<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: O apagão da &#8220;elite culta&#8221; e a liberdade das conferências de cultura</title>
	<atom:link href="http://www.culturaemercado.com.br/ideias/o-apagao-da-elite-culta-e-a-liberdade-das-conferencias-de-cultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/o-apagao-da-elite-culta-e-a-liberdade-das-conferencias-de-cultura/</link>
	<description>Desde 1998 &#124; Por Leonardo Brant &#124; Democracia se faz com arte.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Mar 2010 16:13:36 -0300</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Manoel J de Souza Neto</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/o-apagao-da-elite-culta-e-a-liberdade-das-conferencias-de-cultura/comment-page-1/#comment-72738</link>
		<dc:creator>Manoel J de Souza Neto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 16:27:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10783#comment-72738</guid>
		<description>Carlos parabéns, querendo bater um papo entre me contato e me avise quando publicar novos artigos. Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos parabéns, querendo bater um papo entre me contato e me avise quando publicar novos artigos. Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/o-apagao-da-elite-culta-e-a-liberdade-das-conferencias-de-cultura/comment-page-1/#comment-72017</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 18:54:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10783#comment-72017</guid>
		<description>Oi Manoel 
Fique tranquilo, nós é que bebemos, mas eles é que ficam tontos.

O drible, a galhofa, o glicê gritado do clarinete jogando o tempo fora do tempo da música, a chula magistralmente dançada ainda hoje, os funkeiros em folias de reis tradicionalíssimas expressando-se dentro da igreja da Glória em Valença, terra de Rosinha e Clementina, que representam tão bem esse universo Villa Lobiano que fez a elite vaiar Villa Lobos na semana de 22 porque estava descalço, em função de um cravo que lhe incomodava um pé, mas sabe como é né! A ideia ordem e progresso plantada pela elite, seja ela qual for,trabalhou com essa norma, sapatos apertados e grilhões aos pobres escravos e o ócio ócio desmedido e covarde para a dinastia dos bem-aventurados de escopeta na mão, e o aparelho do Estado sob o comando deles. 

Garrincha, Pixinguinha, são ídolos de um país que não liga pra se despir, que não é hipócrita nem pudico. Nacional aqui nada tem a ver com o ultranacionalismo de direita que clama por universalismo no terreno dos outros, instalando bases militares e estendendo as suas xenofobias em alguns pobres latinos comandado pelos vendidos a la Uribe. 

Aos poucos Lula vai explicando ao povo o orgulho que devemos ter do pau-de-arara, mesmo que, asim como a chula, o termo significa o não Estado. Em muitos casos sabemos, pau-de-arara, pela nossa história de opressão e ditadura, é um instrumento de suplício e tortura e que ainda se mantém no cangaço até nas nossas instituições mais elevadas, como bem disse o querido Ministro do Supremo, Joaquim Barbosa quando se dirigiu àquela figura que definiu que Battisti deve ser entregue ao fascismo europeu muito bem representado por Berluscone.

Lembra do inglês, ladrão do trem pagador? Aqui no Brasil virou celebridade, quase mestre-sala, por quê? A rapaziada faz as contas e escreve no quadro negro do copo sujo do portuga, &quot;ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão&quot;. Eles preferem os bicheiros. Como disse Noel, &quot;lá no morro se eu fizer uma falseta a Risoleta desiste logo do francês e do inglês&quot;, e conclui... &quot;esse negócio de alô, alô boy alô Jonny só pode ser conversa de telefone&quot;. A chula, Manoel, danças e palmeados, é obra lírica, encantadora. Imagine! Não é o Estado que está presenvando, e sim funkeiros que mereceram hoje aqui no Rio o trem, ou melhor, o bonde igual ao samba, igual ao bondinho de Sta. Teresa para o choro.

