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	<title>:: CULTURA E MERCADO :: o blog das políticas culturais.</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Por Leonardo Brant &#124; Democracia se faz com Arte.</description>
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		<title>Em 2010, gravadoras deixam de tocar projetos de reedição de acervo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 02:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[RELATOS]]></category>

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		<description><![CDATA[Das cinco gravadoras que detêm direitos sobre quase todos os fonogramas produzidos no Brasil no século 20 &#8211;Universal, EMI, Sony, Warner e Som Livre&#8211;, apenas uma, a Sony, tem projetos que envolvem recuperação do acervo analógico. 
Nos outros quatro casos, álbuns ainda perdidos na era do LP continuarão assim &#8211;e por tempo indeterminado. O que mais atravanca esses relançamentos, segundo as gravadoras, é a burocracia. Contratos muito antigos e defasados com os envolvidos nos respectivos álbuns fazem projetos se arrastarem por anos.
Mas a raiz do problema é mais profunda.
Segundo Marcus ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Das cinco gravadoras que detêm direitos sobre quase todos os fonogramas produzidos no Brasil no século 20 &#8211;Universal, EMI, Sony, Warner e Som Livre&#8211;, apenas uma, a Sony, tem projetos que envolvem recuperação do acervo analógico. <span id="more-11980"></span></p>
<p>Nos outros quatro casos, álbuns ainda perdidos na era do LP continuarão assim &#8211;e por tempo indeterminado. O que mais atravanca esses relançamentos, segundo as gravadoras, é a burocracia. Contratos muito antigos e defasados com os envolvidos nos respectivos álbuns fazem projetos se arrastarem por anos.</p>
<p>Mas a raiz do problema é mais profunda.</p>
<p>Segundo Marcus Preto, em matéria para a Folha de S. Paulo, &#8220;o baú está fechado&#8221;, é quase insignificante o número de álbuns históricos da música popular brasileira que, ainda inéditos em CD, chegarão legalmente às prateleiras das lojas no formato digital em 2010.</p>
<p>O mercado das reedições chegou ao ápice de produção e vendas entre 2002 e 2003, quando a pirataria já afetava grandes lançamentos (Ivete, Maria Rita, acústicos MTV), mas ainda não atingia o consumidor de catálogo.</p>
<p>Naquele momento, chegou a se tornar parte importante na receita das gravadoras. Hoje, com a difusão da troca de arquivos MP3 pela internet, seu consumidor se dissipou. E os investimento passou a não interessar mais aos departamentos comerciais das empresas.</p>
<p>&#8220;A conta não fecha mais&#8221;, diz Alice Soares, gerente de marketing estratégico da Universal &#8211;empresa que comanda os acervos da Philips, da Polydor, da Polygram e da Elenco.</p>
<p>&#8220;Com isso, o mais sensato agora é trabalhar para recolocar o catálogo que já está digitalizado &#8211;como fizemos recentemente com Jorge Ben Jor e pretendemos fazer neste ano com Tim Maia e Gal Costa.&#8221;</p>
<p>Alice conta que, nessa seara, as caixas que reúnem &#8220;obras completas&#8221; de artistas ainda têm saída relativamente boa. Mas que o mercado não consome títulos avulsos. Exemplo: a Universal lançou recentemente, como experiência, títulos soltos da discografia de Elba Ramalho. O impacto sobre o consumidor foi quase nulo. &#8220;Não adianta querer botar um disco antigo na loja sem mote para isso, sem um conceito bem amarrado&#8221;, afirma Fernanda Brandt, coordenadora de marketing estratégico da Warner -que também detêm direitos sobre os teipes da Continental e da Chantecler.</p>
<p>&#8220;Esses lançamentos não seguem mídia tradicional, não têm single, não têm rádio para tocar. Dependem exclusivamente da mídia impressa. Se lançados &#8220;soltos&#8221;, essa mídia não dá atenção. E eles encalham mesmo&#8221;, completa.</p>
<p>Mesmo a Sony &#8211;que tem os direitos sob os catálogos da BMG e da CBS e, indo contra a corrente, deve lançar neste ano uma série de CDs ainda inéditos no formato&#8211; toca o barco cheia de dúvidas.</p>
<p>&#8220;Tudo o que era comercialmente oportuno já foi digitalizado no passado&#8221;, diz Marcus Fabrício, diretor de marketing e vendas da gravadora. &#8220;Os [álbuns] que ainda não saíram em CD são para um público bem mais segmentado.&#8221;</p>
<p>Segundo Fabrício, por questões industriais é preciso produzir pelo menos mil unidades de cada título que vá ser lançado. E não existe mais essa demanda para o produto.</p>
<p>Nos próximos meses, a Sony pretende trazer para o CD álbuns de Amelinha, Elba Ramalho, Dominguinhos, Sandra de Sá, Elza Soares e Walter Franco, entre outros.</p>
