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	<title>Comentários sobre: A Lei Rouanet é Nossa!</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Mariana Rosa</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-122641</link>
		<dc:creator>Mariana Rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 02:39:14 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados colegas Artistas, Produtores, Jornalistas... 
O problema não é &quot;especialmente&quot; a Lei, que como qualquer tema, necessita de análises, debates e reformulações.  O serísimo problema, que nem todos tem conhecimento, é que a sinistra CORRUPÇÃO está presente na &quot;nossa&quot; Lei, subtraindo valores altíssimos da Cultura, do Artista, do Povo. Lamentável! Horrendo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados colegas Artistas, Produtores, Jornalistas&#8230;<br />
O problema não é &#8220;especialmente&#8221; a Lei, que como qualquer tema, necessita de análises, debates e reformulações.  O serísimo problema, que nem todos tem conhecimento, é que a sinistra CORRUPÇÃO está presente na &#8220;nossa&#8221; Lei, subtraindo valores altíssimos da Cultura, do Artista, do Povo. Lamentável! Horrendo!</p>
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		<title>Por: lais de faeia galvão</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-115939</link>
		<dc:creator>lais de faeia galvão</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2011 21:04:34 +0000</pubDate>
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		<description>Que tal vocês comprometidos com toda essa discussão formarem comissões para levarem essas questões para as Capitais onde existem Centros Culturais e monitorarem e incentivarem possíveis grupos de representatividade e comprometidos na área partindo do geral para o particular ou seja (Regional?)

         Abraço, Obrigada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal vocês comprometidos com toda essa discussão formarem comissões para levarem essas questões para as Capitais onde existem Centros Culturais e monitorarem e incentivarem possíveis grupos de representatividade e comprometidos na área partindo do geral para o particular ou seja (Regional?)</p>
<p>         Abraço, Obrigada!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-84603</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:03:06 +0000</pubDate>
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		<description>Alguem sabe me exemplificar projetos que não conseguiram recursos via lei rouante por não serem atraentes mercadologicamente?
Obrigada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguem sabe me exemplificar projetos que não conseguiram recursos via lei rouante por não serem atraentes mercadologicamente?<br />
Obrigada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio Khair</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-73342</link>
		<dc:creator>Sérgio Khair</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 10:49:09 +0000</pubDate>
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		<description>Também torcendo para que aconteçam mudanças ( para melhor !! ) ,
queridos, queridas , ouso afirmar que sabemos : arte não tem dono.
 Talvez até venhamos a descobrir que seja mais difícil definir o que seja arte, mas quanto a posse, ah ... não há privatização de interesses que nos enganem, que nos iludam! A Lei tem que progredir , precisamos de &#039;coisa&#039; que cheire justiça. O quê é Justiça ?! Esse é outro papo , não sou &#039;devogado&#039; (artes cênicas, ou artes cínicas,não eis a questão) não, sou Palhaço. Um abraço e o desejo de mais um lindo DIA DO PALHAÇO A TODOS E TODAS ! TODO 10 DE DEZEMBRO VEM SENDO O DIA DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS; DIA INTERNACIONAL DO PALHAÇO, ENFIM, O RISO É UM DIREITO.

MUITOS RISOS, MUITAS MUDANÇAS E QUE 2010 SEJA 10 !

SÉRGIO KHAIR</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também torcendo para que aconteçam mudanças ( para melhor !! ) ,<br />
queridos, queridas , ouso afirmar que sabemos : arte não tem dono.<br />
 Talvez até venhamos a descobrir que seja mais difícil definir o que seja arte, mas quanto a posse, ah &#8230; não há privatização de interesses que nos enganem, que nos iludam! A Lei tem que progredir , precisamos de &#8216;coisa&#8217; que cheire justiça. O quê é Justiça ?! Esse é outro papo , não sou &#8216;devogado&#8217; (artes cênicas, ou artes cínicas,não eis a questão) não, sou Palhaço. Um abraço e o desejo de mais um lindo DIA DO PALHAÇO A TODOS E TODAS ! TODO 10 DE DEZEMBRO VEM SENDO O DIA DA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS; DIA INTERNACIONAL DO PALHAÇO, ENFIM, O RISO É UM DIREITO.</p>
<p>MUITOS RISOS, MUITAS MUDANÇAS E QUE 2010 SEJA 10 !</p>
<p>SÉRGIO KHAIR</p>
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	<item>
		<title>Por: lucila</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-68768</link>
		<dc:creator>lucila</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 21:38:53 +0000</pubDate>
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		<description>Alô, Brant,

Finalmente alguma luz nessa discussão estranha. Valeu, Carlos Henrique, valeu, J. Requena!

