<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>
<channel>
	<title>Comentários sobre: A nova aventura do MinC</title>
	<atom:link href="http://www.culturaemercado.com.br/ideias/a-nova-aventura-do-minc/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/a-nova-aventura-do-minc/</link>
	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 01:05:07 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Marcio Xavier</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/a-nova-aventura-do-minc/comment-page-1/#comment-72266</link>
		<dc:creator>Marcio Xavier</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:58:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10605#comment-72266</guid>
		<description>Apenas pra concordar com o autor,a meu ver a falta de conhecimento técnico é o grande entrave para o desenvolvimento de políticas públicas realmente eficientes nas esferas municipais, estaduais e federal. Em alguns casos creio, particularmente, que uma certa dose de ideologia pode até ajudar a termos alguns &quot;profissionais&quot; mais comprometidos com nosso setor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas pra concordar com o autor,a meu ver a falta de conhecimento técnico é o grande entrave para o desenvolvimento de políticas públicas realmente eficientes nas esferas municipais, estaduais e federal. Em alguns casos creio, particularmente, que uma certa dose de ideologia pode até ajudar a termos alguns &#8220;profissionais&#8221; mais comprometidos com nosso setor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/a-nova-aventura-do-minc/comment-page-1/#comment-71885</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:29:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10605#comment-71885</guid>
		<description>william alves

É compreensível a sua aflição, aliás essa bifurcação, esse momento em que naruralmente os paradigmas estão sendo quebrados, que nós todos, filhos do cienticismo racional, nos deparemos com as nossas próprias limitações.

A grande questão é perguntar se ainda queremos manter o papel de protagonistas de uma interlocução entre as sociedades dos incluídos e dos excluídos, mesmo os nossos mandamentos libertadores nos chegam após a informação de uma escriba da casta. Sancionar a partir da nossa própria visão essa interfecundação, é continuar produzindo mão de uma só via. Por isso, talcez fosse o caso de um pouco mais de reflexão sobre a acessibilidade.

Será mesmo que a arte que eu produzo e o acesso dela às classes menos favorecidos fará de fato a diferença na vida daquelas pessoas? Pagando ou não pela minha &quot;preciosa informação&quot; através da minha expressão ou o que as incluirá é a permissão verdadeira e desvinculada de qualquer lógica ou jogo pedagógico que nós, os já vampirizados, podemos converter os ditos não incluidos. Imagino que a liberdade ao acesso das expressões deve primeiro passar pela absoluta libertação, ou melhor, pela liberdade incondicional das múltiplas formas de expressão que todas as camadas sociais se dispõem a promover.

A grande questão é essa pontuação, é esse degrau social impregnado no conceito da elevação artística, é essa graduação absolutamente fascista que determina através de incentivos proporcionais ao pedigree rio acima que contempla uma lógica que permite que os professores de Deus se achem, porque as bienais, o sacrossanto império da cultura burguesa determina, através da distinção seletiva, quais sobrenomes em quais dinastias o Estado brasileiro deve investir. Os gênios burgueses se não são grandes artistas sabem se construir como tal, têm recursos para essa liturgia. Já os pobres, historicamente sempre foram reprimidos em suas manifestações. Portanto, acho antiproducente essa preocupação generosa com a acessibilidade do nosso envenenado sistema conceitual de cultura. É melhor deixar quieto. Atravessamos cinco séculos mantendo, mesmo debaixo de porrada, uma arte com profundas relações com a natureza vindas das camadas deserdadas. E é através delas que tento me curar desse envenenamento civilizatório que a minha expressão ainda carrega, aonde existem mais portas fechadas que abertas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>william alves</p>
<p>É compreensível a sua aflição, aliás essa bifurcação, esse momento em que naruralmente os paradigmas estão sendo quebrados, que nós todos, filhos do cienticismo racional, nos deparemos com as nossas próprias limitações.</p>
<p>A grande questão é perguntar se ainda queremos manter o papel de protagonistas de uma interlocução entre as sociedades dos incluídos e dos excluídos, mesmo os nossos mandamentos libertadores nos chegam após a informação de uma escriba da casta. Sancionar a partir da nossa própria visão essa interfecundação, é continuar produzindo mão de uma só via. Por isso, talcez fosse o caso de um pouco mais de reflexão sobre a acessibilidade.</p>
<p>Será mesmo que a arte que eu produzo e o acesso dela às classes menos favorecidos fará de fato a diferença na vida daquelas pessoas? Pagando ou não pela minha &#8220;preciosa informação&#8221; através da minha expressão ou o que as incluirá é a permissão verdadeira e desvinculada de qualquer lógica ou jogo pedagógico que nós, os já vampirizados, podemos converter os ditos não incluidos. Imagino que a liberdade ao acesso das expressões deve primeiro passar pela absoluta libertação, ou melhor, pela liberdade incondicional das múltiplas formas de expressão que todas as camadas sociais se dispõem a promover.</p>
<p>A grande questão é essa pontuação, é esse degrau social impregnado no conceito da elevação artística, é essa graduação absolutamente fascista que determina através de incentivos proporcionais ao pedigree rio acima que contempla uma lógica que permite que os professores de Deus se achem, porque as bienais, o sacrossanto império da cultura burguesa determina, através da distinção seletiva, quais sobrenomes em quais dinastias o Estado brasileiro deve investir. Os gênios burgueses se não são grandes artistas sabem se construir como tal, têm recursos para essa liturgia. Já os pobres, historicamente sempre foram reprimidos em suas manifestações. Portanto, acho antiproducente essa preocupação generosa com a acessibilidade do nosso envenenado sistema conceitual de cultura. É melhor deixar quieto. Atravessamos cinco séculos mantendo, mesmo debaixo de porrada, uma arte com profundas relações com a natureza vindas das camadas deserdadas. E é através delas que tento me curar desse envenenamento civilizatório que a minha expressão ainda carrega, aonde existem mais portas fechadas que abertas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: william alves</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/a-nova-aventura-do-minc/comment-page-1/#comment-71855</link>
		<dc:creator>william alves</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 01:21:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10605#comment-71855</guid>
		<description>Olá,