<p>Luiz Garcia, gerente de marketing estratégico da EMI &#8211;que possui o catálogo da Odeon&#8211;, diz que a empresa deve lançar, em 2010, apenas uma caixa com teipes garimpados em acervo analógico. Trata-se da obra completa da cantora e compositora Dolores Duran. O material, no entanto, já está pronto desde o ano passado.</p>
<p>&#8220;Se fôssemos começar neste ano, talvez nem esse saísse&#8221;, diz. &#8220;O negócio é difícil. Fabricamos os mil CDs, mandamos 100 à imprensa, vendemos 200 ou 300. O resto fica parado no meu estoque. E, se não sai em dois anos, tenho que mandar quebrar. Não posso ficar pagando para guardar aquilo.&#8221;</p>
<p>Responsável por séries memoráveis de reedições nos últimos três anos, a Som Livre &#8211;dona também do acervo da RGE&#8211; é ainda mais radical.</p>
<p>&#8220;Ainda não temos nenhum lançamento de catálogo planejado&#8221;, diz Leonardo Ganem, presidente da empresa. &#8220;É melhor concentrarmos nossos esforços em artistas novos.&#8221;</p>
<p>Os do passado esperam por melhores dias. No futuro.</p>
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		<title>Reunião Intergovernamental da Diversidade Cultural e a Sociedade Civil</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Piatã Stoklos Kignel</dc:creator>
				<category><![CDATA[IDEIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
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		<description><![CDATA[
A última reunião do Comitê Intergovernamental, da Convenção da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, ocorreu no início de dezembro de 2009 e contou com 24 Países Membros do Comitê (de um total de 151), além de outros Países Partes e Não Partes da Convenção (signatários e não-signatários da Convenção, respectivamente). 
Também participaram, além destes representantes governamentais, algumas Organizações Não-Governamentais (ONGs) e Organizações Intergovernamentais (OIs), atendendo à permissão expressa nas Regras de Procedimento do Comitê.
Embora sem direito a voto, estas organizações têm direito a voz durante a reunião e buscam influenciar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-11987" title="Foto: Sasha Alves" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2010/02/SashaAlves.jpg" alt="Foto: Sasha Alves" width="580" height="388" /><br />
A última reunião do Comitê Intergovernamental, da Convenção da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, ocorreu no início de dezembro de 2009 e contou com 24 Países Membros do Comitê (de um total de 151), além de outros Países Partes e Não Partes da Convenção (signatários e não-signatários da Convenção, respectivamente). <span id="more-11985"></span></p>
<p>Também participaram, além destes representantes governamentais, algumas Organizações Não-Governamentais (ONGs) e Organizações Intergovernamentais (OIs), atendendo à permissão expressa nas Regras de Procedimento do Comitê.</p>
<p>Embora sem direito a voto, estas organizações têm direito a voz durante a reunião e buscam influenciar as decisões dos Países Membros nos processos de decisão do Comitê. De acordo com Jurema Machado, Coordenadora de Cultura da UNESCO no Brasil, “(a Convenção da Diversidade Cultural) é a primeira das Convenções da UNESCO aberta à participação de organismos multilaterais, inclusive organizações do setor privado e, principalmente, da sociedade civil. Essas são inovações que levam a mecanismos e modalidades ainda não experimentadas pela UNESCO até então (BARROS, José Márcio (org). Diversidade Cultural: da proteção à promoção, 2008)”. Isso significa que ainda temos muito o que avançar no que se refere à participação da sociedade civil nos mecanismos de trabalho do sistema das Nações Unidas.</p>
<p>A pauta definida pela Conferência das Partes, em junho, para o mandato do Comitê (de 2 anos, ou seja, 2009 a 2011) incluiu desde a definição de estratégias para ampliar o número de ratificações da Convenção (com maior atenção para as regiões ainda menos representadas, como países árabes, África e Oceania), passando por mecanismos de divulgação da mesma, como definição de um logotipo e eleição de embaixadores (pessoas de renome vinculadas ao tema da diversidade cultural) que levem a mensagem da Convenção pelo mundo afora, até sugestões de como implementar o Fundo, como utilizar a verba até agora arrecadada e como funcionaria a equipe de experts que irá avaliar e selecionar os projetos que serão apoiados. Além destes pontos, o mandato inclui a discussão sobre os Artigos 9, 10 e 19 da Convenção, que tratam sobre troca de informações entre os Países Partes e sobre o relatório quadrienal que cada país deve enviar à UNESCO, contendo informações sobre as ações que executou relativas à proteção e à promoção da diversidade cultural. Todos os encaminhamentos feitos pelo Comitê devem, em seguida, ser aprovados pela Conferência das Partes, que funciona como a “assembléia geral” da Convenção.</p>
