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	<title>Cultura e Mercado &#124; Para quem vive de cultura. &#187; Luana Schabib</title>
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	<description>Desde 1998 &#124; Para quem vive de cultura.</description>
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		<title>Cultura e Mercado | Para quem vive de cultura.</title>
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		<title>Começa mais um Festival América do Sul em Corumbá</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 22:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
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		<category><![CDATA[américa do sul]]></category>
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		<description><![CDATA[Vai até domingo, dia 1º de maio, em Corumbá, Mato Grosso do Sul, a oitava edição do Festival América do Sul, que pretende resgatar seu objetivo de integrar a cultura latino-americana. Dez países estarão presentes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vai até domingo, dia 1º de maio, em Corumbá, Mato Grosso do Sul, a oitava edição do Festival América do Sul, que pretende resgatar seu objetivo de integrar a cultura latino-americana. Dez países estarão presentes nessa festa da cultura. Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.</p>
<p>O festival conta com atrações diversas, música, teatro, dança, artes plásticas e cinema, e até uma feirinha de artesanato onde você pode encontrar a tecelagem andina, pratas venezuelanas e um milhão de outras coisas de cada um desses países.</p>
<p>O festival teve a sua primeira edição em 2004, quando tinha um sonho grande de integração. Geograficamente e, claro, simbolicamente, Corumbá fica no coração da América do Sul. Em trinta minutos, numa estrada que tem como paisagem o Rio Paraguai, chega-se  em Puerto Quijarro, Bolívia, na estação onde se pega o <em>trem da morte</em> partindo para Santa Cruz de la Sierra, rota de dez entre dez mochileiros que querem conhecer o continente. Corumbá é ponto de partida.</p>
<p>Lugar de belezas naturais incríveis como o Pantanal e de integração cultural a flor da pele, Mato Grosso do Sul faz divisa com o Paraguai e com a Bolívia, além de ser caminho para a Argentina, Chile e todos os outros países. Mas, antes que pareça um texto release sobre a cidade, Corumbá também é terra esquecida, subjugada e onde as autoridades deveriam ter mais atenção.</p>
<p>Com o tempo, mudança de governo e de postura em relação à cultura, o festival que colocava em pauta e no palco, nomes como Mercedes Sosa, Domitila Barrios de Chungara, Manuel de Barros, Milton Nascimento, Fito Paes, Leon Gieco, Gabriel García Márquez e Eduardo Galeano, quase descambou. O festival começou a  homenagear figuras políticas recentes do próprio governo, por vaidade, falta de carinho e de atenção novamente com os países hermanos.</p>
<p>Fato é que nesta edição do festival, promete-se &#8211; com uma programação que coloca novamente nos palcos principais bandas bolivianas, paraguaias, argentinas &#8211; um retorno ao sonho de veias abertas da cultura em Corumbá. Vamos esperar com muita esperança para que não se perca um espaço a mais para discutir cultura numa fronteira de coração aberto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ter informações sobre o evento: <a href="http://www.festivalamericadosul.com.br/">http://www.festivalamericadosul.com.br/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tecnologia da informação movimenta R$ 39,4 bi no país em 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 18:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 2.000 empresas que operam no Brasil na área de tecnologia da informação mobilizaram no ano passado R$ 39,4 bilhões, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 2.000 empresas que operam no Brasil na área de tecnologia da informação mobilizaram no ano passado R$ 39,4 bilhões, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p>
<p>O órgão destaca que, dessa soma, cerca de R$ 13 bilhões corresponderam ao faturamento pela produção nacional de programas para computadores.</p>
<p>&#8220;Isso demonstra que o Brasil está desenvolvendo software a um ritmo bastante intenso&#8221;, declarou o pesquisador Roberto Saldanha, um dos responsáveis pelo relatório, que o IBGE realizou em cooperação com a Softex (Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro).</p>
<p>Saldanha esclareceu que na elaboração do relatório não se levou em conta a produção e venda de hardware, que segundo outros estudos calcula-se que no ano passado mobilizou no Brasil cerca de R$ 55 bilhões.</p>
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		<title>Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão será lançada nesta terça</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 16:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>

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Será lançada nesta terça-feira (19) a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular. O ato de lançamento contará com a presença de parlamentares e de representantes de organizações ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudoNoticia">
<p>Será lançada nesta terça-feira (19) a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular. O ato de lançamento contará com a presença de parlamentares e de representantes de organizações da sociedade civil relacionadas ao tema.</p>
<p>As organizações envolvidas na criação da frente argumentam que o ano de 2011 será decisivo para a democratização das comunicações no País. Neste ano, espera-se que o governo encaminhe ao Congresso uma proposta de novo marco regulatório das comunicações. Além disso, estão previstos debates sobre o Plano Nacional de Banda Larga, que pretende massificar o acesso à internet.</p>
<p>“Precisamos somar forças no Parlamento, onde será necessária muita mobilização e pressão para aprovar as alterações nas leis da comunicação a nosso favor”, diz o manifesto divulgado pelas entidades.</p>