Quais são as críticas reais ao projeto de reforma da Lei Rouanet? Quais são as falhas de fato graves? Que negócio é esse de &#039;relevância cultural&#039; que não se descobriu em lugar algum?


A quem interessa a situação atual?

Vocês vão me desculpar, mas acho estranho ver aqui algumas ideias esquisitas, como a de quem deve estabelecer critérios é a empresa privada que patrocina, segundo seus interesses.

Ora bolas, de onde vem o dinheiro? É da iniciativa privada? 
É OBRIGAÇÃO do Estado brasileiro, que no final das contas é quem patrocina, prever critérios de seleção, nomear pessoas (com histórico de comprometimento com a cultura) para o conselho que vai bater o martelo. Qual o problema?

E em qual processo de seleção não existe o dado da subjetividade? Quando o produtor envia seu projeto, já com selo de mecenato, para o edital de uma empresa patrocinadora, fica procurando saber quais os critérios, questionando a transparência, a subjetividade????? Ha-ha-ha!
  
O dirigismo cultural de Estado não pode? Mas da iniciativa privada pode? Conheço esse filminho neoliberal: em nome do fim do monopólio estatal, execrado e demonizado à exaustão, criou-se, aos baldes, iniciativas do monopólio privado (ah, isso pode, viva o Sr. Mercado!).

Qual das duas iniciativas, quais critérios têm mais chances de refletir alguma preocupação com a sociedade, que é a função de uma lei como essa?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alô, Brant,</p>
<p>Finalmente alguma luz nessa discussão estranha. Valeu, Carlos Henrique, valeu, J. Requena!</p>
<p>Quais são as críticas reais ao projeto de reforma da Lei Rouanet? Quais são as falhas de fato graves? Que negócio é esse de &#8216;relevância cultural&#8217; que não se descobriu em lugar algum?</p>
<p>A quem interessa a situação atual?</p>
<p>Vocês vão me desculpar, mas acho estranho ver aqui algumas ideias esquisitas, como a de quem deve estabelecer critérios é a empresa privada que patrocina, segundo seus interesses.</p>
<p>Ora bolas, de onde vem o dinheiro? É da iniciativa privada?<br />
É OBRIGAÇÃO do Estado brasileiro, que no final das contas é quem patrocina, prever critérios de seleção, nomear pessoas (com histórico de comprometimento com a cultura) para o conselho que vai bater o martelo. Qual o problema?</p>
<p>E em qual processo de seleção não existe o dado da subjetividade? Quando o produtor envia seu projeto, já com selo de mecenato, para o edital de uma empresa patrocinadora, fica procurando saber quais os critérios, questionando a transparência, a subjetividade????? Ha-ha-ha!</p>
<p>O dirigismo cultural de Estado não pode? Mas da iniciativa privada pode? Conheço esse filminho neoliberal: em nome do fim do monopólio estatal, execrado e demonizado à exaustão, criou-se, aos baldes, iniciativas do monopólio privado (ah, isso pode, viva o Sr. Mercado!).</p>
<p>Qual das duas iniciativas, quais critérios têm mais chances de refletir alguma preocupação com a sociedade, que é a função de uma lei como essa?</p>
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	<item>
		<title>Por: Guilherme Korte</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-67427</link>
		<dc:creator>Guilherme Korte</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 17:40:17 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Xará