Sua postura critica em relaçao ao Minc é extremamente pertinente, mas considero que as vezes vc usa alguns adjetivos que soam grosseiros e sem querer t ofender, mas apenas para chamá-lo a reflexao, lembra muito os adjetivos da direita louca do congresso. 

Quto ao tema, a questao dos direitos autorais precisam entrar na pauta da discussao urgentemente, pois transtornados estao muito mais as pessoas com quem converso que sao das periferias, que produzem videos para festivais, mostras e trabalhos descompromissados com o mercado. Pessoas que trabalham com educaçao e militantes culturais que gostariam apenas de poder ouvir, assistir e ler qualquer coisa a um preço que fosse barato, quando nao gratuito, entende? Essas pessoas sim estao transtornadas.

Transtornados também estao aqueles que nunca conseguiram fazer uso da lei rouanet e mesmo com todas as mudanças continuarão sem conseguir usá-la, por pura falta de um projeto comercial, quando me refiro a comercial vc entende o que quero dizer.

O dinheiro publico deveria ser utilizado para bens e nao para produtos pois um se difere do outro na hora de ser consumido, o bem esta ao alcance de todos o produto, por sua natureza, excludente que é necessita de moeda de troca, essa logica é a que considera que é necessario agregar valor ao produto para sua maior valia, o q o torna mais excludente ainda e esse é o discurso que muitos q defendem o atual formato de direito autoral e propriedade intelectual lançam mao.

Acho pertinente a criaçao de um orgao que nos moldes de uma agencia ordene minimamente o estado das coisas. Em relacao ao direito autoral, como esta é uma vergonha e na falta do estado o oportunismo pulula, o ecad é a prova disso, quem defende o ecad precisa rever sua posiçao em relaçao a algumas questoes politicas. Se é para moralizar o ecad porque nao moralizar o direito autoral.

Agora é a hora, mas concordo com voce, náo dá para ser guela abaixo, porque soa ingenuo achar que o poderoso mercado, com todos os seus instrumentos e cooptaçao e convencimento ideológico irá permitir que alguenzinho venha bater com o cabo da vassou na caixa das vespas.

Esse espaço é livre, viva ele.