<p><strong>Pluralidade</strong><br />
Para os integrantes da frente, os meios de comunicação devem refletir a pluralidade e a diversidade da sociedade brasileira, o que vai dar condições para o pleno exercício da democracia. Eles avaliam que a universalização do acesso à internet também é essencial ao exercício da liberdade de expressão e ao direito à comunicação.</p>
<p>“Hoje, as condições para o exercício dessa liberdade são muito desiguais, já que os canais de mídia, elementos-chave para a efetivação desse direito, estão nas mãos de alguns grupos econômicos cuja prática impõe sérios limites à efetivação da liberdade de expressão do povo brasileiro e é fortemente marcada pela prevalência de interesses privados em detrimento do interesse público”, diz o manifesto.</p>
<p><strong>Objetivos específicos</strong><br />
A atuação da frente vai levar em conta estudos realizados por comissões da Câmara e do Senado e propostas elaboradas por setores da sociedade civil, entre elas as da 1ª Conferência Nacional de Comunicação.</p>
<p>Entre os objetivos específicos da frente parlamentar estão:<br />
- lutar contra qualquer tipo de ação direta ou indireta de censura prévia de caráter governamental ou judicial;<br />
- regulamentação dos artigos 220, 221 e 223 da Constituição Federal, que tratam da proibição de monopólios e oligopólios no rádio e na TV; da existência de mecanismos de defesa contra programações que violem os dispositivos constitucionais; da preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas no rádio e na televisão; da regionalização da programação e do estímulo à produção independente; e da complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal;<br />
- apoiar o debate sobre a criação de conselhos de comunicação nos estados;<br />
- defender a ampliação do acesso da população à banda larga, garantindo a universalização do serviço, preços acessíveis e qualidade do serviço ofertado;<br />
- trabalhar pela liberdade na internet, tendo como parâmetros a proteção à neutralidade de rede e ao direito à privacidade e à liberdade de expressão;<br />
- defender a ampliação da participação popular no acompanhamento e regulação do sistema de comunicações;<br />
- defender transparência, regras e procedimentos democráticos em outorga e renovação de concessões, permissões e autorizações de rádio e TV;<br />
- contribuir para o fortalecimento do sistema público de comunicação, inclusive rádios e TVs comunitárias;<br />
- defender os direitos de grupos vulneráveis, como crianças e adolescentes, mulheres, negros, indígenas, população LGBTT e pessoas com deficiência, no tocante às questões de comunicação;<br />
- contribuir para o fortalecimento de pesquisa e adoção de tecnologias nacionais nas diversas etapas da cadeia produtiva das comunicações;<br />
- estimular medidas que fortaleçam a educação para a prática e a leitura da comunicação, de maneira formal e informal, entre os estudantes do ensino fundamental e médio.</p>
<p>A frente foi proposta pela deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que participa de sua coordenação provisória, juntamente com os deputados Emiliano José (PT-BA), Jean Wyllys (Psol-RJ), Luciana Santos (PCdoB-PE) e Paulo Pimenta (PT-RS). Durante o ato de lançamento, será escolhida a coordenação permanente da frente e aprovado seu manifesto e estatuto.</p>
<p>O lançamento da frente parlamentar está previsto para as 14 horas, no auditório Nereu Ramos, na Câmara.</p>
<p>Fonte: Agência da Câmara.</p>
</div>
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		<title>Democratizar a cultura não é nosso interesse, diz vice-presidente da MPAA</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/mercado/democratizar-a-cultura-nao-e-nosso-interesse-diz-vice-presidente-da-mpaa/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 04:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[MERCADO]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu na Folha de S. Paulo. Greg Frazier, vice-presidente executivo da Associação Cinematográfica dos EUA (MPAA, na sigla em inglês), visitou São Paulo e Brasília na última semana para pressionar autoridades locais por maior atenção ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu na Folha de S. Paulo. Greg Frazier, vice-presidente executivo da Associação Cinematográfica dos EUA (MPAA, na sigla em inglês), visitou São Paulo e Brasília na última semana para pressionar autoridades locais por maior atenção no combate à pirataria.</p>
<p>Representando os maiores estúdios do planeta, Frazier chegou a se encontrar com políticos e equipes dos ministérios da Cultura e da Justiça.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à <strong>Folha</strong>, o executivo norte-americano comentou a reforma dos direitos autorais no Brasil e explicou que a democratização do acesso à cultura não está na agenda da associação. Leia na sequência:</p>
<p><strong>olha &#8211; Por que a MPAA decidiu vir ao Brasil neste momento?</strong></p>
<p><strong>Greg Frazier</strong> &#8211; O Brasil é um território importante para nós, e vocês estão com um novo governo agora, então decidimos passar algum tempo no país conversando com autoridades culturais e judiciais sobre a reforma dos direitos autorais e outras questões relativas à proteção de conteúdo. Também queremos entender o que está na agenda das autoridades brasileiras e falar sobre nossas preocupações.</p>
<p><strong>O sr. acompanha os debates sobre direitos autorais que têm surgido no início do governo Dilma?</strong></p>
<p>Sim, estamos acompanhando. E eu acredito que nossa visão sobre o assunto está alinhada com o que pensam os produtores e artistas no Brasil.</p>
<p><strong>Qual é sua avaliação sobre a lei de direitos autorais brasileira?</strong></p>
