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	<title>Comentários sobre: Ministro, cadê o anteprojeto?</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Flávio Paiva</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/ministro-cade-o-anteprojeto/comment-page-1/#comment-74553</link>
		<dc:creator>Flávio Paiva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 14:52:59 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Carlos Henrique, acho que estamos rumando e remando em busca do mesmo horizonte. Li os seus questionamentos como afirmação de olhar. A água está realmente turva, como você bem realça, e quanto mais turva, mais desfavorável a quem faz cultura limpa. Acho que os autores deveriam estar mais indignados, mais mobilizados e também mais abertos à busca das melhores soluções diante da complexidade que o tema impõe. Um abraço, meu caro. Até já. Flávio Paiva.

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Prezada Helena, fiquei curioso para saber quais os comentários que você deixou de enviar por não querer falar a verdade. Se a conversa é franca, honesta e respeitosa, não há verdade inconveniente. Felicidades. Até já. Flávio Paiva.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Carlos Henrique, acho que estamos rumando e remando em busca do mesmo horizonte. Li os seus questionamentos como afirmação de olhar. A água está realmente turva, como você bem realça, e quanto mais turva, mais desfavorável a quem faz cultura limpa. Acho que os autores deveriam estar mais indignados, mais mobilizados e também mais abertos à busca das melhores soluções diante da complexidade que o tema impõe. Um abraço, meu caro. Até já. Flávio Paiva.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Prezada Helena, fiquei curioso para saber quais os comentários que você deixou de enviar por não querer falar a verdade. Se a conversa é franca, honesta e respeitosa, não há verdade inconveniente. Felicidades. Até já. Flávio Paiva.</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/ministro-cade-o-anteprojeto/comment-page-1/#comment-72233</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:36:40 +0000</pubDate>
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		<description>Flavio

Gostaria de saber, nesse caso, como ficariam as logomarcas, seriam livres? Coca-cola, Mc Donald e etc., circularão livres? Assim como música, filme e todos poderão usar da maneira que bem entenderem? Todas essas questões precisam estar muito claras. O portal que utiliza gratuitamente as minhas músicas vai liberar a sua logo pra eu fazer uso dela da maneira que me convier ou as marcas e patentes ficarão protegidas? Porque logo é arte. Qual é o limite dessa liberação?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Flavio</p>
<p>Gostaria de saber, nesse caso, como ficariam as logomarcas, seriam livres? Coca-cola, Mc Donald e etc., circularão livres? Assim como música, filme e todos poderão usar da maneira que bem entenderem? Todas essas questões precisam estar muito claras. O portal que utiliza gratuitamente as minhas músicas vai liberar a sua logo pra eu fazer uso dela da maneira que me convier ou as marcas e patentes ficarão protegidas? Porque logo é arte. Qual é o limite dessa liberação?</p>
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	<item>
		<title>Por: HELENA BEATRIZ R. PEREIRA</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/ministro-cade-o-anteprojeto/comment-page-1/#comment-72162</link>
		<dc:creator>HELENA BEATRIZ R. PEREIRA</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 19:55:36 +0000</pubDate>
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		<description>Sem comentários, porque não são enviados quando se fala a verdade. Helena.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem comentários, porque não são enviados quando se fala a verdade. Helena.</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/ministro-cade-o-anteprojeto/comment-page-1/#comment-71999</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:11:12 +0000</pubDate>
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		<description>Flavio
Confesso que não entendi bem o seu texto, ainda assim, me arriscarei, mesmo correndo o risco de cometer uma indelicada varada n&#039;água. Mas também não me culpo tanto, pois na certeza de que Noel também falou em alguns momentos &quot;com que roupa eu vou pro samba que você me convidou&quot;, o cidadão que tem como profissão a criação artística, está, de certa forma, no meio de uma água turva. Tem muita gente preocupada excessivamente com o acesso livre e, como bem disse Álvaro Santi, &quot;Se o acesso é impossível sem o hardware, o preço dos computadores e da banda larga são os primeiros obstáculos, mas curiosamente não ocorre a ninguém pedi-los de presente pra indústria. Já a música e o filme, como estão ao alcance da mão… Aliás, isso sim é contradição: para que reivindicar acesso a algo cujo valor não reconhecemos?&quot;

