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	<title>Comentários sobre: A retórica na prática é outra</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Por: Renato Frota</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-82840</link>
		<dc:creator>Renato Frota</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 00:18:17 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente entrevista.

Certíssimo no que diz respeito ao Ficart.

Oferecer incentivos fiscais para o Ficart contaminaria o apoio financeiro advindo da economia de mercado com a logica do mecenato que já goza de mecanismo próprio e problemático.

Poucos perceberam que no Ficart não haverá analise de projetos pelo Estado pois o centro da ação seria o plano de negócios, um documento vivo que sofre mudanças no decorrer das negociações com administradores das instituições financeiras.

Se houver incentivo fiscal para o Ficart na forma que se encontra no PL, novamente se estendera o desvio de recursos e o privilegio de poucos em detrimento de muitos.

Que pena que não foi implantado o Ficart em sua versão original.

Mas ainda ha tempo!

Parabéns ao economista Marco Acco, bela abordagem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente entrevista.</p>
<p>Certíssimo no que diz respeito ao Ficart.</p>
<p>Oferecer incentivos fiscais para o Ficart contaminaria o apoio financeiro advindo da economia de mercado com a logica do mecenato que já goza de mecanismo próprio e problemático.</p>
<p>Poucos perceberam que no Ficart não haverá analise de projetos pelo Estado pois o centro da ação seria o plano de negócios, um documento vivo que sofre mudanças no decorrer das negociações com administradores das instituições financeiras.</p>
<p>Se houver incentivo fiscal para o Ficart na forma que se encontra no PL, novamente se estendera o desvio de recursos e o privilegio de poucos em detrimento de muitos.</p>
<p>Que pena que não foi implantado o Ficart em sua versão original.</p>
<p>Mas ainda ha tempo!</p>
<p>Parabéns ao economista Marco Acco, bela abordagem!</p>
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	<item>
		<title>Por: Dayse Cunha</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-80960</link>
		<dc:creator>Dayse Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 11:33:23 +0000</pubDate>
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		<description>Não é bem assim não, SrºMarco Antonio Acco, ex-secretário de Gilberto Gil nas pastas do fomento e articulação institucional. Quando em sua fala o senhor afirma: 

- E o quanto esta multiplicidade impacta na configuração de uma legislação como esta. Lembro, como exemplo marcante, que o artesanato é um dos maiores setores culturais no Brasil e, ao mesmo tempo, um dos mais dispersos no território e com menor capacidade de organização formal e de representação política, aspectos que ajudam a compreender porque este setor ficou sem o ?seu? fundo setorial. 

Como Artista Plástica, Ecodesigner e gestora de 3º Setor que tem no Artesanato Brasileiro, porta de saída para inclusão produtiva e no Artesanato Sustentável, estratégia de tecnologia social para a educação ambiental, eleita na Pré Conferencia Setorial, Delegada regional Sudeste. Posso lhe afirmar que se esse setor ficou sem &quot;seu&quot; fundo setorial até o momento de sua lembrança, foi simplesmente por purismos culturais que podem ser traduzidos como preconceitos  colonialistas ligados a identidade simbólica de nosso povo e os mesmos purismos que nunca abrigaram a expressão de seu Artesanato nos Ministérios da Cultura. 

E sem querer aqui fazer apologia a X ou Y, essa quebra de paradigma na Cultura Nacional só foi possível a partir da atitude corajosa, culta e sábia de se reconhecer e inserir formalmente junto ao MinC o Artesanato Brasileiro como legítima manifestação cultural - a despeito de críticas e interesses econômicos que tutelavam o segmento. 

Honra seja feita, na gestão e visão cultural daquele que sucedeu a Gilberto Gil, o atual Ministro da Cultura Juca Ferreira. 

