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	<title>Comentários sobre: A criação artística brasileira está agonizando</title>
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	<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/</link>
	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75770</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 02:59:37 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos, o mecenato da malfalada Lei Rouanet financia 10 vezes mais projetos do que todos os editais públicos juntos. Acabo de escrever um artigo sobre isso. Existe uma concentração, isso já apontamos há 10 anos. Mas ela é ainda mais gritante por parte do Estado, que o mais clientelista e interesseiro de todos os financiadores. 

Temos que promover alterações urgentes na Lei, em prol da moralidade e da ética em relação ao uso do dinheiro público. Mas esse Procultura não fará nada disso. É um projeto mal arquitetado, feito com bases eleitoreiras, por quem não entende nada da dor do calo do artista. Se hoje a situação está ruim, acredite, ela vai piorar. E muito. 

Compreendo a sua raiva e sua indignação em relação à Lei. Sou solidário a ela. Mas a Lei é apenas um pedaço de papel com tinta. O problema é sua aplicabilidade. O setor cultural vem sendo vítima do Ministério da Cultura no cumprimento de suas obrigações em relação à Lei Rouanet, isso sem falar no FNC, cuja caixa preta encontra-se mais lacrada do que nunca. 

O Estado precisa mostrar capacidade de gestão antes de querer centralizar qualquer mecanismo. E tem que saber colocar no papel suas &quot;boas intenções&quot;. Ao ler o texto do projeto de lei penso estar num regime fascista. Ao compará-lo com a propaganda estatal milionária, veiculada em todos os grandes meios de comunicação do país, enxergo um discurso minuciosamente arquitetado para suprir a carência de Estado, de democracia que todos setimos. E que não se realizará. Leia você mesmo o texto e confirme o que estou dizendo. 

O volume de frases de efeito e de pouca aplicabilidade jurídica se avoluma a cada versão do projeto. Mudar a Lei Rouanet é questão de vontade política e capacidade de gestão. O que estamos vendo é um circo, uma pirotecnia sem qualque efeito prático.