A Lei Rouanet patrocinou ao longo destes 17 anos de existência a formação de uma classe cultural produtora, consciente do benefício fiscal possível e útil à cultura nacional. A abertura desta porta a mais e mais fazedores, captadores, produtores e realizadores de cultura é um processo lento, e devido a ser cultura, permeável e solúvel. O Brasil é um vulcão cultural, cria, soma, abrange, mixa, apara e deste nosso balaio exportamos paz, alegria e vanguarda. O incentivo quanto mais abrangente melhor, quanto mais popular mais rico e mais verba. O bom fica. O cinema, o teatro, a pintura, o sarau, a música. Tanto você quanto o leitor, e eu sabemos das milhares de iniciativas de arte existentes, somente a mensagem adequada vinga no momento. As outras ou tarde ou cedo chegaram. Estive recentemente em Tauá-CE. Um grupo de teatro e cinema está se formando por lá. Filmando e atuando com apoio municipal. A forte contestação e indagação da juventude local forçou a autoridade competente a patrocinar esta forma de cultura. A cultura amadurece com a auto-estima.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Xará</p>
<p>A Lei Rouanet patrocinou ao longo destes 17 anos de existência a formação de uma classe cultural produtora, consciente do benefício fiscal possível e útil à cultura nacional. A abertura desta porta a mais e mais fazedores, captadores, produtores e realizadores de cultura é um processo lento, e devido a ser cultura, permeável e solúvel. O Brasil é um vulcão cultural, cria, soma, abrange, mixa, apara e deste nosso balaio exportamos paz, alegria e vanguarda. O incentivo quanto mais abrangente melhor, quanto mais popular mais rico e mais verba. O bom fica. O cinema, o teatro, a pintura, o sarau, a música. Tanto você quanto o leitor, e eu sabemos das milhares de iniciativas de arte existentes, somente a mensagem adequada vinga no momento. As outras ou tarde ou cedo chegaram. Estive recentemente em Tauá-CE. Um grupo de teatro e cinema está se formando por lá. Filmando e atuando com apoio municipal. A forte contestação e indagação da juventude local forçou a autoridade competente a patrocinar esta forma de cultura. A cultura amadurece com a auto-estima.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-64067</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 13:02:39 +0000</pubDate>
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		<description>O problema não é largar o osso. A questão é: o que vem no lugar do osso? Abs, LB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema não é largar o osso. A questão é: o que vem no lugar do osso? Abs, LB</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: JOSÉ AP. REQUENA</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-64040</link>
		<dc:creator>JOSÉ AP. REQUENA</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 23:40:24 +0000</pubDate>
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		<description>Socorro! Alguém pode me explicar o que é Cultura? Pra que serve? Pra quem serve? 
Caros amigos!
Toda mudança provoca ruídos. Na hora do vamos ver, cada um traz a brasa para sua sardinha. Isso ocorre em todos os setores. Quem já se acomodou no sistema, achou sua zona de conforto, não quer mudar, pois tem medo de perder alguma coisa. Quem ainda não se achou no sistema, tá procurando a brasa ou a sardinha. Percebemos exemplos claros disso acontecendo agora no Senado Nacional. Bom, até ai, nenhuma novidade não é mesmo. Que valor tem o povo brasileiro?