E viva também, a fala do Indio, do Design, Moda Brasileira e Arquitetura no Ministério da Cultura do Brasil. 
Dayse Cunha - RJ 

Att 
Dayse Cunha 
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não é bem assim não, SrºMarco Antonio Acco, ex-secretário de Gilberto Gil nas pastas do fomento e articulação institucional. Quando em sua fala o senhor afirma: </p>
<p>- E o quanto esta multiplicidade impacta na configuração de uma legislação como esta. Lembro, como exemplo marcante, que o artesanato é um dos maiores setores culturais no Brasil e, ao mesmo tempo, um dos mais dispersos no território e com menor capacidade de organização formal e de representação política, aspectos que ajudam a compreender porque este setor ficou sem o ?seu? fundo setorial. </p>
<p>Como Artista Plástica, Ecodesigner e gestora de 3º Setor que tem no Artesanato Brasileiro, porta de saída para inclusão produtiva e no Artesanato Sustentável, estratégia de tecnologia social para a educação ambiental, eleita na Pré Conferencia Setorial, Delegada regional Sudeste. Posso lhe afirmar que se esse setor ficou sem &#8220;seu&#8221; fundo setorial até o momento de sua lembrança, foi simplesmente por purismos culturais que podem ser traduzidos como preconceitos  colonialistas ligados a identidade simbólica de nosso povo e os mesmos purismos que nunca abrigaram a expressão de seu Artesanato nos Ministérios da Cultura. </p>
<p>E sem querer aqui fazer apologia a X ou Y, essa quebra de paradigma na Cultura Nacional só foi possível a partir da atitude corajosa, culta e sábia de se reconhecer e inserir formalmente junto ao MinC o Artesanato Brasileiro como legítima manifestação cultural &#8211; a despeito de críticas e interesses econômicos que tutelavam o segmento. </p>
<p>Honra seja feita, na gestão e visão cultural daquele que sucedeu a Gilberto Gil, o atual Ministro da Cultura Juca Ferreira. </p>
<p>E viva também, a fala do Indio, do Design, Moda Brasileira e Arquitetura no Ministério da Cultura do Brasil.<br />
Dayse Cunha &#8211; RJ </p>
<p>Att<br />
Dayse Cunha</p>
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	<item>
		<title>Por: registros básicos</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-80760</link>
		<dc:creator>registros básicos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 23:49:01 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Devemos considerar a legislação de financiamento das atividades culturais como uma das legislações mais importantes para a construção da cidadania e da democracia em nosso país, uma legislação que, como tal, deveria ser tratada com muito zelo, sem segredos, sem reservas de informações, sem salas fechadas, uma legislação sobre a qual jovens e adultos, no morro, no asfalto, nas florestas, na beira de rios e praias ou onde quer que estejam pudessem compreender e opinar sobre ela; afinal, é uma legislação de seu mais elevado interesse individual e coletivo...Um primeiro, foi o MinC ter conduzido o debate com o público a partir de uma minuta de texto legal, circunscrevendo e pautando as conversas para um texto jurídico já formatado, de domínio bastante restrito, acessável apenas ou primordialmente por “especialistas” e “entendidos” em leis e em suas minúcias.&quot;(copy/paste) 
Temos um linguista brasileiro que chama a atenção para a exclusão social através de um português elitizado. Nem todos tinham condições de entender o processo.Parece que estamos ilhados em nosso saber. Seria genial um texto de apoio para melhor compreensão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Devemos considerar a legislação de financiamento das atividades culturais como uma das legislações mais importantes para a construção da cidadania e da democracia em nosso país, uma legislação que, como tal, deveria ser tratada com muito zelo, sem segredos, sem reservas de informações, sem salas fechadas, uma legislação sobre a qual jovens e adultos, no morro, no asfalto, nas florestas, na beira de rios e praias ou onde quer que estejam pudessem compreender e opinar sobre ela; afinal, é uma legislação de seu mais elevado interesse individual e coletivo&#8230;Um primeiro, foi o MinC ter conduzido o debate com o público a partir de uma minuta de texto legal, circunscrevendo e pautando as conversas para um texto jurídico já formatado, de domínio bastante restrito, acessável apenas ou primordialmente por “especialistas” e “entendidos” em leis e em suas minúcias.&#8221;(copy/paste)<br />
Temos um linguista brasileiro que chama a atenção para a exclusão social através de um português elitizado. Nem todos tinham condições de entender o processo.Parece que estamos ilhados em nosso saber. Seria genial um texto de apoio para melhor compreensão.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Bel Fernandes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-80742</link>
		<dc:creator>Bel Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 16:54:46 +0000</pubDate>
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		<description>É bem extranho nosso país. Discute-se projetos de leis durante anos e na maior parte das vezes as leis não são cumpridas.
Não estamos inventando um instrumento novo. Leis de Incentivo existem no país em vários setores. Parece que perdemos o sentido deste tipo de lei.

