qual multinacional poderá dar patrocínio cultural no Brasil. Como no meu caso em 2008, a um projeto sinfônico com uma orquestra, com um regente escolhido pela excelência de seu currículum profissional, residente no país e de nacionalidade russa. Tal projeto foi muito bem recebido pela empresa multinacional no Brasil e vetado pela matriz americana. Evidenciou para mim, que a querra fria pós segunda querra mundial nunca cessou e que também, qualquer lei de incentivo cultural no país, se não decide aqui, está desprovida do real poder de incentivar. Se passamos o contrôle contabilista, artístico, midiático, industrial, cultural, alimentício, etc... para o exterior, não faz mais sentido um enquadramento em leis de incentivo brasileiras, sendo este o ponto, a brecha, que agora racha, ruindo toda essa grande e longa discussão nacional em torno do assunto. Portanto, ao zero retornamos. Agora e nunca antes de patriotismo, é uma questão de respeito. Os artistas certamente o  perdoarão, mas somente é preciso, que para isto, o país peça perdão.
Saudações musicais.
Tavynho Bonfa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro Carlos Henrique,<br />
Apreciei cada parágrafo de vossa análise sobre o assassino &#8220;fomento a cultura&#8221;. Uma visão espetacularmente clara e num ângulo de visão inédito se mostra a escrita. Obrigado.<br />
Gostaria de acrescentar, que este planejamento vem de fora do país, com não descobertas, mas tentativas laboratoriais da criação de possíveis mecanismos incentivadores para os novos criadores musicais completamente sem noção acadêmica ou autodidata, criadores do zero mesmo. Como por exemplo, o Creative Commons, modêlo de desconstrução dos Direitos Autorais, do qual comprovei necessáriamente eu mesmo a sua ineficácia no compartilhamento e falta de resultados criativos. Como não poderia dar em outra coisa, nada aconteceu, pois, desprovido de qualquer base a criação não se sustenta, simplesmente é. Felizmente, grandes pensadores como o Sr. Fernando Brant, nos mostram, que isto é na realidade uma tormenta, que passa do lado de fora da casa perene do direito do autor. As novas formas de licenciamento digital ainda são objeto de hercúleas análises e estudos, pois são derivativos dessa desconstrução em função da fome draculiana do sistema monetário, que não está nem aí para o que é criativo ou de direito, se não o lucro e o consumo cíclico.<br />
E usa estas qualidades como artíficio para estas finalidades. Neste aspecto, temos na gestão do ex-Ministro Sr. Gilberto Gil, uma oportunidade como instrumento de visão do espírito do tempo. Mostrou-nos com a sua intuição, a possível desconstrução da desconstrução que se apresenta. Sim, estamos agora preparados para começar e não para recomeçar a mesma discussão, em mais uma dupla gestão de governo inteira . Resta saber se o lobby político vai querer trabalhar para algo, que funcione realmente para o artista nacional, sobretudo o da música, em todas as suas gamas e segmentos de atuação, sem o empresário intermediário de qualquer porte, que não está nem aí para nada, se nâo para lucrar em cima do trabalho daquele.<br />
Entretanto, é que antes, ainda mais incrível, o pais tenha que se reconhecer soberano culturalmente. Não se trata de deixar de ser receptivo, mas do jeito que estamos subordinados, talvez tenhamos de pedir permissão aos EUA para poder saber qual multinacional poderá dar patrocínio cultural no Brasil. Como no meu caso em 2008, a um projeto sinfônico com uma orquestra, com um regente escolhido pela excelência de seu currículum profissional, residente no país e de nacionalidade russa. Tal projeto foi muito bem recebido pela empresa multinacional no Brasil e vetado pela matriz americana. Evidenciou para mim, que a querra fria pós segunda querra mundial nunca cessou e que também, qualquer lei de incentivo cultural no país, se não decide aqui, está desprovida do real poder de incentivar. Se passamos o contrôle contabilista, artístico, midiático, industrial, cultural, alimentício, etc&#8230; para o exterior, não faz mais sentido um enquadramento em leis de incentivo brasileiras, sendo este o ponto, a brecha, que agora racha, ruindo toda essa grande e longa discussão nacional em torno do assunto. Portanto, ao zero retornamos. Agora e nunca antes de patriotismo, é uma questão de respeito. Os artistas certamente o  perdoarão, mas somente é preciso, que para isto, o país peça perdão.<br />
Saudações musicais.<br />
Tavynho Bonfa</p>
]]></content:encoded>
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