Abs, LB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos, o mecenato da malfalada Lei Rouanet financia 10 vezes mais projetos do que todos os editais públicos juntos. Acabo de escrever um artigo sobre isso. Existe uma concentração, isso já apontamos há 10 anos. Mas ela é ainda mais gritante por parte do Estado, que o mais clientelista e interesseiro de todos os financiadores. </p>
<p>Temos que promover alterações urgentes na Lei, em prol da moralidade e da ética em relação ao uso do dinheiro público. Mas esse Procultura não fará nada disso. É um projeto mal arquitetado, feito com bases eleitoreiras, por quem não entende nada da dor do calo do artista. Se hoje a situação está ruim, acredite, ela vai piorar. E muito. </p>
<p>Compreendo a sua raiva e sua indignação em relação à Lei. Sou solidário a ela. Mas a Lei é apenas um pedaço de papel com tinta. O problema é sua aplicabilidade. O setor cultural vem sendo vítima do Ministério da Cultura no cumprimento de suas obrigações em relação à Lei Rouanet, isso sem falar no FNC, cuja caixa preta encontra-se mais lacrada do que nunca. </p>
<p>O Estado precisa mostrar capacidade de gestão antes de querer centralizar qualquer mecanismo. E tem que saber colocar no papel suas &#8220;boas intenções&#8221;. Ao ler o texto do projeto de lei penso estar num regime fascista. Ao compará-lo com a propaganda estatal milionária, veiculada em todos os grandes meios de comunicação do país, enxergo um discurso minuciosamente arquitetado para suprir a carência de Estado, de democracia que todos setimos. E que não se realizará. Leia você mesmo o texto e confirme o que estou dizendo. </p>
<p>O volume de frases de efeito e de pouca aplicabilidade jurídica se avoluma a cada versão do projeto. Mudar a Lei Rouanet é questão de vontade política e capacidade de gestão. O que estamos vendo é um circo, uma pirotecnia sem qualque efeito prático.</p>
<p>Abs, LB</p>
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	<item>
		<title>Por: eduesteves</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75754</link>
		<dc:creator>eduesteves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 00:13:30 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpem a minha ignorância sobre leis. Eu sou somente um artista plástico, que as vezes deixar da lado coisas importantes, para comprar materiais de uso no meu trabalho.
Eu dispenso as leis, por achar que o maior incentivo que poderia se dar ao artista,e a liberdade  de  expressar as suas idéias.
Grafiteiros são obrigados a sair na calada da noite correndo todo tipo de risco.
Quem quiser expor na praça terá que se sujeitar a burroclatas medíocres que vão lhe criar dificuldades para vender facilidades
A mais críticos que artistas.
Os artistocratas não perdem uma oportunidade de impor a uma sociedade de idiotas, os seus medíocres trabalho premiadíssimos pelas Maria- das- Artes e por críticos sem talento que vive da troca de favores.
Desculpem mais uma vez  por eu ter fugido em parte do assunto, mas na minha opinião o que  falta  no Brasil e seriedade com a arte e seus artistas. 
Espaços públicos como os do Metro, são ocupados por propagandas ou ficam vazios, quando não são preenchidos por algum ilustre desconhecido  impondo um padrão estético a gerações de autômatos alienígenas, preocupados com os seus botões. 
Tirem das costa dos artistas os Burroclatas,a Policia, Porteiros, Seguranças, críticos, os  medíocres,os  Artistocratas as Maria- das- Artes,os idiotas, a ignorância, os padrões externos, a ma Fe, os mentirosos,os diplomados e etc.
Ai  veremos um Brasil rico de talentos, os seus verdadeiros filhos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem a minha ignorância sobre leis. Eu sou somente um artista plástico, que as vezes deixar da lado coisas importantes, para comprar materiais de uso no meu trabalho.<br />
Eu dispenso as leis, por achar que o maior incentivo que poderia se dar ao artista,e a liberdade  de  expressar as suas idéias.<br />
Grafiteiros são obrigados a sair na calada da noite correndo todo tipo de risco.<br />
Quem quiser expor na praça terá que se sujeitar a burroclatas medíocres que vão lhe criar dificuldades para vender facilidades<br />
A mais críticos que artistas.<br />
Os artistocratas não perdem uma oportunidade de impor a uma sociedade de idiotas, os seus medíocres trabalho premiadíssimos pelas Maria- das- Artes e por críticos sem talento que vive da troca de favores.<br />
Desculpem mais uma vez  por eu ter fugido em parte do assunto, mas na minha opinião o que  falta  no Brasil e seriedade com a arte e seus artistas.<br />
Espaços públicos como os do Metro, são ocupados por propagandas ou ficam vazios, quando não são preenchidos por algum ilustre desconhecido  impondo um padrão estético a gerações de autômatos alienígenas, preocupados com os seus botões.<br />
Tirem das costa dos artistas os Burroclatas,a Policia, Porteiros, Seguranças, críticos, os  medíocres,os  Artistocratas as Maria- das- Artes,os idiotas, a ignorância, os padrões externos, a ma Fe, os mentirosos,os diplomados e etc.<br />
Ai  veremos um Brasil rico de talentos, os seus verdadeiros filhos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75740</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 21:17:28 +0000</pubDate>
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		<description>Questão de sobrevivência de quem, Leonardo? De uma meia-dúzia de bem-aventurados, sobretudo da Avenida Paulista? O ideário Rouanet remonta um mosaico de sofismas, de efeitos. Não tem nhem nhem nhem a la FHC nenhum. O propósito dessa lei que é um lixo é, como dizia Henfil, &quot;a incorporação do caboco mamador&quot;, que ele mandava para o cemitério.

É isso essa lei, uma teta sistematizada que põe uma mangueira curta nas tetas da leiteira premiada direto pra boca dessa mamação histórica dos bons filhos da gentil pátria amada.