Se a produção de queijos no país é insignificante, se não temos cultura de fabricar queijos porém o mercado futuro é promissor, cria-se uma lei para incentivar os fabricantes a produzirem mais e entrar no mercado com condições aceitáveis. Pronto, assim que o mercado esteja regulado, muda-se a lei e os produtores passam a caminhar com suas próprias pernas.
Entretanto, a cultura é uma &quot;mercadoria&quot; abstrata. Poucos conseguem entende-la como um bem, já que nossa herança cultural nos permite reconhecer apenas os bens imediatos, de consumo urgente.Toda vez que se fala em subsídios, leis de incentivo, etc para os produtores culturais, torcem-se narizes. Acusações de uso indevido, de distorções, aparecem como se na agricultura, na mineração, etc, também não houvesse estas possibilidades.Malversação é caso de polícia e não de Ministério.

É uma pena. Tínhamos uma lei que estava se moldando aos anseios da sociedade, que estava mal utilizada, sub-aproveitada pelas mãos emboloradas dos funcionários do Ministério. Levava-se até 8 meses para se analizar um projeto, sem qualquer satisfação ao produtor, numa demonstração autoritária de arrogância e despreparo. Antes de corrigir estes problemas corriqueiros, vem novamente os burocratas trocar a peça que  estava funcionando em vez de corrigir as distorções.
Pobre de nós, produtores culturais. Melhor buscar outros caminhos a  continuar reféns do Ministério.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É bem extranho nosso país. Discute-se projetos de leis durante anos e na maior parte das vezes as leis não são cumpridas.<br />
Não estamos inventando um instrumento novo. Leis de Incentivo existem no país em vários setores. Parece que perdemos o sentido deste tipo de lei.</p>
<p>Se a produção de queijos no país é insignificante, se não temos cultura de fabricar queijos porém o mercado futuro é promissor, cria-se uma lei para incentivar os fabricantes a produzirem mais e entrar no mercado com condições aceitáveis. Pronto, assim que o mercado esteja regulado, muda-se a lei e os produtores passam a caminhar com suas próprias pernas.<br />
Entretanto, a cultura é uma &#8220;mercadoria&#8221; abstrata. Poucos conseguem entende-la como um bem, já que nossa herança cultural nos permite reconhecer apenas os bens imediatos, de consumo urgente.Toda vez que se fala em subsídios, leis de incentivo, etc para os produtores culturais, torcem-se narizes. Acusações de uso indevido, de distorções, aparecem como se na agricultura, na mineração, etc, também não houvesse estas possibilidades.Malversação é caso de polícia e não de Ministério.</p>
<p>É uma pena. Tínhamos uma lei que estava se moldando aos anseios da sociedade, que estava mal utilizada, sub-aproveitada pelas mãos emboloradas dos funcionários do Ministério. Levava-se até 8 meses para se analizar um projeto, sem qualquer satisfação ao produtor, numa demonstração autoritária de arrogância e despreparo. Antes de corrigir estes problemas corriqueiros, vem novamente os burocratas trocar a peça que  estava funcionando em vez de corrigir as distorções.<br />
Pobre de nós, produtores culturais. Melhor buscar outros caminhos a  continuar reféns do Ministério.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marcos Moraes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-80737</link>
		<dc:creator>Marcos Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 15:18:03 +0000</pubDate>
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		<description>Tive a oportunidade de trabalhar alguma vez junto ao Acco durante o processo de estabelecimento e consolidação da Câmara Setorial de Dança (hoje Colegiado Nacional de Dança) e sua competência salta aos olhos. A entrevista é extremamente qualificada e isso é justamente o que está faltando ao debate. Fica-se num embate entre interesses menores, egotrips e lobbies comerciais e não se aprofundam os temas seríssimos que estão sendo tratados. Acco é mais diplomático do que eu; creio que há uma grande manipulacão por parte do Ministério: a tal &quot;participação política&quot; das massas é muito limitada, até por que as informações tratadas são complexas e a metodologia de difícil acesso. O &quot;povo da cultura&quot; é chamado