<p>O Comitê expressou o anseio de que mais 35 ou 40 países ratificassem a Convenção até o ano de 2013 (principalmente das regiões menos representadas). Em relação ao Fundo, foram escolhidos 6 experts (mais 6 suplentes) que deverão analisar os projetos recebidos durante o primeiro ano de experimentação de uso da verba arrecadada até o momento (70% do total de R$2.100.000,00 aproximadamente, existente no Fundo).</p>
<p>As pautas relativas aos Artigos 9, 10 e 19, além da eleição de embaixadores, da escolha de um logotipo para a Convenção e mecanismos inovadores sobre como arrecadar orçamento para o Fundo, ficaram para a próxima reunião ordinária do Comitê, que deve ocorrer no final de 2010. Em 2011, portanto, na próxima Conferência das Partes, o Comitê deverá submeter à “assembléia” as sugestões que terá levantado ao longo do seu mandato.</p>
<p>Dessa maneira, mostra-se importante que os agentes da sociedade civil, que estejam trabalhando em prol da proteção e da promoção da diversidade das expressões culturais, fiquem atentos às decisões que nossos representantes governamentais estão tomando no âmbito das reuniões oficiais da UNESCO, acompanhando os relatórios finais dos encontros da Convenção, onde se pode encontrar, também, as relatorias detalhadas que contém a fala de cada país, as discussões que ganharam espaço e os encaminhamentos realizados.</p>
<p>O Fundo está com verba muito limitada, no que diz respeito à abrangência para a qual ele foi criado. Pude ouvir de alguns delegados presentes na reunião que o apoio a projetos deverá ser focado nos países mais pobres, como os africanos, asiáticos e latino-americanos. Para o Brasil ter projetos entre os apoiados pelo Fundo, neste momento, creio que terão que ser propostas de ações de alta relevância e que considerem situações que demonstrem grande prioridade em comparação a situações encontradas em outras partes do mundo. O Brasil, tendo melhorado sua imagem internacional, sendo visto atualmente como uma potência econômica e em forte crescimento, acabou “caindo” no ranking de prioridades de alguns fundos europeus de investimento em países em desenvolvimento. Ainda assim, creio ser importante que, para aqueles que buscam financiamento internacional, outras fontes existentes devam ser verificadas pois, na maioria das vezes, possuem mais verba do que hoje possui o Fundo da Diversidade (informações deste tipo podem ser encontradas, por exemplo, em <a href="http://www.labforculture.org" target="_blank">Lab for Culture</a> ou no site do <a href="http://www.divercult.net" target="_blank">Divercult</a>).</p>
<p>Outro ponto que deve ganhar atenção dos agentes culturais da sociedade civil é o relatório quadrienal que o Ministério da Cultura deverá emitir proximamente, no que diz respeito às ações realizadas tanto pelo governo quanto pela sociedade civil, para a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais. Muitas ações podem e devem ser incluídas neste documento, mostrando para o país e para o mundo a importância dos agentes sociais para o real alcance dos objetivos estabelecidos nos fóruns internacionais.</p>
<p>Além da execução destas pautas mais urgentes, claro, é fundamental a continuidade e a qualificação das ações da sociedade civil, atentando para o trabalho em rede, o compartilhamento de informações, a conexão de projetos com outras ações similares, ocasionando num fortalecimento destas atividades e a aceleração do processo de defesa da diversidade cultural, impedindo que a variedade de modos de vida e de símbolos possam se tornar inatingíveis, passando a fazer parte, apenas, do nosso passado.</p>
<p>Para obter informações mais detalhadas sobre a última reunião Intergovernamental da Convenção da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, assim como a respeito de como obter recursos através do Fundo da Diversidade Cultural, o relatório oficial da reunião pode ser obtido em inglês e francês através do <a href="http://www.unesco.org/culture/en/diversity/convention" target="_blank">site da Convenção</a>.</p>
<p>Sobre o <a href="http://www.unesco.de/3201.html?&amp;L=1" target="_blank">Fórum Mundial U40</a>.</p>
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		<title>Comissão do Sistema Nacional de Cultura será instalada na quarta</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A Câmara instala nesta quarta-feira (10) a  comissão especial que analisará a PEC 416/05, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que cria um sistema integrado para o setor cultural. O Sistema Nacional de Cultura, inspirado no modelo do Sistema Único de Saúde, vai estabelecer princípios e diretrizes comuns, divisão de atribuições e responsabilidades entre os entes da federação, montagem de um esquema de repasse de recursos e criação de instâncias de controle social das políticas do setor. 