Aqui fora, na realidade cotidiana, os artistas, classe que faço parte, nhem nhem nhem é o gemido de quem está com os calos em brasa de tanto caminhar pra lá e pra cá, de marketing em marketing e ter que sentar em frente a um burro motivado, marketeiro empresarial que lucra com essa nova saga de nomenclatura, os MBAs do marketing cultural, que são os curupiras dos curupiras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão de sobrevivência de quem, Leonardo? De uma meia-dúzia de bem-aventurados, sobretudo da Avenida Paulista? O ideário Rouanet remonta um mosaico de sofismas, de efeitos. Não tem nhem nhem nhem a la FHC nenhum. O propósito dessa lei que é um lixo é, como dizia Henfil, &#8220;a incorporação do caboco mamador&#8221;, que ele mandava para o cemitério.</p>
<p>É isso essa lei, uma teta sistematizada que põe uma mangueira curta nas tetas da leiteira premiada direto pra boca dessa mamação histórica dos bons filhos da gentil pátria amada.</p>
<p>Aqui fora, na realidade cotidiana, os artistas, classe que faço parte, nhem nhem nhem é o gemido de quem está com os calos em brasa de tanto caminhar pra lá e pra cá, de marketing em marketing e ter que sentar em frente a um burro motivado, marketeiro empresarial que lucra com essa nova saga de nomenclatura, os MBAs do marketing cultural, que são os curupiras dos curupiras.</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75734</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 20:41:49 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Alexandre Lambert 
De fato, no calor dessa fervura toda, a gente acaba mesmo se brutalizando e caindo na armadilha de enfiar o pé na porta, pior, na jaca na de fazer as nossas críticas. Essa ansiedade por uma mudança de 360 graus, sobretudo na decaptação da infeliz ideia chamada Lei Rouanet, a gente atropela a língua que, em alguns momentos, vira um trapo.
 
Não que eu aplauda Gil, acho que seu componente de enfrentamento foi subsidiado por uma alegoria que construiu muito mais expectativas que ação. Mas quero crer, até porque o defendi inúmeras vezes no início da sua gestão em calorosos e estapeados debates. Continuo acreditando que Gil, com essa carta de coringa da multiculturalidade não privilegiou as quantias da mesma como a sociedade, ao longo de sua história, organizou, acabando por revelar uma política intransigente contra o que ele defendia.
Acho que carecemos de uma observação mais humilde para compreendermos sirurgicamente como a sociedade estabeleceu as suas relações para que o traço do Estado de fato dê suporte aos seus anseios. Juca Ferreira, a quem critiquei fortemente logo no início do seu mandato, por intensificar alguns cacoetes de Gil, tem hoje um admirador, pelo enfrentamento franco a essa coluna conservadora que quer sustentar a teia de privilégios através da Lei Rouanet. Já disse aqui, Juca fez um golaço no debate da Folha, quando teve a coragem de enfrentar todo aquele circo armado para detonar o Ministério da Cultura. Ali Juca ganhou a simpatia de muita gente, por cumprir a principal agenda de desmistificar a figura paraninfo das oligarquias que João Sayad representa.
 