prá foto, através de discursos demagógicos que conclamam enormes revoluções que estariam ocorrendo, com palavras de ordem sedutoras e um belo circo montado, mas o desconhecimento sobre &quot;a letra da lei&quot; os mantém alijados de um real processo participativo. Como consequência há enormes riscos sobre alguns itens propostos na minuta da lei, riscos de apropriação pelos mesmos grupos que dominam o capital econômico/cultural brasileiro que manteriam sua condição privilegiada de fazer negócios com o dinheiro de todos. Os interesses políticos pessoais presentes no Ministério estão bem encaminhados, mas há muitas dúvidas se a nação brasileira está realmente avançando na matéria. Não quero dizer com isso que não haja avanço no processo. Houve muitos avanços. Mas o buraco é mais embaixo. Parabéns pela entrevista e saludos ao Acco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tive a oportunidade de trabalhar alguma vez junto ao Acco durante o processo de estabelecimento e consolidação da Câmara Setorial de Dança (hoje Colegiado Nacional de Dança) e sua competência salta aos olhos. A entrevista é extremamente qualificada e isso é justamente o que está faltando ao debate. Fica-se num embate entre interesses menores, egotrips e lobbies comerciais e não se aprofundam os temas seríssimos que estão sendo tratados. Acco é mais diplomático do que eu; creio que há uma grande manipulacão por parte do Ministério: a tal &#8220;participação política&#8221; das massas é muito limitada, até por que as informações tratadas são complexas e a metodologia de difícil acesso. O &#8220;povo da cultura&#8221; é chamado prá foto, através de discursos demagógicos que conclamam enormes revoluções que estariam ocorrendo, com palavras de ordem sedutoras e um belo circo montado, mas o desconhecimento sobre &#8220;a letra da lei&#8221; os mantém alijados de um real processo participativo. Como consequência há enormes riscos sobre alguns itens propostos na minuta da lei, riscos de apropriação pelos mesmos grupos que dominam o capital econômico/cultural brasileiro que manteriam sua condição privilegiada de fazer negócios com o dinheiro de todos. Os interesses políticos pessoais presentes no Ministério estão bem encaminhados, mas há muitas dúvidas se a nação brasileira está realmente avançando na matéria. Não quero dizer com isso que não haja avanço no processo. Houve muitos avanços. Mas o buraco é mais embaixo. Parabéns pela entrevista e saludos ao Acco.</p>
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	<item>
		<title>Por: luciano</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-80715</link>
		<dc:creator>luciano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 04:03:43 +0000</pubDate>
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		<description>arte e dinheiro. o q é arte? a arte precisa de dinheiro? ela precisa gerar dinheiro? divisas? cultura? é mais interessante levar um &quot;artista&quot; q faz arte ou um produto comercial q traga direitos autorais para o Brasil? um filme &quot;arte, um filme q ganhe o oscar ou um filme q traga dinheiro e emprego? tem lugar pra todos? o q queremos. enquanto nação? quem tem direito a este &quot;dinheiro público&quot;? o público? quem conhece os membros das comissões q aprovam os editais? quem contrata um bom &quot;projetista&quot;? o q é melhor para todos? nao vamos jogar este dinheiro suado fora. paz e amor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>arte e dinheiro. o q é arte? a arte precisa de dinheiro? ela precisa gerar dinheiro? divisas? cultura? é mais interessante levar um &#8220;artista&#8221; q faz arte ou um produto comercial q traga direitos autorais para o Brasil? um filme &#8220;arte, um filme q ganhe o oscar ou um filme q traga dinheiro e emprego? tem lugar pra todos? o q queremos. enquanto nação? quem tem direito a este &#8220;dinheiro público&#8221;? o público? quem conhece os membros das comissões q aprovam os editais? quem contrata um bom &#8220;projetista&#8221;? o q é melhor para todos? nao vamos jogar este dinheiro suado fora. paz e amor.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: gil lopes</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-80647</link>