<p>Primeiramente, ela não é muito diferente da maior parte das leis de direitos autorais pelo mundo. Há algumas coisas que podem ser melhoradas, e surgiram propostas [de flexibilização dos direitos autorais] no ano passado que soaram problemáticas para nós, mas o governo brasileiro parece ter voltado atrás e decidiu olhar a questão com mais calma. Só esperamos participar desse processo de reforma e poder analisá-lo também com mais calma.</p>
<p><strong>Nossa lei de direitos autorais é de 1998. O sr. não acha que muitas coisas mudaram desde então?</strong></p>
<p>Sim, você tem toda a razão. A internet transformou o ambiente com o qual os direitos autorais trabalham e mudou também a forma como esse ambiente precisa ser protegido. Hoje é tremendamente fácil roubar um filme on-line.</p>
<p>É muito fácil disseminar milhões de cópias de filmes ilegais. Então isso se apresentou como um novo desafio aos governos e para quem trabalha com políticas públicas, já que precisam se voltar para suas leis de direitos autorais e entender se elas são mesmo adequadas aos problemas do século 21.</p>
<p><strong>O <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/903610-55-da-populacao-urbana-ve-filmes-piratas-no-brasil.shtml">estudo</a> que vocês fizeram no Brasil coloca mais da metade da população urbana do país em situação de &#8220;ilegalidade cultural&#8221; -55% estariam vendo filmes piratas. Não é um dado desencorajador, já que muitas pessoas podem pensar &#8220;se todos fazem, também vou fazer&#8221;?</strong></p>
<p>Lamentavelmente essa atitude existe, mas não acho que a divulgação dos dados seja desencorajadora. Ela demonstra a gravidade do problema e como as autoridades precisam agir em relação a ele. O Brasil, como outros países, tem uma diversidade cultural rica e uma indústria de filmes em ascensão. Quando essa indústria crescer ainda mais, seus produtos precisarão estar protegido.</p>
<p>A noção das pessoas que criaram esses produtos é que elas precisam ser recompensadas por isso. Isso vale para um repórter de jornal que está escrevendo uma matéria ou um diretor que está fazendo um filme. Se você não tiver remuneração pelas reportagens que escreve, provavelmente vai acabar não escrevendo muitas. Se você não acredita no valor da criatividade e da produção de conteúdo, você acredita em um sistema diferente do meu.</p>
<p><strong>Então os direitos autorais no Brasil estão em perigo?</strong></p>
<p>Não diria em perigo. Acho até que não é uma particularidade do Brasil, mas do ambiente digital. Quero dizer, pouquíssimas pessoas diriam que é normal entrar em uma videolocadora, colocar um DVD no bolso e sair andando. Todos reconhecem que isso não se faz porque é errado.</p>
<p>Infelizmente, essa mesma visão não parece prevalecer quando estamos na internet, já que se pode sentar diante de um computador em casa, no trabalho ou na faculdade, baixar um filme ilegalmente e achar que isso não vai afetar ninguém, que está tudo bem. Bom, o caso é que não há diferença entre um exemplo e outro.</p>
<p>Agora, se você não acredita no valor da criatividade, na importância de protegê-la e de remunerar as pessoas que produzem, aí talvez você consiga justificar esse tipo de ação. Mas, neste caso, você estará fazendo um grande mal à cultura.</p>
<p><strong>Temos muitos defensores brasileiros do Creative Commons, sistema de licenças que torna mais flexível o uso de obras artísticas. O sr. acha que esses movimentos ajudam a democratizar a cultura?</strong></p>
<p>Bem, não tenho certeza. Eles [defensores do Creative Commons] nem sempre concordam com o que pregamos. E você está falando em democratizar a cultura, isso não está entre os nossos interesses. Realmente não é a minha seara.</p>
<p><strong>O que o sr. acha que um país como o Brasil, onde apenas 44% dos domicílios têm acesso à rede de esgoto, deve fazer para convencer seus cidadãos a pagarem por direitos autorais?</strong></p>
<p>Não acho que é questão de &#8220;um ou outro&#8221;, para ser sincero com você. Primeiramente, estamos falando das pessoas que eu represento e eles fazem entretenimento. É ótimo que as pessoas se divirtam e assistam, mas não se trata de necessidade básica para viver. Não é ar puro, água limpa. É entretenimento!</p>
<p>Obviamente, governos e sociedades tem que trabalhar para ter certeza que sua população possui acesso ao básico para sobreviver, mas isso não significa que você deve desconsiderar outras coisas. As sociedades convivem entre si porque se respeitam mutuamente, respeitam o que as pessoas fazem, não roubam uma das outras. Mesmo que você batalhe para colocar comida no prato, é imoral roubar.</p>
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		<title>Encontro de Blogueiros Progressistas de São Paulo</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/noticias/encontro-de-blogueiros-progressistas-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 03:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu entre os dias 15 a 17 de abril, na Assembléia Legislativa o I  Encontro dos Blogueiros Progressistas de São Paulo, preparatório para o  II Encontro Nacional, programado para junho em Brasília. O ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu entre os dias 15 a 17 de abril, na Assembléia Legislativa o I  Encontro dos Blogueiros Progressistas de São Paulo, preparatório para o  II Encontro Nacional, programado para junho em Brasília. O 1º nacional  foi realizado no ano passado, também na capital paulista.</p>
<p>Sim. Os blogueiros viraram protagonistas na mídia. Fogem da lógica do mercado, desconstroem a velha imprensa. Os blogues são capazes de dar voz às pautas que são silenciadas, as questões esquecidas, abrindo espaço para o debate democrático. Fogem do olhar comum, compartilham uma linguagem acessível, interagem com outro olhar ao lugar comum. Uau. E é isso aí. A internet encorpou o espaço democrático e hoje esses blogueiros pautam a velha mídia. É tempo de transformação na comunicação e interação.</p>