No meu próximo texto que espero que você leia, tentarei ser mais didático, mais técnico para mostrar o quanto tudo isso que acumulou lixos de clichês em torno da Lei Rouanet é uma fábrica de mentiras que sobrevive dos resíduos do pensamento oligárquico escravocrata.
Grande abraço e parabéns pela luta que espero ser vitoriosa.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Alexandre Lambert<br />
De fato, no calor dessa fervura toda, a gente acaba mesmo se brutalizando e caindo na armadilha de enfiar o pé na porta, pior, na jaca na de fazer as nossas críticas. Essa ansiedade por uma mudança de 360 graus, sobretudo na decaptação da infeliz ideia chamada Lei Rouanet, a gente atropela a língua que, em alguns momentos, vira um trapo.</p>
<p>Não que eu aplauda Gil, acho que seu componente de enfrentamento foi subsidiado por uma alegoria que construiu muito mais expectativas que ação. Mas quero crer, até porque o defendi inúmeras vezes no início da sua gestão em calorosos e estapeados debates. Continuo acreditando que Gil, com essa carta de coringa da multiculturalidade não privilegiou as quantias da mesma como a sociedade, ao longo de sua história, organizou, acabando por revelar uma política intransigente contra o que ele defendia.<br />
Acho que carecemos de uma observação mais humilde para compreendermos sirurgicamente como a sociedade estabeleceu as suas relações para que o traço do Estado de fato dê suporte aos seus anseios. Juca Ferreira, a quem critiquei fortemente logo no início do seu mandato, por intensificar alguns cacoetes de Gil, tem hoje um admirador, pelo enfrentamento franco a essa coluna conservadora que quer sustentar a teia de privilégios através da Lei Rouanet. Já disse aqui, Juca fez um golaço no debate da Folha, quando teve a coragem de enfrentar todo aquele circo armado para detonar o Ministério da Cultura. Ali Juca ganhou a simpatia de muita gente, por cumprir a principal agenda de desmistificar a figura paraninfo das oligarquias que João Sayad representa.</p>
<p>No meu próximo texto que espero que você leia, tentarei ser mais didático, mais técnico para mostrar o quanto tudo isso que acumulou lixos de clichês em torno da Lei Rouanet é uma fábrica de mentiras que sobrevive dos resíduos do pensamento oligárquico escravocrata.<br />
Grande abraço e parabéns pela luta que espero ser vitoriosa.&#8221;</p>
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	<item>
		<title>Por: Leonardo Brant</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75733</link>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 20:40:20 +0000</pubDate>
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		<description>O povo brasileiro foi infeliz ao votar em Fernando Collor, que lacrou todas as instituições culturais do Brasil. A Lei Rouanet é o capeta, com seus efeitos neoliberais, eu sei. Mas é a base de sustentação do financiamento à cultura no país. Sou a favor da evolução por algo mais contemporâneo e eficaz. Não essa bobagem, esse arremedo neomarxista que é o Procultura. Se é para brigar por algo, brigue pela construção de algo que valha a pena, nunca pela destruição do sustento de um mercado que existe e mostra avanço e vitalidade. É um mercado que depende de dinheiro público, como muitos outros mercados. 

A indústria financeira toda depende de dinheiro público, que sustenta e paga juros. Devíamos estar brigando para acabar com o escoamento do Erário para os bancos e não para a produção cultural, mesmo que comercial. É questão de sobrevivência. O resto é um nhem-nhem-nhem ideológico sem cabimento, pois representa a morte de boa parte da produção cultural do país. 

Dê uma olhada nos números. 80% do financiamento público do Brasil depende de leis de incentivo. Cortar o mal pela raiz significa cortar o suprimento de uma vasta cadeia produtiva. Segundo dados do MinC essa cadeia movimenta 150 mil empresas em todo o país. 

Abs, LB</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O povo brasileiro foi infeliz ao votar em Fernando Collor, que lacrou todas as instituições culturais do Brasil. A Lei Rouanet é o capeta, com seus efeitos neoliberais, eu sei. Mas é a base de sustentação do financiamento à cultura no país. Sou a favor da evolução por algo mais contemporâneo e eficaz. Não essa bobagem, esse arremedo neomarxista que é o Procultura. Se é para brigar por algo, brigue pela construção de algo que valha a pena, nunca pela destruição do sustento de um mercado que existe e mostra avanço e vitalidade. É um mercado que depende de dinheiro público, como muitos outros mercados. </p>
<p>A indústria financeira toda depende de dinheiro público, que sustenta e paga juros. Devíamos estar brigando para acabar com o escoamento do Erário para os bancos e não para a produção cultural, mesmo que comercial. É questão de sobrevivência. O resto é um nhem-nhem-nhem ideológico sem cabimento, pois representa a morte de boa parte da produção cultural do país. </p>
<p>Dê uma olhada nos números. 80% do financiamento público do Brasil depende de leis de incentivo. Cortar o mal pela raiz significa cortar o suprimento de uma vasta cadeia produtiva. Segundo dados do MinC essa cadeia movimenta 150 mil empresas em todo o país. </p>
<p>Abs, LB</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75727</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 19:48:58 +0000</pubDate>
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		<description>Alexandre Lambert 
De fato, no calor dessa fervura toda, a gente acaba mesmo se brutalizando e caindo na armadilha de enfiar o pé na porta, pior, na jaca na de fazer as nossas críticas. Essa ansiedade por uma mudança de 360 graus, sobretudo na decaptação da infeliz ideia chamada Lei Rouanet, a gente atropela a língua que, em alguns momentos, vira um trapo.
 
