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	<title>Comentários sobre: O vinho e o vinagre</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: solange</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/o-vinho-e-o-vinagre/comment-page-1/#comment-11252</link>
		<dc:creator>solange</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 01:13:08 +0000</pubDate>
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		<description>Pô, que cansaço!
E ninguém fala da gestão desse incompetente, na Funarte?
Ele desvia o assunto e rouba o discurso para esconder a &quot;porcaria&quot; que fez na Funarte. O pior é que esse site dá guarida a tanta mentira! Dá até para desconfiar, hein! Golpismo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pô, que cansaço!<br />
E ninguém fala da gestão desse incompetente, na Funarte?<br />
Ele desvia o assunto e rouba o discurso para esconder a &#8220;porcaria&#8221; que fez na Funarte. O pior é que esse site dá guarida a tanta mentira! Dá até para desconfiar, hein! Golpismo?</p>
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		<title>Por: Lorena Campos</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/o-vinho-e-o-vinagre/comment-page-1/#comment-9702</link>
		<dc:creator>Lorena Campos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 22:46:41 +0000</pubDate>
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		<description>Juca está jogando para a torcida, mas os políticos sempre cometem erros. Vejam agora a briga que ele comprou com o Paulo Coelho. Como é que o Ministro da Cultura do Brasil não estará na maior feira de livros do mundo para homenagear o escritor brasileiro mais lido no mundo? Só mesmo um político rancoroso, mas preocupado com a politicagem. Ou será já reflexo dos tucanos e neoliberais que ele colocou para assessorá-lo?  Sua saída do Ministério será mais rápida do que se imaginava.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Juca está jogando para a torcida, mas os políticos sempre cometem erros. Vejam agora a briga que ele comprou com o Paulo Coelho. Como é que o Ministro da Cultura do Brasil não estará na maior feira de livros do mundo para homenagear o escritor brasileiro mais lido no mundo? Só mesmo um político rancoroso, mas preocupado com a politicagem. Ou será já reflexo dos tucanos e neoliberais que ele colocou para assessorá-lo?  Sua saída do Ministério será mais rápida do que se imaginava.</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/o-vinho-e-o-vinagre/comment-page-1/#comment-9698</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 22:01:40 +0000</pubDate>
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		<description>É possível que entre esses aspectos de ordem político/partidária, a geografia do comando da cultura brasileira seja de fato uma cartada. Eu, que acabei de sair, agorinha, do debate chamado &quot;Diálogo Cultural&quot; em que Juca Ferreira caminhou entre o sóbrio e as jogadas de efeito político para as viúvas da Guanabara, leia-se Funarte, pude me certificar de que a promiscuidade devoradora à caça de verbas públicas anda com os dentes afiados nas terras do imperador entre o nostálgico e o bairrismo, o que se assistiu ali foi a explícita manifestação de uma torcida organizada bem ao estilo &quot;a praia é minha&quot;, leia-se Arpoador e Baixo Leblon. A tiurma que está há muito com o banco aberto durante 24horas, para receber toda forma de recursos públicos nas três esferas do executivo, cariocou como nunca, botou a banda de Ipanema a trombetear com os seus lirismos boêmios de sempre em nome da supremacia da eterna letargia imperial.
