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	<title>Comentários sobre: O agente duplo</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: luciano</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77506</link>
		<dc:creator>luciano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:10:33 +0000</pubDate>
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		<description>Van Gogh não vendeu e se matou. Hitler não vendeu e virou o Hitler.</description>
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		<title>Por: gil lopes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77439</link>
		<dc:creator>gil lopes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 18:22:06 +0000</pubDate>
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		<description>Domingos de Oliveira iniciou o debate publicando uma artigo manifesto no O Globo (&quot;Uma nova receita para o cinema brasileiro&quot;) onde constatou que o modelo para o cinema está falido, os filmes são todos deficitários, que o Brasil não deve fazer cinema de entretenimento pois este já é feito pelos EUA, e que &quot;A verdade é que qualquer criança, qualquer homem de bem, qualquer pessoa séria, sabe imediatamente distinguir o que é arte e o que não é, o que é o Bem e o Mal, o que é a Ordem ou Caos, o que é motivo de viver ou morrer, o que faz crescer ou diminuir.&quot; Aderbal Freire Filho se manifestou pedindo atenção para a arte do teatro, e disse que ninguém precisa ir a Londres para ver Shakespeare pois ele está ali no Jardim Botânico carioca sendo encenado. Cineastas e associações dão razão a tese de que não há indústria de cinema no Brasil por conta de não existir mercado, ocupado com o que vem de fora. A idéia de produzir filmes para ter resultados submete a produção local a uma lógica comercial derrotada como se tem visto. Concluem primeiro com &quot; Isso só se faz com filmes bons, consistentes, de alta qualidade artística&quot; e depois pela parceria com a televisão.
Da televisão vem o grande Gilberto Braga pra dizer que ficou perplexo com a opinião de Domingos uma vez que não existe cinema de arte, existem filmes bons ou maus. Poderia ter dito que qualquer criança ou homem de bem, sério, sabe distinguir o que é bom ou mal...poderia ter ido por aí também.
Mas afinal, o que é que faz uma coisa ser boa ou má, bonita ou feia numa sociedade? Se um gato é um gato, um cachorro é um cachorro, o que pode ser bom ou mal, bonito ou feio? O que pode ser arte e o que não é arte? Vamos chamar as crianças de boa vontade? Mas onde estão elas? Será que os meninos de rua das nossas cidades estarão incluídos nessa ideía de qualquer criança de bem? E os homens? Quem são eles?
O que precisamos fazer para desenvolver os sentidos críticos no nosso ambiente? Será que é chamando o Metallica?....ou Shakespeare?...a quem devemos chamar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Domingos de Oliveira iniciou o debate publicando uma artigo manifesto no O Globo (&#8220;Uma nova receita para o cinema brasileiro&#8221;) onde constatou que o modelo para o cinema está falido, os filmes são todos deficitários, que o Brasil não deve fazer cinema de entretenimento pois este já é feito pelos EUA, e que &#8220;A verdade é que qualquer criança, qualquer homem de bem, qualquer pessoa séria, sabe imediatamente distinguir o que é arte e o que não é, o que é o Bem e o Mal, o que é a Ordem ou Caos, o que é motivo de viver ou morrer, o que faz crescer ou diminuir.&#8221; Aderbal Freire Filho se manifestou pedindo atenção para a arte do teatro, e disse que ninguém precisa ir a Londres para ver Shakespeare pois ele está ali no Jardim Botânico carioca sendo encenado. Cineastas e associações dão razão a tese de que não há indústria de cinema no Brasil por conta de não existir mercado, ocupado com o que vem de fora. A idéia de produzir filmes para ter resultados submete a produção local a uma lógica comercial derrotada como se tem visto. Concluem primeiro com &#8221; Isso só se faz com filmes bons, consistentes, de alta qualidade artística&#8221; e depois pela parceria com a televisão.<br />