<p>Nestes três dias de encontro estadual, os blogueiros progressistas  paulistas discutem, prioritariamente, o novo marco regulatório para a  comunicação, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e os combatidos  (pela mídia conservadora) conselhos estaduais e federal de comunicação.  Além dos debates, haverá também oficinas sobre educação e blogosfera,  questões jurídicas envolvendo blogs e mídia comunitária.</p>
<p>Entre os debatedores incluem-se deputados e ativistas da área de  comunicação dentre os quais os deputados Antonio Mentor (PT-SP), Brizola  Neto (PDT-RJ), Luiza Erundina (PSB-SP), o especialista Sérgio Amadeu –  nosso entrevistado do mês -, Rachel Moreno e Laurindo Leal Filho (também  colunista aqui no blog).</p>
<p>É tempo de conversa, a imprensa e a sociedade em geral deve discutir os avanços, possibilidades e tensões que este processo leva. Não adianta mais negar, os blogueiros tem espaço garantido na mídia.</p>
<p>Seguem os vídeos gravados durante o evento:</p>
<p>Dia 15 de abril:</p>
<p>&lt;iframe width=&#8221;560&#8243; height=&#8221;340&#8243; src=&#8221;http://cdn.livestream.com/embed/imprena?layout=4&amp;amp;clip=pla_2069d9ae-0eac-445f-985c-3b66fbd3d82c&amp;amp;autoplay=false&#8221; style=&#8221;border:0;outline:0&#8243; frameborder=&#8221;0&#8243; scrolling=&#8221;no&#8221;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div style=&#8221;font-size: 11px;padding-top:10px;text-align:center;width:560px&#8221;&gt;Watch &lt;a href=&#8221;http://www.livestream.com/?utm_source=lsplayer&amp;amp;utm_medium=embed&amp;amp;utm_campaign=footerlinks&#8221; title=&#8221;live streaming video&#8221;&gt;live streaming video&lt;/a&gt; from &lt;a href=&#8221;http://www.livestream.com/imprena?utm_source=lsplayer&amp;amp;utm_medium=embed&amp;amp;utm_campaign=footerlinks&#8221; title=&#8221;Watch imprena at livestream.com&#8221;&gt;imprena&lt;/a&gt; at livestream.com&lt;/div&gt;</p>
<p>Dia 16 de abril:</p>
<p>http://www.livestream.com/imprena/video?clipId=pla_56faa852-3f03-4b68-a06a-362e30ac5670</p>
<p>Dia 17 de abril:</p>
<p>http://www.livestream.com/newchannel/popoutplayer?channel=imprena</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gravadora prevê fim do mercado de CD até 2025</title>
		<link>http://www.culturaemercado.com.br/mercado/gravadora-preve-fim-do-mercado-de-cd-ate-2025/</link>
		<comments>http://www.culturaemercado.com.br/mercado/gravadora-preve-fim-do-mercado-de-cd-ate-2025/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 22:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[MERCADO]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[Você ainda curte ouvir música no CD? Você ainda se preocupa com CDs piratas? A disputa entre os astros pela venda de CDs está com os dias contados &#8211; deu na Folha de S.Paulo e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você ainda curte ouvir música no CD? Você ainda se preocupa com CDs piratas? A disputa entre os astros pela venda de CDs está com os dias contados &#8211; deu na Folha de S.Paulo e a matéria é de Julio Wiziack. Segue.</p>
<p><a href="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2011/04/4694140156_351d94b939_m.jpg"><img class="size-full wp-image-23458 alignleft" title="Foto: Hans905" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2011/04/4694140156_351d94b939_m.jpg" alt="" width="240" height="160" /></a>Para a gravadora Universal, a líder mundial, a comercialização dos  discos acabará em 15 anos e será substituída pelo download oficial de  músicas.</p>
<p>Segundo Simon Gillham, vice-presidente da Vivendi, grupo francês de  mídia que controla a Universal, o prazo estimado pelos analistas da  gravadora pode ser menor (dez anos), caso a expansão da internet supere o  previsto.</p>
<p>Em 2010, o álbum &#8220;Recovery&#8221;, do rapper Eminem, ficou no topo das vendas  nos Estados Unidos e &#8220;Take That&#8221; foi o número um no Reino Unido.</p>
<p>No total, Eminem vendeu 6 milhões de cópias, superando Lady Gaga, que,  com &#8220;The Fame of Monster&#8221;, ficou em 4,8 milhões de discos.</p>
<p>O U2, que se apresenta hoje em São Paulo, prepara-se para lançar neste  ano um novo álbum. Com ele, o grupo tenta voltar à lista dos cinco mais  vendidos da Universal.</p>
<p>Em 2009, a banda irlandesa vendeu 4,3 milhões de cópias. No ano passado,  ficou abaixo dos 3 milhões de cópias, perdendo lugar para Rihanna e  Justin Bieber.</p>
<p>Para Gillham, a venda de discos é um mercado em declínio. No ano  passado, a Universal faturou 2,1 bilhões nesse negócio, uma queda de  10,3% em relação a 2009. No mesmo período, as vendas pela internet (de  faixas ou de discos) cresceram 7,5%, movimentando 1 bilhão -um terço de  toda a receita da gravadora.</p>
<p><strong>VIRADA</strong></p>
<p>Nesta semana, um estudo publicado pelo instituto americano Strategy Analytics confirmou a tendência.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, as vendas on-line de músicas nos Estados  Unidos, maior mercado consumidor, deverão ultrapassar as de CDs em 2012,  com faturamento previsto de US$ 2,8 bilhões, superando o dos discos em  US$ 100 milhões.</p>
<p>Para Martin Olausson, diretor de pesquisa de mídias digitais da  Strategy, as vendas on-line vão se expandir nos próximos anos, mas os  resultados das gravadoras continuarão a cair até que elas encontrem  novas estratégias de crescimento.</p>
<p>Lançado no ano passado, o serviço Vevo, uma parceria da Universal, da  Sony, da EMI e do Google, já se tornou umas das maiores lojas de  download nos Estados Unidos e no Canadá, com 60 milhões de clientes.</p>
<p>A loja comercializa ainda aplicativos para iPad, iPod Touch e iPhone.  Além disso, há espaço para anúncios e assinaturas, duas novas fontes de  receitas.</p>
<p>Até 2015, a Strategy prevê que o download de faixas ainda vá ser o  carro-chefe, representando 39% das receitas. Mas os downloads de álbuns  completos movimentarão 32% das vendas. Assinaturas e publicidade terão  participação de 14% cada um.</p>
