Articles by Ana Carla Fonseca Reis
Fundadora da empresa “Garimpo de Soluções”, Ana Carla é administradora e economista, autora do livro “Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável", entre outros.
São Paulo, cidade criativa, movida a adrenalina, berço de pujança econômica e de efervescência cultural contagiante. Cidade de encontros improváveis e de concretização de projetos impossíveis, tudo nela vibra: ideias, diversidade, iniciativas, inovações das mais …
Confesso, não como carne desde os dez anos. Mas o entusiasmo do título reflete a aura que contagiou a cidade marroquina, no último dia 12. Na ocasião, uma rede de peritos de vários países dissecou …
A quinta-feira, 04/12, já se anunciava desconcertante. Abri o jornal e me deparei com um artigo na Folha de São Paulo, no qual Oscar Niemeyer dizia ter sido comunicado pelo governo paulista de que, por …
Detroit. Uma cidade que já foi um ícone mundial da industrialização e ainda hoje é o berço automobilístico das quatro rodas dedicou os três últimos dias a um tema estonteante: cidades criativas. O momento não …
Muito já foi dito – inclusive por esta que vos escreve – acerca do balanço do governo Gil e equipe. Friso o papel da equipe do MinC, não só pelo mérito compartilhado pelo que foi …
Tive uma conversa interessantíssima com meu amigo de anos, Leo Brant. Na minha percepção, enfatizar que a Lei Rouanet é um instrumento de política pública e que, por decorrência, tem por função corrigir distorções de …
Em três semanas, nosso país viu a realização de três seminários internacionais de primeira linha, tratando de um mesmo tema: a economia criativa. Conceito charmoso, mas cujos contornos merecem ser burilados para se adequar ao nosso contexto brasileiro, não por menos foi exatamente este o objetivo central dos três eventos: debater o que é essa tal de economia criativa e mostrar, com exemplos muito práticos, a oportunidade que temos de promover o potencial socioeconômico de nossa criatividade.
No debate entre real e virtual e central e periférico/marginal, Ana Carla coloca às claras a relação entre a exploração comercial no Second Life e no mundo real.
Nessa entrevista, publicada em 3 de setembro de 2007 em Cultura e Mercado, faço um diálogo com Carlos Gustavo Yoda sobre a presença das novas tecnologias na formação de gestores culturais. Publico aqui a entrevista …
Gilberto Gil, Raymundo Magliano Filho, Manoel Rangel, Paulo Mendonça, Luiz Carlos Barreto e Paulo Rabello de Castro Durante discutiram “Convergência Tecnológica e as Indústrias Criativas: o grande negócio do século XXI” na BOVESPA.
Ao financeiro, social e ambiental soma-se o cultural como central para a sustentabilidade de empresas que hoje já emitem seu balanço fiscal anual usando o já consagrado conceito de triple bottom line.
Ana Carla Fonseca Reis avalia como, atuando na alma, no ego ou no bolso, três impulsos se complementam e convergem para uma mesma decisão: investir em obras de arte.
Agentes públicos, privados e instituições discutem o papel da cultura e da criatividade como base de desenvolvimento. No final de maio, a convite da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, Lord Chris Smith, ex-Secretário de Cultura de Tony Blair, contou sua experiência na implantação e desenvolvimento do programa de economia criativa que catapultou os indicadores econômicos e sociais do Reino Unido.
“Aliada à Internet, a distribuição digital permite o pagamento direto ou o download gratuitos de criações digitalizadas, driblando os canais tradicionais e restituindo ao produtor o direito de estabelecer o preço e as condições de uso de suas obras”
“Nos últimos dois anos o mundo cultural brasileiro tem acompanhado um fenômeno maravilhoso: a rendição da economia à cultura e à criatividade, em um casamento que promete ser duradouro.”
“O Ministério da Cultura poderia disponibilizar, em seu site e nos Pontos de Cultura, a relação dos projetos aprovados, mas que ainda não obtiveram patrocínio e permitir aos contribuintes votar, eletronicamente, nos projetos que mais lhes interessam. O governo então custearia esses projetos legitimados por voto popular, e ainda mobilizaria a sociedade para refletir a respeito do que quer ver, ouvir e sentir.”
“Seria possível reconhecer a incomensurável riqueza cultural, presente em cada esquina de nosso país, também como fonte de recursos? Quão utópico seria considerar o orçamento da cultura não como despesa, mas como investimento?”
A Torre de Babel do I Encontro Nacional de Produtores Culturais, Profissionais do Marketing, Publicitários, Advogados, Contadores e Afins















