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	<title>Comentários sobre: O mercado e as redes culturais</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Abra&#227;o Antunes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-91129</link>
		<dc:creator>Abra&#227;o Antunes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 21:55:09 +0000</pubDate>
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		<description>Belo post, Brant. Creio que uma das possibilidades da Rede &#233; a articula&#231;&#227;o entre membros diversos envolvidos na quest&#227;o do melhor acesso cultural no pa&#237;s, antes destitu&#237;dos de um instrumento / pol&#237;ticas com essa finalidade; nesse sentido, indico que conhe&#231;am a RBBC - Rede Brasil de Bibliotecas Comunit&#225;rias, em: &lt;a href=&quot;http://rbbconexoes.ning.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://rbbconexoes.ning.com&lt;/a&gt; 
 
Estamos ainda em nosso come&#231;o, tentando verificar que tipos de a&#231;&#245;es s&#227;o desenvolvidas nesses espa&#231;os, criando t&#243;picos de apoio t&#233;cnico para os respons&#225;veis por tais Bibliotecas, e fortalecendo a atua&#231;&#227;o universit&#225;ria no apoio a tais iniciativas (h&#225; dois projetos de bolsas rec&#233;-aprovados nesse projeto advindos da USP e da UNIRIO).  
 
Nesse caso, o que come&#231;ou como uma simples Rede Social (usando a plataforma Ning) tem como meta transformar-se num instrumento efetivo de aperfei&#231;oamento de pol&#237;ticas p&#250;blicas para leitura. Indo al&#233;m da Rede na Internet, tendo reuni&#245;es presenciais com atores da sociedade civil e do Estado atuantes na &#225;rea de Bibliotecas, fortalecemos cada vez mais nossa capacidade de atua&#231;&#227;o.  
 
 </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo post, Brant. Creio que uma das possibilidades da Rede &eacute; a articula&ccedil;&atilde;o entre membros diversos envolvidos na quest&atilde;o do melhor acesso cultural no pa&iacute;s, antes destitu&iacute;dos de um instrumento / pol&iacute;ticas com essa finalidade; nesse sentido, indico que conhe&ccedil;am a RBBC &#8211; Rede Brasil de Bibliotecas Comunit&aacute;rias, em: <a href="http://rbbconexoes.ning.com" target="_blank">http://rbbconexoes.ning.com</a> </p>
<p>Estamos ainda em nosso come&ccedil;o, tentando verificar que tipos de a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o desenvolvidas nesses espa&ccedil;os, criando t&oacute;picos de apoio t&eacute;cnico para os respons&aacute;veis por tais Bibliotecas, e fortalecendo a atua&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria no apoio a tais iniciativas (h&aacute; dois projetos de bolsas rec&eacute;-aprovados nesse projeto advindos da USP e da UNIRIO).  </p>
<p>Nesse caso, o que come&ccedil;ou como uma simples Rede Social (usando a plataforma Ning) tem como meta transformar-se num instrumento efetivo de aperfei&ccedil;oamento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para leitura. Indo al&eacute;m da Rede na Internet, tendo reuni&otilde;es presenciais com atores da sociedade civil e do Estado atuantes na &aacute;rea de Bibliotecas, fortalecemos cada vez mais nossa capacidade de atua&ccedil;&atilde;o.</p>
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		<title>Por: Luciano</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-89758</link>
		<dc:creator>Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 01:44:50 +0000</pubDate>
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		<description>Eua, California, Los Angeles, Venice beach. Divulgando a musica brasileira (?). A musica e  
inha e sou brasileiro. Sozinho. Nao tem embaixada, consulado, ministro, secretaria da cultura nem fundacao cultural, nem Lei nem patrocinio. Tem banheiro p limpar, pizza p entregar e Prato p lavar. Isso e real. Nao tenho amigos q aprovem meus projetos. Qtas pecas e filmed e discos foram feitos (mal) feitos c o suado dinjeiro do poco brasileiro? Q sta aki comigo porque ai nao da? E tudo  grande negocio. Ja falava cazuza . Boa sorte pro artists d berdad </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eua, California, Los Angeles, Venice beach. Divulgando a musica brasileira (?). A musica e </p>