O coordenador do Ministério da Cultura para implementação do Sistema Nacional de Cultura, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Câmara instala nesta quarta-feira (10) a  comissão especial que analisará a PEC <a href="http://" target="_blank">416/05</a>, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que cria um sistema integrado para o setor cultural. O Sistema Nacional de Cultura, inspirado no modelo do Sistema Único de Saúde, vai estabelecer princípios e diretrizes comuns, divisão de atribuições e responsabilidades entre os entes da federação, montagem de um esquema de repasse de recursos e criação de instâncias de controle social das políticas do setor.<img title="Mais..." src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /> <span id="more-11982"></span></p>
<p>O coordenador do Ministério da Cultura para implementação do Sistema Nacional de Cultura, Roberto Peixe, explicou que a ideia é envolver os três níveis de governo, o Ministério da Cultura, o Conselho Nacional de Política Cultural e o Sistema de Financiamento da Cultura para garantir a proteção e o acesso à produção cultural brasileira. &#8220;O objetivo é trabalhar de forma articulada, de forma integrada, definindo papéis e responsabilidades, compartilhando uma visão cooperada e estimulando a participação da sociedade&#8221;.</p>
<p>Paulo Pimenta acredita que o principal ganho com a implementação do Sistema é unificar as ações e garantir durante todo o ano investimentos na cultura com a valorização da produção local. Outra vantagem do sistema, segundo ele, é o fortalecimento da participação popular porque todos os estados e municípios terão secretarias de cultura e os artistas daquela região vão ter como acompanhar a execução do orçamento para o setor.</p>
<p>A reunião está marcada para as 10 horas, no plenário 5.</p>
<p>Fonte: Agência da Câmara.</p></div>
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		<title>Consumidores e cidadãos</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/consumidores-e-cidadaos-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 15:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Brant</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O que faz o artista hoje para se manter vivo, independente, alerta, cidadão? Como lidar com o avanço do capitalismo, a consequente ocupação do espaço imaginário por conglomerados globais, o Estado diminuto, as identidades fragmentadas e as ideologias desgastadas? 
Tomo emprestado a frase de Nestor Garcia Canclini para propor uma discussão a respeito da importância da cultura do consumo, numa sociedade em que o status de cidadão só é conferido somente a quem exerce o poder da compra.
Por esse motivo sempre fui defensor de programas como bolsa-família, mesmo sabendo de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-11972" title="Foto: Leonardo Brant" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Chapeu.jpg" alt="Foto: Leonardo Brant" width="580" height="435" /><br />
O que faz o artista hoje para se manter vivo, independente, alerta, cidadão? Como lidar com o avanço do capitalismo, a consequente ocupação do espaço imaginário por conglomerados globais, o Estado diminuto, as identidades fragmentadas e as ideologias desgastadas? <span id="more-11971"></span></p>
<p>Tomo emprestado a frase de Nestor Garcia Canclini para propor uma discussão a respeito da importância da cultura do consumo, numa sociedade em que o status de cidadão só é conferido somente a quem exerce o poder da compra.</p>
<p>Por esse motivo sempre fui defensor de programas como bolsa-família, mesmo sabendo de suas distorções e da dificuldade do Estado em propor algo que extrapole e avance na relação paternalista com quem vive à margem da economia. Essa situação fica mais delicada e frágil em época eleitoral.</p>
<p>O fomento aos processos culturais descentralizados, contemporâneos ou tradicionais, legitimados pelo diálogo entre local e global, pela cultura da convivência e pela economia solidária, é um dos caminhos mais atraentes e interessantes pensados pelo governo Lula, pois oferece possibilidades reais de conquista de cidadania, em territórios tomados por sobreposições de mandatos ilegítimos, conferidos a coronéis, oligarcas, mídias e corporações.</p>
<p>O governo vem encontrando brechas na relação entre a base da pirâmide e esses poderes estabelecidos, fazendo-se presente a ponto de alterar a configuração da sociedade. Uma oportunidade de refazer a própria noção de Estado. O problema é que governo forte demais enfraquece o Estado.</p>
<p>Corremos o risco de reforçar uma relação de dependência com o governo. E nós precisamos de relações institucionais, de serviços efetivos, de planejamento a longo prazo, de continuidade dos processos, de transparência, impessoalidade.<br />
A universalização dos serviços culturais é algo urgente no Brasil. Com um sistema educacional anacrônico e falido, jamais conseguiremos dar conta de formar, informar e preparar o povo brasileiro para os desafios do novo milênio. Precisamos investir em infra-estrutura cultural. Dar acesso ao conhecimento e estimular a expressão cultural são condições para a conquista da cidadania.</p>
<p>Precisamos dar voz, luz e espaço de ocupação para esses atores sociais. E outros que lutam e sacrificam suas vidas para abrir brechas tanto no Estado quanto no mercado, em pleno processo de ebulição.</p>
