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	<title>Comentários sobre: Economia Criativa e a reinvenção da economia</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Daniela</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/economia-criativa-e-a-reinvencao-da-economia/comment-page-1/#comment-65649</link>
		<dc:creator>Daniela</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 15:14:09 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, gostei muito deste texto. Estou pesquisando sobre economia criativa a pouco tempo, tenho lido muito e neste texto gostei muito do momento onde fala-se que o &quot;foco em resultados deve ser ampliado para avaliação de impacto...que beneficios foram gerados nas outras dimensões além da econômica. ... Quanto vale a auto-estima de uma comunidade? Vidas poupadas...&quot;. Em um mundo de baixa auto-estima, o retorno seria milagroso. Agora tenho um comentário a fazer, com meu humilde nível de conhecimento na área, de principante mesmo, mas não deveríamos começar a escrever estes textos tão ricos em um linguajar mais popular - e divulgá-los em ambientes mais &quot;populares&quot; para começarmos de vez uma reflexão de massa sobre o assunto? Acredito que tem MUITA gente que não conhece esses conceitos e que tem muito potencial em participar e colaborar para que eles saiam do papel - desde que tenham acesso, em uma linguagem mais simples. Deixo aqui &quot;my two cents&quot;... Boa semana!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, gostei muito deste texto. Estou pesquisando sobre economia criativa a pouco tempo, tenho lido muito e neste texto gostei muito do momento onde fala-se que o &#8220;foco em resultados deve ser ampliado para avaliação de impacto&#8230;que beneficios foram gerados nas outras dimensões além da econômica. &#8230; Quanto vale a auto-estima de uma comunidade? Vidas poupadas&#8230;&#8221;. Em um mundo de baixa auto-estima, o retorno seria milagroso. Agora tenho um comentário a fazer, com meu humilde nível de conhecimento na área, de principante mesmo, mas não deveríamos começar a escrever estes textos tão ricos em um linguajar mais popular &#8211; e divulgá-los em ambientes mais &#8220;populares&#8221; para começarmos de vez uma reflexão de massa sobre o assunto? Acredito que tem MUITA gente que não conhece esses conceitos e que tem muito potencial em participar e colaborar para que eles saiam do papel &#8211; desde que tenham acesso, em uma linguagem mais simples. Deixo aqui &#8220;my two cents&#8221;&#8230; Boa semana!</p>
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		<title>Por: Olho-de-corvo » Luiz Carlos Garrocho &#187; Economia da cultura: do mercado e da proteção à diversidade</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/economia-criativa-e-a-reinvencao-da-economia/comment-page-1/#comment-55410</link>
		<dc:creator>Olho-de-corvo » Luiz Carlos Garrocho &#187; Economia da cultura: do mercado e da proteção à diversidade</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 15:11:51 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Há um texto de Lala Deheinzelin intitulado Economia criativa e reinvenção da economia, que nos traz elementos novos para a análise do tema,do qual reproduzo um trecho: &#8220;O [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Há um texto de Lala Deheinzelin intitulado Economia criativa e reinvenção da economia, que nos traz elementos novos para a análise do tema,do qual reproduzo um trecho: &#8220;O [...]</p>
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		<title>Por: Jorge D'Almeida</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/economia-criativa-e-a-reinvencao-da-economia/comment-page-1/#comment-43414</link>
		<dc:creator>Jorge D'Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 01:26:43 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Lala, desde que fizeste uma palestra sobre economia criativa para os alunos da Faculdade Estácio de Sá em Vitória ES (primeiro semsetre 2008) estou para &quot;garimpar&quot; artigos seus para inspirar matérias para o blog semgastura, porém a correria de todos os dias sempre me fez adiar a pesquisa. Hoje, em pleno domingo de carnaval, enquanto buscava mais informações sobre o &quot;ócio criativo&quot; acabei me defrontando com a &quot;economia criativa e a reinvenção da economia&quot; por Lala Deheinzelin. Reconheço que há uma diferença enorme entre o Ócio Criativo e a Economia Criativa, mas ambos assuntos são pertinentes e atuais para serem amplamente divulgados. Um forte abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Lala, desde que fizeste uma palestra sobre economia criativa para os alunos da Faculdade Estácio de Sá em Vitória ES (primeiro semsetre 2008) estou para &#8220;garimpar&#8221; artigos seus para inspirar matérias para o blog semgastura, porém a correria de todos os dias sempre me fez adiar a pesquisa. Hoje, em pleno domingo de carnaval, enquanto buscava mais informações sobre o &#8220;ócio criativo&#8221; acabei me defrontando com a &#8220;economia criativa e a reinvenção da economia&#8221; por Lala Deheinzelin. Reconheço que há uma diferença enorme entre o Ócio Criativo e a Economia Criativa, mas ambos assuntos são pertinentes e atuais para serem amplamente divulgados. Um forte abraço.</p>
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		<title>Por: Rafael Gonçalves</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/economia-criativa-e-a-reinvencao-da-economia/comment-page-1/#comment-29874</link>
		<dc:creator>Rafael Gonçalves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 14:05:32 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa! Adorei teu artigo... e espero contribuir com o Pensarte neste conexão criativa à que temos por desafio tecer entre todos.
Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa! Adorei teu artigo&#8230; e espero contribuir com o Pensarte neste conexão criativa à que temos por desafio tecer entre todos.<br />
Abs</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/economia-criativa-e-a-reinvencao-da-economia/comment-page-1/#comment-28555</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 14:49:32 +0000</pubDate>
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		<description>Que tipo de equívoco atual será olhado como um absurdo que causou dor, destruição, miséria?
 