Fique tranquilo, o povo sempre soube fazer limonada, a internacional caipirinha com a cachaça, o limão e a garapa que os donos do engenho do antigo Brasil na era pré-Lula sempre disponibilizaram ao povo. Com os restos da casa grande fizemos a santa feijoada e saudamos este país fazendo barulho, sentando a mão no couro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Manoel<br />
Fique tranquilo, nós é que bebemos, mas eles é que ficam tontos.</p>
<p>O drible, a galhofa, o glicê gritado do clarinete jogando o tempo fora do tempo da música, a chula magistralmente dançada ainda hoje, os funkeiros em folias de reis tradicionalíssimas expressando-se dentro da igreja da Glória em Valença, terra de Rosinha e Clementina, que representam tão bem esse universo Villa Lobiano que fez a elite vaiar Villa Lobos na semana de 22 porque estava descalço, em função de um cravo que lhe incomodava um pé, mas sabe como é né! A ideia ordem e progresso plantada pela elite, seja ela qual for,trabalhou com essa norma, sapatos apertados e grilhões aos pobres escravos e o ócio ócio desmedido e covarde para a dinastia dos bem-aventurados de escopeta na mão, e o aparelho do Estado sob o comando deles. </p>
<p>Garrincha, Pixinguinha, são ídolos de um país que não liga pra se despir, que não é hipócrita nem pudico. Nacional aqui nada tem a ver com o ultranacionalismo de direita que clama por universalismo no terreno dos outros, instalando bases militares e estendendo as suas xenofobias em alguns pobres latinos comandado pelos vendidos a la Uribe. </p>
<p>Aos poucos Lula vai explicando ao povo o orgulho que devemos ter do pau-de-arara, mesmo que, asim como a chula, o termo significa o não Estado. Em muitos casos sabemos, pau-de-arara, pela nossa história de opressão e ditadura, é um instrumento de suplício e tortura e que ainda se mantém no cangaço até nas nossas instituições mais elevadas, como bem disse o querido Ministro do Supremo, Joaquim Barbosa quando se dirigiu àquela figura que definiu que Battisti deve ser entregue ao fascismo europeu muito bem representado por Berluscone.</p>
<p>Lembra do inglês, ladrão do trem pagador? Aqui no Brasil virou celebridade, quase mestre-sala, por quê? A rapaziada faz as contas e escreve no quadro negro do copo sujo do portuga, &#8220;ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão&#8221;. Eles preferem os bicheiros. Como disse Noel, &#8220;lá no morro se eu fizer uma falseta a Risoleta desiste logo do francês e do inglês&#8221;, e conclui&#8230; &#8220;esse negócio de alô, alô boy alô Jonny só pode ser conversa de telefone&#8221;. A chula, Manoel, danças e palmeados, é obra lírica, encantadora. Imagine! Não é o Estado que está presenvando, e sim funkeiros que mereceram hoje aqui no Rio o trem, ou melhor, o bonde igual ao samba, igual ao bondinho de Sta. Teresa para o choro.</p>
<p>Fique tranquilo, o povo sempre soube fazer limonada, a internacional caipirinha com a cachaça, o limão e a garapa que os donos do engenho do antigo Brasil na era pré-Lula sempre disponibilizaram ao povo. Com os restos da casa grande fizemos a santa feijoada e saudamos este país fazendo barulho, sentando a mão no couro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manoel J de Souza Neto</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/o-apagao-da-elite-culta-e-a-liberdade-das-conferencias-de-cultura/comment-page-1/#comment-71923</link>
		<dc:creator>Manoel J de Souza Neto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 05:44:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10783#comment-71923</guid>
		<description>Caro Carlos, após a leitura de seu empolgado texto me senti mal, por não compartilhar da mesma opinião. Gostaria de ver o belo, em algo que me incomoda, esta verdadeira falta de consolidação do povo brasileiro, da decadência de valores, que trocada em miúdos, facilita a adoção de uma racionalidade econômica e individualismos... macunaimescos... Boas críticas, confesso também gostar de ver o circo pegar fogo...  
Seu texto apresenta de forma simples os conceitos de Bauman sobre a sociedade liquida, só por isso já lhe tiraria o chapéu, pois o conflito neste caso seria sem dúvida algo incontrolável, o belo que revela... cinismo e equivoco de estado. 
Mas resta uma pergunta? Estamos efetivamente vivendo uma democracia caótica, livre, que reflete nossa diversidade? Ou estaremos sendo apenas instrumento, vagões desgovernados, mas em uma pista, que esta absolutamente delineada, baseada em mapas, em esquemas técnicos, em estruturas e materiais pré definidos? Que estrutura é essa que nada sabemos? A não ser que tudo isso faz parte do plano de governo. Conferências, Sistemas, Planos... Percebe a estrutura? O Quanto, o que sugere caos, é técnico e intelectual? O quanto o que sugere ser técnico e intelectual é caos? Será que o resultado almejado não é o tecno-caos?
Mas quero saber qual é o plano? Qual é a política? Social ou capital? Pergunto isso, pois a observação que tenho feito nestes anos em que tenho participado ativamente como ativista e pesquisador cultural é de que na verdade o Brasil continua em sua democracia de elites e de consenso (Schumpeter) e que a base social e militante ativa no processo cultural vigente, esta orientada pela cartilha Gramsciana (Antônio Gramsci). Ou seja, elites mandam, bases militantes tentam nos conduzir ideologicamente... 
E no meio desta suposta bagunça (dissonante, porem muito bem orquestrada), restam pessoas como nós que insistem em não perder a esperança (nem os brios).
Por isso não acharei belo, pois não é apenas caos... e quem acha o caos bonito é a física quântica. 
Prefiro ver o bloco na rua, bateria na cadência, foliões alegres dando um grande espetáculo, mestre sala e porta bandeiras em harmonia... Querendo nota 10!  Nem que a grana venha do jogo do bicho... Pelo menos todo mundo sabe a origem. Não fica essa indefinição... Este jogo que ninguém entende... Melhor do que escorrendo em projetos questionáveis, ação, pontos, bolsas de pesquisa, encontros, tudo política partidária, na base de tapinha nas costas do companheiro...