Não sei os pormenores da saída de Frateschi, mas de imediato sei que andou pisando em ovos da chocadeira do estado carioca que se transformou a Funarte de anos pra cá. Chamar alguém de stalinista no Brasil virou marca registrada da dita democracia de direita, ainda mais que conseguiram derrubar Ze Dirceu com esse dicurso fajuto de stalinista. O que sei é que a estrutura, que a pirâmide institucional no Brasil contempla o mesmo desenho e, cada vez menos, consegue adesão da sociedade e, consequentemente suas fragilidades ficam mais expostas. Enfim, há um mangau nisso tudo que não pode ser cobrado de um dirigente ou de um ministro, mas da decadência explícita do sonho de um pensamento altruista da classe artística brasileira, dessas castas que andam pelas duas capitais, Rio e São Paulo e põem seus compatriotas do corporativismo do buteco a fazer a revolta dos copos sujos. Lamentável, patético, é o que se pode chamar o resultado de dois séculos de um pensamento que está ainda aquem de ser, pelo menos provinciano. Taxar isso de província é dar algum sentido, coisa que um debate como este mostra que não tem nenhum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É possível que entre esses aspectos de ordem político/partidária, a geografia do comando da cultura brasileira seja de fato uma cartada. Eu, que acabei de sair, agorinha, do debate chamado &#8220;Diálogo Cultural&#8221; em que Juca Ferreira caminhou entre o sóbrio e as jogadas de efeito político para as viúvas da Guanabara, leia-se Funarte, pude me certificar de que a promiscuidade devoradora à caça de verbas públicas anda com os dentes afiados nas terras do imperador entre o nostálgico e o bairrismo, o que se assistiu ali foi a explícita manifestação de uma torcida organizada bem ao estilo &#8220;a praia é minha&#8221;, leia-se Arpoador e Baixo Leblon. A tiurma que está há muito com o banco aberto durante 24horas, para receber toda forma de recursos públicos nas três esferas do executivo, cariocou como nunca, botou a banda de Ipanema a trombetear com os seus lirismos boêmios de sempre em nome da supremacia da eterna letargia imperial.<br />
Não sei os pormenores da saída de Frateschi, mas de imediato sei que andou pisando em ovos da chocadeira do estado carioca que se transformou a Funarte de anos pra cá. Chamar alguém de stalinista no Brasil virou marca registrada da dita democracia de direita, ainda mais que conseguiram derrubar Ze Dirceu com esse dicurso fajuto de stalinista. O que sei é que a estrutura, que a pirâmide institucional no Brasil contempla o mesmo desenho e, cada vez menos, consegue adesão da sociedade e, consequentemente suas fragilidades ficam mais expostas. Enfim, há um mangau nisso tudo que não pode ser cobrado de um dirigente ou de um ministro, mas da decadência explícita do sonho de um pensamento altruista da classe artística brasileira, dessas castas que andam pelas duas capitais, Rio e São Paulo e põem seus compatriotas do corporativismo do buteco a fazer a revolta dos copos sujos. Lamentável, patético, é o que se pode chamar o resultado de dois séculos de um pensamento que está ainda aquem de ser, pelo menos provinciano. Taxar isso de província é dar algum sentido, coisa que um debate como este mostra que não tem nenhum.</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado Freitas</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/o-vinho-e-o-vinagre/comment-page-1/#comment-9697</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 21:57:58 +0000</pubDate>
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		<description>É possível que entre esses aspectos de ordem político/partidária, a geografia do comando da cultura brasileira seja de fato uma cartada. Eu, que acabei de sair, agorinha, do debate chamado &quot;Diálogo Cultural&quot; em que Juca Ferreira caminhou entre o sóbrio e as jogadas de efeito político para as viúvas da Guanabara, leia-se Funarte, pude me certificar de que a promiscuidade devoradora à caça de verbas públicas anda com os dentes afiados nas terras do imperador entre o nostálgico e o bairrismo, o que se assistiu ali foi a explícita manifestação de uma torcida organizada bem ao estilo &quot;a praia é minha&quot;, leia-se Arpoador e Baixo Leblon. A tiurma que está há muito com o banco aberto durante 24horas, para receber toda forma de recursos públicos nas três esferas do executivo, cariocou como nunca, botou a banda de Ipanema a trombetear com os seus lirismos boêmios de sempre em nome da supremacia da eterna letargia imperial.
