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	<title>Cultura e Mercado &#124; Para quem vive de cultura.</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Cultura e Mercado | Para quem vive de cultura.</title>
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		<title>Plataforma criativa dá novo significado à palavra dicionário</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Perez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maior parte das escolas são instituições anacrônicas, que não acompanharam as mudanças ao longo do tempo. As salas de aula de hoje são praticamente as mesmas que eram no século XVIII. Um dos maiores ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior parte das escolas são instituições anacrônicas, que não acompanharam as mudanças ao longo do tempo. As salas de aula de hoje são praticamente as mesmas que eram no século XVIII. Um dos maiores sintomas deste modelo de ensino é o conhecimento, divido em áreas e depositado em diferentes caixas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/francehousehunt/" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-38189" title="Foto: FranceHouseHunt.com" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4202164809_35e3b04972_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Grande parte das crianças não veem relação entre o que aprendem na aula de história com o conteúdo da aula de geografia. Por isso, é tão louvável quando um projeto como o Dicionário Criativo se propõe a reverter essa (falta de) lógica.</p>
<p>A iniciativa reúne, de forma um tanto quanto sinestésica,  o universo em torno de um verbete, fazendo uso da tecnologia e do poder de convergência da rede. Imagens, textos, analogias, citações &#8211; tudo vale para acrescentar à aquela palavra um sentido que o dicionário comum não pode.</p>
<p>O projeto começou como um trabalho de doutorado de Felipe Iszlaji de Albuquerque. &#8220;Eu trabalhava em uma agência de publicidade e todo dia me pegava com o dicionário aberto em cima da mesa, ao lado de outros dicionários, anuários e com trezentas abas do navegador aberto &#8211; dicionários on-line, bancos de imagem, google, wikipedia&#8221;, conta. &#8220;Então pensei que tudo aquilo poderia ser juntado em um site só e o dicionário analógico seria o &#8220;cérebro&#8221; disso tudo, pois nele as ideias e palavras estão agrupadas em campos semânticos que refletem estruturas conceituais&#8221;, complementa.</p>
<p>Apesar da tecnologia ser uma facilitadora na concepção da ferramenta, ela foi também um obstáculo a ser ultrapassado pelo idealizador, que não tinha muita intimidade com os aplicativos virtuais. &#8220;Foi sempre trabalhoso o processo de encontrar parceiros ou profissionais dessa área&#8221;, conta.</p>
<p>Outros desafios, como o planejamento estratégico e a comunicação, receberam uma grande ajuda durante o programa <a href="http://www.empreendedorescriativos.com.br" target="_blank">Empreendedores Criativos</a>, reality colaborativo patrocinado pelo Banco Santander, que reuniu projetos inovadores para uma série de encontros de formação, em 2011.</p>
<p>&#8220;O EC caiu como uma luva no momento em que eu estava &#8211; depois de alguns anos de elocubrações e desenvolvimento do produto &#8211; enfim me preparando para dar o grande passo de tornar a ideia algo palpável e viável comercialmente&#8221;, explica Felipe. &#8221;A participação no programa trouxe a sensação de pertencer a uma nova rede, uma rede de pessoas criativas e empreendedoras ao mesmo tempo&#8221;, afirma.</p>
<p>O Dicionário Criativo conquistou seu primeiro financiamento por meio do site de crowdfunding <a href="http://catarse.me/" target="_blank">Catarse</a>. Nada mais natural para um projeto que conta com a contribuição do público para ser construído.</p>
<p><strong>Planos -</strong> No momento, a plataforma ainda está disponível apenas para um grupo de testes.  A expectativa é que a versão beta seja lançada para o público no próximo mês.</p>
<p>A equipe por trás do projeto trabalha para conseguir captar recursos junto a investidores anjo e empresas de Venture Capital (que investem em startups) que buscam oportunidades no mundo digital e no mercado da educação.</p>
<p>A staff também procura profissionais da área da computação, internet e linguística-computacional para serem sócios minoritários do negócio. &#8221;Vamos construir um &#8216;dream team&#8217; ao longo de 2012 para implementar todo o potencial do Dicionário Criativo&#8221;, afirma Felipe.</p>
<p>Ele também se prepara para embarcar para Portugal, onde deve negociar possíveis parcerias para uma internacionalização do projeto. &#8220;No mais, temos cerca de 20 ideias de novos produtos dentro do Dicionário Criativo esperando para serem implementados&#8221;, conta Felipe. É esperar para ver.</p>
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		<title>Bahia abre inscrições para Edital de Culturas Digitais</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria da Cultura da Bahia abriu inscrições para o Edital de Culturas Digitais. O objetivo é apoiar projetos ou atividades que promovam o desenvolvimento do segmento no estado.