Da televisão vem o grande Gilberto Braga pra dizer que ficou perplexo com a opinião de Domingos uma vez que não existe cinema de arte, existem filmes bons ou maus. Poderia ter dito que qualquer criança ou homem de bem, sério, sabe distinguir o que é bom ou mal&#8230;poderia ter ido por aí também.<br />
Mas afinal, o que é que faz uma coisa ser boa ou má, bonita ou feia numa sociedade? Se um gato é um gato, um cachorro é um cachorro, o que pode ser bom ou mal, bonito ou feio? O que pode ser arte e o que não é arte? Vamos chamar as crianças de boa vontade? Mas onde estão elas? Será que os meninos de rua das nossas cidades estarão incluídos nessa ideía de qualquer criança de bem? E os homens? Quem são eles?<br />
O que precisamos fazer para desenvolver os sentidos críticos no nosso ambiente? Será que é chamando o Metallica?&#8230;.ou Shakespeare?&#8230;a quem devemos chamar?</p>
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		<title>Por: gil lopes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77320</link>
		<dc:creator>gil lopes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 16:25:04 +0000</pubDate>
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		<description>O problema das suspeitas só pode ser solucionado no tempo, observando e avaliando a produção criativa do artista. Viver suspeitando porém é fogo...pra adoçar ainda mais o debate, hoje em O Globo o grande Aderbal Freire Filho fala de mercado( entretenimento) e criação( poética) num artigo importante. Vale a pena, inclusive para observar seu pensamento. E há ainda  o ponto que fundamenta tudo, mas afinal entretenimento e poética de onde? Qual é o conteúdo? Mas Vinicius nos deu poética e entretenimento, Chico também...será que eles pensavam em dinheiro? Tem aquela história do primeiro encontro entre Vinicius e Tom quando Tom é convidado para fazer as músicas do ORFEU. Ele pergunta ao poetinha: &quot;mas tem algum dinheirinho nisso?&quot;...nosso Ferreira Gullar disse: &quot;se o assunto é Cultura, faça o cheque...&quot;. O negócio sempre foi muito apertado para o artista brasileiro, mas se tiver um dinheirinho a coisa acontece. 
Na nova cultura a plataforma de circulação de conteúdo requer comportamentos civilizatórios adequados, estabelecimento de uma nova Ordem, maturidade na análise política da democracia e dos direitos e deveres da cidadania, em resumo, precisamos da Banda Larga, mas precisamos garantir a circulação de nossos bens culturais afim de produzir riquezas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema das suspeitas só pode ser solucionado no tempo, observando e avaliando a produção criativa do artista. Viver suspeitando porém é fogo&#8230;pra adoçar ainda mais o debate, hoje em O Globo o grande Aderbal Freire Filho fala de mercado( entretenimento) e criação( poética) num artigo importante. Vale a pena, inclusive para observar seu pensamento. E há ainda  o ponto que fundamenta tudo, mas afinal entretenimento e poética de onde? Qual é o conteúdo? Mas Vinicius nos deu poética e entretenimento, Chico também&#8230;será que eles pensavam em dinheiro? Tem aquela história do primeiro encontro entre Vinicius e Tom quando Tom é convidado para fazer as músicas do ORFEU. Ele pergunta ao poetinha: &#8220;mas tem algum dinheirinho nisso?&#8221;&#8230;nosso Ferreira Gullar disse: &#8220;se o assunto é Cultura, faça o cheque&#8230;&#8221;. O negócio sempre foi muito apertado para o artista brasileiro, mas se tiver um dinheirinho a coisa acontece.<br />
Na nova cultura a plataforma de circulação de conteúdo requer comportamentos civilizatórios adequados, estabelecimento de uma nova Ordem, maturidade na análise política da democracia e dos direitos e deveres da cidadania, em resumo, precisamos da Banda Larga, mas precisamos garantir a circulação de nossos bens culturais afim de produzir riquezas.</p>