william alves.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Sua postura critica em relaçao ao Minc é extremamente pertinente, mas considero que as vezes vc usa alguns adjetivos que soam grosseiros e sem querer t ofender, mas apenas para chamá-lo a reflexao, lembra muito os adjetivos da direita louca do congresso. </p>
<p>Quto ao tema, a questao dos direitos autorais precisam entrar na pauta da discussao urgentemente, pois transtornados estao muito mais as pessoas com quem converso que sao das periferias, que produzem videos para festivais, mostras e trabalhos descompromissados com o mercado. Pessoas que trabalham com educaçao e militantes culturais que gostariam apenas de poder ouvir, assistir e ler qualquer coisa a um preço que fosse barato, quando nao gratuito, entende? Essas pessoas sim estao transtornadas.</p>
<p>Transtornados também estao aqueles que nunca conseguiram fazer uso da lei rouanet e mesmo com todas as mudanças continuarão sem conseguir usá-la, por pura falta de um projeto comercial, quando me refiro a comercial vc entende o que quero dizer.</p>
<p>O dinheiro publico deveria ser utilizado para bens e nao para produtos pois um se difere do outro na hora de ser consumido, o bem esta ao alcance de todos o produto, por sua natureza, excludente que é necessita de moeda de troca, essa logica é a que considera que é necessario agregar valor ao produto para sua maior valia, o q o torna mais excludente ainda e esse é o discurso que muitos q defendem o atual formato de direito autoral e propriedade intelectual lançam mao.</p>
<p>Acho pertinente a criaçao de um orgao que nos moldes de uma agencia ordene minimamente o estado das coisas. Em relacao ao direito autoral, como esta é uma vergonha e na falta do estado o oportunismo pulula, o ecad é a prova disso, quem defende o ecad precisa rever sua posiçao em relaçao a algumas questoes politicas. Se é para moralizar o ecad porque nao moralizar o direito autoral.</p>
<p>Agora é a hora, mas concordo com voce, náo dá para ser guela abaixo, porque soa ingenuo achar que o poderoso mercado, com todos os seus instrumentos e cooptaçao e convencimento ideológico irá permitir que alguenzinho venha bater com o cabo da vassou na caixa das vespas.</p>
<p>Esse espaço é livre, viva ele.</p>
<p>william alves.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/a-nova-aventura-do-minc/comment-page-1/#comment-71776</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 10:29:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10605#comment-71776</guid>
		<description>Caro Gustavo, obrigado por suas palavras. O projeto de Lei não muda só a relação com o Ecad, que é uma vergonha para todos nós. Ele mexe com outras questões de regulação que influenciam a vida de todos os artistas e profissionais de cultura. As pessoas do ramo com quem eu conversei, de várias vertentes, estão transtornadas. O projeto foi novamente feito a quatro paredes, sem diálogo e sem ampla negociação e contraposição de interesses, públicos e privados. Tanto que o MinC recuou. Não vai apresentar projeto algum. A visão que eu tenho é que não falta coragem ao MinC para enfrentar questões relevantes, mas falta conhecimento técnico e um diálogo desideologizado, para que possa alcançar o interesse público mais amplo. Abs, LB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Gustavo, obrigado por suas palavras. O projeto de Lei não muda só a relação com o Ecad, que é uma vergonha para todos nós. Ele mexe com outras questões de regulação que influenciam a vida de todos os artistas e profissionais de cultura. As pessoas do ramo com quem eu conversei, de várias vertentes, estão transtornadas. O projeto foi novamente feito a quatro paredes, sem diálogo e sem ampla negociação e contraposição de interesses, públicos e privados. Tanto que o MinC recuou. Não vai apresentar projeto algum. A visão que eu tenho é que não falta coragem ao MinC para enfrentar questões relevantes, mas falta conhecimento técnico e um diálogo desideologizado, para que possa alcançar o interesse público mais amplo. Abs, LB</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/a-nova-aventura-do-minc/comment-page-1/#comment-71738</link>
		<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 19:19:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=10605#comment-71738</guid>
		<description>Olá, sou seguidor deste blog já faz um tempo. Em todas as matérias vi as inúmeras discordâncias de Brant com o MINC. Acho importante termos independência e também coragem de cobrar politicas mais democráticas e efetivas para área da cultura. No entanto, gostaria de expressar minha decepção com este último artigo, se referindo a proposta do Minc como intervencionista, afirmando uma pretensa &quot;arrogância e o ímpeto estatizante de quem tem certeza que vai continuar no poder por muito tempo. Eu não estaria assim tão certo&quot; Brant.
Sinceramente, O escritório de arrcadação de direito autoral da música no Brasil (ECAD) é o ÚNICO em todo o PLANETA que não possui uma fiscalização pública. Todos nós que trabalhamos com a música no país sabemos do comportamento mafioso da entidade e suas associações, que assumindo uma postura fora dos tempos atuais, multam e impedem colégios públicos de periferia de realizar uma festa junina senão pagar os direitos autorais, ao mesmo tempo que repassa este montante de verba para as &quot;100 mais tocadas&quot; da rádio por exemplo, ou seja, as 100 mais jabazeiras.
defender estes caras é defender o Mercado, e nao a Cultura, daí já dialogámos a partir de visões opostas mesmo
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, sou seguidor deste blog já faz um tempo. Em todas as matérias vi as inúmeras discordâncias de Brant com o MINC. Acho importante termos independência e também coragem de cobrar politicas mais democráticas e efetivas para área da cultura. No entanto, gostaria de expressar minha decepção com este último artigo, se referindo a proposta do Minc como intervencionista, afirmando uma pretensa &#8220;arrogância e o ímpeto estatizante de quem tem certeza que vai continuar no poder por muito tempo. Eu não estaria assim tão certo&#8221; Brant.<br />
Sinceramente, O escritório de arrcadação de direito autoral da música no Brasil (ECAD) é o ÚNICO em todo o PLANETA que não possui uma fiscalização pública. Todos nós que trabalhamos com a música no país sabemos do comportamento mafioso da entidade e suas associações, que assumindo uma postura fora dos tempos atuais, multam e impedem colégios públicos de periferia de realizar uma festa junina senão pagar os direitos autorais, ao mesmo tempo que repassa este montante de verba para as &#8220;100 mais tocadas&#8221; da rádio por exemplo, ou seja, as 100 mais jabazeiras.<br />
defender estes caras é defender o Mercado, e nao a Cultura, daí já dialogámos a partir de visões opostas mesmo<br />
abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