Pode participar qualquer pessoa física maior de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Cultura da Bahia abriu inscrições para o Edital de Culturas Digitais. O objetivo é apoiar projetos ou atividades que promovam o desenvolvimento do segmento no estado.</p>
<p>Pode participar qualquer pessoa física maior de 18 anos ou pessoa jurídica que tenha como objeto o exercício de atividades culturais. Em ambos os casos, o proponente tem que residir na Bahia há pelo menos três anos.</p>
<p>No total, o edital vai disponibilizar R$ 500 mil. Cada projeto poderá obter a quantia máxima de R$ 150 mil. No caso de o proponente ser pessoa física, o valor de apoio não pode ultrapassar 150 salários mínimos (R$ 93,3 mil).</p>
<p>As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de junho. <a href="http://www.cultura.ba.gov.br/wp-content/uploads/2012/05/Edital-04-2012-CULTURAS-DIGITAIS.pdf" target="_blank">Clique aqui</a> para conferir a íntegra do edital.</p>
<p><em>*Com informações do site da Secretaria de Cultura da Bahia</em></p>
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		<title>Festival de Brasília cria mostra exclusiva para documentários</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[EDITAIS]]></category>
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		<description><![CDATA[O secretário de Cultura do Distrito Federal, Hamilton Pereira, o coordenador do 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Sérgio Fidalgo, e a assessora de cinema da Secretaria de Cultura do GDF, Cibele Amaral, anunciaram ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Cultura do Distrito Federal, Hamilton Pereira, o coordenador do 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Sérgio Fidalgo, e a assessora de cinema da Secretaria de Cultura do GDF, Cibele Amaral, anunciaram nesta terça-feira (15/5) a abertura de inscrições e as alterações que serão realizadas na edição deste ano do evento.</p>
<p>A organização do festival vai incluir na programação uma mostra competitiva para documentários. Anteriormente, as obras competiam junto com filmes de ficção. O prêmio para o melhor documentário será de R$ 100 mil. O vencedor na categoria Ficção será contemplado com R$ 250 mil. O melhores curtas, tanto de ficção quanto documentário, levarão R$ 20 mil. O valor total dos prêmios, que incluem categorias de votação popular, será de R$ 635 mil, superior aos R$ 405 mil de 2011.</p>
<p>Segundo Hamilton Pereira, as alterações realizadas em 2011, como o fim do critério do ineditismo, a incorporação do formato digital na mostra competitiva, a descentralização das exibições e a elevação do valor do prêmio devem continuar. Essas mudanças foram empreendidas por  Nilson Rodrigues, que anunciou na semana passada <a href="http://www.culturaemercado.com.br/noticias/diretor-do-festival-cinema-de-brasilia-anuncia-saida-do-evento/" target="_blank">sua saída da direção do festival</a>.</p>
<p>As inscrições para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro vão até o dia 30 de junho. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site <a href="http://www.festbrasilia.com.br/">www.festbrasilia.com.br</a>.</p>
<p><em>*Com informações do jornal Folha de S. Paulo e do jornal Pernambuco.com</em></p>
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		<title>Crowdfunding para ver e ser visto, sem roupa</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raul Perez</dc:creator>
				<category><![CDATA[CROWDFUNDING]]></category>
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		<description><![CDATA[Em tempos de vazamento de fotos íntimas e sex tapes amadoras circulando livre e gratuitamente pela rede, é difícil pensar que ainda se ganha dinheiro investindo em conteúdo erótico. A verdade é que todos os ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de vazamento de fotos íntimas e sex tapes amadoras circulando livre e gratuitamente pela rede, é difícil pensar que ainda se ganha dinheiro investindo em conteúdo erótico. A verdade é que todos os segmentos envolvidos com a &#8220;indústria do prazer&#8221; sofreram uma baixa depois da chegada da internet.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/vizzzual-dot-com/" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-38187" title="Foto: viZZZual.com" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2012/05/2533310093_44da6ff703_m-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Segundo a Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico, o faturamento dos filmes do gênero, que chegou a representar 50% da área, hoje não chega a 30%.</p>