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		<title>Por: dr. e.</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77311</link>
		<dc:creator>dr. e.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 14:17:01 +0000</pubDate>
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		<description>a discussão tomou dois rumos. um é achar que o artista não pode se vender - e ele não é gente que come, dorme e paga aluguel? outro é pautar a criação pelo dinheiro. concordo que ninguém sabe o que motiva a arte, mas suspeito daqueles que criam tendo como horizonte suas contas bancárias. gil, diga ao seu grande compositor que se o negócio apertar, arrume algo pra &quot;guentar a ôia&quot; e relaxe... que, com sua grandeza, ele continuará a compor!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a discussão tomou dois rumos. um é achar que o artista não pode se vender &#8211; e ele não é gente que come, dorme e paga aluguel? outro é pautar a criação pelo dinheiro. concordo que ninguém sabe o que motiva a arte, mas suspeito daqueles que criam tendo como horizonte suas contas bancárias. gil, diga ao seu grande compositor que se o negócio apertar, arrume algo pra &#8220;guentar a ôia&#8221; e relaxe&#8230; que, com sua grandeza, ele continuará a compor!</p>
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		<title>Por: candida botelho</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77240</link>
		<dc:creator>candida botelho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 17:31:29 +0000</pubDate>
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		<description>Ola Brant, 
 O artigo é otimo como sempre e propõe reflexões e debates....sem fim....pois a solução nunca chega e nem chegará.  Agora então que as pessoas que trabalham no governo são cada vez mais tiranas e exigentes com os coitados que ganharão uma miséria para fazer seu trabalho cultural,.....agora é que não tem saida.   Saida seria se apresentar um projeto simples, documentos qualitativos  básicos, e não uma verdadeira Gestapo de documentação para finalmente cancelar tudo porque faltou uma vírgula, porque perdem os documentos na gestão do governo, porque tratam mal os interessados, como se fossem bandidos querendo tomar de assalto o governo, mesmo que sejam pagos com o nosso dinheiro de impostos aliás cada dia mais caros . E eles garantidos com nosso dinheiro!!! E ainda levantam o dedo, dizendo :cuidado isso é dinheiro público.....como se fossemos ladrões, e não legitimos trabalhadores do setor cultural.

Interferem nas politicas , nas escolhas , são agressivos e mal educados.A delegacia do MINC em São Paulo, não existe, apenas o guiche de receber  projetos; Tudo isso me lembra muito a classificação dos judeus, na guerra de Hitler. A interferência do Estado cada vez maior na seleções , na produção, no controle leonino, sobre a documentação.....Exigências essas que inviabilizam excelentes projetos....Faça me o favor....e vêm falar em projeto cultural para o Brasil??? 
Melhor seria deixar cada um fazer o seu trabalho sem dinheiro mas com dignidade.
O projeto é:-Menos influência do Estado que cada vez domina mais as verbas disponiveis para manter o controle financeiro e político para grupos escolhidos por eles.....
Menos tortura com a documentação. Basta a pessoa se qualificar e chega. Se paga imposto federal ou estadual ou municipal.....qual grupo pequeno que pode suportar isso??
Depois quem não cumprir a prestação de contas , sera inquirido....Precisamos lidar com a população como se educada fosse, como gentil que fosse, como cumpridora de seu deveres , como honesta com responsabilidade e compromissos.

Só assim as coisas vão andar, a verdadeira manifestação cultural se organizará, e o ser humano será mais valorizado. O último rincão da descência humana está na cultura, achovalhada pelos tecnicos do ESTADO sobre a população. 

Precisamos de mais Repeito e Educação. Alem de preparo das pessoas que trabalham com o dinheiro publico, em vez de esconder na cueca, na meia no cinto, etc etc etc.....