Precisamos levar em conta na nossa análise, os interesses da maioria da sociedade brasileira. Eu por exemplo desconheço e agradeceria se alguém pudesse me informar, se alguma manifestação cultural subalterna, o Jongo por exemplo, foi contemplado com recursos da Lei Rouanet, no estagio em que Ela se encontra. Quantos projetos culturais de manifestações que ocorrem nos recantos mais pobres deste País teve a mesma sorte. O que vejo são apenas grandes produções de caráter egemônico, produzidos ou adaptados para serem consumidos nas grandes capitais, pois tem consumidores que podem pagar pelos preços absurdos dos ingressos. Na maioria das vezes, espetáculos produzidos com dinheiro público e ingresso caríssimo. Mas e a maioria da população, mesmo aquelas dos grandes centros urbanos que vivem acuadas nos guetos,nos bairros longíncuos, tem acesso?, podem pagar, frequentam estes espaços regularmente? 
Ora, que importância tem essa gente toda? São apenas povo. Não sabem nem mesmo se são um cidadãos, pois o cidadão, no mundo todo tem direitos e deveres, aqui só temos deveres, os direitos são de uma minoria.
Já dizia Caetano Veloso, &quot;É a força da grana que ergue e destrói coisas belas&quot;.
Quem precisa do dinheiro da Rouanet? Com quem fica este dinheiro? Vejo artistas morrendo a míngua por este País. Gente simples que produz arte, mas nem sabe se existe ou não.
Acho que quando nos referimos a Lei Rouanet, estamos considerando apenas os homens cultos e urbanos despe País.
A arte é importante em todas as suas instâncias, do mega espetáculo ao pequeno espetáculo. Todos tem direito de participar da fatia do bolo.
Precisamos refletir sobre o que é Cultura e sobre o que são Políticas Culturais, principalmente sobre quem são as pessoas que as produzem. Se temos claro alguns pontos como: CIDADANIA, SOCIEDADE, CULTURA e POLÍTICAS CULTURAIS, aí então estaremos amadurecendo argumentos para discutirmos mudanças nesta área.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Socorro! Alguém pode me explicar o que é Cultura? Pra que serve? Pra quem serve?<br />
Caros amigos!<br />
Toda mudança provoca ruídos. Na hora do vamos ver, cada um traz a brasa para sua sardinha. Isso ocorre em todos os setores. Quem já se acomodou no sistema, achou sua zona de conforto, não quer mudar, pois tem medo de perder alguma coisa. Quem ainda não se achou no sistema, tá procurando a brasa ou a sardinha. Percebemos exemplos claros disso acontecendo agora no Senado Nacional. Bom, até ai, nenhuma novidade não é mesmo. Que valor tem o povo brasileiro?<br />
Precisamos levar em conta na nossa análise, os interesses da maioria da sociedade brasileira. Eu por exemplo desconheço e agradeceria se alguém pudesse me informar, se alguma manifestação cultural subalterna, o Jongo por exemplo, foi contemplado com recursos da Lei Rouanet, no estagio em que Ela se encontra. Quantos projetos culturais de manifestações que ocorrem nos recantos mais pobres deste País teve a mesma sorte. O que vejo são apenas grandes produções de caráter egemônico, produzidos ou adaptados para serem consumidos nas grandes capitais, pois tem consumidores que podem pagar pelos preços absurdos dos ingressos. Na maioria das vezes, espetáculos produzidos com dinheiro público e ingresso caríssimo. Mas e a maioria da população, mesmo aquelas dos grandes centros urbanos que vivem acuadas nos guetos,nos bairros longíncuos, tem acesso?, podem pagar, frequentam estes espaços regularmente?<br />
Ora, que importância tem essa gente toda? São apenas povo. Não sabem nem mesmo se são um cidadãos, pois o cidadão, no mundo todo tem direitos e deveres, aqui só temos deveres, os direitos são de uma minoria.<br />
Já dizia Caetano Veloso, &#8220;É a força da grana que ergue e destrói coisas belas&#8221;.<br />
Quem precisa do dinheiro da Rouanet? Com quem fica este dinheiro? Vejo artistas morrendo a míngua por este País. Gente simples que produz arte, mas nem sabe se existe ou não.<br />
Acho que quando nos referimos a Lei Rouanet, estamos considerando apenas os homens cultos e urbanos despe País.<br />
A arte é importante em todas as suas instâncias, do mega espetáculo ao pequeno espetáculo. Todos tem direito de participar da fatia do bolo.<br />
