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	<title>Comentários sobre: A Nova Cultura Digital</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Rede Social para a Cultura Digital brasileira &#171; BaixaCultura</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/a-nova-cultura-digital/comment-page-1/#comment-67474</link>
		<dc:creator>Rede Social para a Cultura Digital brasileira &#171; BaixaCultura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 15:16:46 +0000</pubDate>
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		<description>[...] elaboração de políticas públicas nesta área &#8211; que, por sinal, há anos vem merecendo um especial destaque do MinC através de iniciativas de pessoas como José Murilo Jr, gerente de informações estratégicas do [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] elaboração de políticas públicas nesta área &#8211; que, por sinal, há anos vem merecendo um especial destaque do MinC através de iniciativas de pessoas como José Murilo Jr, gerente de informações estratégicas do [...]</p>
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		<title>Por: Guilherme Varella</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/a-nova-cultura-digital/comment-page-1/#comment-46235</link>
		<dc:creator>Guilherme Varella</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 20:29:47 +0000</pubDate>
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		<description>A tempo, queria deixar os endereços dos Pontos, Pontões e iniciativas citados na matéria e aproveitar para agradecê-los publicamente pelas informações prestadas. 

Ponto de Cultura Estrela de Ouro (Aliança-PE) - http://www.estreladeouro.org/

Pontão de Cultura Digital Circo Voador (Rio de Janeiro-RJ) - http://circodigital.org.br/

Pontão de Cultura Fábrica do Futuro (MG) - http://www.fabricadofuturo.org.br/

Pontão de Cultura Digital Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Livres (CDTL – Recife – PE) - http://www.tecnologiaslivres.org/site/

Pontão de Cultura Minuano (Porto Alegre-RS) - http://minuano.org/

ITeia - http://www.iteia.org.br/

Agradeço também ao MinC, cuja assessoria enviou nota oficial valiosa para embasar a matéria.

Abraços,

Guilherme</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tempo, queria deixar os endereços dos Pontos, Pontões e iniciativas citados na matéria e aproveitar para agradecê-los publicamente pelas informações prestadas. </p>
<p>Ponto de Cultura Estrela de Ouro (Aliança-PE) &#8211; <a href="http://www.estreladeouro.org/" rel="nofollow">http://www.estreladeouro.org/</a></p>
<p>Pontão de Cultura Digital Circo Voador (Rio de Janeiro-RJ) &#8211; <a href="http://circodigital.org.br/" rel="nofollow">http://circodigital.org.br/</a></p>
<p>Pontão de Cultura Fábrica do Futuro (MG) &#8211; <a href="http://www.fabricadofuturo.org.br/" rel="nofollow">http://www.fabricadofuturo.org.br/</a></p>
<p>Pontão de Cultura Digital Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Livres (CDTL – Recife – PE) &#8211; <a href="http://www.tecnologiaslivres.org/site/" rel="nofollow">http://www.tecnologiaslivres.org/site/</a></p>
<p>Pontão de Cultura Minuano (Porto Alegre-RS) &#8211; <a href="http://minuano.org/" rel="nofollow">http://minuano.org/</a></p>
<p>ITeia &#8211; <a href="http://www.iteia.org.br/" rel="nofollow">http://www.iteia.org.br/</a></p>
<p>Agradeço também ao MinC, cuja assessoria enviou nota oficial valiosa para embasar a matéria.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Guilherme</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Os editores</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/a-nova-cultura-digital/comment-page-1/#comment-46160</link>
		<dc:creator>Os editores</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 12:46:14 +0000</pubDate>
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		<description>Seu comentário foi parar no anti-spam, na mudança de lay-out ele se perdeu. Como havia lido e aprovado, percebi que ele ficou perdido. Consguimos recuperá-lo mais tarde. 
Concordo com vc, ética para todos nós! Abs, L</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seu comentário foi parar no anti-spam, na mudança de lay-out ele se perdeu. Como havia lido e aprovado, percebi que ele ficou perdido. Consguimos recuperá-lo mais tarde.<br />
Concordo com vc, ética para todos nós! Abs, L</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Uirá Porã</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/a-nova-cultura-digital/comment-page-1/#comment-46062</link>
		<dc:creator>Uirá Porã</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 04:03:02 +0000</pubDate>
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		<description>Se perdeu nada não, Léo, meu comentário tá bem bonitão aí :)

