<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Somos todos piratas?</title>
	<atom:link href="http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/</link>
	<description>Desde 1998 &#124; Por Leonardo Brant &#124; Democracia se faz com arte.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Mar 2010 03:22:24 -0300</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Ricardo Severo</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-73044</link>
		<dc:creator>Ricardo Severo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 17:54:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-73044</guid>
		<description>Não somos contra a remuneração. Muito menos a favor do plágio.
Mas ninguém pode ser dono da cultura e do conhecimento.
Para discutir sobre propriedade intelectual e fortalecer o movimento no Brasil: www.partidopirata.org</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não somos contra a remuneração. Muito menos a favor do plágio.<br />
Mas ninguém pode ser dono da cultura e do conhecimento.<br />
Para discutir sobre propriedade intelectual e fortalecer o movimento no Brasil: <a href="http://www.partidopirata.org" rel="nofollow">http://www.partidopirata.org</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71977</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:36:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71977</guid>
		<description>Alvaro, acho que o MinC teve a coragem de colocar o dedo na ferida em relação aos direitos autorais. Organizei aqui no Brasil em 2006 uma conferência da Rede Internacional pela Diversidade Cultural, da qual fui vice-presidente e participei de duas reuniões de ministros da cultura, na China e no Brasil, onde a questão do direito autoral foi corajosamente colocada por nós: tanto pelo MinC quanto pela sociedade civil, sobretudo do Brasil, onde tb me incluo. 

No próprio processo de construção da convenção da diversidade cultural fomos votos vencidos na vontade de conectar esses dois temas. No ambito interno, no entanto, a discussão ficou mais uma vez reservada ao gabinete e ao grupo dos &quot;a favor&quot;. O diálogo tem que ser feito e negociado com o grupo &quot;do contra&quot;, senão não é diálogo. Esse erro já foi cometido inúmeras vezes. Com a Ancinav, com a Lei Rouanet e agora novamente com o direito autoral. Perdemos três oportunidades de ouro. 

O MinC recuou em relação ao seu projeto. Aliás, cadê o projeto? Vc viu? Como o Conselho lida com essas surpresas? Ele não deveria estar na ponta de lança desse diálogo com a sociedade? Pelo que eu saiba o CNPC tb é surpreendido com projetos (mal) elaborados em gabinete. E aí é um pega pra capar!

O erro não está na agenda mas sim na condução e no diálogo. Portanto, não vejo contradição no meu artigo, mas sim no MinC, que é arbitrário e arrogante em relação às propostas, todas urgentes! 