Sigo nessa mesma linha, pois é ela que pauta a minha sobrevivência. De repente sinto que está em construção um novo constrangimento nesse, digamos, milagre com o santo dos outros. Os altruístas com o bem do próximo, lançam livros, jogam manifestos para o liberou geral, o ninguém é de ninguém, tudo é um grande carnaval, tudo pode e pode tudo. Aí, num repente você tem uma vida toda marcada com senhas, muros, códigos de barra, Cerasas interligadas pela intranet do grande sistema. O cidadão que não paga em dia as suas contas, transforma-e num criminoso mundial, sem direito a polêmica no STF. Mudo, esmagado, solitário contra o gigantismo de um sistema que não permite que os pobres ultrapassem os muitos muros construídos depois da simbologia libertária &quot;da queda do muro de Berlin&quot;. Tijolo sobre tijolo no quadrado mágico, o cidadão, o artista, o comum, o horizontal se vê no meio de uma passeata de grandes negócios comanda por uma ainda secreta intenção de pegar a sua musiquinha feita na hora do banzo por falta de condições de sobrevivência e enfrenta a &quot;Marcha da Família com Deus para a Liberdade na rede&quot;. Os cartazes bem ao estilo de 1964, clamam pelo bem-estar do povo e nos enfiam duas décadas de ditadura sangrenta, torturas e desaparecimentos. A primeira faixa do cartaz me assusta, &quot;liberdade no dos outros é refresco&quot;.

Confesso, Flavio, que acho essa febre de altruísmo um grande teatro, uma construção salvadora saída dos grandes grupos para ter acesso e uso da matéria-prima da maneira que convier. Porque a história nos conta que as conquistas dos colonizadores são feitas por grandes massacres, que a propaganda em nome da liberdade foi a grande aliada dos maiores fascínoras da história. Então, peço-lhe gentilmente que, parte a parte da sua prestimosa contribuição nos traga efetivamente, até mesmo em capítulos, como a coisa funciona em cada item apresentando aquela famosa transparência no custo/benefício para o cidadão artista que também é sociedade e que paga por cada por cada mísero grão de arroz que põe em sua mesa.
Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Flavio<br />
Confesso que não entendi bem o seu texto, ainda assim, me arriscarei, mesmo correndo o risco de cometer uma indelicada varada n&#8217;água. Mas também não me culpo tanto, pois na certeza de que Noel também falou em alguns momentos &#8220;com que roupa eu vou pro samba que você me convidou&#8221;, o cidadão que tem como profissão a criação artística, está, de certa forma, no meio de uma água turva. Tem muita gente preocupada excessivamente com o acesso livre e, como bem disse Álvaro Santi, &#8220;Se o acesso é impossível sem o hardware, o preço dos computadores e da banda larga são os primeiros obstáculos, mas curiosamente não ocorre a ninguém pedi-los de presente pra indústria. Já a música e o filme, como estão ao alcance da mão… Aliás, isso sim é contradição: para que reivindicar acesso a algo cujo valor não reconhecemos?&#8221;</p>
<p>Sigo nessa mesma linha, pois é ela que pauta a minha sobrevivência. De repente sinto que está em construção um novo constrangimento nesse, digamos, milagre com o santo dos outros. Os altruístas com o bem do próximo, lançam livros, jogam manifestos para o liberou geral, o ninguém é de ninguém, tudo é um grande carnaval, tudo pode e pode tudo. Aí, num repente você tem uma vida toda marcada com senhas, muros, códigos de barra, Cerasas interligadas pela intranet do grande sistema. O cidadão que não paga em dia as suas contas, transforma-e num criminoso mundial, sem direito a polêmica no STF. Mudo, esmagado, solitário contra o gigantismo de um sistema que não permite que os pobres ultrapassem os muitos muros construídos depois da simbologia libertária &#8220;da queda do muro de Berlin&#8221;. Tijolo sobre tijolo no quadrado mágico, o cidadão, o artista, o comum, o horizontal se vê no meio de uma passeata de grandes negócios comanda por uma ainda secreta intenção de pegar a sua musiquinha feita na hora do banzo por falta de condições de sobrevivência e enfrenta a &#8220;Marcha da Família com Deus para a Liberdade na rede&#8221;. Os cartazes bem ao estilo de 1964, clamam pelo bem-estar do povo e nos enfiam duas décadas de ditadura sangrenta, torturas e desaparecimentos. A primeira faixa do cartaz me assusta, &#8220;liberdade no dos outros é refresco&#8221;.</p>
<p>Confesso, Flavio, que acho essa febre de altruísmo um grande teatro, uma construção salvadora saída dos grandes grupos para ter acesso e uso da matéria-prima da maneira que convier. Porque a história nos conta que as conquistas dos colonizadores são feitas por grandes massacres, que a propaganda em nome da liberdade foi a grande aliada dos maiores fascínoras da história. Então, peço-lhe gentilmente que, parte a parte da sua prestimosa contribuição nos traga efetivamente, até mesmo em capítulos, como a coisa funciona em cada item apresentando aquela famosa transparência no custo/benefício para o cidadão artista que também é sociedade e que paga por cada por cada mísero grão de arroz que põe em sua mesa.<br />
Abraços.</p>
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