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	<title>Comentários sobre: Imagine um mundo sem copyright</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Tiago Campany</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/imagine-um-mundo-sem-copyright/comment-page-1/#comment-766</link>
		<dc:creator>Tiago Campany</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 13:25:48 +0000</pubDate>
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		<description>O conceito é bem interessante, mas tenho que concordar com o paulo que os argumentos estão bem fracos.
Se nenhum autor tivesse recebido sua parte das gravadoras, editoras, estudios, etc. por tantos anos esse sistema já teria sucumbido ha mais tempo.
E com relação a proposta de um ano de validade do copyright. Ou o autor é um romântico ou não entende nada de economia da cultura. Onde já se viu um longa metragem se pagar em um ano? Ainda mais no Brasil onde os filmes (quando lançados) mal ficam uma semana em cartaz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito é bem interessante, mas tenho que concordar com o paulo que os argumentos estão bem fracos.<br />
Se nenhum autor tivesse recebido sua parte das gravadoras, editoras, estudios, etc. por tantos anos esse sistema já teria sucumbido ha mais tempo.<br />
E com relação a proposta de um ano de validade do copyright. Ou o autor é um romântico ou não entende nada de economia da cultura. Onde já se viu um longa metragem se pagar em um ano? Ainda mais no Brasil onde os filmes (quando lançados) mal ficam uma semana em cartaz.</p>
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		<title>Por: Paulo</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/imagine-um-mundo-sem-copyright/comment-page-1/#comment-728</link>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 16:34:20 +0000</pubDate>
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		<description>É óbvio que as empresas são as mais beneficiadas pelo esquema de copyright. Afinal, sem uma empresa um produto cultural dificilmente é difundido em algum lugar. Mas daí a dizer que “a maioria dos artistas nunca recebeu um centavo do sistema de copyright” carece de pesquisa e é um delírio que não resiste à mais rasa reflexão.
Se um autor não recebe seu direito ao que se refere ao copyright, significa que ele assinou um contrato que não lhe era benéfico. Isso não é culpa do sistema do copyright, e sim da legislação que não protege os autores. Ou dos próprios autores que se submetem a contratos “leoninos”.
“Milhares de pessoas trocando músicas e filmes pela Internet se recusam a aceitar que mega empresas possam possuir milhões de melodias...” Cool! Também sou contra que mega empresas sejam proprietárias de comida, roupas e outros bens. Que seja tudo de graça para todos, e não só a produção intelectual. Comunismo já!
Artistas empresários? É... bom exemplo é nosso ministro da cultura que está sabendo “empresariar” sua carreira aproveitando-se de sua posição para se colocar na mídia e no mercado. 
Achar que com o fim dos copyright vai acabar com os “monopolistas culturais” é uma idéia infantil, pois esses monopolistas não proecisam de copyright para controlar o mercado: eles já tem o dinheiro e os recursos para reprodução e distribuição. 
“Explorar livremente todas as expressões artísticas” e “adaptá-las de acordo com nosso próprio discenimento”. Que legal! Vamos oficializar o plágio!!
Mas a cereja do bolo desse texto é o “espectro generoso de subsídios”, que mais uma vez deverá vir de incentivos culturais do governo e de empresas estatais que injetarão dinheiro em obras sem nenhum retorno de mercado (público). Assim fica fácil. Faço minha obra “de autor”, sou amiguinho do “esquema” e levo um cascalho sem que minha obra precise ser vista por ninguém!! Urrú!!
Se é pra pensar numa alternativa ao copyright, que se reflita sobre a realidade, não sobre a fantasia.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>É óbvio que as empresas são as mais beneficiadas pelo esquema de copyright. Afinal, sem uma empresa um produto cultural dificilmente é difundido em algum lugar. Mas daí a dizer que “a maioria dos artistas nunca recebeu um centavo do sistema de copyright” carece de pesquisa e é um delírio que não resiste à mais rasa reflexão.<br />
Se um autor não recebe seu direito ao que se refere ao copyright, significa que ele assinou um contrato que não lhe era benéfico. Isso não é culpa do sistema do copyright, e sim da legislação que não protege os autores. Ou dos próprios autores que se submetem a contratos “leoninos”.<br />
“Milhares de pessoas trocando músicas e filmes pela Internet se recusam a aceitar que mega empresas possam possuir milhões de melodias&#8230;” Cool! Também sou contra que mega empresas sejam proprietárias de comida, roupas e outros bens. Que seja tudo de graça para todos, e não só a produção intelectual. Comunismo já!<br />
Artistas empresários? É&#8230; bom exemplo é nosso ministro da cultura que está sabendo “empresariar” sua carreira aproveitando-se de sua posição para se colocar na mídia e no mercado.<br />
Achar que com o fim dos copyright vai acabar com os “monopolistas culturais” é uma idéia infantil, pois esses monopolistas não proecisam de copyright para controlar o mercado: eles já tem o dinheiro e os recursos para reprodução e distribuição.<br />
“Explorar livremente todas as expressões artísticas” e “adaptá-las de acordo com nosso próprio discenimento”. Que legal! Vamos oficializar o plágio!!<br />
Mas a cereja do bolo desse texto é o “espectro generoso de subsídios”, que mais uma vez deverá vir de incentivos culturais do governo e de empresas estatais que injetarão dinheiro em obras sem nenhum retorno de mercado (público). Assim fica fácil. Faço minha obra “de autor”, sou amiguinho do “esquema” e levo um cascalho sem que minha obra precise ser vista por ninguém!! Urrú!!<br />
Se é pra pensar numa alternativa ao copyright, que se reflita sobre a realidade, não sobre a fantasia.</p>
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		<title>Por: Alberdan Batista</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/imagine-um-mundo-sem-copyright/comment-page-1/#comment-723</link>
		<dc:creator>Alberdan Batista</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 14:51:52 +0000</pubDate>
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		<description>“Você não pensa e não vê, mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo, que uma nova mudança, em breve, vai acontecer. O que há algum tempo era novo, jovem, hoje é antigo e precisamos todos, rejuvenescer...” Belchior (cantor e compositor).
Li com muito interesse esse artigo. Acredito que é preciso ter coragem de ousar para tratar desse assunto. Sei que as reações serão muitas e quem sabe até violentas, mas precisamos discutir sobre este assunto. Sei que muitos também pensam assim, mas têem receio de expor seu ponto de vista. Há pouco tempo o ministro Gil falou sobre isto e foi “um deus nos acuda”. Vieram ataques de todos os lados. Mas alguém tem que começar. Vou divulgar o texto entre amigos... Vamos ver o que vai acontecer.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>“Você não pensa e não vê, mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo, que uma nova mudança, em breve, vai acontecer. O que há algum tempo era novo, jovem, hoje é antigo e precisamos todos, rejuvenescer&#8230;” Belchior (cantor e compositor).<br />
Li com muito interesse esse artigo. Acredito que é preciso ter coragem de ousar para tratar desse assunto. Sei que as reações serão muitas e quem sabe até violentas, mas precisamos discutir sobre este assunto. Sei que muitos também pensam assim, mas têem receio de expor seu ponto de vista. Há pouco tempo o ministro Gil falou sobre isto e foi “um deus nos acuda”. Vieram ataques de todos os lados. Mas alguém tem que começar. Vou divulgar o texto entre amigos&#8230; Vamos ver o que vai acontecer.</p>
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