<p>O crescimento do mercado cultural brasileiro está intimamente ligado às novas conquistas sociais, com as possibilidades de circulação de mensagens e imagens. Fruto da fúria e da garra de milhares de empreendedores, vimos florescer a reinvenção da arte em sua relação com o Estado e com o mercado. O custo disso para a produção cultural brasileiro não foi e não pequeno.</p>
<p>Na contramão disso tudo, o governo enxerga o mercado cultural como ameaça. Em plena crise financeira, estende a mão a banqueiros, à indústria automobilística e ao topo da pirâmide econômico-social. Ao setor cultural reserva a promessa de um pacote anticrise jamais cumprido, o aumento de impostos e uma campanha publicitária milionária em orçamento, porém pobre em presença de espírito e compromisso com a verdade.</p>
<p>A Lei Rouanet tem distorções, assim como o bolsa-família ou qualquer outra lei destinada a resolver problemas mais amplos e complexos. Não só sabemos disso, como denunciamos insistentemente o descaso do Estado em relação a ela, desde outros carnavais (e governos).<br />
É um dispositivo complicado, pois coloca o artista e o produtor de cultura no colo daquele que, em tese, deveria contrapor. Na prática, no entanto, tem se mostrado muito eficiente no diálogo entre os diferentes mundos, sendo responsável pela retomada do senso de importância e necessidade de políticas públicas para a cultura.</p>
<p>Posso citar milhares de iniciativas que traduzem esse espírito, inspirando e qualificando o Estado em suas ações. Oficinas de arte que reinventaram a relação entre educação e arte, influenciando escolas e políticas públicas; cinemas itinerantes que ofereceram oportunidade e acesso à cinematográfica nacional e independente; espaços culturais alternativos; exposições paradigmáticas; circulação de espetáculos; mapeamentos de artistas e expressões culturais; pesquisas e um sem número de atividades que tomaram o espaço de um Estado ainda omisso em relação às suas obrigações constitucionais em relação à cultura.</p>
<p>É um espaço ocupado pela sociedade, por via do mercado – e com renúncia do Estado. Mas, antes de qualquer coisa, é um espaço da sociedade. Ele concorre com o Estado? Somente uma alma pequena poderia acreditar que sim. Ele dialoga, complementa, contribui, confronta, contrapõe, o que é fundamental num estado democrático de direito.<br />
Concorre com o governo? Com certeza. Não queremos tirar o mérito e a importância dos governos, mas eles não nos servem de nada, se não contribuem para o fortalecimento da sociedade e suas iniciativas. O espaço público construído a duro sacrifício não pode ser ameaçado por uma aventura retórica e oportunista.</p>
<p>Estado forte se constitui a partir de uma sociedade fortalecida, livre, encorajada. Esse encorajamento, no campo da cultura, vem das forças empreendedoras desenvolvidas a partir de um terreno árido e difícil, com base no abandono e na renúncia do Estado.</p>
<p>Empreendedorismo é mais do algo natural ao artista. É necessidade. Ele precisa acreditar no que faz e desenvolver recursos internos para construir, levantar sua obra, fazer-se enxergar. E o fez de maneira heróica, resistindo a todas as forças contrárias do próprio mercado. E agora do governo, criando burocracias desnecessárias, regulamentos estapafúrdios e uma campanha de segregação que considero criminosa.</p>
<p>Se houver qualquer reformulação na Lei Rouanet ela deve fortalecer o empreendedor cultural. O mecanismo nasceu com essa vocação e assim deve ampliar sua capacidade, para atender a uma força emergente e avassaladora, vinda do centro, da periferia e dos Brasil profundo.<br />
O Procultura faz o oposto disso. Coloca o produtor e o gestor cultural no limbo. Não acredita em cadeias econômicas ampliadas e num setor fortalecido, justamente naquela fatia da livre iniciativa, entre o fomento público e a indústria do entretenimento, essas sim fortalecidas com o projeto.</p>
<p>Sem esta fatia não haverá novos agentes no mercado. Os que já existem serão eliminados. Artistas estarão novamente nas mãos do governo e sua visão específica e às vezes ideologizada de cultura; e a grande indústria multinacional. E todo esforço será em vão.</p>
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		<title>Acesso à cultura, nosso maior desafio</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/ideias/acesso-a-cultura-nosso-maior-desafio/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 12:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antoninho Marmo Trevisan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Economia forte, instituições políticas sólidas e boas perspectivas colocam o Brasil na posição de uma das nações mais promissoras do mundo neste começo de ano. No entanto, o pouco acesso à cultura continua a ser um dos nossos pontos frágeis. 
Estas são as constatações que podemos subtrair dos levantamentos feitos pela revista International Living, publicação norte-americana que, desde o começo da década, elabora a medição informal do índice de desenvolvimento humano (IDH) de quase 200 países. Em 2010, os primeiros colocados são, respectivamente, França, Austrália, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Luxemburgo, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-11968" title="Foto: Cobalt123" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Cobalt123.jpg" alt="Foto: Cobalt123" width="580" height="410" /><br />
Economia forte, instituições políticas sólidas e boas perspectivas colocam o Brasil na posição de uma das nações mais promissoras do mundo neste começo de ano. No entanto, o pouco acesso à cultura continua a ser um dos nossos pontos frágeis. <span id="more-11965"></span></p>