<p>&#8220;Com a rápida adoção de equipamentos conectados à internet, os fãs exigirão flexibilidade nas ofertas&#8221;, disse Olausson.</p>
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		<title>Entidade sem fim lucrativo poderá deixar de pagar direito autoral</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 20:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[DIREITO AUTORAL]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 7833/10, do deputado Eduardo  Barbosa (PSDB-MG), que libera as entidades sem fins lucrativos das áreas  de assistência social, saúde ou educação do pagamento de direitos  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara analisa o Projeto de Lei 7833/10, do deputado Eduardo  Barbosa (PSDB-MG), que libera as entidades sem fins lucrativos das áreas  de assistência social, saúde ou educação do pagamento de direitos  autorais pela execução pública de músicas, filmes e peças de teatro,  entre outras obras artísticas.</p>
<p>O deputado argumenta que a maioria dos eventos promovidos por essas  entidades tem o objetivo de arrecadar recursos para sua manutenção. Para  ele, a isenção é justa diante da atuação social das instituições.</p>
<p>A legislação atual (Lei 9.610/1988) determina que sejam cobrados  direitos autorais sobre qualquer execução ou representação pública de  obras, exceto se houver autorização do titular dos direitos. Isso vale  para vários locais de frequência coletiva, que incluem boates, clubes ou  associações, estádios, restaurantes e até hospitais, órgãos públicos e  meios de transporte coletivo.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
A proposta está apensada ao PL 3968/97, do ex-deputado Serafim Venzon, que trata do mesmo assunto.  O texto está sendo analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e  de Cidadania e depois será votado em plenário.</p>
<p><em>Fonte: Agência da Câmara.</em></p>
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		<title>Um guerreiro no subúrbio curitibano</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 12:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[#CRIATIVEM]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
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		<category><![CDATA[música]]></category>
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		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vamos contar a história de um cara que usou o rock para mudar a realidade dos jovens das periferias curitibanas. Ele é Getulio Guerra, nosso segundo personagem da série #quemfazcultura. E por isso, nada ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vamos contar a história de um cara que usou o rock para mudar a realidade dos jovens das periferias curitibanas. Ele é Getulio Guerra, nosso segundo personagem da série #quemfazcultura. E por isso, nada melhor do que ouvir os Garotos Podres, cantando Rock  de Subúrbio, para entrarmos no clima deste perfil e conhecermos o projeto que  ele criou e toca há cinco anos: o PrasBandas.</p>
<p><object width="570" height="453"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7bFDNSKxvBM?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7bFDNSKxvBM?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="570" height="453" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>– Ei você, por favor, se apresente!</p>
<p>– Sou Getulio Guerra, tenho 40 anos, gosto de punk e rock brasileiro. Sempre fiz cultura. Organizava shows, mostra de bandas, de fotos. Fazia fanzine nos anos 1980, fui office-boy, estagiário em agência de propaganda, tive um escritório de desenho&#8230; Mas, a música sempre pesou mais.</p>
<p><strong>Para as bandas e para todos</strong></p>
<p>A ideia é simples. Em toda garagem, em todos os cantos das cidades, existem jovens querendo fazer música, seja um rock, um metal ou um pagode. Mas, nem sempre os festivais, as casas de shows ou mesmo os vizinhos dão espaço para as expressões dessa juventude criativa (que maneira elegante de dizer).</p>
<p>Então, ele juntou uns amigos, pegou equipamentos emprestados, montou um palco, chamou a família e abriu inscrições para os artistas dos bairros: poetas, pintores, músicos, fotógrafos. Assim começou o PrasBandas, que é uma associação, com 30 pessoas envolvidas, que promove oficinas culturais e uma mostra itinerante da produção dessas pessoas que não encontram onde mostrar sua arte. Uma verdadeira invasão cultural da capital paranaense, que acontece desde 2005, nessas áreas de risco, onde a falta de grana limita as arranca algumas possibilidades.</p>
<div id="attachment_21368" class="wp-caption alignleft" style="width: 312px"><a href="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2011/02/6.jpg"><img class="size-full wp-image-21368  " src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2011/02/6.jpg" alt="" width="302" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Reunião de Abertura da Associação PrasBandas. Foto Douglas Fróis.</p></div>
<p>“Nos anos 1980/90, teve muito marketing em cima de Curitiba, dizendo que era a ‘Cidade Sorriso’, ‘Cidade Modelo de 1º Mundo’&#8230; Esta era a forma que os governos acharam para capitalizar suas gestões, com esses bordões bobos. O que sei, é que aqui também tem mendigos pelas ruas, crimes, favelas, brigas em saídas de jogos de futebol. Até chacina no meio da rua onde demos aula rolou”, conta Getulio.</p>
<p>O projeto já deu voz a bandas e aos públicos de seis bairros periféricos: Sítio Cercado, em 2005; Xaxim, Boqueirão e Vila Hauer, em 2006; Uberaba e Bairro Alto, em 2009. Este ano, a invasão está indo para a 7<sup>a</sup> edição.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Festivais de música para a periferia, com bandas da periferia</strong></p>
<p>– E como funciona, Getulio? Como vocês conseguiram tocar o projeto? Dinheiro de leis de incentivo, patrocínio, correria?</p>