<p>O lado positivo é que onde existe um mercado em crise, o crowdfunding penetra (com perdão do trocadilho) para inverter a lógica do mercado (<a href="http://redecemec.com/curso/crowdfunding" target="_blank">clique aqui</a> para saber sobre o curso que o Cemec promove sobre o tema em junho). Tendo em vista o vasto leque de possibilidades que o financiamento coletivo abre &#8211; afinal, é só jogar uma ideia na rede e ver se tem mais gente por aí que simpatiza com sua proposta &#8211; já era de se esperar que um grupo de meninos iria se juntar para pensar em algo como o <a href="http://nakeit.com" target="_blank">Nake it</a>.</p>
<p>Veja bem: sabe aquela sua bela vizinha, a colega de faculdade ou ainda aquela menina que você encontra no ônibus todo os dias? Então, elas são os alvos da plataforma de financiamento coletivo. Utilizando o fetiche de 10 entre 10 homens &#8211; o de imaginar peladas pessoas que eles conhecem &#8211; o Nake it pretende mostrar pessoas interessadas em posar do jeito que vieram ao mundo e gente que queira pagar por tal exibicionismo.</p>
<p>&#8220;Chegamos à conclusão de que as pessoas que nós mais desejávamos ver nuas estavam no nosso círculo social refletimos e tivemos a convicção de que milhares de cabeças pensavam parecido com a gente&#8221;, afirma Daniel Matos que, junto com Rodrigo Nery e Ricardo Dullius, criou o site.</p>
<p>A primeira empreitada do site foi arrecadar R$ 300 mil para financiar o ensaio nu da apresentadora e blogueira Pietra Príncipe. Apesar da meta não ter sido atingida, a iniciativa gerou burburinho nacional e internacional, além de juntar uma leva de pessoas (garotos em sua maioria, em contagem não oficial) que simpatizaram com o objetivo da plataforma.</p>
<p>A reverberação foi suficiente para garantir a sobrevivência do site, que planeja os próximos passos. Segundo os organizadores, já existem seis garotas no casting para os próximos projetos de financiamento. &#8220;A cada semana, vamos colocar uma menina no ar, durante um mês, e a cada R$ 500 arrecadados, liberaremos uma foto. Quanto mais dinheiro conseguirmos, mais fotos serão disponibilizadas e mais apimentadas&#8221; afirmou Rodrigo Nery em entrevista à Agência O Globo.</p>
<p>A meta a ser arrecadada inclui os cachês de modelo, fotógrafo, produção (maquiador, figurinista, locação, entre outras coisas), investimento em mídia e premiação para a equipe. Segundo Daniel Mattos, a ideia é que o resultado tenha um nível profissional, mas com mais naturalidade e menos photoshop.</p>
<p>&#8220;O consumidor é esperto e já sacou que na maior parte dos ensaios das revistas mais famosas o photoshop é exagerado e torna o ensaio falso. Estamos trabalhando para propor ensaios de pessoas comuns e seria contraditório seguir esse padrão de manipulação usado no mercado atual&#8221;, explica. Enquanto os ensaios não saem, o grupo trabalha em novos recursos para a plataforma, como um aplicativo que divulga nas redes sociais por quanto você toparia se exibir sem pudor e nem roupa.</p>
<p>Meninos e meninas interessados em fazer parte da brincadeira podem se inscrever por e-mail e quem quiser também pode indicar beldades anônimas para fazer parte da empreitada.</p>
<p><strong>Exterior &#8211; </strong>Lá fora, o site <a href="http://offbeatr.com/" target="_blank">Offbeatr</a> quer ajudar criadores a levantar fundos para seus filmes, livros e ensaios voltados para o público adulto. A plataforma informa, na home do site, que os colaboradores dos projetos receberão recompensas &#8220;especiais&#8221;. Entre elas, a visita a um estúdio de gravação e ainda a possibilidade de ser adicionado como produtor executivo da obra.</p>