Precisamos refletir sobre o que é Cultura e sobre o que são Políticas Culturais, principalmente sobre quem são as pessoas que as produzem. Se temos claro alguns pontos como: CIDADANIA, SOCIEDADE, CULTURA e POLÍTICAS CULTURAIS, aí então estaremos amadurecendo argumentos para discutirmos mudanças nesta área.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Aguinaldo Silva Filho</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-54242</link>
		<dc:creator>Aguinaldo Silva Filho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 21:00:36 +0000</pubDate>
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		<description>Algo que me tem chocado profundamente nos comentários é o fato de que toda vez que se toca no assunto remuneração dos especialistas (agenciamento, coordenador, especialistas, marketing, contador, advogadoetc.), como diz o amigo Benjamim no blog do MINC “são mensalistas da cultura, vivendo nas costas do artista, ganhando indevidamente dinheiro público”. Vejamos, a sociedade é composta de regras, o estado tem suas leis, e cada um tem seu papel. Se pensarmos nestas atividades como sanguessugas da sociedade então para que serve o estado de direito? Por favor todos são necessários ao sistema, cada um tem seu papel, há bons e maus profissionais, e todos devem ser respeitados por seu papel no sistema. Acham que um agenciador ganha muito? Então eu desafio alguém sair agora e conseguir um patrocínio de R$1.000,00 até o final do mês, usando apenas os seus recursos próprios e depois direciona-lo para um projeto, por R$100,00. Tente elabora um contrato com artistas sem ferir os princípios básicos da legislação. Tente fazer uma prestação de contas correta sem um contador. Tente fazer a mídia de um projeto sem a assessoria de imprensa. Ou melhor tente ser o artista e ao mesmo tempo cuidar de toda a parte administrativa, criativa, executiva do projeto sem cometer deslizes por conhecimento ou falta dele!!! Vamos ao que interessa a lei Rouanet sempre foi um facilitador, ou seja incentivou os artistas a irem pescar e não a receber o peixe de mãos beijadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Algo que me tem chocado profundamente nos comentários é o fato de que toda vez que se toca no assunto remuneração dos especialistas (agenciamento, coordenador, especialistas, marketing, contador, advogadoetc.), como diz o amigo Benjamim no blog do MINC “são mensalistas da cultura, vivendo nas costas do artista, ganhando indevidamente dinheiro público”. Vejamos, a sociedade é composta de regras, o estado tem suas leis, e cada um tem seu papel. Se pensarmos nestas atividades como sanguessugas da sociedade então para que serve o estado de direito? Por favor todos são necessários ao sistema, cada um tem seu papel, há bons e maus profissionais, e todos devem ser respeitados por seu papel no sistema. Acham que um agenciador ganha muito? Então eu desafio alguém sair agora e conseguir um patrocínio de R$1.000,00 até o final do mês, usando apenas os seus recursos próprios e depois direciona-lo para um projeto, por R$100,00. Tente elabora um contrato com artistas sem ferir os princípios básicos da legislação. Tente fazer uma prestação de contas correta sem um contador. Tente fazer a mídia de um projeto sem a assessoria de imprensa. Ou melhor tente ser o artista e ao mesmo tempo cuidar de toda a parte administrativa, criativa, executiva do projeto sem cometer deslizes por conhecimento ou falta dele!!! Vamos ao que interessa a lei Rouanet sempre foi um facilitador, ou seja incentivou os artistas a irem pescar e não a receber o peixe de mãos beijadas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Célio Pontes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-52680</link>
		<dc:creator>Célio Pontes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 18:26:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=7228#comment-52680</guid>
		<description>QUANTO À SUBJETIVIDADE DA AVALIAÇÃO