Concordo contigo que imparcialidade, na prática, não existe. O lance mesmo é saber escolher bem a fonte e filtrar o que é interessante e o que não é, pois sabemos que os valores e os contextos podem ser diferentes, mas o bem bolado disso é o que chamamos de ética, que essa sim, deve ser o nosso maior filtro. Ética ao falar de outrém, ética no lido com os recursos públicos, ética nas relações pessoais e, pq não, ética jornalística, ou comunicacional, como prefiram.

Nesse sentido, refaço meu comentário:
Bela Matéria!
A cultura e a ética agradecem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se perdeu nada não, Léo, meu comentário tá bem bonitão aí :)</p>
<p>Concordo contigo que imparcialidade, na prática, não existe. O lance mesmo é saber escolher bem a fonte e filtrar o que é interessante e o que não é, pois sabemos que os valores e os contextos podem ser diferentes, mas o bem bolado disso é o que chamamos de ética, que essa sim, deve ser o nosso maior filtro. Ética ao falar de outrém, ética no lido com os recursos públicos, ética nas relações pessoais e, pq não, ética jornalística, ou comunicacional, como prefiram.</p>
<p>Nesse sentido, refaço meu comentário:<br />
Bela Matéria!<br />
A cultura e a ética agradecem!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/a-nova-cultura-digital/comment-page-1/#comment-45209</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 15:21:12 +0000</pubDate>
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		<description>Na troca de plataforma do Cultura e Mercado perdemos um comentário de Uirá Porã, dizendo algo como &quot;nada como jornalismo isento&quot;. 
Em meu texto sobre a atualização do blog deixo claro que não acreditamos nisso. O Guilherme tem envolvimento emocional com o tema, e também conhece a questão por dentro, assim como eu, que sou amigo do Claudio Prado e admiro muito seu trabalho. Isso de jornalismo isento simplesmente não existe, nem aqui, nem na Folha de S.Paulo, tampouco na China. Precisamos deixar bem claro de onde estamos publicando isso e com qual intenção. Enxergo na matéria acima, abrangente e bem escrita, uma total disfunção do programa Cultura Viva como política pública. 26 pontos digitais está muito longe do que se pretendia no começo da gestão. Os resultados, muito significativos, vêm em boa parte da abnegação e do esforço de gente como Cesar Piva, que utiliza toda a sua capacidade política, técnica e operacional para fazer uma máquina funcionar com autonomia e o máximo de independência. A participação dessa pretensa política pública na vida de pessoas como o Cesar parece, à distância mais um fardo do que um prêmio. Por falta de estrutura e gestão do MinC, são obrigados e fazer a parte da comunidade e da política pública. Bom, estamos no Brasil, isso faz parte do show. Mas a questão é que o poder público está, do outro lado, a contar com isso e a fazer marketing em cima de marketing, relançando e renomeando programas, como se tivessem fundo e estrutura para existirem. A outro matéria do Guilherme Varella deixou isso bem claro. No afã de lançar o Mais Cultura e se manter sempre positivo na mídia, contrapondo a falta de gestão em questões fundamentais como a manutenção da Lei Rouanet e cobrança de impostos do setor, o MinC esvazia o Mais Cultura e cria pontos de interrrogação no imaginário popular. Cada dia que passa lança um ponto diferente: memória, pontinhos, pontões... cada dia que passa uma nova jogada para iludir a opinião pública. Nossa função é digerir isso com mais cuidado e crítica. Para isso o material informativo é essencial. Parabéns ao Guilherme Varella!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na troca de plataforma do Cultura e Mercado perdemos um comentário de Uirá Porã, dizendo algo como &#8220;nada como jornalismo isento&#8221;.<br />