<p>Outra opção para os interessados em apoiar o mercado pornocinematográfico é o <a href="http://www.gogofantasy.com/" target="_blank">GoGoFantasy</a>. O serviço já arrecadou mais de US$ 26 mil de 600 colaboradores para mais de 24 projetos, em três meses. Dentre os projetos presentes no GoGoFantasy, estão um filme centrado em dedos de pés e uma garota disposta a fazer sexo com o maior número possível de homens em uma só posição.</p>
<p><em>*Com informações do site The Next Web e da Agência O Globo<br />
</em></p>
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		<title>Diretora apresenta projeto do Museu da Moda no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diretora do projeto do Museu da Moda do Rio de Janeiro, Luiza Marcier, e a assessora da Superintendência de Museus, Marcia Bibiani, apresentaram na última semana a plataforma cultural e o cronograma de obras ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A diretora do projeto do Museu da Moda do Rio de Janeiro, Luiza Marcier, e a assessora da Superintendência de Museus, Marcia Bibiani, apresentaram na última semana a plataforma cultural e o cronograma de obras do primeiro museu físico do país a colocar em foco a arte do vestuário.</p>
<p>Sediado no Solar da Marquesa de Santos, imóvel tombado do século 19 que antes abrigava o Museu do Primeiro Reinado, o espaço contará com um acervo permanente, salas para exposições temporárias, uma modateca, um banco de modelagens, um jardim têxtil, um auditório e salas de negócio, entre outras atrações. &#8220;É preciso pensar a moda como um importante patrimônio de desenvolvimento econômico, e por isso a importância da economia criativa de São Cristóvão, mas também como um suporte da nossa cultura”, explica Luiza.</p>
<p>Partindo da restauração da casa onde a célebre amante de Dom Pedro I, Domitila de Castro Canto e Melo, viveu durante três anos, o Museu da Moda tem como primeiro destaque do seu acervo o próprio espaço. A fundação portuguesa Espírito Santo Cultura está encarregada do restauro &#8211; o esmero é enorme, e técnicos afirmam que só conhecem duas residências com aquela arquitetura em Portugal.</p>
<p>A estilista Zuzu Angel (1921-1976) e será a primeira homenageada, através do “Ateliê Zuzu Angel”, ressaltado como um templo permanente do museu. O projeto do museu pretende combinar memória, educação e fomento do patrimônio da moda brasileira a públicos bem diversos &#8211; do empresário de moda, passando pelas costureiras e compradoras de moda aos colégios e universidades.</p>
<p>A primeira exposição programada do museu será um panorama da moda no Brasil, misturando vestidos de alta-costura de Zuzu Angel, acessórios indígenas e até a história do pau-brasil. Coleções de objetos e tecidos do Museu do Primeiro Reinado também ficarão expostas.</p>
<p>As obras de restauração do Solar da Marquesa estão previstas para terminar em 2013. Já a primeira etapa do Museu da Moda será concluída em 2014, com a abertura do local para visitação. Os espaços complementares ficarão prontos até o final de 2016.</p>
<p><em>*Com informações do site da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro  </em></p>
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		<title>Com homenagem em Cannes, cinema brasileiro vive período fértil</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/mercado/com-homenagem-em-cannes-cinema-brasileiro-vive-periodo-fertil/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cinema brasileiro, homenageado no Festival de Cannes, que começa nesta quarta-feira (16/5) no sul da França, atravessa um período fértil com a produção de 100 filmes por ano e maior visibilidade internacional, informou a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema brasileiro, homenageado no Festival de Cannes, que começa nesta quarta-feira (16/5) no sul da França, atravessa um período fértil com a produção de 100 filmes por ano e maior visibilidade internacional, informou a agência de notícias France Press.</p>
<p>&#8220;O cinema brasileiro vive um momento fértil e de muita diversidade. Estamos produzindo quase 100 filmes por ano e ocupando uma parte importante de nosso mercado&#8221;, comemorou em entrevista à AFP o cineasta Cacá Diegues, que presidirá em Cannes o júri da &#8216;Camera D&#8217;Or&#8217;, prêmio destinado ao diretor revelação.</p>