Elite é elite em qualquer governo e onde existe segredo, já dizia meu bom e velho Pierre Bourdieu, existe oligarquia! A pirotecnia? A bagunça? A diferença? A diversidade? Os populares? O caos? Tudo realmente ao acaso? Vai ver, que tudo não é nada.
Lhe tenho simpatia. As criticas são a ninguém... apenas constatações e histeria (no sentido lacaniano)
Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carlos, após a leitura de seu empolgado texto me senti mal, por não compartilhar da mesma opinião. Gostaria de ver o belo, em algo que me incomoda, esta verdadeira falta de consolidação do povo brasileiro, da decadência de valores, que trocada em miúdos, facilita a adoção de uma racionalidade econômica e individualismos&#8230; macunaimescos&#8230; Boas críticas, confesso também gostar de ver o circo pegar fogo&#8230;<br />
Seu texto apresenta de forma simples os conceitos de Bauman sobre a sociedade liquida, só por isso já lhe tiraria o chapéu, pois o conflito neste caso seria sem dúvida algo incontrolável, o belo que revela&#8230; cinismo e equivoco de estado.<br />
Mas resta uma pergunta? Estamos efetivamente vivendo uma democracia caótica, livre, que reflete nossa diversidade? Ou estaremos sendo apenas instrumento, vagões desgovernados, mas em uma pista, que esta absolutamente delineada, baseada em mapas, em esquemas técnicos, em estruturas e materiais pré definidos? Que estrutura é essa que nada sabemos? A não ser que tudo isso faz parte do plano de governo. Conferências, Sistemas, Planos&#8230; Percebe a estrutura? O Quanto, o que sugere caos, é técnico e intelectual? O quanto o que sugere ser técnico e intelectual é caos? Será que o resultado almejado não é o tecno-caos?<br />
Mas quero saber qual é o plano? Qual é a política? Social ou capital? Pergunto isso, pois a observação que tenho feito nestes anos em que tenho participado ativamente como ativista e pesquisador cultural é de que na verdade o Brasil continua em sua democracia de elites e de consenso (Schumpeter) e que a base social e militante ativa no processo cultural vigente, esta orientada pela cartilha Gramsciana (Antônio Gramsci). Ou seja, elites mandam, bases militantes tentam nos conduzir ideologicamente&#8230;<br />
E no meio desta suposta bagunça (dissonante, porem muito bem orquestrada), restam pessoas como nós que insistem em não perder a esperança (nem os brios).<br />
Por isso não acharei belo, pois não é apenas caos&#8230; e quem acha o caos bonito é a física quântica.<br />
Prefiro ver o bloco na rua, bateria na cadência, foliões alegres dando um grande espetáculo, mestre sala e porta bandeiras em harmonia&#8230; Querendo nota 10!  Nem que a grana venha do jogo do bicho&#8230; Pelo menos todo mundo sabe a origem. Não fica essa indefinição&#8230; Este jogo que ninguém entende&#8230; Melhor do que escorrendo em projetos questionáveis, ação, pontos, bolsas de pesquisa, encontros, tudo política partidária, na base de tapinha nas costas do companheiro&#8230;</p>
<p>Elite é elite em qualquer governo e onde existe segredo, já dizia meu bom e velho Pierre Bourdieu, existe oligarquia! A pirotecnia? A bagunça? A diferença? A diversidade? Os populares? O caos? Tudo realmente ao acaso? Vai ver, que tudo não é nada.<br />
Lhe tenho simpatia. As criticas são a ninguém&#8230; apenas constatações e histeria (no sentido lacaniano)<br />
Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