Não sei os pormenores da saída de Frateschi, mas de imediato sei que andou pisando em ovos da chocadeira do estado carioca que se transformou a Funarte de anos pra cá. Chamar alguém de stalinista no Brasil virou marca registrada da dita democracia de direita, ainda mais que conseguiram derrubar Ze Dirceu com esse dicurso fajuto de stalinista. O que sei é que a estrutura, que a pirâmide institucional no Brasil contempla o mesmo desenho e, cada vez menos, consegue adesão da sociedade e, consequentemente suas fragilidades ficam mais expostas. Enfim, há um mangau nisso tudo que não pode ser cobrado de um dirigente ou de um ministro, mas da decadência explícita do sonho de um pensamento altruista da classe artística brasileira, dessas castas que andam pelas duas capitais, Rio e São Paulo e põem seus compatriotas do corporativismo do buteco a fazer a revolta dos copos sujos. Lamentável, patético, é o que se pode chamar o resultado de dois séculos de um pensamento que está ainda aquem de ser, pelo menos provinciano. Taxar isso de província é dar algum sentido, coisa que um debate como este mostra que não tem nenhum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É possível que entre esses aspectos de ordem político/partidária, a geografia do comando da cultura brasileira seja de fato uma cartada. Eu, que acabei de sair, agorinha, do debate chamado &#8220;Diálogo Cultural&#8221; em que Juca Ferreira caminhou entre o sóbrio e as jogadas de efeito político para as viúvas da Guanabara, leia-se Funarte, pude me certificar de que a promiscuidade devoradora à caça de verbas públicas anda com os dentes afiados nas terras do imperador entre o nostálgico e o bairrismo, o que se assistiu ali foi a explícita manifestação de uma torcida organizada bem ao estilo &#8220;a praia é minha&#8221;, leia-se Arpoador e Baixo Leblon. A tiurma que está há muito com o banco aberto durante 24horas, para receber toda forma de recursos públicos nas três esferas do executivo, cariocou como nunca, botou a banda de Ipanema a trombetear com os seus lirismos boêmios de sempre em nome da supremacia da eterna letargia imperial.<br />
Não sei os pormenores da saída de Frateschi, mas de imediato sei que andou pisando em ovos da chocadeira do estado carioca que se transformou a Funarte de anos pra cá. Chamar alguém de stalinista no Brasil virou marca registrada da dita democracia de direita, ainda mais que conseguiram derrubar Ze Dirceu com esse dicurso fajuto de stalinista. O que sei é que a estrutura, que a pirâmide institucional no Brasil contempla o mesmo desenho e, cada vez menos, consegue adesão da sociedade e, consequentemente suas fragilidades ficam mais expostas. Enfim, há um mangau nisso tudo que não pode ser cobrado de um dirigente ou de um ministro, mas da decadência explícita do sonho de um pensamento altruista da classe artística brasileira, dessas castas que andam pelas duas capitais, Rio e São Paulo e põem seus compatriotas do corporativismo do buteco a fazer a revolta dos copos sujos. Lamentável, patético, é o que se pode chamar o resultado de dois séculos de um pensamento que está ainda aquem de ser, pelo menos provinciano. Taxar isso de província é dar algum sentido, coisa que um debate como este mostra que não tem nenhum.</p>
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		<title>Por: Carlos Henrique Machado</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/o-vinho-e-o-vinagre/comment-page-1/#comment-9696</link>
		<dc:creator>Carlos Henrique Machado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 21:49:13 +0000</pubDate>
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		<description>É possível que entre esses aspectos de ordem político/partidária, a geografia do comando da cultura brasileira seja de fato uma cartada. Eu, que acabei de sair, agorinha, do debate chamado &quot;Diálogo Cultural&quot; em que Juca Ferreira caminhou entre o sóbrio e as jogadas de efeito político para as viúvas da Guanabara, leia-se Funarte, pude me certificar de que a promiscuidade devoradora à caça de verbas públicas anda com os dentes afiados nas terras do imperador entre o nostálgico e o bairrismo, o que se assistiu ali foi a explícita manifestação de uma torcida organizada bem ao estilo &quot;a praia é minha&quot;, leia-se Arpoador e Baixo Leblon. A tiurma que está há muito com o banco aberto durante 24horas, para receber toda forma de recursos públicos nas três esferas do executivo, cariocou como nunca, botou a banda de Ipanema a trombetear com os seus lirismos boêmios de sempre em nome da supremacia da eterna letargia imperial.