<p>inha e sou brasileiro. Sozinho. Nao tem embaixada, consulado, ministro, secretaria da cultura nem fundacao cultural, nem Lei nem patrocinio. Tem banheiro p limpar, pizza p entregar e Prato p lavar. Isso e real. Nao tenho amigos q aprovem meus projetos. Qtas pecas e filmed e discos foram feitos (mal) feitos c o suado dinjeiro do poco brasileiro? Q sta aki comigo porque ai nao da? E tudo  grande negocio. Ja falava cazuza . Boa sorte pro artists d berdad</p>
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		<title>Por: Ernani</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-89684</link>
		<dc:creator>Ernani</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 12:45:08 +0000</pubDate>
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		<description>Tendo a discordar de pensamentos dicotomicos, do tipo: ou &#233; mercado, ou &#233; rede... assim como resisto &#225; ideia de que os &#226;mbitos colaborativos ir&#227;o transformar ou devam transformar os &#226;mbitos onde &quot;impera&quot; a competi&#231;&#227;o e o mercado. Os conceitos de cultura e de institui&#231;&#227;o s&#227;o extremamente pr&#243;ximos e, creio, devemos ter ambos em mente, quando pensamos em como lidar com aparatos institucionalizados, ou aculturados..,. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo a discordar de pensamentos dicotomicos, do tipo: ou &eacute; mercado, ou &eacute; rede&#8230; assim como resisto &aacute; ideia de que os &acirc;mbitos colaborativos ir&atilde;o transformar ou devam transformar os &acirc;mbitos onde &quot;impera&quot; a competi&ccedil;&atilde;o e o mercado. Os conceitos de cultura e de institui&ccedil;&atilde;o s&atilde;o extremamente pr&oacute;ximos e, creio, devemos ter ambos em mente, quando pensamos em como lidar com aparatos institucionalizados, ou aculturados..,.</p>
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		<title>Por: marcos</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-89337</link>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 20:39:22 +0000</pubDate>
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		<description>acredito que seja um misto das duas formas: a &#039;de mercado&#039; e a de &#039;rede&#039;; ou seja, nem tudo &#233; colaborac&#227;o e socializa&#231;&#227;o de saberes, h&#225; isto mas h&#225; tamb&#233;m competi&#231;&#227;o - basta ver as discuss&#245;es em torno aos editais p&#250;blicos. Outra reflex&#227;o que me vem &#233; at&#233; que ponto estes &#226;mbitos da cultura que est&#227;o funcionando colaborativamente ter&#227;o for&#231;a para transformar os &#226;mbitos onde impera a competi&#231;&#227;o e o &#039;mercado&#039;...  </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acredito que seja um misto das duas formas: a &#39;de mercado&#39; e a de &#39;rede&#39;; ou seja, nem tudo &eacute; colaborac&atilde;o e socializa&ccedil;&atilde;o de saberes, h&aacute; isto mas h&aacute; tamb&eacute;m competi&ccedil;&atilde;o &#8211; basta ver as discuss&otilde;es em torno aos editais p&uacute;blicos. Outra reflex&atilde;o que me vem &eacute; at&eacute; que ponto estes &acirc;mbitos da cultura que est&atilde;o funcionando colaborativamente ter&atilde;o for&ccedil;a para transformar os &acirc;mbitos onde impera a competi&ccedil;&atilde;o e o &#39;mercado&#39;&#8230;</p>
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		<title>Por: luciano</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-89322</link>
		<dc:creator>luciano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 18:37:14 +0000</pubDate>
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		<description>na teoria acho muito lindo. mas na real &#233; quem vc conhece. panelas. amiguinhos. muito social e pouca cultura. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>na teoria acho muito lindo. mas na real &eacute; quem vc conhece. panelas. amiguinhos. muito social e pouca cultura.</p>
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		<title>Por: Manno di Sousa</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-89299</link>
		<dc:creator>Manno di Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 13:38:53 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Existem inúmeras experiências bem-sucedidas, encorajadas pela cultura  Novos mercados e modos de fazer são constituídos a partir dessa lógica, da não-violência, não-competição e diversidade&quot;. 