Abs, LB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alvaro, acho que o MinC teve a coragem de colocar o dedo na ferida em relação aos direitos autorais. Organizei aqui no Brasil em 2006 uma conferência da Rede Internacional pela Diversidade Cultural, da qual fui vice-presidente e participei de duas reuniões de ministros da cultura, na China e no Brasil, onde a questão do direito autoral foi corajosamente colocada por nós: tanto pelo MinC quanto pela sociedade civil, sobretudo do Brasil, onde tb me incluo. </p>
<p>No próprio processo de construção da convenção da diversidade cultural fomos votos vencidos na vontade de conectar esses dois temas. No ambito interno, no entanto, a discussão ficou mais uma vez reservada ao gabinete e ao grupo dos &#8220;a favor&#8221;. O diálogo tem que ser feito e negociado com o grupo &#8220;do contra&#8221;, senão não é diálogo. Esse erro já foi cometido inúmeras vezes. Com a Ancinav, com a Lei Rouanet e agora novamente com o direito autoral. Perdemos três oportunidades de ouro. </p>
<p>O MinC recuou em relação ao seu projeto. Aliás, cadê o projeto? Vc viu? Como o Conselho lida com essas surpresas? Ele não deveria estar na ponta de lança desse diálogo com a sociedade? Pelo que eu saiba o CNPC tb é surpreendido com projetos (mal) elaborados em gabinete. E aí é um pega pra capar!</p>
<p>O erro não está na agenda mas sim na condução e no diálogo. Portanto, não vejo contradição no meu artigo, mas sim no MinC, que é arbitrário e arrogante em relação às propostas, todas urgentes! </p>
<p>Abs, LB</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: alvaro santi</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71958</link>
		<dc:creator>alvaro santi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:23:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71958</guid>
		<description>Concordo com praticamente tudo, Leonardo. Só no final você se contradiz: se o MinC está colocando a questão &quot;em debate&quot;, então não é &quot;sem diálogo com a sociedade&quot;, certo?
Cabe até informar aos leitores que o setor de propriedade intelectual do MinC promove este debate já há algum tempo, em diversos eventos nacionais e internacionais pelo país. Quem quiser conhecer melhor o assunto, pode consultar o material disponibilizado em http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/direitos-autorais-politicas.
No mais, o Carlos Henrique já matou a charada. Pra mim a questão mais delicada é conciliar os dois extremos: de um lado os poucos mas poderosos que ganham com o modelo atual; de outro os bárbaros defensores do &quot;livre acesso da sociedade&quot;, dentro e fora do governo.
Se o acesso é impossível sem o hardware, o preço dos computadores e da banda larga são os primeiros obstáculos, mas curiosamente não ocorre a ninguém pedi-los de presente pra indústria. Já a música e o filme, como estão ao alcance da mão... Aliás, isso sim é contradição: para que reivindicar acesso a algo cujo valor não reconhecemos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com praticamente tudo, Leonardo. Só no final você se contradiz: se o MinC está colocando a questão &#8220;em debate&#8221;, então não é &#8220;sem diálogo com a sociedade&#8221;, certo?<br />
Cabe até informar aos leitores que o setor de propriedade intelectual do MinC promove este debate já há algum tempo, em diversos eventos nacionais e internacionais pelo país. Quem quiser conhecer melhor o assunto, pode consultar o material disponibilizado em <a href="http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/direitos-autorais-politicas" rel="nofollow">http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/direitos-autorais-politicas</a>.<br />
No mais, o Carlos Henrique já matou a charada. Pra mim a questão mais delicada é conciliar os dois extremos: de um lado os poucos mas poderosos que ganham com o modelo atual; de outro os bárbaros defensores do &#8220;livre acesso da sociedade&#8221;, dentro e fora do governo.<br />
Se o acesso é impossível sem o hardware, o preço dos computadores e da banda larga são os primeiros obstáculos, mas curiosamente não ocorre a ninguém pedi-los de presente pra indústria. Já a música e o filme, como estão ao alcance da mão&#8230; Aliás, isso sim é contradição: para que reivindicar acesso a algo cujo valor não reconhecemos?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Afinsophia</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71901</link>
		<dc:creator>Afinsophia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:52:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71901</guid>
		<description>Aí, companheiro Leonardo Brant, nos da Afinsophia ousamos publicar teu texto, bem procedente no Blog Esquizofia, também da AFIN.

                      Abraços Afinados!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aí, companheiro Leonardo Brant, nos da Afinsophia ousamos publicar teu texto, bem procedente no Blog Esquizofia, também da AFIN.</p>
<p>                      Abraços Afinados!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Celio Barros</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71891</link>
		<dc:creator>Celio Barros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 17:44:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71891</guid>
		<description>Não creio ser o caso de debate e sim de uma ação constante autônoma por parte dos produtores independentes, de obras fora do circuito comercial. Deve-se buscar um espaço na lei e na constante evolução tecnológica, que garanta facilidade, agilidade e expansão da divulgação de conteúdo ao mesmo tempo que gere os direitos devidos para o autor.Isso é possível e tecnicamente até fácil de ser implementado, mas nem usuários nem legisladores querem essa solução. É uma solução impopular. Numa sociedade onde o bonito é ser simpático e doador, não há espaço para medidas reguladoras, muito menos interesse em tomar e aceitar tais medidas.Podem debater à vontade, pois sempre estarão andando em volta do problema e nunca indo à raiz dele.Tomara que eu só esteja sendo pessimista demais e até sejam tomadas algumas providências positivas, mas só acredito vendo resultados consistentes em longo prazo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não creio ser o caso de debate e sim de uma ação constante autônoma por parte dos produtores independentes, de obras fora do circuito comercial. Deve-se buscar um espaço na lei e na constante evolução tecnológica, que garanta facilidade, agilidade e expansão da divulgação de conteúdo ao mesmo tempo que gere os direitos devidos para o autor.Isso é possível e tecnicamente até fácil de ser implementado, mas nem usuários nem legisladores querem essa solução. É uma solução impopular. Numa sociedade onde o bonito é ser simpático e doador, não há espaço para medidas reguladoras, muito menos interesse em tomar e aceitar tais medidas.Podem debater à vontade, pois sempre estarão andando em volta do problema e nunca indo à raiz dele.Tomara que eu só esteja sendo pessimista demais e até sejam tomadas algumas providências positivas, mas só acredito vendo resultados consistentes em longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71881</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 13:15:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71881</guid>
		<description>Álvaro, seu comentário não entrou. Se puder publicá-lo novamente, agradeço.

Aproveito e recomendo a todos a excelente carta aberta do Álvaro ao presidente da Ordem dos Músicos do Brasil.