Oi Lala!
Acho que tem, nessa sua preciosa observação, que colei acima, a chave central das grandes questões. Onde a barbárie humana nos retrata primatas, subsidiada pelo nosso instinto de sobrevivência canibal. Acho que confiamos excessivamente em técnicas para buscar triunfo no domínio da irracionalidade instintiva. 

Entramos nessa banheira no precioso julgamento, porém ineficaz, de que a nossa rigidez moral conviverá com a massa de água que completa a bacia, pura retórica. O nosso mesmo instinto nos avisa que essas duas massas corpóreas se chocarão e, pela própria flexibilidade que a água nos apresenta, mergulhamos com a nossa rigidez conceitual formada pelo mais puro sentido clássico das regalias e, literalmente, jogamos a água para fora da bacia. Essa coisa tão cristalina e indispensável à vida daquele que a invade. Poderíamos dizer que, com o tratamento clorado, compartimentaríamos o excesso em potes hermeticamente fechados, sem o menor risco de qualquer vazamento que possa enferrujar os utensílhos comprados em alguma grande &quot;sale&quot;.  

De fato a convivência harmoniosa entre o homem e a natureza é regra fundamental para a sobrevivência futura. Esse dever de casa que tem como gesto principal o aperto de mão, como obra da síntese do equilíbrio, tem ainda muito o que caminhar.

Ainda ontem, li no site do MinC que ele fortalecia essa idéia separatista de produzir um pensamento bizonho da certificação de um grupo das dinastias dos faraós brancos do universo classista.

Fico aqui a pensar, nessa terra de caboclos, caiçaras, candombes e candonblés de múltiplos códigos, marcas, símbolos, logos, o que seria mesmo clássico nesse universo tão remexido? O desdém a essa bem-aventurada pacividade é sempre golpeada por algum tipo de manifestação de clubes, círculos, xenofobias bairristas, estatutárias, de colorações de sangue que crê que o céu é da cor da nobreza e que, portanto, eles merecem o mesmo na terra.

O daltonismo cínico, mentiroso, faz muita gente, assim como quem não quer nada, suspirar montanhas em nossos trópicos e, quando descem, creem mesmo nas savanas brasileiras, no encontro com jacarés, canibais, num trocadilho de mau-gosto onde a sociedade se diz alta nas alturas de Campos do Jordão, no seu primor de conceituaçao limitada, num festival de canecos de cristal, da choupana que embebeda os críticos que que veem a rasteira que o país quando se joga nos braços do esquadro universal, técnica ou subjetividade absoluta e irrestrita.

Esse vento tão propositadamente sem direção e inversamente proporcional às brisas naturais do Brasil que acalma as caravelas, as pipas e equilibra as gaivotas naquele bailar que nos faz sonhar, é apedrejada por uma escuderia que crê que do alto de alguma torre nos observa e nos bombardeia com suas cirurgicas ações. Haverá, na marra, um equilíbrio, pois, se o homem não tem juizo, a natureza tem.

Leonardo Boff, em um belo artigo na Carta Maior, nos apresenta o resultado que pode ser até contestato, porém jamais ignorado, de que a produção industrial ultrapassou 30% dos limites da terra e que teremos que reeditar a nossa relação com o caminho sem volta da escassez das nossas reservas naturais. 

Então, o que faremos quando voltamos à bacia? Igualaremos as trincheiras rígidas e ferver a água para que não seja invadida pelo nosso corpo, ou seria melhor congelá-la para ter peridade rígida com o corpo estranho que desmonta a sua unidade? Essa é uma questão fundamental que, se não sabemos o caminho do acerto, com certeza sabemos o do erro. Ele é tão gritante, tão escandalosamente horrível que zune em nossos ouvidos, que nos aterroriza a visão e nos joga num presente de sombras, onde a arrogância humana tão feroz quanto o instinto da sobrevivência, nos coloca diante da emergência da responsabilidade, não mais com o futuro, mas com uma fatura do passado que nos é cobrada cotidianamente. Nenhuma cerca elétrica nos livrará do pesado retorno de uma péssima ação.  