                                                    Leonardo Brandt 
 
 
Leonardo, concordo com quase tudo no seu texto, seu pensamento está bacana mesmo. Contudo, nestes &quot;novos mercados&quot; há sim competitividade, tanto que para você participar nele precisa cria um perfil (é assim na conexãovivo) e ser aprovado por uma comissão ou um pessoa que escolherá esse ou aquela banda ou artista. O Fora do Eixo trabalha, quase ou especificamente, com banda de rock, por aí a palavras &quot;diversidade&quot; fica meio sem sentido. E deve se ficar atento para não caírmos na competitividade mercantil e mercenária, por enquanto, a competição passa por um crivo quase que suave, pois, mesmo assim, abre espaço para muitos artistas que estavam no anonimato ou no imbo, isso valoriza todo processo, mas não elimina a competitividade </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Existem inúmeras experiências bem-sucedidas, encorajadas pela cultura  Novos mercados e modos de fazer são constituídos a partir dessa lógica, da não-violência, não-competição e diversidade&#8221;.</p>
<p>                                                    Leonardo Brandt</p>
<p>Leonardo, concordo com quase tudo no seu texto, seu pensamento está bacana mesmo. Contudo, nestes &#8220;novos mercados&#8221; há sim competitividade, tanto que para você participar nele precisa cria um perfil (é assim na conexãovivo) e ser aprovado por uma comissão ou um pessoa que escolherá esse ou aquela banda ou artista. O Fora do Eixo trabalha, quase ou especificamente, com banda de rock, por aí a palavras &#8220;diversidade&#8221; fica meio sem sentido. E deve se ficar atento para não caírmos na competitividade mercantil e mercenária, por enquanto, a competição passa por um crivo quase que suave, pois, mesmo assim, abre espaço para muitos artistas que estavam no anonimato ou no imbo, isso valoriza todo processo, mas não elimina a competitividade</p>
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		<title>Por: Leonardo R. Palma</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-89193</link>
		<dc:creator>Leonardo R. Palma</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 21:24:53 +0000</pubDate>
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		<description>Uma observa&#231;&#227;o: somente os servi&#231;os que derivam em algum produto separ&#225;vel &#233; que podem ser trocados ... Para n&#227;o deixar d&#250;vidas ... </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma observa&ccedil;&atilde;o: somente os servi&ccedil;os que derivam em algum produto separ&aacute;vel &eacute; que podem ser trocados &#8230; Para n&atilde;o deixar d&uacute;vidas &#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Leonardo R. Palma</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-89010</link>
		<dc:creator>Leonardo R. Palma</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 19:01:29 +0000</pubDate>
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		<description>Boa a precis&#227;o no uso da express&#227;o &quot;compartilhamento de experi&#234;ncias&quot;! Parab&#233;ns! Sem isso, a no&#231;&#227;o abusivamente recorrente de &#8220;troca de experi&#234;ncia(s)&#8221; nos encaminha para dois universos problem&#225;ticos relevantes: o car&#225;ter singular e intransitivo da experi&#234;ncia, por um lado, e a intradutibilidade entre &#8220;pr&#225;ticas de compartilhamento&#8221; e &#8220;pr&#225;ticas de troca&#8221; (ou &#8220;troca&#8221; simplesmente). Podemos co-produzir experi&#234;ncias ou compartilh&#225;-las, nunca trocar. Podemos trocar objetos, presta&#231;&#245;es (servi&#231;os) e bens extr&#237;nsecos (&#8220;exterioridades estrangeiras&#8221;), mas n&#227;o experi&#234;ncias, viv&#234;ncias. O ponto fulcral aqui est&#225; no fato de que troca implica transfer&#234;ncia com subtra&#231;&#227;o daquilo que se transfere, ou seja, p&#244;r ou dar algo no lugar de outro lago, outra coisa, substituir. A consequ&#234;ncia pr&#225;tica de confundir tudo aqui, &#233; a incapacidade de se pensar o porqu&#234; de as pr&#225;ticas contempor&#226;neas de compartilhamento e usos comuns estarem no bojo das transforma&#231;&#245;es econ&#244;micas em curso, irredut&#237;veis &#224; no&#231;&#227;o de troca. S&#227;o essas pr&#225;ticas que est&#227;o desarmando as rela&#231;&#245;es de poder que sustentaram as economias da escassez e da raridade e abrindo passo para as economias das externalidades positivas e da exuber&#226;ncia. O crescimento tendencial da economia da cultura fica inapreens&#237;vel quando pensado em termos neo-industriais (da&#237; a insufici&#234;ncia e imprecis&#227;o das abordagens em termos de