<p>A 65ª edição do Festival de Cannes, que será realizada entre 16 e 27 de maio, não exibirá longas-metragens brasileiros em sua seção oficial. Mas o Brasil estará presente em um documentário sobre a bossa nova, três curtas-metragens, duas co-produções, três filmes clássicos brasileiros e, na mostra oficial, em &#8220;Na Estrada&#8221; (On the road), produção americana baseada no romance de Jack Kerouac &#8211; um clássico da literatura beatnik escrito em 1957 -, dirigida pelo brasileiro Walter Salles e filmado em estradas de Estados Unidos, Canadá e México.</p>
<p>A produção de filmes brasileiros saltou na última década de uma média de 30, em 2002, para um recorde de 99 em 2011, segundo dados da Agência Nacional de Cinema (Ancine).</p>
<p>Para João Guilherme Barone, professor e pesquisador de cinema e indústria audivisual da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), o cinema brasileiro conseguiu, na última década, produzir mais, diversificar-se e nacionalizar grande parte da distribuição, que antes era dominada pelas empresas estrangeiras. &#8220;Entre 2004 a 2009, o número de distribuidoras passou a ser majoritariamente nacional, com um aumento de mais de 200%. Hoje 73% do cinema brasileiro é lançado por distribuidoras brasileiras&#8221;, afirmou.</p>
<p>A arrecadação do cinema brasileiro também cresceu e fechou 2011 com R$ 164 milhões, após um recorde em 2010, quando sucessos de bilheteria como &#8220;Tropa de Elite 2&#8243; e &#8220;Nosso lar&#8221; ajudaram a arrecadar R$ 222 milhões.</p>
<p>O Brasil estará presente em Cannes em uma sessão especial dedicada a &#8220;A música segundo Tom Jobim&#8221; (2011), do cineasta Nelson Pereira dos Santos, de 84 anos, um documentário que homenageia Antônio Carlos Jobim, um dos criadores da bossa nova.</p>
<p>&#8220;Amo o cinema brasileiro por muitas razões. E uma importante é que ele é plural, diferente da época do &#8216;Cinema Novo&#8217;, quando havia uma polarização temática por causa da necessidade que tínhamos de combater a ditadura e de mostrar a realidade de um Brasil que a censura queria esconder&#8221;, disse Pereira dos Santos à AFP.</p>
<p>&#8220;Acho que merecíamos ter mais filmes selecionados oficialmente. Mas a presença de Walter (Salles) na competição e de curtas-metragens na seleção oficial, somada à homenagem a (o cineasta) Nelson (Pereira dos Santos) e a mais três filmes brasileiros clássicos, tudo isso é uma deferência muito especial à nossa cinematografia&#8221;, completou Diegues, um dos fundadores do Cinema Novo e o cineasta brasileiro que mais concorreu à Palma de Ouro durante sua carreira.</p>
<p>Para Ilda Santiago, diretora do Festival de Cinema do Rio e representante da mostra de Cannes no Brasil, a homenagem ao país significa o reconhecimento da importância do cinema brasileiro. &#8221;Há vários níveis da presença do cinema de um país em um festival, não apenas a seleção oficial. Avaliamos também o número de produtores, projetos que foram recebidos, inclusive no nível de coprodução&#8221;, disse Ilda à AFP, completando que nesses quesitos o país está bem representado.</p>
<p>&#8220;Fico feliz e acho que é muito honroso para o Brasil ser escolhido o país homenageado. Isso dá visibilidade a todos os projetos, abre portas para o futuro&#8221;, afirmou. Para ela, as indústrias do cinema brasileiro e latino-americano se fortaleceram nos últimos anos e agora contam com produções destinadas &#8220;a todos os gostos&#8221;. &#8221;Toda a América Latina, não só o Brasil, começou a aparecer mais nos últimos anos em todos os festivais&#8221;, disse. &#8220;Começa a despontar um novo cinema&#8221;, concluiu.</p>
<p><em>*Com informações da AFP</em></p>
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		<title>Livrarias crescem apenas 5% em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Associação Nacional de Livrarias divulgou nesta terça-feira (16/5) o Levantamento Anual do Segmento, que faz um raio-x do mercado literário. O estudo aponta que o setor cresceu apenas 5,26% no ano passado.