Todo processo de avaliação deve ser subjetivo. É bom que seja subjetivo. A subjetividade do avaliador à serviço das escolhas sutis. À luz da Memória e com ferramentas ideais: leis, regulamentos, editais, índices, parâmetros. CRITÉRIOS e BOM SENSO.

Se o sistema tem falhas, ou é a baixa subjetividade dos avaliadores de projetos, ou as ferramentas precisam ser aprimoradas. Ou: todas as alternativas estão corretas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>QUANTO À SUBJETIVIDADE DA AVALIAÇÃO</p>
<p>Todo processo de avaliação deve ser subjetivo. É bom que seja subjetivo. A subjetividade do avaliador à serviço das escolhas sutis. À luz da Memória e com ferramentas ideais: leis, regulamentos, editais, índices, parâmetros. CRITÉRIOS e BOM SENSO.</p>
<p>Se o sistema tem falhas, ou é a baixa subjetividade dos avaliadores de projetos, ou as ferramentas precisam ser aprimoradas. Ou: todas as alternativas estão corretas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-52655</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 16:33:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=7228#comment-52655</guid>
		<description>O que é contraditório, Leonardo, é que o Mercado cultural para ter privilégios diante do mercado comum, e garantir o mecenato público, usa a prerrogativa simbólica, substanciada na absoluta subjetividade, mas não quer reconhecer, exercer, na mesma medida, a liberdade de escolha da sociedade via governo democraticamente eleito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que é contraditório, Leonardo, é que o Mercado cultural para ter privilégios diante do mercado comum, e garantir o mecenato público, usa a prerrogativa simbólica, substanciada na absoluta subjetividade, mas não quer reconhecer, exercer, na mesma medida, a liberdade de escolha da sociedade via governo democraticamente eleito.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/leirouanet/a-lei-rouanet-e-nossa/comment-page-2/#comment-52646</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 15:52:13 +0000</pubDate>
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		<description>Eu nunca achei que fosse obrigado a defender o mercado, já que estou acostumado a propor políticas e alternativas para as manifestações culturais que precisam sobreviver a ele. Mas o que está ocorrendo, em pleno século XXI, num país capitalista, é que o mercado, tão defendido e comemorado pelo presidente Lula, sofre, agoniza. Não estou falando de bancos e montadoras (esses estão garantidos com Proer e benefícios fiscais de toda ordem). Estou falando das cerca de 150 mil empresas (segundo o próprio ministério, já que a sociedade não tem acesso aos dados) que dependem da Lei Rouanet para sobreviver. Não se trata de contrapor os produtores e artistas do teatro que não tem acesso à lei, tampouco as manifestações populares, incitadas a combater a lei (portanto a sustentação de uma dinâmica de mercado que particularmente considero imprópria e indecente para os artistas) para garantir a sua própria sobrevivência. Não quero voltar aqui depois de 10 anos para dizer &quot;eu te disse&quot;. Quero utilizar os instrumentos que temos para praticar a contrainformação. Precisamos minar a manipulação indecente de dados que o MinC faz para colocar a sociedade contra a Lei Rouanet. Essa campanha em si já traz resultados negativos para a cultura brasileira. O artista e o produtor que um dia precisou dialogar com uma empresa para garantir a sobrevida de sua arte já foi lançado à fogueira. Se for assim, quero ser queimado, pois me recuso a participar dessa sujeira antidemocrática. E aqui não estão somente os defensores do mercado. Pelo contrário. Meus companheiros são liberais de esquerda, são empresários bem-sucedidos ou falidos, artistas consagrados ou frustrados, comunistas históricos, que não estão preocupados com a Lei Rouanet em si, mas com a democracia e com a participação do setor cultural nessa discussão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nunca achei que fosse obrigado a defender o mercado, já que estou acostumado a propor políticas e alternativas para as manifestações culturais que precisam sobreviver a ele. Mas o que está ocorrendo, em pleno século XXI, num país capitalista, é que o mercado, tão defendido e comemorado pelo presidente Lula, sofre, agoniza. Não estou falando de bancos e montadoras (esses estão garantidos com Proer e benefícios fiscais de toda ordem). Estou falando das cerca de 150 mil empresas (segundo o próprio ministério, já que a sociedade não tem acesso aos dados) que dependem da Lei Rouanet para sobreviver. Não se trata de contrapor os produtores e artistas do teatro que não tem acesso à lei, tampouco as manifestações populares, incitadas a combater a lei (portanto a sustentação de uma dinâmica de mercado que particularmente considero imprópria e indecente para os artistas) para garantir a sua própria sobrevivência. Não quero voltar aqui depois de 10 anos para dizer &#8220;eu te disse&#8221;. Quero utilizar os instrumentos que temos para praticar a contrainformação. Precisamos minar a manipulação indecente de dados que o MinC faz para colocar a sociedade contra a Lei Rouanet. Essa campanha em si já traz resultados negativos para a cultura brasileira. O artista e o produtor que um dia precisou dialogar com uma empresa para garantir a sobrevida de sua arte já foi lançado à fogueira. Se for assim, quero ser queimado, pois me recuso a participar dessa sujeira antidemocrática. E aqui não estão somente os defensores do mercado. Pelo contrário. Meus companheiros são liberais de esquerda, são empresários bem-sucedidos ou falidos, artistas consagrados ou frustrados, comunistas históricos, que não estão preocupados com a Lei Rouanet em si, mas com a democracia e com a participação do setor cultural nessa discussão.</p>
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