Não que eu aplauda Gil, acho que seu componente de enfrentamento foi subsidiado por uma alegoria que construiu muito mais expectativas que ação. Mas quero crer, até porque o defendi inúmeras vezes no início da sua gestão em calorosos e estapeados debates. Continuo acreditando que Gil, com essa carta de coringa da multiculturalidade não privilegiou as quantias da mesma como a sociedade, ao longo de sua história, organizou, acabando por revelar uma política intransigente contra o que ele defendia.
Acho que carecemos de uma observação mais humilde para compreendermos sirurgicamente como a sociedade estabeleceu as suas relações para que o traço do Estado de fato dê suporte aos seus anseios. Juca Ferreira, a quem critiquei fortemente logo no início do seu mandato, por intensificar alguns cacoetes de Gil, tem hoje um admirador, pelo enfrentamento franco a essa coluna conservadora que quer sustentar a teia de privilégios através da Lei Rouanet. Já disse aqui, Juca fez um golaço no debate da Folha, quando teve a coragem de enfrentar todo aquele circo armado para detonar o Ministério da Cultura. Ali Juca ganhou a simpatia de muita gente, por cumprir a principal agenda de desmistificar a figura paraninfo das oligarquias que João Sayad representa.
 
No meu próximo texto que espero que você leia, tentarei ser mais didático, mais técnico para mostrar o quanto tudo isso que acumulou lixos de clichês em torno da Lei Rouanet é uma fábrica de mentiras que sobrevive dos resíduos do pensamento oligárquico escravocrata.
Grande abraço e parabéns pela luta que espero ser vitoriosa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Lambert<br />
De fato, no calor dessa fervura toda, a gente acaba mesmo se brutalizando e caindo na armadilha de enfiar o pé na porta, pior, na jaca na de fazer as nossas críticas. Essa ansiedade por uma mudança de 360 graus, sobretudo na decaptação da infeliz ideia chamada Lei Rouanet, a gente atropela a língua que, em alguns momentos, vira um trapo.</p>
<p>Não que eu aplauda Gil, acho que seu componente de enfrentamento foi subsidiado por uma alegoria que construiu muito mais expectativas que ação. Mas quero crer, até porque o defendi inúmeras vezes no início da sua gestão em calorosos e estapeados debates. Continuo acreditando que Gil, com essa carta de coringa da multiculturalidade não privilegiou as quantias da mesma como a sociedade, ao longo de sua história, organizou, acabando por revelar uma política intransigente contra o que ele defendia.<br />
Acho que carecemos de uma observação mais humilde para compreendermos sirurgicamente como a sociedade estabeleceu as suas relações para que o traço do Estado de fato dê suporte aos seus anseios. Juca Ferreira, a quem critiquei fortemente logo no início do seu mandato, por intensificar alguns cacoetes de Gil, tem hoje um admirador, pelo enfrentamento franco a essa coluna conservadora que quer sustentar a teia de privilégios através da Lei Rouanet. Já disse aqui, Juca fez um golaço no debate da Folha, quando teve a coragem de enfrentar todo aquele circo armado para detonar o Ministério da Cultura. Ali Juca ganhou a simpatia de muita gente, por cumprir a principal agenda de desmistificar a figura paraninfo das oligarquias que João Sayad representa.</p>
<p>No meu próximo texto que espero que você leia, tentarei ser mais didático, mais técnico para mostrar o quanto tudo isso que acumulou lixos de clichês em torno da Lei Rouanet é uma fábrica de mentiras que sobrevive dos resíduos do pensamento oligárquico escravocrata.<br />
Grande abraço e parabéns pela luta que espero ser vitoriosa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75724</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 19:26:19 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado pela aula Caio Ramos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pela aula Caio Ramos!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Caio Ramos</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75660</link>
		<dc:creator>Caio Ramos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 23:35:06 +0000</pubDate>
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		<description>Idiotas falam mal do lucro sem nem mesmo saber o significado , e usam para dar uma graça e nenhum significado para o texto expressoes vazias como &quot;genealogia da moral do lucro&quot; . Para piorar defendem que a cultura seja financiada com dinheiro roubado (impostos) .
Não basta dizer que as pessoas tem o direito de gastar seu dinheiro como bem intendem ?
Que o valor é subjetivo e que qualquer uso desse dinheiro pelo governo será uma forma arbitraria de dizer quem merece recece-lo ?
O lucro beneficia os trabalhos que o público gosta , se &quot;grandes artistas&quot; não conseguem contemplar essas pessoas e ter lucro que banquem então com seu proprio dinheiro o seu trabalho . 