<p>Estas são as constatações que podemos subtrair dos levantamentos feitos pela revista International Living, publicação norte-americana que, desde o começo da década, elabora a medição informal do índice de desenvolvimento humano (IDH) de quase 200 países. Em 2010, os primeiros colocados são, respectivamente, França, Austrália, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Luxemburgo, Estados Unidos, Bélgica, Canadá e Itália.</p>
<p>O Brasil aparece em 38º &#8212; nada mal, tendo em vista que foram 194 avaliados, mas ainda assim numa posição menos honrosa que a do Uruguai (19º lugar), da Argentina (26º) e do Chile (31º). Nossas melhores pontuações ocorreram nos quesitos de liberdade e segurança (foram analisados riscos de guerra e de ataques terroristas, e não a questão da violência urbana). Nossos piores desempenhos foram em infraestrutura e acesso à cultura.</p>
<p>O que a International Living fez foi tabular aquilo que constatamos na prática. O Brasil é um País que incorporou os valores democráticos e que pratica a tolerância, mas ainda tem muitas lacunas a preencher. Na área de infraestrutura, um dos nossos calcanhares-de-aquiles, estamos investindo fortemente, mas continuamos distantes dos padrões que nos permitiriam suprir nossas demandas por energia, rodovias, ferrovias, hidrovias e fluxo portuário. Em habitação, nosso déficit é de aproximadamente 7 milhões de moradias.</p>
<p>No âmbito da Educação e da Cultura, é sabido que o Brasil superou problemas antigos, como a falta de acesso à escola. Além disso, segundo o IBGE, em 2008, 56 milhões de pessoas de dez anos ou mais de idade acessaram a internet pelo menos uma vez por meio de um computador. Esse número equivale a 34,8% da população nessa faixa etária.<br />
A mesma pesquisa revela que o uso da internet foi maior entre os mais jovens. No grupo de 15 a 17 anos, por exemplo, a internet é usada constantemente por 62,9% dos jovens. A seguir, vem o grupo de 10 a 14 anos de idade, no qual 51,1% da população tem acesso à rede. Já o grupo de 50 anos ou mais é o time dos desconectados, com uma participação de apenas 11,2%.</p>
<p>O uso do celular também está cada vez mais difundido. Cerca de 53,8% da população de dez anos ou mais de idade tinham telefone celular para uso pessoal em 2008, segundo o IBGE.</p>
<p>Tudo isso indica que estamos acompanhando o restante do mundo em seu ganho de velocidade e no encurtamento de distâncias. Mas é triste saber que o interesse pelas novas tecnologias não se faz acompanhar por um embasamento intelectual que, no mínimo, tornariam mais interessantes e enriquecedoras as palavras que atravessam os caminhos de fibra ótica&#8230;</p>
<p>Temos que nos empenhar no combate à má qualidade do ensino e favorecer o acesso à cultura. E um bom começo para o enfrentamento desse problema é a expansão do número de bibliotecas públicas pelo País. Hoje, ainda faltam bibliotecas em mais de 300 municípios brasileiros. O desafio de zerar esse déficit deve ser encarado como uma dívida histórica, por todos nós.</p>
<p>Além de disponibilizarem livros variados para todos os tipos de público, as bibliotecas funcionam, principalmente nas cidades de menor porte, como espaços importantes para a aquisição da cultura e o exercício da arte e da criatividade. Salas são aproveitadas para cursos de teatro, música e artesanato, e aquelas que recebem equipamentos para projeção se convertem em pequenos cinemas. Graças ao ambiente aconchegante e convidativo, as bibliotecas são opções excelentes para o convívio de crianças e de jovens que, sem essa alternativa, acabariam ficando horas e horas na rua, expostos a toda sorte de riscos e estímulos negativos.</p>
<p>Infelizmente, porém, ainda nos falta trabalhar o apreço pelo livro com a ênfase que ele mereceria. Talvez porque os livros não sejam promovidos por meio de comerciais na televisão, nem tenham, por trás deles, importantes marcas licenciadas a reforçar seu apelo comercial, eles só são lembrados, em boa parte dos lares brasileiros, quando os pais recebem a lista de material escolar no início do ano. Dessa forma, transformam-se em símbolos da obrigação e da rotina, e deixam de ser identificados com aquilo que eles são de fato: companheiros para todas as horas, principalmente as de lazer.</p>
<p>Transformar os livros em objeto de desejo é uma missão que deve ser encampada por toda a sociedade. Eles são inigualáveis na sua posição de alimentadores de corações e mentes. E é importante trabalhar essa questão com uma ênfase bastante grande junto às crianças e aos adolescentes. Coloco ênfase nos mais jovens porque é justamente nos primeiros momentos da vida que as pessoas despertam para o novo e começam a cultivar os valores e as crenças que irão acompanhá-las pelo resto de suas vidas.</p>
<p>Se as crianças sonharem em ganhar livros com o mesmo ardor com que desejam as pistas de corrida, as bonecas e até as pistolas de brinquedo, estaremos mais próximos da construção de um país melhor. Pois não há riqueza maior do que o conhecimento, e é desse tesouro que o Brasil mais precisa.</p>
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		<title>Edital Espaços Mais Cultura 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até o dia 14 de março, Prefeituras Municipais podem se inscrever para participar da seleção do edital Edital Espaços Mais Cultura 2010, iniciativa que implantará 20 Espaços Mais Cultura em municípios com até 500 mil habitantes, disponibilizando um investimento de R$ 9 milhões, sendo R$ 450 mil por Espaço Mais Cultura, incluindo ainda oficinas de mobilização da comunidade para a gestão do equipamento. 