Em meu texto sobre a atualização do blog deixo claro que não acreditamos nisso. O Guilherme tem envolvimento emocional com o tema, e também conhece a questão por dentro, assim como eu, que sou amigo do Claudio Prado e admiro muito seu trabalho. Isso de jornalismo isento simplesmente não existe, nem aqui, nem na Folha de S.Paulo, tampouco na China. Precisamos deixar bem claro de onde estamos publicando isso e com qual intenção. Enxergo na matéria acima, abrangente e bem escrita, uma total disfunção do programa Cultura Viva como política pública. 26 pontos digitais está muito longe do que se pretendia no começo da gestão. Os resultados, muito significativos, vêm em boa parte da abnegação e do esforço de gente como Cesar Piva, que utiliza toda a sua capacidade política, técnica e operacional para fazer uma máquina funcionar com autonomia e o máximo de independência. A participação dessa pretensa política pública na vida de pessoas como o Cesar parece, à distância mais um fardo do que um prêmio. Por falta de estrutura e gestão do MinC, são obrigados e fazer a parte da comunidade e da política pública. Bom, estamos no Brasil, isso faz parte do show. Mas a questão é que o poder público está, do outro lado, a contar com isso e a fazer marketing em cima de marketing, relançando e renomeando programas, como se tivessem fundo e estrutura para existirem. A outro matéria do Guilherme Varella deixou isso bem claro. No afã de lançar o Mais Cultura e se manter sempre positivo na mídia, contrapondo a falta de gestão em questões fundamentais como a manutenção da Lei Rouanet e cobrança de impostos do setor, o MinC esvazia o Mais Cultura e cria pontos de interrrogação no imaginário popular. Cada dia que passa lança um ponto diferente: memória, pontinhos, pontões&#8230; cada dia que passa uma nova jogada para iludir a opinião pública. Nossa função é digerir isso com mais cuidado e crítica. Para isso o material informativo é essencial. Parabéns ao Guilherme Varella!</p>
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	<item>
		<title>Por: Uirá Porã</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/a-nova-cultura-digital/comment-page-1/#comment-44858</link>
		<dc:creator>Uirá Porã</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 17:53:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=6593#comment-44858</guid>
		<description>Parabéns pela matéria!
A cultura brasileira e a imparcialidade jornalística agradecem ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pela matéria!<br />
A cultura brasileira e a imparcialidade jornalística agradecem ;)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/a-nova-cultura-digital/comment-page-1/#comment-44418</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 12:06:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=6593#comment-44418</guid>
		<description>Tenho dito, com bastante entusiasmo que, com a chegada da internet, (uma mentira contada mil vezes, é rechaçada um milhão de vezes). 
É um instrumento que tem colocado o mundo de cabeça para baixo. É, sem a menor sombra de dúvida, o grande acontecimento da passagem do século XX para o XXI. Essa extraordinária ferramenta trará outro sentido ao universo. No campo da arte, o que mais me impressiona é a capacidade propagadora que a internet, é um furacão de força tão impressionante que é difícil mensurar a sua cpacidade explosiva. É algo mais potente e melhor para o bem do planeta do que todas as bombas atômicas juntas. A internet é mesmo a certeza de que o bem vence o mal. Uma ferramenta, ao contrário do que já foi dito, que humaniza, que estreita as relações do homem. Melhor que isso, é a velocidade da sua expansão. A internet é hoje, para milhões de usuários, está no seu cotidiano como uma tatuagem, passou a ser uma extensão do próprio nome das necessidades corriqueiras. No caso do brasileiro que adora se comunicar, isso multiplica por mil.