me poupem....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola Brant,<br />
 O artigo é otimo como sempre e propõe reflexões e debates&#8230;.sem fim&#8230;.pois a solução nunca chega e nem chegará.  Agora então que as pessoas que trabalham no governo são cada vez mais tiranas e exigentes com os coitados que ganharão uma miséria para fazer seu trabalho cultural,&#8230;..agora é que não tem saida.   Saida seria se apresentar um projeto simples, documentos qualitativos  básicos, e não uma verdadeira Gestapo de documentação para finalmente cancelar tudo porque faltou uma vírgula, porque perdem os documentos na gestão do governo, porque tratam mal os interessados, como se fossem bandidos querendo tomar de assalto o governo, mesmo que sejam pagos com o nosso dinheiro de impostos aliás cada dia mais caros . E eles garantidos com nosso dinheiro!!! E ainda levantam o dedo, dizendo :cuidado isso é dinheiro público&#8230;..como se fossemos ladrões, e não legitimos trabalhadores do setor cultural.</p>
<p>Interferem nas politicas , nas escolhas , são agressivos e mal educados.A delegacia do MINC em São Paulo, não existe, apenas o guiche de receber  projetos; Tudo isso me lembra muito a classificação dos judeus, na guerra de Hitler. A interferência do Estado cada vez maior na seleções , na produção, no controle leonino, sobre a documentação&#8230;..Exigências essas que inviabilizam excelentes projetos&#8230;.Faça me o favor&#8230;.e vêm falar em projeto cultural para o Brasil???<br />
Melhor seria deixar cada um fazer o seu trabalho sem dinheiro mas com dignidade.<br />
O projeto é:-Menos influência do Estado que cada vez domina mais as verbas disponiveis para manter o controle financeiro e político para grupos escolhidos por eles&#8230;..<br />
Menos tortura com a documentação. Basta a pessoa se qualificar e chega. Se paga imposto federal ou estadual ou municipal&#8230;..qual grupo pequeno que pode suportar isso??<br />
Depois quem não cumprir a prestação de contas , sera inquirido&#8230;.Precisamos lidar com a população como se educada fosse, como gentil que fosse, como cumpridora de seu deveres , como honesta com responsabilidade e compromissos.</p>
<p>Só assim as coisas vão andar, a verdadeira manifestação cultural se organizará, e o ser humano será mais valorizado. O último rincão da descência humana está na cultura, achovalhada pelos tecnicos do ESTADO sobre a população. </p>
<p>Precisamos de mais Repeito e Educação. Alem de preparo das pessoas que trabalham com o dinheiro publico, em vez de esconder na cueca, na meia no cinto, etc etc etc&#8230;..</p>
<p>me poupem&#8230;.</p>
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		<title>Por: gil lopes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77227</link>
		<dc:creator>gil lopes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:37:19 +0000</pubDate>
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		<description>o artista não pode se vender...em que mundo estamos? se o artista não se vender vai viver do que? do papai? arte entretenimento e mercado, os museus viraram o que? picasso é arte no museu pra quem quiser ver e pagar a entrada pra ver...mas onde arte é arte, onde as coisas não se misturam, desde quando?
bem, não temos nem arte, nem entretenimento nem mercado, só temos as mãos para bater palmas...somos os palmeiros do mundo. Outro dia um grande compositor do Brasil me disse: não componho mais...mas porque?!!!...não ganho nada com isso...
o que será que motivou aquele menino que depois se transformou num pintor espetacular? talvez o primeiro quadro dele que alguém tenha comprado...ninguém sabe o que motiva a arte e quem quer condenar o artista a se marginalizar?