estoque, como na figura do &quot;conhecimento t&#225;cito&quot; da teoria do &quot;capital social&quot;, por exemplo). Outro problema que a falta dessa precis&#227;o pode acarretar &#233; a no&#231;&#227;o de &quot;ocupa&#231;&#227;o&quot; dos espa&#231;os, em vez de se pensar e compreender que produzimos espa&#231;os (p&#250;blicos, por exemplo!), territ&#243;rios, etc. Resqu&#237;cios indesej&#225;veis, quando fazem essas confus&#245;es, de vis&#245;es est&#225;ticas de mundo... Novamente, parab&#233;ns! O texto tem a sutileza da precis&#227;o desej&#225;vel! N&#227;o &#233; um detalhe, nem de longe. Adelante... </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa a precis&atilde;o no uso da express&atilde;o &quot;compartilhamento de experi&ecirc;ncias&quot;! Parab&eacute;ns! Sem isso, a no&ccedil;&atilde;o abusivamente recorrente de &ldquo;troca de experi&ecirc;ncia(s)&rdquo; nos encaminha para dois universos problem&aacute;ticos relevantes: o car&aacute;ter singular e intransitivo da experi&ecirc;ncia, por um lado, e a intradutibilidade entre &ldquo;pr&aacute;ticas de compartilhamento&rdquo; e &ldquo;pr&aacute;ticas de troca&rdquo; (ou &ldquo;troca&rdquo; simplesmente). Podemos co-produzir experi&ecirc;ncias ou compartilh&aacute;-las, nunca trocar. Podemos trocar objetos, presta&ccedil;&otilde;es (servi&ccedil;os) e bens extr&iacute;nsecos (&ldquo;exterioridades estrangeiras&rdquo;), mas n&atilde;o experi&ecirc;ncias, viv&ecirc;ncias. O ponto fulcral aqui est&aacute; no fato de que troca implica transfer&ecirc;ncia com subtra&ccedil;&atilde;o daquilo que se transfere, ou seja, p&ocirc;r ou dar algo no lugar de outro lago, outra coisa, substituir. A consequ&ecirc;ncia pr&aacute;tica de confundir tudo aqui, &eacute; a incapacidade de se pensar o porqu&ecirc; de as pr&aacute;ticas contempor&acirc;neas de compartilhamento e usos comuns estarem no bojo das transforma&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas em curso, irredut&iacute;veis &agrave; no&ccedil;&atilde;o de troca. S&atilde;o essas pr&aacute;ticas que est&atilde;o desarmando as rela&ccedil;&otilde;es de poder que sustentaram as economias da escassez e da raridade e abrindo passo para as economias das externalidades positivas e da exuber&acirc;ncia. O crescimento tendencial da economia da cultura fica inapreens&iacute;vel quando pensado em termos neo-industriais (da&iacute; a insufici&ecirc;ncia e imprecis&atilde;o das abordagens em termos de estoque, como na figura do &quot;conhecimento t&aacute;cito&quot; da teoria do &quot;capital social&quot;, por exemplo). Outro problema que a falta dessa precis&atilde;o pode acarretar &eacute; a no&ccedil;&atilde;o de &quot;ocupa&ccedil;&atilde;o&quot; dos espa&ccedil;os, em vez de se pensar e compreender que produzimos espa&ccedil;os (p&uacute;blicos, por exemplo!), territ&oacute;rios, etc. Resqu&iacute;cios indesej&aacute;veis, quando fazem essas confus&otilde;es, de vis&otilde;es est&aacute;ticas de mundo&#8230; Novamente, parab&eacute;ns! O texto tem a sutileza da precis&atilde;o desej&aacute;vel! N&atilde;o &eacute; um detalhe, nem de longe. Adelante&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: @yaisasantos</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/gestao/o-mercado-e-as-redes-culturais/comment-page-1/#comment-88855</link>
		<dc:creator>@yaisasantos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 20:54:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=15896#comment-88855</guid>
		<description>Acredito que esta &#233; a fonte da sobrevivencia, acesso e continuidade das culturas locais. Atrav&#233;s das trocas de experiencia, pode tonar um produtor local, um profissional com olhar global sobre sua comunidade, transitando entre a&#231;&#245;es que contemplam seu pa&#237;s. O papel do produtor cultural vem mais uma vez enfatizar sua importancia diante desta cena, onde sua persistencia e conhecimento junto com colaboradores e parceiros, fa&#231;am estes projetos tomarem vida.  
 
Yaisa Santos 
Produtora Cultural. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que esta &eacute; a fonte da sobrevivencia, acesso e continuidade das culturas locais. Atrav&eacute;s das trocas de experiencia, pode tonar um produtor local, um profissional com olhar global sobre sua comunidade, transitando entre a&ccedil;&otilde;es que contemplam seu pa&iacute;s. O papel do produtor cultural vem mais uma vez enfatizar sua importancia diante desta cena, onde sua persistencia e conhecimento junto com colaboradores e parceiros, fa&ccedil;am estes projetos tomarem vida.  </p>
<p>Yaisa Santos<br />
Produtora Cultural.</p>
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