<p>– Bom, as quatro primeiras edições foram na ‘brodagem’, equipamentos de amigos e equipe de voluntários. Cobrávamos apenas os ingressos para os shows, dois a três reais mais um livro usado que doávamos para as bibliotecas das escolas públicas do próprio bairro.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-21441 alignright" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2011/02/31-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></p>
<p>Correr por fora sempre foi o caminho, mas Getulio nunca abriu mão de nenhuma possibilidade:  “Entre 2006 e 2009, tentamos vários editais de incentivo e enfim conseguimos na Fundação Cultural de Curitiba. Assim, nas edições seguintes nada foi cobrado. Artistas do bairro com inscrições gratuitas e entrada franca para a comunidade. Os quatro primeiros foram no fluxo da boa vontade. Os seguintes no fluxo do incentivo.”</p>
<p>Além dos festivais, foi possível oferecer oficinas semanais e gratuitas na Escola Municipal Maria Marli Piovezan. Hoje, o PrasBandas está alugando uma casa dentro da Vila Icaraí, para dar as oficinas diárias de jornalismo, literatura, inglês, teatro, marcenaria e cinema: “Tudo de graça pra moçada de uma área de invasão &#8211; vulgo favela &#8211; que não tem muita opção de entretenimento e cultura, que geralmente aparece na mídia quando rola tiro, facada, sangue”, afirma Getulio cheio de esperança.</p>
<p><strong>Porque o ar não tem dono</strong></p>
<p>Enquanto a grana não rolava, um braço importante que o PrasBandas desenvolveu foi um programa na Rádio Bairro Novo, no Sítio Cercado, uma rádio comunitária.  Todos os domingos de 2008, das 18h às 20h, rolavam entrevistas com poetas, escritores, produtores, cineastas e bandas curitibanas que tocavam ao vivo no estúdio.</p>
<p>“Era um braço do projeto sim, onde o técnico de som era o meu irmão Gilberto Guerra e outros amigos, como Téo Arruda (jornalista) e João Acuio (psicólogo e astrólogo). Eles faziam comigo a bagunça toda”, conta.</p>
<p>A rádio ainda existe, mas o programa não acontece mais porque mesmo sendo comunitária, um candidato a vereador era o &#8220;proprietário&#8221;, afirma Getulio: “a direção queria que nós da equipe do programa fizéssemos campanha para o tal. Negamos. Resolvemos sair fora, mas neste ano vamos retomar com força.”</p>
<p><strong>Tudo ao mesmo tempo agora</strong></p>
<p>Getúlio é um cara família. Seu pai faleceu quando tinha 12 anos &#8211; era ora economista, ora professor de datilografia, ora corretor de imóveis: versátil. Sua mãe é professora aposentada, dava aulas para o primário para sustentar seus dois filhos: guerreira. Com esses valores, hoje, a família de Getulio também participa do PrasBandas.</p>
<p>Seu irmão Giberto, faz o site do projeto e dará aulas de Naturoterapia nas oficinas, seu filho Filipe, toca baixo na banda de apoio na oficina de Música. Sua prima dará aula de inglês. Seus sobrinhos também participam. “Mas não é só família, é um movimento que envolve todos da comunidade.”</p>
<p>Um movimento que envolve pessoas e formas de expressão. O PrasBandas acontece nas praças. Os gêneros que percorrem os palcos também são vários. Tocam bandas de qualquer estilo, desde que autoral, “mas a maioria são bandas de rock mesmo, o nome da mostra sugere, né? Site preto, logo preto (risos). Mas, já teve dupla caipira, sertanejo, grupo de rap, reggae, emo&#8230;”</p>
<div id="attachment_21369" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-21369 " src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2011/02/5-300x200.jpg" alt="" width="240" height="160" /><p class="wp-caption-text">Getulio Guerra na Praça Renato Russo. Foto Douglas Fróis.</p></div>
<p>Na terra, de bandas como <a href="http://www.myspace.com/5graus" target="_blank">5 Graus</a>, <a href="http://www.charmechulo.com.br/" target="_blank">Charme Chulo</a>, <a href="http://www.myspace.com/terminalguadalupe" target="_blank">Terminal Guadalupe</a>, em média, 25 bandas são inscritas em cada edição do festival, fora as bandas convidadas. Nas últimas edições, <a href="http://www.myspace.com/maxixemachine">Maxixe Machine</a>, <a href="http://www.myspace.com/casimu" target="_blank">Cásimu</a>, <a href="http://www.myspace.com/thepolexia" target="_blank">Poléxia</a>, <a href="http://www.myspace.com/bandaanacronica" target="_blank">Anacrônica</a> e <a href="http://www.carloscareqa.com.br/" target="_blank">Carlos Careqa</a> tocaram junto com as bandas da comunidade. &#8220;Antes, as bandas não tinham cachê, depois que ganharmos esse edital, pagamos cachê simbólico de 400 reais”, um estímulo para a cena e para a produção de mais coisas novas.</p>
<p>Hoje Getulio está na Coordenação do Fórum Permanente de Música do Paraná e desde o ano passado é Conselheiro Municipal de Cultura na área de Música com a intenção de agregar essas ações todas quebrar certos muros e criar certas pontes. Uma forma de reconhecimento de seu trabalho pelo poder público e pela sociedade organizada. “Sempre formamos parcerias com todos que se aproximam&#8221;, afirma.</p>
<p>Na data da publicação desta matéria, o CNPJ do projeto saiu na  Receita Federal. Eles tem uma grande empresa interessada em apoiar o  projeto “Casa de Cultura PrasBandas 1 &#8211; Jardim Icaraí”. Na reunião de  abertura da ONG, Getulio chamou o assessor dessa empresa para explicar a  todos o porquê de montar a associação, e ter o CNPJ: “Era a formalidade  necessária para conseguir patrocínio.”</p>
<p>Para conhecer mais sobre este projeto do Paraná, acesse o <a href="http://www.prasbandas.mus.br/" target="_blank">www.prasbandas.mus.br </a>e navegue pelas redes desse pessoal.</p>
<p>Getulio Guerra faz cultura.</p>
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		<title>Coletivo cultural, economia criativa e rock independente</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[#CRIATIVEM]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem faz cultura hoje no Brasil? Quem está produzindo? Como? Mecenato? Patrocínio? Como é que se vira o empreendedor cultural? Quais são as alternativas possíveis para sobreviver e fazer cultura?
