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	<title>Comentários sobre: O que não pode faltar numa agenda mínima</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Por Leonardo Brant &#124; Democracia se faz com Arte.</description>
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		<title>Por: Aldo Valentim</title>
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		<dc:creator>Aldo Valentim</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 16:05:12 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, boa proposta Leonardo.
entretanto considero que precisamos incluir mais alguns pontos:
a) investimento na formação de pessoal específico para gestão cultural e concepção de politicas publicas para o setor cultural; a cada governo temos uma oscilação integral dos corpos tecnicos e administrativos, impedindo que politicas e programas continuem, e os que chegam querem inventar nova roda.
b)investimento pesado em descentralização cultural, começando pelo próprio MINC que deveria ter uma representação eficiente em cada capital de estado e outra em uma cidade importante do interior desse estado, facilitando assim o fluxo das demandas, diálogos etc.
c) ainda no campo da descentralização, ampliar as verbas regionalizadas, pois com um recorte territorial menor, poderemos antender mais as especificidades e demandas de micro regiões;
d) ainda em descentralização: construção de equipamentos culturais (cinemas, teatros, espaços multi uso) há muitos editais para criação de novos produtos culturais, mas falta espaço e infra estrutura para apresentá-los.
Concordo com a fusão de ministério, da forma que está já é provado que não avançaremos muito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, boa proposta Leonardo.<br />
entretanto considero que precisamos incluir mais alguns pontos:<br />
a) investimento na formação de pessoal específico para gestão cultural e concepção de politicas publicas para o setor cultural; a cada governo temos uma oscilação integral dos corpos tecnicos e administrativos, impedindo que politicas e programas continuem, e os que chegam querem inventar nova roda.<br />
b)investimento pesado em descentralização cultural, começando pelo próprio MINC que deveria ter uma representação eficiente em cada capital de estado e outra em uma cidade importante do interior desse estado, facilitando assim o fluxo das demandas, diálogos etc.<br />
c) ainda no campo da descentralização, ampliar as verbas regionalizadas, pois com um recorte territorial menor, poderemos antender mais as especificidades e demandas de micro regiões;<br />
d) ainda em descentralização: construção de equipamentos culturais (cinemas, teatros, espaços multi uso) há muitos editais para criação de novos produtos culturais, mas falta espaço e infra estrutura para apresentá-los.<br />
Concordo com a fusão de ministério, da forma que está já é provado que não avançaremos muito.</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/o-que-nao-pode-faltar-numa-agenda-minima-para-a-cultura/comment-page-1/#comment-70740</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 02:39:26 +0000</pubDate>
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		<description>Leonardo 
Gostaria de propor uma reflexão sobre um ponto que se desmembra em múltiplas questões.
Nas minhas andanças, sobretudo nas minhas palestras, observo que vivemos uma ditadura de técnicas. Isto é um fato. A transferências de valores na música tem produzido uma demanda de conceituações, esquemas, tabelas, nomenclaturas que refletem uma montanha de artifícios contraproducente para a própria música.
É perceptível que trata-se de um capricho que chega na prática artística por osmose, de um nascedouro que se esconde num ambiente mecânico.
Fica claro que há um descompasso entre a sociedade e o mundo artístico. Enquanto a sociedade busca o autoconhecimento, suas relações de memória afetiva com a arte, o embrião técinico, por outro lado, agora hipertrofiado, propõe uma acentuada inclinação para o esfriamento nessas relações, sociedade e mundo cultural.
Os novos atores que representam o universo cultural estão certos de que acumulam conhecimento prático dentro da formalidade e das novas técnicas. A sociedade sente na alma que esse mundo cada vez menos o representa.