		<dc:creator>gil lopes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 23:22:28 +0000</pubDate>
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		<description>Mas será que vamos subsidiar temporadas do Cirque du Soleil e shows da Madonna? Será que não há instrumentos para que se priorizem os recursos para os produtos culturais nacionais? Sem isso é o fim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas será que vamos subsidiar temporadas do Cirque du Soleil e shows da Madonna? Será que não há instrumentos para que se priorizem os recursos para os produtos culturais nacionais? Sem isso é o fim.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Geralda Aparecida</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-80642</link>
		<dc:creator>Geralda Aparecida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 21:59:58 +0000</pubDate>
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		<description>A nova lei não está elimando as três grandes mazelas da questão cultural brasileira: a politização, o dirigismo cultural e a burocratização.Antes, as está aumentando.A Mnistério da Cultura deveria ter verba própria e satisfatória, como qualquer outro Ministério, tudo bem. Mas, o Governo deveria permitir que as pessoas e as empresas, qualqer pessoa, qualquer empresa, pudessem generosamente deduzir seus impostos através de doações à cultura, diretamente. Diretamente. Sem paternalismos governamentais, sem politizações e sem burocracia.Experimentem permitir a dedução de 10% do imposto devido para a Cultura,ou mesmo dobrem o valor do imposto devido, diretamente aos artistas e animadores e se verá o salto que o país dará! E não venham dizer que a burocracia do MINC existe para coibir os abusos.Não só não os coibe como existem leis para punir os desonestos.Poucas leis complementares resolveriam esta questão. Dirigismo cultural;politização, burocracia eis os nomes dos monstros !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A nova lei não está elimando as três grandes mazelas da questão cultural brasileira: a politização, o dirigismo cultural e a burocratização.Antes, as está aumentando.A Mnistério da Cultura deveria ter verba própria e satisfatória, como qualquer outro Ministério, tudo bem. Mas, o Governo deveria permitir que as pessoas e as empresas, qualqer pessoa, qualquer empresa, pudessem generosamente deduzir seus impostos através de doações à cultura, diretamente. Diretamente. Sem paternalismos governamentais, sem politizações e sem burocracia.Experimentem permitir a dedução de 10% do imposto devido para a Cultura,ou mesmo dobrem o valor do imposto devido, diretamente aos artistas e animadores e se verá o salto que o país dará! E não venham dizer que a burocracia do MINC existe para coibir os abusos.Não só não os coibe como existem leis para punir os desonestos.Poucas leis complementares resolveriam esta questão. Dirigismo cultural;politização, burocracia eis os nomes dos monstros !</p>
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	<item>
		<title>Por: Betty blue</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/entrevistas/a-retorica-na-pratica-e-outra/comment-page-1/#comment-80594</link>
		<dc:creator>Betty blue</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 04:11:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.culturaemercado.com.br/?p=12591#comment-80594</guid>
		<description>Uma putz entrvista! Este debate deveria ter sido limpo e claro desde o começo, mas infelizmente o que parece é que o MinC vive hoje uma ditadura! Todos sabem que o orçamento vem aumentando pelas emendas efetuadas pelos parlamentares. Não há uma base de recursos consistente que garanta a sobrevivência do FNC fatiado. A entrevista do ex-secretario é de muita lucidez.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma putz entrvista! Este debate deveria ter sido limpo e claro desde o começo, mas infelizmente o que parece é que o MinC vive hoje uma ditadura! Todos sabem que o orçamento vem aumentando pelas emendas efetuadas pelos parlamentares. Não há uma base de recursos consistente que garanta a sobrevivência do FNC fatiado. A entrevista do ex-secretario é de muita lucidez.</p>
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