São tantas perguntas, que nos fazem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem faz cultura hoje no Brasil? Quem está produzindo? Como? Mecenato? Patrocínio? Como é que se vira o empreendedor cultural? Quais são as alternativas possíveis para sobreviver e fazer cultura?</p>
<p>São tantas perguntas, que nos fazem a criar uma série de matérias, traçando o perfil de dessas pessoas. E para começar, vamos contar a história de Letz, uma garota de 25 anos que faz cultura em Campo Grande, MS.</p>
<p><strong>Bigornada toda noite</strong></p>
<p>Campo Grande é a capital de Mato Grosso do Sul, estado do Pantanal da biodiversidade e terra de agronegócio (até parece texto de assessoria), onde existem mais cabeças de gados do que pessoas (é sério).</p>
<p>É uma terra fértil, em que as pessoas têm sede de produção cultural, apesar das políticas culturais locais não corresponderem. Nos últimos quatro anos, os festivais organizados pelo estado foram sucateados.</p>
<p>Lá o que não falta é balada de sertanejo “universitário”, mas em contraposição, faz um tempo que a cena rocker vem crescendo muito, com direito a bandas de verdade e shows quase todos os dias da semana. É uma cena efervescente que hoje encabeça a discussão dos rumos da cultura e formação de público no estado. E é daí que conhecemos esta garota.</p>
<p><img class="size-full wp-image-20791 alignleft" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2011/01/letz.jpg" alt="" width="293" height="438" />Ela é Letícia Spindola, conhecida como Letz, tem 25 anos e trabalha desde os 15 anos com produção de shows de rock. Figura importante para esta cena. Carismática, tatuada e sempre na correria, começou produzindo a Sexta do barulho, onde bandas de punk rock, hard core e metal reuniam a gurizada, que pagava 3 reais para assistir.</p>
<p>Mas de onde veio isso Letícia?</p>
<p>“É mó papo jacaré falar que eu sempre senti que não ia fazer as coisas do jeito normal como todo mundo, mas é verdade. Até eu saber que produção cultural era uma segmento viável, eu queria ser jornalista musical, ou algo assim. Comecei sem compromisos, porque era legal fazer show para as bandas dos meus amigos tocar. Depois e a gente começou a fazer shows mariores, com bandas de fora”, conta.</p>
<p>Letícia sempre buscou uma alternativa para agitar a noite da cidade, criar público, trazer bandas de fora, pra isso não economizou esforços, “acreditamos muito nas leis de incentivo, mas ainda não nos utilizamos de nenhuma, mas a pegada é essa, esperamos conseguir nos apoiar nessas leis pra produzir nossas ações. Mas não ficamos esperando isso acontecer, a gente chama da geração chega de chororô. Ser independente é isso, muita gente critica quem se diz independente mas recebe patrocínio, mas essa visão está errada. Ser independente é fazer rolar independente de patrocínio, ajuda ou apoio.”</p>
<p><strong>Um bar, um festival e um coletivo</strong></p>
<p>Ela é a cabeça de um coletivo chamado Bigorna, que começou como uma produtora de eventos há quatro anos, “eu tinha um sócio que saiu da produtora pra trabalhar com teatro e meus amigos foram me ajudando, depois de muito pensar e muto papo com o Fora do Eixo, há dois anos nos tornamos um coletivo.”</p>
<p>O Fora do Eixo, que ela se refere, é uma rede integrada de coletivos, mais de 50 no Brasil. “Lá a gente trabalha em rede com ações nacionais. Utilizamos um jargão do software livre, quando dizemos que é tudo código aberto, porque é tudo compartilhado, tecnologia e conhecimento”, afirma.</p>
<p>Esta mudança de conceito fortaleceu o movimento do rock independente no Brasil. Com mais expressão conseguem emplacar algumas bandas no mainstream, mas principalmente, conseguem discutir e subverter a ordem.</p>
<p><strong>Economia solidária</strong></p>
<p>Antes levar uma banda de fora para Campo Grande era mais difícil. “Há oito anos, eram sempre os mesmos produtores, nas mesmas cidades, hoje a gente já tem uma outra pegada, conseguimos chegar em cidades que nunca imaginávamos, temos gente produzindo e banda legal tocando. Se antes as opções eram ir tocar em São Paulo, Goiânia e Cuiabá, hoje podemos tocar no Macapá em um final de semana, e no outro estar em Santa Maria”, afirma Letz.</p>
<p>Nessa relação, hoje os produtores de cultura de rock tem mais claro que uma banda não tocou ‘de graça’ em outra cidade. Aquele show que ela fez e tirou do bolso pra ir tocar, vale como serviço, “desta forma esta banda pode cobrar que a banda que produziu o show deles lá, venha tocar de graça aqui também. A troca de serviços que está na base dos trabalhos do fora do eixo com economia solidária. Nossa mão-de-obra, é uma moeda e que a gente troca o tempo todo.”</p>
<p><strong>O palco</strong></p>
<p>Em 2010, Letz montou um bar. O Voodoo é um bar, de paredes pretas, sofás vermelhos e cerveja barata. Tem o palco no canto direito, assim todos que estão no bar conseguem ver a banda que se apresenta. Toda noite tem um tipo de som, uma banda local, com músicas próprias tocando.</p>
<p>Ela considera o bar estratégico, pois viabiliza as produções da Bigorna e a movimentação cultural em Campo Grande, “se desamarrar da agenda e negociações de donos de bar já é um alivio, isso contou muito também”. Para investir no bar, Letz fez um empréstimo bancário, na coragem e as coisas têm dado certo “dentro do que a gente planejou tem sido bom, estamos tendo retorno do público.” Além disso, Bigorna também produz o festival Fogo no Cerrado, que discute políticas e rumos da produção local, que neste ano vai para a sua quarta edição.</p>
<p>“Conseguimos nos entender como agentes culturais, entender nosso papel dentro da sociedade e conseguir produzir independente de ajuda ou não. O trabalho nunca pára, mas vão chegando mais aliados e a prática também ajuda. Uma coisa que a gente sempre brinca é que rola um estereótipo de que quem trabalha com cultura é meio vagabundo é porque não gosta de trabalhar de verdade mas eu to pra conhecer negada que trampa mais do que a gente, é 24 horas por dia pensando cultura”, encerra a jovem produtora underground.</p>
<p>Para conhecer mais sobre o coletivo e a cena de Mato Grosso do Sul, acesse<a href="http://bigornaproducoes.com/" target="_blank"> http://bigornaproducoes.com/</a> e <a href="http://bigornaproducoes.blogspot.com/" target="_blank">http://bigornaproducoes.blogspot.com/</a></p>
<p>Letz Spindola faz cultura.</p>
