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	<title>Comentários sobre: O fio da navalha do mercado cultural</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
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		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 21:09:30 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, isto é só o princípio de uma jornada que terá que abandonar de vez a futurologia viajandona que o mercado editorial de música brasileira deitou e rolou. Muita gente virou pinto no lixo com essa história dos &quot;movimentos revolucionários da música brasileira&quot;, sempre pautada num movimento comportamental de parte mínima da sociedade, lógico, a mesma que consumiu um certo fetiche utópico carregado de saudosimo.

Se Sergio Guerra está começando a entender que o povo não é assim essa massa de manobra, os novos pesquisadores, escritores da música brasileira terão que trazer uma outra medida de país, de zero a 509 e compreender que cultura não é um processo transferidor, mas de comunhão, de diálogo e, sobretudo da mais fina essência da democracia. É nessa peneira construida cotidianamente que observamos o caminhar cadenciado do nosso traçado musical.

As bolas de cristal civilizatórias, a hegemonia de ínfima parte da sociedade não tem força alguma para revoluções. Revolução na música acontece há exatos 509 anos no Brasil e feita pelo povo, refletida por alguns dos seus representantes.

A era dos super-heróis enfiada guela abaixo pela grande mídia depois da década de 60, findou-se, e agora, horizontalizada, essa reflexão virá de maneira transparente e serena.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, isto é só o princípio de uma jornada que terá que abandonar de vez a futurologia viajandona que o mercado editorial de música brasileira deitou e rolou. Muita gente virou pinto no lixo com essa história dos &#8220;movimentos revolucionários da música brasileira&#8221;, sempre pautada num movimento comportamental de parte mínima da sociedade, lógico, a mesma que consumiu um certo fetiche utópico carregado de saudosimo.</p>
<p>Se Sergio Guerra está começando a entender que o povo não é assim essa massa de manobra, os novos pesquisadores, escritores da música brasileira terão que trazer uma outra medida de país, de zero a 509 e compreender que cultura não é um processo transferidor, mas de comunhão, de diálogo e, sobretudo da mais fina essência da democracia. É nessa peneira construida cotidianamente que observamos o caminhar cadenciado do nosso traçado musical.</p>
<p>As bolas de cristal civilizatórias, a hegemonia de ínfima parte da sociedade não tem força alguma para revoluções. Revolução na música acontece há exatos 509 anos no Brasil e feita pelo povo, refletida por alguns dos seus representantes.</p>
<p>A era dos super-heróis enfiada guela abaixo pela grande mídia depois da década de 60, findou-se, e agora, horizontalizada, essa reflexão virá de maneira transparente e serena.</p>
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