Não importa como seja gasto o dinheiro da lei Rouanet , ele só é possivel com roubo . 
Tirem impostos das pessoas , parem de rouba-las , com dinheiro no bolso elas terão a oportunidade de escolher o que querem ou não assistir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Idiotas falam mal do lucro sem nem mesmo saber o significado , e usam para dar uma graça e nenhum significado para o texto expressoes vazias como &#8220;genealogia da moral do lucro&#8221; . Para piorar defendem que a cultura seja financiada com dinheiro roubado (impostos) .<br />
Não basta dizer que as pessoas tem o direito de gastar seu dinheiro como bem intendem ?<br />
Que o valor é subjetivo e que qualquer uso desse dinheiro pelo governo será uma forma arbitraria de dizer quem merece recece-lo ?<br />
O lucro beneficia os trabalhos que o público gosta , se &#8220;grandes artistas&#8221; não conseguem contemplar essas pessoas e ter lucro que banquem então com seu proprio dinheiro o seu trabalho . </p>
<p>Não importa como seja gasto o dinheiro da lei Rouanet , ele só é possivel com roubo .<br />
Tirem impostos das pessoas , parem de rouba-las , com dinheiro no bolso elas terão a oportunidade de escolher o que querem ou não assistir.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Kildere</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75538</link>
		<dc:creator>Kildere</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 16:27:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11490#comment-75538</guid>
		<description>Olá Carlos!

Concordo plenamente com você e acrescento:

A raiz maligna de todos os males é o dinheiro e consequentemente o poder, então seria necessário que aqueles que estão com o poder nas mãos, se convertam a justiça e a verdade. Para alguns isso é uma quimera, mas eu creio na esperança como fórmula para ressureição desse mar morto.

Att.

