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O mercado de arte na era da Internet

| terça-feira, 22 junho 2010Sem Comentários

Quando Philip Mould começou a trabalhar como marchand profissional 22 anos atrás, o trabalho de compra e venda de obras de arte de alto nível era limitado a um grupo restrito de historiadores experientes que vasculhavam o mundo em busca de obras-primas.

Mas o mundo atemporal da arte mudou na era da Internet e da alta tecnologia. Mould e sua equipe antes se limitavam a examinar 15 a 20 obras por dia, mas hoje podem avaliar o valor de entre 50 e 100 obras diariamente.

“Há mais possibilidades, mais descobertas”, disse ele. “Mas também há mais concorrência. Existe uma nova geração que curte a adrenalina e compra indiscriminadamente.”

O novo livro de Mould, “The Art Detective”, trata do mundo antes desconhecido mas hoje amplamente acessível da negociação e restauração de obras de arte. “O conhecimento está mais democratizado hoje”, diz ele.

No passado, ele tinha que usar fotos de baixa qualidade para avaliar uma obra de arte oferecida por um vendedor. Hoje ele pode examinar cada centímetro de um quadro de perto, usando imagens digitais modernas.

* Fonte: Reuters ( Bernd Debusmann Jr.)

Andrea Lombardi

Atriz, pós-graduada em gestão da cultura. Para mais artigos deste autor clique aqui

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