O montante, que representa  R$ ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Livrarias divulgou nesta terça-feira (16/5) o Levantamento Anual do Segmento, que faz um raio-x do mercado literário. O estudo aponta que o setor cresceu apenas 5,26% no ano passado.</p>
<p>O montante, que representa  R$ 2,21 bilhões em receita, fica abaixo do aumento de 6,5% da inflação no período e que, portanto, representa encolhimento real de 1,24% do segmento. Este é o menor valor desde que a ANL começou a fazer a pesquisa, em 2009.</p>
<p>O crescimento abaixo da inflação é atribuído principalmente à redução nos preços dos livros comercializados pelas lojas, segundo Guto Kater, vice-presidente da ANL. De acordo com dados da Câmara Brasileira do Livro, o preço médio do produto acumula queda real de 34% desde 2004 (o cálculo leva em conta os preços dos exemplares, independentemente do tamanho deles).</p>
<p>Os dados revelam que o número de livrarias também sofreu baixa &#8211; em 2010 eram 3.511, atualmente são 3.481.  O vice-presidente da ANL frisou que a concentração do mercado nas grandes redes, que conseguem melhores descontos, e o preço final do livro, em queda há 4 anos, são fatores de vulnerabilidade para as independentes. A pesquisa indicou que a fatia dessas redes que faturam até R$ 9,6 milhões, passou de 29,4% para 34,8% em 2011.</p>
<p>A ANL aposta em duas ações para garantir a sobrevivência do setor: a lei do preço único, que depende de mobilização política, e o livro digital. Dos 89% dos livreiros que ainda não vendem e-book, 62,5% esperam fazê-lo em 2012.</p>
<p><em>*Com informações da Publishnews e do jornal O Estado de S. Paulo</em></p>
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		<title>Novos nomes confirmados para o debate no Seminário #Procultura</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mônica Herculano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PROCULTURA]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma nova mesa comporá a programação do Seminário #Procultura, que acontece neste sábado (19/5), no auditório principal da AASP &#8211; Associação dos Advogados de São Paulo. Das 16h30 às 18h, o secretário de Fomento e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova mesa comporá a programação do Seminário #Procultura, que acontece neste sábado (19/5), no auditório principal da AASP &#8211; Associação dos Advogados de São Paulo. Das 16h30 às 18h, o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Sefic/MinC), Henilton Menezes, o ator, produtor e presidente da Associação dos Produtores Teatrais Independentes (APTI), Odilon Wagner, e o curador do Museu de Arte de São Paulo (MASP), Teixeira Coelho, participam de um debate interativo sobre o novo texto que revoga a Lei Rouanet.</p>
<p><a href="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2012/03/logo-procultura2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-35318" title="logo procultura" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2012/03/logo-procultura2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;O substitutivo traz novidades que vão ao encontro da solução dos principais problemas da atual Lei, e traz, de fato, a possibilidade de um aumento de recursos para a cultura brasileira, com a indução da distribuição mais equilibrada entre as regiões do País&#8221;, afirma Henilton Menezes.</p>
<p>Segundo ele, o conceito de território cultural certificado e a possibilidade de maiores benefícios para os pequenos produtores culturais independentes permitirão ao Ministério da Cultura enxergar diferentes de forma diferente. &#8220;A discussão desse novo texto no seminário, com a participação do deputado relator e um público qualificado, bem como a possibilidade de acompanhamento pela internet, é uma demonstração da forma democrática que o texto está sendo construído no parlamento brasileiro&#8221;, diz o secretário.</p>
<p>Das 14h30 às 16h, o diretor superintendente do Itaú Cultural, Eduardo Saron, o advogado Fábio Cesnik, o pesquisador José Luiz Herencia e a ensaísta e consultora Marta Porto também fazem suas considerações sobre o projeto, cujos principais pontos serão apresentados e comentados, das 11h às 13h, pelo deputado Pedro Eugênio, relator do texto atual.</p>
<p>&#8220;Tenho grande expectativa em conhecer o relatório preparado pelo Deputado Pedro Eugênio, e espero que ele possa ser amplamente debatido com artistas, grupos culturais, produtores, instituições e patrocinadores de todo o país&#8221;, afirma Herencia. Para ele, o seminário é uma etapa importante dessa discussão, que precisa chegar ao Congresso Nacional &#8211; &#8220;a casa de todos os debates&#8221; &#8211; com força suficiente para convencer a área econômica do Governo de que a política cultural precisa ser objeto de mais sensibilidade e atenção.</p>
<p>&#8220;Como o assunto é complexo e o setor cultural anda muito conflagrado, é importante que haja diálogo entre os diversos agentes do mundo da cultura, destes com o governo e do governo entre si. O diálogo não é uma opção, é uma exigência da atualidade&#8221;, completa.</p>