arte mercado e entretenimento e mercado e arte e entretenimento e mais mercado e mais arte e mais entretenimento. e viva o metallica que passa todo mundo na cara.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o artista não pode se vender&#8230;em que mundo estamos? se o artista não se vender vai viver do que? do papai? arte entretenimento e mercado, os museus viraram o que? picasso é arte no museu pra quem quiser ver e pagar a entrada pra ver&#8230;mas onde arte é arte, onde as coisas não se misturam, desde quando?<br />
bem, não temos nem arte, nem entretenimento nem mercado, só temos as mãos para bater palmas&#8230;somos os palmeiros do mundo. Outro dia um grande compositor do Brasil me disse: não componho mais&#8230;mas porque?!!!&#8230;não ganho nada com isso&#8230;<br />
o que será que motivou aquele menino que depois se transformou num pintor espetacular? talvez o primeiro quadro dele que alguém tenha comprado&#8230;ninguém sabe o que motiva a arte e quem quer condenar o artista a se marginalizar?<br />
arte mercado e entretenimento e mercado e arte e entretenimento e mais mercado e mais arte e mais entretenimento. e viva o metallica que passa todo mundo na cara.</p>
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		<title>Por: luciano</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77184</link>
		<dc:creator>luciano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 20:48:25 +0000</pubDate>
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		<description>arte é arte. entretenimento é entretenimento. mercado é mercado. o artista não pode ser vender. a arte tem q ser pura. ganhar dinheiro é outra coisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>arte é arte. entretenimento é entretenimento. mercado é mercado. o artista não pode ser vender. a arte tem q ser pura. ganhar dinheiro é outra coisa.</p>
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		<title>Por: gil lopes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77178</link>
		<dc:creator>gil lopes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:20:49 +0000</pubDate>
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		<description>Ah bom...de fato eu não considerei, afinal o ineditismo da banda dos anos 80 que teve mais clips na MTV nos anos 90 e que já veio aqui algumas vezes, que toda hora tem filme e biografia na TV...eu não considerei que isso aqui entre nós tem peso e potência...
Também não considerei que artista não é pra ganhar dinheiro, isso fica para os Metallicas da vida, esses sim querem ganhar dinheiro, esses sim podem e devem ganhar muito dinheiro, um caminhão pra levar até o avião deles que decola cheio de dinheiro...afinal, são inéditos. Na próxima semana virão outros também inéditos, e mais outros...poxa, só os inéditos, eles podem ganhar o dinheiro.
Nossa emoção? É dar dinheiro pra eles...isso sim é muito empolgante, mais que um FlaxFlu...isso eu vejo na Tv, tem toda hora...uns 4 por ano...quantos Metallicas por ano eu aguento?
A função pública do artista, da obra do artista, vamos chamar o Metallica pra contar pra gente..o Metallica é que é.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah bom&#8230;de fato eu não considerei, afinal o ineditismo da banda dos anos 80 que teve mais clips na MTV nos anos 90 e que já veio aqui algumas vezes, que toda hora tem filme e biografia na TV&#8230;eu não considerei que isso aqui entre nós tem peso e potência&#8230;<br />
Também não considerei que artista não é pra ganhar dinheiro, isso fica para os Metallicas da vida, esses sim querem ganhar dinheiro, esses sim podem e devem ganhar muito dinheiro, um caminhão pra levar até o avião deles que decola cheio de dinheiro&#8230;afinal, são inéditos. Na próxima semana virão outros também inéditos, e mais outros&#8230;poxa, só os inéditos, eles podem ganhar o dinheiro.<br />
Nossa emoção? É dar dinheiro pra eles&#8230;isso sim é muito empolgante, mais que um FlaxFlu&#8230;isso eu vejo na Tv, tem toda hora&#8230;uns 4 por ano&#8230;quantos Metallicas por ano eu aguento?<br />
A função pública do artista, da obra do artista, vamos chamar o Metallica pra contar pra gente..o Metallica é que é.</p>
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		<title>Por: gil lopes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77166</link>
		<dc:creator>gil lopes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 17:03:59 +0000</pubDate>
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		<description>e  assim toda malha de circulação desarticulada, a difusão interna e internacional da música brasileira. Nosso mercado de shows foi invadido pelos espetáculos internacionais numa proporção nunca vista, nossos artistas porque não tem economia para seus produtos, em consequência perderam a capacidade de divulgação. Só o produto estrangeiro que tem mercado e de acumulação  riqueza suficiente para suportar os custos de divulgação e se multiplicar por todo mundo.