O myspace, pelo que parece, é a maior rede de relacionamento do mundo e nos traz um grande alento por vários aspectos, mas sobretudo, é a nova perspectiva de horizontalizar a divulgação de artistas no mundo todo. Ainda melhor é observarmos que ele é um instrumento que tem força, não de centralizar e criar um produto novo, assim como a grande mídia, mesmo quando tenta fazer isso dessa forma, a arte ganha dimensões mais amplas porque estabelece um diálogo universal a partir do próprio artista que se vê diante de uma quadro universal, mais popular do que uma estrela pop brasileira, por exemplo, que tem seu limite demarca pela capacidade publicitári da mídia brasileira, fora do muro, um artista sem mídia e o astro brasileiros vão para uma disputa franca em iguais condições depois do muro da mídia nacional. E aí, caem de maneira impressionante, os mitos. São muitos os casos de artistas que têm pouca ou nenhuma exposição no Brasil que caem nessa rede e são quatro, cinco vezes mais acessados do que astros brasileiros com todo o suporte midiático.

Enfim, estamos diante de um caso extraordinariamente revolucionário. A internet é o Messias prometido, será ela a grande pacificadora universal. Ela já é o grande brazão da democracia da humanidade. Acho inclusive que comemoramos pouco este feito da humanidade. A internet será a ponta de lança de um mundo mais humano, mais coerente. Isso é um fato que deveria merecer acentuações de louvores bem mais expressivos que falamos. Acho mesmo que ainda estamos perplexos com esse manancial de liberdade e ainda atônitos diante dessa magnífica ferramenta de humanização. É um ponto, sem dúvida, de avanço do Ministério da Cultura rumo a uma política verdadeiramente democrática de cultura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho dito, com bastante entusiasmo que, com a chegada da internet, (uma mentira contada mil vezes, é rechaçada um milhão de vezes).<br />
É um instrumento que tem colocado o mundo de cabeça para baixo. É, sem a menor sombra de dúvida, o grande acontecimento da passagem do século XX para o XXI. Essa extraordinária ferramenta trará outro sentido ao universo. No campo da arte, o que mais me impressiona é a capacidade propagadora que a internet, é um furacão de força tão impressionante que é difícil mensurar a sua cpacidade explosiva. É algo mais potente e melhor para o bem do planeta do que todas as bombas atômicas juntas. A internet é mesmo a certeza de que o bem vence o mal. Uma ferramenta, ao contrário do que já foi dito, que humaniza, que estreita as relações do homem. Melhor que isso, é a velocidade da sua expansão. A internet é hoje, para milhões de usuários, está no seu cotidiano como uma tatuagem, passou a ser uma extensão do próprio nome das necessidades corriqueiras. No caso do brasileiro que adora se comunicar, isso multiplica por mil.</p>
<p>O myspace, pelo que parece, é a maior rede de relacionamento do mundo e nos traz um grande alento por vários aspectos, mas sobretudo, é a nova perspectiva de horizontalizar a divulgação de artistas no mundo todo. Ainda melhor é observarmos que ele é um instrumento que tem força, não de centralizar e criar um produto novo, assim como a grande mídia, mesmo quando tenta fazer isso dessa forma, a arte ganha dimensões mais amplas porque estabelece um diálogo universal a partir do próprio artista que se vê diante de uma quadro universal, mais popular do que uma estrela pop brasileira, por exemplo, que tem seu limite demarca pela capacidade publicitári da mídia brasileira, fora do muro, um artista sem mídia e o astro brasileiros vão para uma disputa franca em iguais condições depois do muro da mídia nacional. E aí, caem de maneira impressionante, os mitos. São muitos os casos de artistas que têm pouca ou nenhuma exposição no Brasil que caem nessa rede e são quatro, cinco vezes mais acessados do que astros brasileiros com todo o suporte midiático.</p>
<p>Enfim, estamos diante de um caso extraordinariamente revolucionário. A internet é o Messias prometido, será ela a grande pacificadora universal. Ela já é o grande brazão da democracia da humanidade. Acho inclusive que comemoramos pouco este feito da humanidade. A internet será a ponta de lança de um mundo mais humano, mais coerente. Isso é um fato que deveria merecer acentuações de louvores bem mais expressivos que falamos. Acho mesmo que ainda estamos perplexos com esse manancial de liberdade e ainda atônitos diante dessa magnífica ferramenta de humanização. É um ponto, sem dúvida, de avanço do Ministério da Cultura rumo a uma política verdadeiramente democrática de cultura.</p>
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