<p>Para Fábio Cesnik, o Congresso está fazendo um excelente trabalho em relação ao Procultura. &#8220;Após os avanços colocados pela Deputada Alice Portugal (relatora na Comissão de Educação e Cultura), o deputado Pedro Eugenio (relator da Comissão de Finanças e Tributação) cuidou de estudar o assunto com calma e imprimir mudanças realmente positivas. Se avançar dessa forma teremos ganhos substanciais pro setor cultural brasileiro&#8221;.</p>
<p>Pela manhã haverá ainda abertura de Leonardo Brant, falando sobre o cenário da cultura brasileira, e palestra de Henilton Menezes sobre a construção do Procultura. (<a href="http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/o-construcao-do-seminario-procultura/" target="_blank">clique aqui</a> para ler artigo de Brant sobre a construção do seminário).</p>
<p>Durante todo o evento, o púbico poderá participar ao vivo, no auditório, ou acompanhando pelo Twitter do Cultura e Mercado (@cultmerc), com a hashtag #Procultura.</p>
<p>E no final do dia, depoimentos de: Ana Helena Curti, André Isnard Leonardi, Daniela Pfiffer (ABPI-TV), Edna Ligieri, João Batista Pimentel (CBCine), Katia de Marco (ABGC), Kluk Neto e Marco Aurélio Ribeiro (ADB), todos parceiros na realização do seminário.</p>
<p><a href="http://redecemec.com/curso/seminario-procultura" target="_blank">Clique aqui</a> para fazer sua inscrição.</p>
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		<title>Patrocínio não é solução</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[PROCULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[TV CeM]]></category>
		<category><![CDATA[benjamim taubkin]]></category>
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		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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A afirmação é do músico e produtor Benjamim Taubkin, que em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Às vezes eu acho que o patrocínio é um cala a boca: toma aí e vai viver sua vidinha, e não vamos discutir cultura seriamente.&#8221;</p>
<p>A afirmação é do músico e produtor Benjamim Taubkin, que em mais um vídeo da série sobre o Procultura defende que o Brasil precisa ter um financiamento à cultura, com juros baixos, que estimule a autonomia do produtor cultural, não a dependência que o patrocínio impõe.</p>
<p>Ele afirma que colocar toda a arte do país como necessitando de recursos de patrocínio ou editais é um erro e indica algumas formas possíveis de mudar isso, para devolver à cultura seu poder de ser a voz crítica da sociedade.</p>
<p>O Seminário #Procultura, que vai tratar das mudanças no texto que revoga a Lei Rouanet, acontece neste sábado (19/5), em São Paulo, e contará com a presença de importantes nomes do Ministério da Cultura e de agentes do setor na sociedade civil, além do deputado Pedro Eugênio, relator do texto que será protocolado neste semana em Brasília.</p>
<p><a href="www.redecemec.com/curso/seminario-procultura" target="_blank">Clique aqui</a> para conferir a programação completa e se inscrever.</p>
<p><iframe width="570" height="321" src="http://www.youtube.com/embed/YZXMfo_dqiw?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Movimento HotSpot prorroga inscrições para novos talentos da economia criativa</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[#CRIATIVEM]]></category>
		<category><![CDATA[EDITAIS]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A organização do Movimento HotSpot, prêmio de inovação e criatividade que busca revelar novos talentos no Brasil, anunciou a prorrogação do prazo para inscrições. Os interessados têm até o dia 31 de agosto para participar do projeto que vai identificar e contemplar ideias e iniciativas em 11 áreas – moda, beleza, design, fotografia, ilustração, design gráfico, arquitetura, música, cenografia e filme.</p>
<p>Com a alteração de calendário, a fase de Scouting (quando o projeto realiza ações em 16 capitais) deixa de ser eliminatória e torna-se inclusiva, permitindo que novos criativos continuem inscrevendo seus trabalhos. Essa mudança tem o propósito de facilitar a interação com os candidatos, envolver comunidades e incentivar a participação, antes que se inicie a fase eliminatória, formada por festivais culturais que vão percorrer 10 cidades brasileiras.</p>
<p>A organização contemplará com R$ 10 mil um ganhador em cada uma das 10 categorias e três ganhadores dentro da categoria Ideia. Além disso, o Movimento irá investir até R$ 150 mil para que o vencedor da categoria Moda apresente uma coleção com desfile no Fashion Rio ou no São Paulo Fashion Week e até R$ 200 mil para ajudar a desenvolver aquela que for considerada a melhor Ideia, entre as três premiadas na categoria.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas pelo site <a href="http://movimentohotspot.com/participe/" target="_blank">www.movimentohotspot.com</a>.</p>
<p><em>*Com informações do site do Movimento HotSpot</em></p>
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