Não há, repito, questão cultural mais importante que essa no Brasil hoje. Que modelo devemos adotar para recuperar rapidamente nossa capacidade de circulação e produção. É preciso irradiar essa questão por todos os meios e em todos os ambientes e criar a consciência capaz de dar resposta a essa terrível destruição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e  assim toda malha de circulação desarticulada, a difusão interna e internacional da música brasileira. Nosso mercado de shows foi invadido pelos espetáculos internacionais numa proporção nunca vista, nossos artistas porque não tem economia para seus produtos, em consequência perderam a capacidade de divulgação. Só o produto estrangeiro que tem mercado e de acumulação  riqueza suficiente para suportar os custos de divulgação e se multiplicar por todo mundo.<br />
Não há, repito, questão cultural mais importante que essa no Brasil hoje. Que modelo devemos adotar para recuperar rapidamente nossa capacidade de circulação e produção. É preciso irradiar essa questão por todos os meios e em todos os ambientes e criar a consciência capaz de dar resposta a essa terrível destruição.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: dr. e.</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77163</link>
		<dc:creator>dr. e.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:10:33 +0000</pubDate>
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		<description>gil, devagar... Palmeiras X Corinthians e Fla X Flu tem todo ano e no mínimo umas 4 vezes! e o sentido da expressão &quot;artista vendido ao capitalismo&quot;, conforme entendo o harvey, está sobretudo no lamento da perda da &quot;tensão entre o artista, sua obra e sua função pública&quot;, tensão inerente a criação - convenhamos, se o fim é ganhar dinheiro...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gil, devagar&#8230; Palmeiras X Corinthians e Fla X Flu tem todo ano e no mínimo umas 4 vezes! e o sentido da expressão &#8220;artista vendido ao capitalismo&#8221;, conforme entendo o harvey, está sobretudo no lamento da perda da &#8220;tensão entre o artista, sua obra e sua função pública&#8221;, tensão inerente a criação &#8211; convenhamos, se o fim é ganhar dinheiro&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Cris Arenas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77162</link>
		<dc:creator>Cris Arenas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 15:59:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11839#comment-77162</guid>
		<description>Oi Leo,
Parabéns pela matéria, é um assunto muito delicado e de urgente reflexão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Leo,<br />
Parabéns pela matéria, é um assunto muito delicado e de urgente reflexão.</p>
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		<title>Por: gil lopes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/comecodeconversa/o-agente-duplo/comment-page-1/#comment-77149</link>
		<dc:creator>gil lopes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 12:10:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=11839#comment-77149</guid>
		<description>e o Metallica ganhou do Palmeiras e Corinthians, passou na cara o FlaxFlu, encheu mais o estádio que todos eles...e ninguém se deu por isso. O Poder e a Cultura, os Governos e a Política, tudo, tudo enfim soterrado pela evidência acachapante da vitória Metallica. Só não estamos desenganados porque já temos consciência e sabemos o caminho para reverter esse quadro, Não é assim que dizem?
A Bomba Atômica que caiu sobre a cultura brasileira atingindo diretamente a produção musical nacional, decorrência da plataforma de circulação da Nova Cultura, depois de uma década de partilha e roubalheira de arquivos, deixou claro que as pessoas mais prejudicadas são os criadores, os compositores jovens e os principiantes, que não podem viver da venda de shows e materiais promocionais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e o Metallica ganhou do Palmeiras e Corinthians, passou na cara o FlaxFlu, encheu mais o estádio que todos eles&#8230;e ninguém se deu por isso. O Poder e a Cultura, os Governos e a Política, tudo, tudo enfim soterrado pela evidência acachapante da vitória Metallica. Só não estamos desenganados porque já temos consciência e sabemos o caminho para reverter esse quadro, Não é assim que dizem?<br />
A Bomba Atômica que caiu sobre a cultura brasileira atingindo diretamente a produção musical nacional, decorrência da plataforma de circulação da Nova Cultura, depois de uma década de partilha e roubalheira de arquivos, deixou claro que as pessoas mais prejudicadas são os criadores, os compositores jovens e os principiantes, que não podem viver da venda de shows e materiais promocionais.</p>
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