Home » NOTÍCIAS

Cultura da Sustentabilidade: paradigmas de uma ética planetária

| sexta-feira, 7 novembro 2008Um Comentário

O antropólogo da PUC-SP e coordenador do Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade, Edgard de Assis Carvalho, é o próximo convidado do debate “Cultura e Sustentabilidade: Paradigmas de uma ética planetária”, que visa contribuir para o fortalecimento de redes socioculturais, o mapeamento de temas contemporâneos, além de colaborar para novas saídas civilizatórias. O encontro será realizado no dia 10 de novembro, às 18h, no Instituto Polis.

Além de professor titular de Antropologia da PUCSP e coordenador do Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade, Edgard de Assis Carvalho é doutor pela École des Hautes Ètudes en Sciences Sociales, de Paris, e autor de vários livros como Terena: as alternativas dos vencidos (Paz e Terra) e Ética, solidariedade e complexidade (Palas Athena). É também membro do conselho científico internacional da Universidad del mundo real Edgar Morin, em Hermosillo, no México; e presidente do XV ciclo internacional de estudos do imaginário, coordenado pela Universidade Federal de Pernambuco

O encontro é promovido pelo Instituto Polis, que está localizado na rua Araújo, 124, Vila Buarque, em São Paulo. A entrada é gratuita. Mais informações podem ser obtidas através do telefone  (11) 2174-6840  ou pelo e-mail cultura@polis.org.br.

Redação http://www.culturaemercado.com.br

Para mais artigos deste autor clique aqui

One Comment »

  • Mozart Cabral disse:

    Gostaria de refletir sobre as diversas formas de maniqueísmos contemporâneos que contaminam o imaginário sócio-cultural dos homens: esquerda x direita, Ocidente x Oriente, civilizados x bábaros, negros x brancos, Judaismo-Cristianismo x Islamismo, Sul x Norte, ricos x pobres, Bem x Mal, certo x errado, homens x mulheres, migrantes x cidadãos nativos etc. O que é a Humanidade? Todos esses conceitos, historicamente construídos, são fortes obstáculos para uma ética verdadeiramente planetária. Estamos anos-luz afastados para equacionarmos matrizes tão complexas. Há ainda limitações oriundas das raízes biológicas do cérebro humano: o nosso cérebro reptiliano! Bem como o fato de sermos animais territoriais e suas conseqüências agressivas entre os humanos… Quando será possível superarmos estes óbices? O que fazer? ignorá-los e agirmos como se nada disso fosse verdadeiro, negando uma natureza humana que não é só fruto exclusivo das relações sociais como insistem os marxistas ortodoxos, e cairmos sisificamente nos totalitarismos do século passado ainda tão presente? Ainda estamos na Idade de ferro do homem, e um futuro radioso não está logo alí na esquina, pois há também o demens. Mas acredito na força do amor e do perdão libertários de cada sujeito humano nas possíveis heteroutopias de uma vida não fascista para uma nova fundação como escreveu Isaac Asimov.

Leave a comment!

Add your comment below, or trackback from your own site. You can also subscribe to these comments via RSS.

Be nice. Keep it clean. Stay on topic. No spam.

You can use these tags:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

This is a Gravatar-enabled weblog. To get your own globally-recognized-avatar, please register at Gravatar.

*

Notifique-me de novos comentários via e-mail. Você também pode se inscrever sem comentar.