As prefeituras dos municípios deverão garantir contrapartida financeira de, no mínimo, 20% do valor total do projeto, além do terreno para a implantação do equipamento cultural, que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o dia 14 de março, Prefeituras Municipais podem se inscrever para participar da seleção do edital Edital Espaços Mais Cultura 2010, iniciativa que implantará 20 Espaços Mais Cultura em municípios com até 500 mil habitantes, disponibilizando um investimento de R$ 9 milhões, sendo R$ 450 mil por Espaço Mais Cultura, incluindo ainda oficinas de mobilização da comunidade para a gestão do equipamento.<img title="Mais..." src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /> <span id="more-11952"></span></p>
<p>As prefeituras dos municípios deverão garantir contrapartida financeira de, no mínimo, 20% do valor total do projeto, além do terreno para a implantação do equipamento cultural, que deverá ocupar uma área construída de 225 m².</p>
<p>Em parceria com o Ministério das Cidades, já estão em andamento a construção de 14 Espaços Mais Cultura em Recife, Santos (SP), Curitiba, Florianópolis, Brasília, São Luís, Natal, Campo Grande, São Paulo &#8211; Paraisópolis e Jardim Nazaré III -, Rio de Janeiro, Palmas, Salvador, Maceió e Teresina, localizados nas áreas de atuação do Programa de Aceleração do Crescimento. Para acessar o edital completo, <a href="http://www.cultura.gov.br/site/2010/01/29/edital-espacos-mais-cultura-2010/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>SEC lança editais do Projeto Ademar Guerra</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina Teixeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto Ademar Guerra, de Estímulo ao Teatro no interior do Estado de São Paulo, lança sua programação para 2010, com editais de seleção de grupos e contratação de orientadores artísticos em todo o Estado. Realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, através da ASSAOC – Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, o Projeto Ademar Guerra, abre inscrições para a seleção de grupos que queiram participar do processo seletivo para receber Orientação Artística na Edição 2010 do Projeto. 
O Projeto Ademar Guerra traz novidades em seu Edital para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto Ademar Guerra, de Estímulo ao Teatro no interior do Estado de São Paulo, lança sua programação para 2010, com editais de seleção de grupos e contratação de orientadores artísticos em todo o Estado. Realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, através da ASSAOC – Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo, o Projeto Ademar Guerra, abre inscrições para a seleção de grupos que queiram participar do processo seletivo para receber Orientação Artística na Edição 2010 do Projeto.<img title="Mais..." src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /> <span id="more-11954"></span></p>
<p>O Projeto Ademar Guerra traz novidades em seu Edital para contratação de Orientadores Artísticos. Por ter seu foco voltado especialmente para o trabalho dos grupos, nesta Edição o candidato à vaga de Orientador Artístico fará sua inscrição para um dos grupos selecionados. A idéia é que haja maior afinidade entre os perfis de grupos e orientadores, bem como, entre os respectivos projetos de trabalho.</p>
<p>As inscrições para o processo seletivo para contratação de Orientadores Artísticos estarão abertas no período de 23 a 26 de Fevereiro de 2010.</p>
<p><a href="http://www.cultura.sp.gov.br/StaticFiles/SEC/Curso%20e%20Evento/Edital%20PAG%202010%20-%20Orientadores.pdf" target="_blank">Acesse aqui </a>o edital de contratação de orientadores artísticos. Para mais informações, ligue (011) 2292-7711 / 2292-7071 &#8211;  Ramais:  209 ou 211 ou acesse <a href="http://www.oficinasculturais.org.br" target="_blank">www.oficinasculturais.org.br</a></p>
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		<title>Começo do fim: Skype terá versão para iPhone 3G</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 10:46:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[RELATOS]]></category>
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		<category><![CDATA[subversão]]></category>
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		<description><![CDATA[A Skype anunciou hoje que terá em breve uma nova versão para iPhone de seu programa de chamadas telefônicas. O novo Skype poderá fazer chamadas por meio de redes 3G, além das redes Wi-Fi da versão atual. No mínimo subversivo, não? Como ficarão as operadoras de celular?
No momento, o Skype para iPhone funciona apenas em conexões Wi-Fi. Isso limita muito a utilidade do programa, já que o usuário tem que estar em um local com rede Wi-Fi para fazer e receber chamadas. Já o novo Skype funcionará em qualquer lugar com redes 3G, uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Skype anunciou hoje que terá em breve uma nova versão para iPhone de seu programa de chamadas telefônicas. O novo Skype poderá fazer chamadas por meio de redes 3G, além das redes Wi-Fi da versão atual. No mínimo subversivo, não? Como ficarão as operadoras de celular?<span id="more-11943"></span></p>
<p>No momento, o Skype para iPhone funciona apenas em conexões Wi-Fi. Isso limita muito a utilidade do programa, já que o usuário tem que estar em um local com rede Wi-Fi para fazer e receber chamadas. Já o novo Skype funcionará em qualquer lugar com redes 3G, uma baita vantagem no quesito mobilidade. Um choque de frente com as operadoras de celular.</p>
<p>Outra vantagem do novo Skype é econômica. Quem tem um plano 3G ilimitado poderá usar o Skype para fazer chamadas pagando apenas as tarifas cobradas pelo programa. Elas costumam ser mais baixas do que as cobradas pelas operadoras, principalmente em chamadas internacionais. Chamadas de um usuário Skype para outro serão grátis, como ocorre com a versão do programa para computadores e notebooks.</p>
<p>A Skype explicou que a impossibilidade de usar o programa em redes 3G era imposta pela Apple. Somente nos últimos dias a empresa de Steve Jobs liberou a o uso de redes 3G por programas de chamadas que usam o padrão VoIP, como o Skype.</p>
<p>Fonte: IG tecnologia.</p>
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		<title>I Concurso de Poesia Amigos do Livro &#8211; Flipoços – 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 01:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até o dia 31 de março, o Portal Amigos do Livro e a GSC Eventos Especiais promovem o I Concurso de Poesias Amigos do Livro / Flipoços &#8211; 2010, iniciativa que tem como objetivo descobrir novos talentos, promovendo a literatura brasileira e será realizada durante a Feira do Livro de Poços de Caldas &#8211; Flipoços 2010 entre os dias 24 de abril a 02 de maio de 2010.  