Abs, LB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Álvaro, seu comentário não entrou. Se puder publicá-lo novamente, agradeço.</p>
<p>Aproveito e recomendo a todos a excelente carta aberta do Álvaro ao presidente da Ordem dos Músicos do Brasil.</p>
<p>Abs, LB</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: alvaro santi</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71874</link>
		<dc:creator>alvaro santi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:18:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71874</guid>
		<description>ué, cadê meu comentário?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ué, cadê meu comentário?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto Luiz Warken</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71851</link>
		<dc:creator>Roberto Luiz Warken</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:56:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71851</guid>
		<description>Olá! Eduardo!

Li seu texto e os excelentes comentários d*s colegas. Vejamos a seguinte questão: 
O que há de original em você? A excessão de seu DNA, todo o resto é fruto da interferência cultural. Sempre aprendemos com quem nos antecedeu. A falar, andar, estimular a reflexão, moldar nossa personalidade e caráter, etc. que são, por outro lado, também, atingidas pelo meio ambiente, pelos que nos rodeiam, etc. Nossa cultura tem pouca coisa de essencialmente original. Ela avança com nossas descobertas e a cada passo agregamos informações que se tornam conhecimento se bem mediatizado. Posso afirmar que sou cópia de outras cópias? Em hipótese, talvez. E o que eu produzo? As técnicas que utilizo?.... Como foi falado acima, sobre a coca-cola, etc. fica claro que o mais importante não é o que eu produzo, mas como eu produzo, como chego lá e, outro debate é o sistema em que vivemos nos leva a uma competição e individualização continuas. 
Estas coisas tem desdobramentos enormes e merecem mais espaço.

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Eduardo!</p>
<p>Li seu texto e os excelentes comentários d*s colegas. Vejamos a seguinte questão:<br />
O que há de original em você? A excessão de seu DNA, todo o resto é fruto da interferência cultural. Sempre aprendemos com quem nos antecedeu. A falar, andar, estimular a reflexão, moldar nossa personalidade e caráter, etc. que são, por outro lado, também, atingidas pelo meio ambiente, pelos que nos rodeiam, etc. Nossa cultura tem pouca coisa de essencialmente original. Ela avança com nossas descobertas e a cada passo agregamos informações que se tornam conhecimento se bem mediatizado. Posso afirmar que sou cópia de outras cópias? Em hipótese, talvez. E o que eu produzo? As técnicas que utilizo?&#8230;. Como foi falado acima, sobre a coca-cola, etc. fica claro que o mais importante não é o que eu produzo, mas como eu produzo, como chego lá e, outro debate é o sistema em que vivemos nos leva a uma competição e individualização continuas.<br />
Estas coisas tem desdobramentos enormes e merecem mais espaço.</p>
<p>Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71830</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 11:27:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71830</guid>
		<description>É no minimo, pouco pedagógica a &quot;busca de integridade cultural&quot; pelo viés do acesso universal ao conhecimento via a quebra da propriedade intelectual.
Temos muitas outras demandas nessa direção.