A redundância em forma de releitura, agora bem mais técnica, não traz nenhum tipo de postura que alavanque a criação, a independência, a quebra da ordem vigente, ao contrário, a seletividade técnica neutralizou esse imprescindível sentido artístico. Estamos mesmo vivendo a máxima de &quot;quanto mais eu rezo, mais a assombração me aparece&quot;. O que parece é que ninguém quer colocar a mão nessa cumbuca, mesmo vendo a escassez das relações afeitvas se ampliarem na arte. Esse deserto é sim fruto de uma combinação que tem produzido uma paralisia na criação contemporânea. Envelhecemos o Brasil pela técnica. Aleijamos a alma criativa de jovens que estão chegando agora. É fácil observar isso pelas perguntas que me fazem em palestras. En quanto, na minha fala, estimulo a criação, extrair deles um sentimento natural, eles, nitidamente já catequizados, vivem a ilusão faminta de adquirirem novas técnicas e reproduzirem o mesmo tema, os mesmos sons com novos componentes técnicos. A sociedade claramente, por uma questão de instinto, reprova toda essa dinâmica que se revela uma retumbante ditadura técnica.
 
Por isso lembro que o que não pode faltar em uma agenda mínima cultural é o sentimento
Grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo<br />
Gostaria de propor uma reflexão sobre um ponto que se desmembra em múltiplas questões.<br />
Nas minhas andanças, sobretudo nas minhas palestras, observo que vivemos uma ditadura de técnicas. Isto é um fato. A transferências de valores na música tem produzido uma demanda de conceituações, esquemas, tabelas, nomenclaturas que refletem uma montanha de artifícios contraproducente para a própria música.<br />
É perceptível que trata-se de um capricho que chega na prática artística por osmose, de um nascedouro que se esconde num ambiente mecânico.<br />
Fica claro que há um descompasso entre a sociedade e o mundo artístico. Enquanto a sociedade busca o autoconhecimento, suas relações de memória afetiva com a arte, o embrião técinico, por outro lado, agora hipertrofiado, propõe uma acentuada inclinação para o esfriamento nessas relações, sociedade e mundo cultural.<br />
Os novos atores que representam o universo cultural estão certos de que acumulam conhecimento prático dentro da formalidade e das novas técnicas. A sociedade sente na alma que esse mundo cada vez menos o representa.<br />
A redundância em forma de releitura, agora bem mais técnica, não traz nenhum tipo de postura que alavanque a criação, a independência, a quebra da ordem vigente, ao contrário, a seletividade técnica neutralizou esse imprescindível sentido artístico. Estamos mesmo vivendo a máxima de &#8220;quanto mais eu rezo, mais a assombração me aparece&#8221;. O que parece é que ninguém quer colocar a mão nessa cumbuca, mesmo vendo a escassez das relações afeitvas se ampliarem na arte. Esse deserto é sim fruto de uma combinação que tem produzido uma paralisia na criação contemporânea. Envelhecemos o Brasil pela técnica. Aleijamos a alma criativa de jovens que estão chegando agora. É fácil observar isso pelas perguntas que me fazem em palestras. En quanto, na minha fala, estimulo a criação, extrair deles um sentimento natural, eles, nitidamente já catequizados, vivem a ilusão faminta de adquirirem novas técnicas e reproduzirem o mesmo tema, os mesmos sons com novos componentes técnicos. A sociedade claramente, por uma questão de instinto, reprova toda essa dinâmica que se revela uma retumbante ditadura técnica.</p>
<p>Por isso lembro que o que não pode faltar em uma agenda mínima cultural é o sentimento<br />
Grande abraço.</p>
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		<title>Por: Fique por dentro Cultura &#187; Blog Archive &#187; :: CULTURA E MERCADO :: o blog das políticas culturais. » Blog &#8230;</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/o-que-nao-pode-faltar-numa-agenda-minima-para-a-cultura/comment-page-1/#comment-70216</link>
		<dc:creator>Fique por dentro Cultura &#187; Blog Archive &#187; :: CULTURA E MERCADO :: o blog das políticas culturais. » Blog &#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 14:03:47 +0000</pubDate>
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		<description>[...] culturais que seja mais abrangente, comparado ao modelo econômico atual. &#8230; fique por dentro clique aqui.&#160;Fonte:  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] culturais que seja mais abrangente, comparado ao modelo econômico atual. &#8230; fique por dentro clique aqui.&nbsp;Fonte:  [...]</p>
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