Os 40 vencedores serão divulgados durante o Flipoços 2010 e a premiação será a divulgação da poesia em um livro antológico ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o dia 31 de março, o Portal Amigos do Livro e a GSC Eventos Especiais promovem o I Concurso de Poesias Amigos do Livro / Flipoços &#8211; 2010, iniciativa que tem como objetivo descobrir novos talentos, promovendo a literatura brasileira e será realizada durante a Feira do Livro de Poços de Caldas &#8211; Flipoços 2010 entre os dias 24 de abril a 02 de maio de 2010. <img title="Mais..." src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /> <span id="more-11950"></span></p>
<p>Os 40 vencedores serão divulgados durante o Flipoços 2010 e a premiação será a divulgação da poesia em um livro antológico com as 40 poesias vencedoras, cujo lançamento acontecerá durante a Bienal de São Paulo em agosto de 2010.</p>
<p>Os interessados que queiram concorrer a premiação devem ser brasileiros, maiores de 16 anos e residentes no Brasil. O tema é livre e a inscrição é grátis. Para realizar a sua inscrição,<a href="http://www.concursosliterarios.com.br/formulario.php?id=306" target="_blank"> clique aqui.</a></p>
<p>Além disso, a organização do 1º Concurso Nacional de Poesia Amigos do Livro, em parceria com a Escola do Escritor vai realizar durante a Feira do Livro de Poços de Caldas &#8211; Flipoços 2010, cursos de literatura para interessados. Durante a feira serão ministrados os cursos com os seguintes temas: &#8220;Segredos para Despertar a sua Criatividade (Descubra o Escritor que existe dentro de Você)?”, “Conhecendo e Escrevendo Literatura Infantil” e “O LIVRO: A Arte de Escrever, Publicar, Comercializar e o Direito Autoral: Questões Práticas”.</p>
<p>Para mais informações sobre a Feira do Livro de Poços de Caldas &#8211; Flipoços 2010 e os cursos, acesse <a href="http://www.feiradolivropocosdecaldas.com.br" target="_blank">www.feiradolivropocosdecaldas.com.br</a></p>
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		<title>Festival Internacional de Cinema para Crianças e Jovens – Divercine</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 00:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina Teixeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
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		<description><![CDATA[Até o dia 01 de abril, estão abertas as inscrições para a 19ª edição do Festival Internacional de Cinema para Crianças e Jovens &#8211; Divercine, evento que será realizada de 12 a 18 de julho, em Montevidéu, sede da iniciativa, e outras cidades de países da América Latina.  
Interessados em participar do evento devem enviar o pedido de inscrições das suas obras audiovisuais até o dia 01 de abril. Como nos anos anteriores, além do júri formado por artistas, cineastas e educadores, haverá um outro júri composto por crianças ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o dia 01 de abril, estão abertas as inscrições para a 19ª edição do Festival Internacional de Cinema para Crianças e Jovens &#8211; Divercine, evento que será realizada de 12 a 18 de julho, em Montevidéu, sede da iniciativa, e outras cidades de países da América Latina. <img title="Mais..." src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /> <span id="more-11948"></span></p>
<p>Interessados em participar do evento devem enviar o pedido de inscrições das suas obras audiovisuais até o dia 01 de abril. Como nos anos anteriores, além do júri formado por artistas, cineastas e educadores, haverá um outro júri composto por crianças e adolescentes.</p>
<p>Os candidatos concorrerão ao Prêmio Guri para o melhor filme ou vídeo; ao Prêmio do Festival para os melhores filmes ou vídeos de curta e longa-metragem, nas categorias ficção, animação e documental; ao Prêmio Diversidade Cultural do Mercosul; ao Prêmio para o melhor filme ou vídeo que promova o direito infanto-juvenil; ao Prêmio SIGNIS-OCIC para o filme ou vídeo que ressalte os valores humanos; ao Prêmio de melhor obra-prima do Festival; e ao Prêmio de melhor produção uruguaia. Para mais informações, acesse <a href="http://www.divercine.com.uy" target="_blank">www.divercine.com.uy</a>.</p>
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