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		<title>Flickr chega a 5 bilhões de fotos publicadas</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 20:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Número incrível não? Flickr, o serviço de compartilhamento de fotos e rede social, popular entre fotógrafos e entusiastas, atingiu a marca de cinco bilhões de imagens publicadas. O Flickr foi fundado em 2004, no ano ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Número incrível não? Flickr, o serviço de compartilhamento de fotos e rede social, popular entre fotógrafos e entusiastas, atingiu a marca de cinco bilhões de imagens publicadas. O Flickr foi fundado em 2004, no ano seguinte foi comprado pelo Yahoo por US$ 35 milhões, e em novembro de 2008, o site atingia a marca de 3 bilhões de fotos publicadas e 27 milhões de usuários registrados. Nos últimos dois anos, a participação das pessoas na rede aumentou e foram publicados mais dois milhões de fotos.</p>
<p>Atualmente a plataforma para compartilhamento de imagens mais popular da web, o Flickr recebe dos usuários uma média cerca de <strong>três mil fotos por minuto</strong>.</p>
<p>A imagem de número 5 bilhões foi publicada pelo usuário Aaron Yeo e mostra o edifício Woodwards, em Vancouver, no Canadá.  Veja abaixo:</p>
<p><a href="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2010/09/foto-5-bilhoes-4601.jpg"><img class="size-full wp-image-17343 alignleft" src="http://www.culturaemercado.com.br/wp-content/uploads/2010/09/foto-5-bilhoes-4601.jpg" alt="" width="322" height="210" /></a>Embora seja o maior serviço social para a publicação de fotos (há comunidades enormes de amantes da fotografia), ainda está muito longe de ser comparado ao Facebook. Pelo menos em números. A maior rede social do mundo tem nada menos do que 15 bilhões de imagens postadas.</p>
<p>Mas quem sabe isso não mostre um maior interesse dos jovens em fotografia mesmo, afinal com as redes sociais e o maior acesso às câmeras fotográficas, primeiramente tivemos um boom das pessoas reforçando sua identidade postando fotos delas mesmas. No flickr, a diferença é que as pessoas mostram suas produções. Isso é uma questão a se pensar.</p>
<p><strong>Interação entre usuários e com o mercado</strong></p>
<p>Em 2008, um acordo entre o site de compartilhamento de fotos Flickr e a agência Getty Images permitiu que usuários transformassem o hobby de fotografar em uma fonte de lucros.</p>
<p>Os editores da Getty tem à disposição as fotos cadastradas no Flickr e selecionam as que acham interessantes para livros, editoras, jornais e agências de publicidade. A Getty entra em contato com os usuários que tenham fotos com &#8220;potencial&#8221; e negocia os direitos com eles, sem participação do Flickr.</p>
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		<title>Governo lança padrão brasileiro de redação para a web</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 18:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
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		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Planejamento (Governo Eletrônico) lançou a Cartilha de Redação Web, com o padrão brasileiro de redação para web. O material foi elaborado pelo jornalista Bruno Rodrigues, que trabalhou por um ano e meio no projeto. A cartilha está disponível aos internautas e pode ser baixada gratuitamente (clique <a href="http://www.governoeletronico.gov.br/biblioteca/arquivos/padroes-brasil-e-gov-cartilha-de-redacao-web" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>O livro aborda várias questões de texto na internet, como uso de títulos, links, redes sociais, recursos multimídia, usabilidade, entre outros.</p>
<p>Rodrigues explica que a cartilha não determina regras, mas faz sugestões. “Não é um padrão, mas é um norte para orientar quem não entende de redação online”, afirma.</p>
<p>O material foi avaliado pelo Governo Eletrônico, passou por uma consulta pública de 30 dias e recebeu sugestões da sociedade. “Não foi algo que o governo definiu e pronto. Eles colocaram no site e ficou aberto para sugestões. Recebemos muitas ideias de órgãos públicos e de cidadãos comuns”.</p>
<p>A cartilha deve ser adotada pelas instituições públicas brasileiras. O jornalista irá apresentar o material a 260 órgãos do governo em uma reunião em Brasília.</p>
<p><em>* Fonte: Comunique-se.</em></p>
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		<title>Músicos defendem manutenção de registro profissional</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 16:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Schabib</dc:creator>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira, o presidente do Conselho Regional de São Paulo da Ordem dos Músicos do  Brasil, Roberto Bueno, defendeu o registro profissional e a existência da ordem que congrega e regulamenta a atuação da categoria. Ele participou de audiência pública da Comissão de Educação e Cultura  para discutir projeto de lei (<a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/144775-PROPOSTA-LIBERA-PROFISSIONAIS-DE-INSCRICAO-NA-ORDEM-DOS-MUSICOS.html" target="_self">6303/09</a>)  do deputado Zequinha Marinho (PSC-PA), que dispensa o registro  profissional para o exercício da profissão.<span id="more-14260"></span>Também presente à reunião, o maestro Rênio Quintas afirmou que existem problemas na Ordem dos Músicos do Brasil, mas ela é fundamental para amparar a categoria. “O que é necessário é criar mecanismos para que a OMB se aproxime mais das necessidades dos músicos.”</p>
<p>Há 50 anos os músicos profissionais são obrigados a se inscrever na OMB, por meio de uma lei sancionada por Juscelino Kubischeck. Mas há um choque com a Constituição, que declara que é livre o exercício profissional, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.</p>
<p>Decisões judiciais têm afirmado que os músicos não se enquadram nessa exigência, pois a atividade não representa perigo à sociedade ou exige controle rigoroso.</p>
<p><strong></strong>A audiência foi sugerida pelo relator do projeto, deputado Paulo Rubem Santiago, (PDT-PE). &#8220;Nós vamos processar todos os documentos recebidos, vamos aguardar novas contribuições, que chegam pela internet à Câmara, e pretendo apresentar um parecer na forma de substitutivo, que não necessariamente coloque a zero a existência da Ordem dos Músicos&#8221;, ou seja, é hora de participar.</p>
<p>Segundo ele, seu parecer não vai instaurar exclusivamente a liberdade de expressão do músico, mas assegurar o exercício da profissão e a liberdade de expressão com garantias mínimas de respeito à profissão.</p>
<p>“O registro do músico, a sua formação em nível técnico ou superior não assegura antecipadamente o respeito à sua condição de trabalho&#8221;, diz o relator. De acordo com o deputado, existem denúncias em todo o Brasil de músicos que são desrespeitados em sua carga horária e nos direitos previdenciários.</p>
<p><em>* Fonte: Agência da Câmara.</em></p>
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