Em terra campeã mundial de grilagem por elétricas, câmeras, milícias privadas e pitbuls, aonde o direito à terra, à casa, à alimentação é criminalizado e, quando se trata dos desvalidos, falar em avanços pela liberdado geral ao acesso da criação artística e, no mínimo, hipocrisia.
empresas nacionais e multinacionais como é o caso do Brasil, aonde se defende à bala o direito sagrado de propriedade dos ricos com cercas 
Derrubem os muros, destituam os jagunços que ainda hoje vigiam as sesmarias, tirem das multinacionais a água potável cada vez mais monopolizadas por pesados grupos internacionais, dentro e fora do Brasil, e mais uma série de prioridades para socializar o direito a tudo, principalmente à alimentação. As sociedades, antes de se preocuparem em ter direito ao livre acesso aos bens artísticos, quer ter o direito, mínimo que seja, à moradia, alimentação, à água e cidadania. Depois de tudo pronto, aí sim, chamem os artistas e façam a distribuição gratuita de suas artes. Mas primeiro chamem os banqueiros e façam com que contribuam com seus monumentais acúmulos, fruto da agiotagem sobre a mão de obra do trabalhador. Inventem o pesticida contra essa praga que provoca miséria e fome no mundo e nos coloca a cada dia nessa guerra urbana pela sobrevivência para ampliar seus direitos de propriedade de nossas almas e corpos. Depois que o dever de casa estiver pronto, que essa chaga chamada direito de propriedade cair, os artistas que, antes de qualquer coisa, são cidadãos que pagam cada centavo dos seus passos, entrarão na roda cantando, dançando de bom grado. Mas vamos aos banqueiros e aos grileiros, queimar primeiro a gordura que está matando a sociedade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É no minimo, pouco pedagógica a &#8220;busca de integridade cultural&#8221; pelo viés do acesso universal ao conhecimento via a quebra da propriedade intelectual.<br />
Temos muitas outras demandas nessa direção.</p>
<p>Em terra campeã mundial de grilagem por elétricas, câmeras, milícias privadas e pitbuls, aonde o direito à terra, à casa, à alimentação é criminalizado e, quando se trata dos desvalidos, falar em avanços pela liberdado geral ao acesso da criação artística e, no mínimo, hipocrisia.<br />
empresas nacionais e multinacionais como é o caso do Brasil, aonde se defende à bala o direito sagrado de propriedade dos ricos com cercas<br />
Derrubem os muros, destituam os jagunços que ainda hoje vigiam as sesmarias, tirem das multinacionais a água potável cada vez mais monopolizadas por pesados grupos internacionais, dentro e fora do Brasil, e mais uma série de prioridades para socializar o direito a tudo, principalmente à alimentação. As sociedades, antes de se preocuparem em ter direito ao livre acesso aos bens artísticos, quer ter o direito, mínimo que seja, à moradia, alimentação, à água e cidadania. Depois de tudo pronto, aí sim, chamem os artistas e façam a distribuição gratuita de suas artes. Mas primeiro chamem os banqueiros e façam com que contribuam com seus monumentais acúmulos, fruto da agiotagem sobre a mão de obra do trabalhador. Inventem o pesticida contra essa praga que provoca miséria e fome no mundo e nos coloca a cada dia nessa guerra urbana pela sobrevivência para ampliar seus direitos de propriedade de nossas almas e corpos. Depois que o dever de casa estiver pronto, que essa chaga chamada direito de propriedade cair, os artistas que, antes de qualquer coisa, são cidadãos que pagam cada centavo dos seus passos, entrarão na roda cantando, dançando de bom grado. Mas vamos aos banqueiros e aos grileiros, queimar primeiro a gordura que está matando a sociedade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/somos-todos-piratas/comment-page-1/#comment-71795</link>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 18:10:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10695#comment-71795</guid>
		<description>Os direitos de quem cria ou investe em uma obra cultural deveriam ser protegidos da mesma forma em que são protegidos, por exemplo, os direitos de imagem da logo da Coca-Cola, ou a fórmula da mais recente descoberta farmacológica da Pfizer. 

Se fala sempre que a troca de música na internet deve ser livre, e que a venda de produtos piratas nas ruas não deve ser reprimida para, assim, fomentar a música às classes menos favorecidas. 

Mas do ponto de vista econômico, qual empresa vai investir em uma obra cultural que não tem valor de retorno? Por enquanto, estas empresas sobrevivem em um mercado cheio de incertezas e receitas em queda. Mas será sempre assim?

Se seguirmos essa ótica de livre fluxo de músicas na web, então a Pfizer e a Coca-Cola deveriam liberar suas marcas e seus produtos para livre comércio. Mas não, música tem que ser grátis, enquanto remédio e refrigerante tem que ser pagos.

Essa é a mentalidade causada pela falta de união do mercado da música, onde cada integrante do mercado (gravadoras, músicos, editoras, fábricas, lojas) se preocupa com seu lado sem olhar para o bem comum  cunjunto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os direitos de quem cria ou investe em uma obra cultural deveriam ser protegidos da mesma forma em que são protegidos, por exemplo, os direitos de imagem da logo da Coca-Cola, ou a fórmula da mais recente descoberta farmacológica da Pfizer. </p>
<p>Se fala sempre que a troca de música na internet deve ser livre, e que a venda de produtos piratas nas ruas não deve ser reprimida para, assim, fomentar a música às classes menos favorecidas. </p>
<p>Mas do ponto de vista econômico, qual empresa vai investir em uma obra cultural que não tem valor de retorno? Por enquanto, estas empresas sobrevivem em um mercado cheio de incertezas e receitas em queda. Mas será sempre assim?</p>
<p>Se seguirmos essa ótica de livre fluxo de músicas na web, então a Pfizer e a Coca-Cola deveriam liberar suas marcas e seus produtos para livre comércio. Mas não, música tem que ser grátis, enquanto remédio e refrigerante tem que ser pagos.</p>
<p>Essa é a mentalidade causada pela falta de união do mercado da música, onde cada integrante do mercado (gravadoras, músicos, editoras, fábricas, lojas) se preocupa com seu lado sem olhar para o bem comum  cunjunto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