Não sei os pormenores da saída de Frateschi, mas de imediato sei que andou pisando em ovos da chocadeira do estado carioca que se transformou a Funarte de anos pra cá. Chamar alguém de stalinista no Brasil virou marca registrada da dita democracia de direita, ainda mais que conseguiram derrubar Ze Dirceu com esse dicurso fajuto de stalinista. O que sei é que a estrutura, que a pirâmide institucional no Brasil contempla o mesmo desenho e, cada vez menos, consegue adesão da sociedade e, consequentemente suas fragilidades ficam mais expostas. Enfim, há um mangau nisso tudo que não pode ser cobrado de um dirigente ou de um ministro, mas da decadência explícita do sonho de um pensamento altruista da classe artística brasileira, dessas castas que andam pelas duas capitais, Rio e São Paulo e põem seus compatriotas do corporativismo do buteco a fazer a revolta dos copos sujos. Lamentável, patético, é o que se pode chamar o resultado de dois séculos de um pensamento que está ainda aquem de ser, pelo menos provinciano. Taxar isso de província é dar algum sentido, coisa que um debate como este mostra que não tem nenhum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É possível que entre esses aspectos de ordem político/partidária, a geografia do comando da cultura brasileira seja de fato uma cartada. Eu, que acabei de sair, agorinha, do debate chamado &#8220;Diálogo Cultural&#8221; em que Juca Ferreira caminhou entre o sóbrio e as jogadas de efeito político para as viúvas da Guanabara, leia-se Funarte, pude me certificar de que a promiscuidade devoradora à caça de verbas públicas anda com os dentes afiados nas terras do imperador entre o nostálgico e o bairrismo, o que se assistiu ali foi a explícita manifestação de uma torcida organizada bem ao estilo &#8220;a praia é minha&#8221;, leia-se Arpoador e Baixo Leblon. A tiurma que está há muito com o banco aberto durante 24horas, para receber toda forma de recursos públicos nas três esferas do executivo, cariocou como nunca, botou a banda de Ipanema a trombetear com os seus lirismos boêmios de sempre em nome da supremacia da eterna letargia imperial.</p>
<p>Não sei os pormenores da saída de Frateschi, mas de imediato sei que andou pisando em ovos da chocadeira do estado carioca que se transformou a Funarte de anos pra cá. Chamar alguém de stalinista no Brasil virou marca registrada da dita democracia de direita, ainda mais que conseguiram derrubar Ze Dirceu com esse dicurso fajuto de stalinista. O que sei é que a estrutura, que a pirâmide institucional no Brasil contempla o mesmo desenho e, cada vez menos, consegue adesão da sociedade e, consequentemente suas fragilidades ficam mais expostas. Enfim, há um mangau nisso tudo que não pode ser cobrado de um dirigente ou de um ministro, mas da decadência explícita do sonho de um pensamento altruista da classe artística brasileira, dessas castas que andam pelas duas capitais, Rio e São Paulo e põem seus compatriotas do corporativismo do buteco a fazer a revolta dos copos sujos. Lamentável, patético, é o que se pode chamar o resultado de dois séculos de um pensamento que está ainda aquem de ser, pelo menos provinciano. Taxar isso de província é dar algum sentido, coisa que um debate como este mostra que não tem nenhum.</p>
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		<title>Por: Lorena Campos</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/o-vinho-e-o-vinagre/comment-page-1/#comment-9659</link>
		<dc:creator>Lorena Campos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 15:53:15 +0000</pubDate>
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		<description>Juca Ferreira é um equilibrista, pois como poderia um político tão pouco expressivo chegar onde chegou sem articulações pérfidas? Como sustentar esse vinagre? Acho que ele sai antes do fim do ano, após o segundo turno.  O Presidente Lula esperava que ele controlasse o PV, mas o que assistimos nessas eleições é justamente o oposto. Em Natal e no Rio, assim como em muitas outras pequenas cidades, o PV que sai fortalecido é o PV aliado do PSDB e DEM. Em Minas, o PV está com Aécio. Em São Paulo, o PV está apoiando oficialmente Kassab. Juca apóia Marta com a pretensão de derrubar seus principais adversários dentro do partido verde paulista, que estão com o Kassab e com o Serra.  Isso mostra que já tendo perdido feio as últimas eleições nacionais para a presidência do PV,  Juca fica cada vez mais isolado dentro do próprio partido. Lula já pensa em um outro nome para o Ministério da Cultura. Que seja alguém mais significativo da cultura brasileira!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Juca Ferreira é um equilibrista, pois como poderia um político tão pouco expressivo chegar onde chegou sem articulações pérfidas? Como sustentar esse vinagre? Acho que ele sai antes do fim do ano, após o segundo turno.  O Presidente Lula esperava que ele controlasse o PV, mas o que assistimos nessas eleições é justamente o oposto. Em Natal e no Rio, assim como em muitas outras pequenas cidades, o PV que sai fortalecido é o PV aliado do PSDB e DEM. Em Minas, o PV está com Aécio. Em São Paulo, o PV está apoiando oficialmente Kassab. Juca apóia Marta com a pretensão de derrubar seus principais adversários dentro do partido verde paulista, que estão com o Kassab e com o Serra.  Isso mostra que já tendo perdido feio as últimas eleições nacionais para a presidência do PV,  Juca fica cada vez mais isolado dentro do próprio partido. Lula já pensa em um outro nome para o Ministério da Cultura. Que seja alguém mais significativo da cultura brasileira!</p>
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