A inquisição continua, infelizmente. Todos os dias vamos, com a nossa sinceridade particular, escrever o nome de alguma bruxa, algum desafeto estético/social para continuarmos a nossa escala rumo a uma sonhada nação das elites, onde todos, ao final da cruza, desfilarão ao lado da cavalaria para festejar, entre pardais e pombos, o boulevard brasileiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que tipo de equívoco atual será olhado como um absurdo que causou dor, destruição, miséria?</p>
<p>Oi Lala!<br />
Acho que tem, nessa sua preciosa observação, que colei acima, a chave central das grandes questões. Onde a barbárie humana nos retrata primatas, subsidiada pelo nosso instinto de sobrevivência canibal. Acho que confiamos excessivamente em técnicas para buscar triunfo no domínio da irracionalidade instintiva. </p>
<p>Entramos nessa banheira no precioso julgamento, porém ineficaz, de que a nossa rigidez moral conviverá com a massa de água que completa a bacia, pura retórica. O nosso mesmo instinto nos avisa que essas duas massas corpóreas se chocarão e, pela própria flexibilidade que a água nos apresenta, mergulhamos com a nossa rigidez conceitual formada pelo mais puro sentido clássico das regalias e, literalmente, jogamos a água para fora da bacia. Essa coisa tão cristalina e indispensável à vida daquele que a invade. Poderíamos dizer que, com o tratamento clorado, compartimentaríamos o excesso em potes hermeticamente fechados, sem o menor risco de qualquer vazamento que possa enferrujar os utensílhos comprados em alguma grande &#8220;sale&#8221;.  </p>
<p>De fato a convivência harmoniosa entre o homem e a natureza é regra fundamental para a sobrevivência futura. Esse dever de casa que tem como gesto principal o aperto de mão, como obra da síntese do equilíbrio, tem ainda muito o que caminhar.</p>
<p>Ainda ontem, li no site do MinC que ele fortalecia essa idéia separatista de produzir um pensamento bizonho da certificação de um grupo das dinastias dos faraós brancos do universo classista.</p>
<p>Fico aqui a pensar, nessa terra de caboclos, caiçaras, candombes e candonblés de múltiplos códigos, marcas, símbolos, logos, o que seria mesmo clássico nesse universo tão remexido? O desdém a essa bem-aventurada pacividade é sempre golpeada por algum tipo de manifestação de clubes, círculos, xenofobias bairristas, estatutárias, de colorações de sangue que crê que o céu é da cor da nobreza e que, portanto, eles merecem o mesmo na terra.</p>
<p>O daltonismo cínico, mentiroso, faz muita gente, assim como quem não quer nada, suspirar montanhas em nossos trópicos e, quando descem, creem mesmo nas savanas brasileiras, no encontro com jacarés, canibais, num trocadilho de mau-gosto onde a sociedade se diz alta nas alturas de Campos do Jordão, no seu primor de conceituaçao limitada, num festival de canecos de cristal, da choupana que embebeda os críticos que que veem a rasteira que o país quando se joga nos braços do esquadro universal, técnica ou subjetividade absoluta e irrestrita.</p>
<p>Esse vento tão propositadamente sem direção e inversamente proporcional às brisas naturais do Brasil que acalma as caravelas, as pipas e equilibra as gaivotas naquele bailar que nos faz sonhar, é apedrejada por uma escuderia que crê que do alto de alguma torre nos observa e nos bombardeia com suas cirurgicas ações. Haverá, na marra, um equilíbrio, pois, se o homem não tem juizo, a natureza tem.</p>
<p>Leonardo Boff, em um belo artigo na Carta Maior, nos apresenta o resultado que pode ser até contestato, porém jamais ignorado, de que a produção industrial ultrapassou 30% dos limites da terra e que teremos que reeditar a nossa relação com o caminho sem volta da escassez das nossas reservas naturais. </p>
<p>Então, o que faremos quando voltamos à bacia? Igualaremos as trincheiras rígidas e ferver a água para que não seja invadida pelo nosso corpo, ou seria melhor congelá-la para ter peridade rígida com o corpo estranho que desmonta a sua unidade? Essa é uma questão fundamental que, se não sabemos o caminho do acerto, com certeza sabemos o do erro. Ele é tão gritante, tão escandalosamente horrível que zune em nossos ouvidos, que nos aterroriza a visão e nos joga num presente de sombras, onde a arrogância humana tão feroz quanto o instinto da sobrevivência, nos coloca diante da emergência da responsabilidade, não mais com o futuro, mas com uma fatura do passado que nos é cobrada cotidianamente. Nenhuma cerca elétrica nos livrará do pesado retorno de uma péssima ação.  </p>
<p>A inquisição continua, infelizmente. Todos os dias vamos, com a nossa sinceridade particular, escrever o nome de alguma bruxa, algum desafeto estético/social para continuarmos a nossa escala rumo a uma sonhada nação das elites, onde todos, ao final da cruza, desfilarão ao lado da cavalaria para festejar, entre pardais e pombos, o boulevard brasileiro.</p>
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