Kildere Moura</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Carlos!</p>
<p>Concordo plenamente com você e acrescento:</p>
<p>A raiz maligna de todos os males é o dinheiro e consequentemente o poder, então seria necessário que aqueles que estão com o poder nas mãos, se convertam a justiça e a verdade. Para alguns isso é uma quimera, mas eu creio na esperança como fórmula para ressureição desse mar morto.</p>
<p>Att.</p>
<p>Kildere Moura</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Lambert</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75347</link>
		<dc:creator>Alexandre Lambert</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 23:46:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11490#comment-75347</guid>
		<description>Carlos Henrique, sou membro do Colegiado Setorial de Artes Visuais, também somos contra a Lei Rouanet, mas acho que o ataque a Gil talvez seja demasiado, ele encaminhou várias propostas apresentadas pelos Colegiados - orgãos consultivos do CNPC/MinC - elaboramos documentos densos fazendo uma análise profunda da situação cultural brasileira - esse documentos podem ser encontrados no site do Ministério. O trabalho que Juca Ferreira vem desenvolvendo é bem melhor do que o levado por Gil. Juca tem falado abertamente que a Lei Rouanet só tem beneficiado aos Departamentos de Marketing das empresas e que 95% dos recursos utilizados por essas empresas são dinheiro público via renúncia fiscal, o que nós propomos e o que estamos querendo é que a maior parte desse dinheiro fique sob o Controle do Estado, pelo MInC, pelo CNPC , pela FUNARTE, que realmente os artista possam ter a liberdade de criação que devam ter, e não ficarem na dependência do gosto e dos interesses dos Departamentos de Marketing.
O foco de nossa luta é contra a Lei Rouanet, ela vai ser alterada este ano, precisamos estar atento e mobilizados para fazer valer os nosso interesses culturais e artísticos.
Respeitosamente,
Alexandre Lambert
Representante da Região Sudeste - eleito pela base do Rio de Janeiro
para o CSAV/CNPC - 20005/2009.
P.S. Está havendo um processo eleitoral para os novos Colegiados por todo o País.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Henrique, sou membro do Colegiado Setorial de Artes Visuais, também somos contra a Lei Rouanet, mas acho que o ataque a Gil talvez seja demasiado, ele encaminhou várias propostas apresentadas pelos Colegiados &#8211; orgãos consultivos do CNPC/MinC &#8211; elaboramos documentos densos fazendo uma análise profunda da situação cultural brasileira &#8211; esse documentos podem ser encontrados no site do Ministério. O trabalho que Juca Ferreira vem desenvolvendo é bem melhor do que o levado por Gil. Juca tem falado abertamente que a Lei Rouanet só tem beneficiado aos Departamentos de Marketing das empresas e que 95% dos recursos utilizados por essas empresas são dinheiro público via renúncia fiscal, o que nós propomos e o que estamos querendo é que a maior parte desse dinheiro fique sob o Controle do Estado, pelo MInC, pelo CNPC , pela FUNARTE, que realmente os artista possam ter a liberdade de criação que devam ter, e não ficarem na dependência do gosto e dos interesses dos Departamentos de Marketing.<br />
O foco de nossa luta é contra a Lei Rouanet, ela vai ser alterada este ano, precisamos estar atento e mobilizados para fazer valer os nosso interesses culturais e artísticos.<br />
Respeitosamente,<br />
Alexandre Lambert<br />
Representante da Região Sudeste &#8211; eleito pela base do Rio de Janeiro<br />
para o CSAV/CNPC &#8211; 20005/2009.<br />
P.S. Está havendo um processo eleitoral para os novos Colegiados por todo o País.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75311</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 14:42:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11490#comment-75311</guid>
		<description>Desculpe, mas a frase certa do meu comentario é....
&quot;Mas não acho que a grana ou o volume dela são as nossas urgencias&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe, mas a frase certa do meu comentario é&#8230;.<br />
&#8220;Mas não acho que a grana ou o volume dela são as nossas urgencias&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/a-criacao-artistica-brasileira-esta-agonizando/comment-page-1/#comment-75309</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 14:38:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11490#comment-75309</guid>
		<description>Sempre instrumentos de financiamento publicos Sergio.
Historicamente as boas coisas andaram no Brasil por esta via.
O mercado terá que buscar uma outra logica, bem menos irresponsavel.
Mas não acho que a grana ou o volume dela não são as nossas urgencias.
O pensamento sim, esta falido, tanto no mundo academico como no comercial.
Falo sobre isso no artigo que estara aqui esta semana.
Abração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre instrumentos de financiamento publicos Sergio.<br />
Historicamente as boas coisas andaram no Brasil por esta via.<br />
O mercado terá que buscar uma outra logica, bem menos irresponsavel.<br />
Mas não acho que a grana ou o volume dela não são as nossas urgencias.<br />
O pensamento sim, esta falido, tanto no mundo academico como no comercial.<br />
Falo sobre isso no artigo que estara aqui esta semana.<br />
Abração.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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