O retorno e a dúvida da poesia

A poesia é um conhecimento à parte da razão tecnocrata que rege a sociedade contemporânea, hoje em dia, o homem se defronta com outras oportunidades de linguagens, outros conhecimentos, que deixou de lado o hábito …

Museu, novo espaço de consumo Museu, novo espaço de consumo

Os museus como diria Walter Benjamim “espaços que suscitam sonhos” e as atividades museológicas, nos últimos anos, passaram por transformações conceituais, ganharam importância e complexidade, entraram no século XXI como a instituição cultural, por excelência, …

A Bienal de São Paulo e o vazio da arte contemporânea

Depois que o entretenimento passou a ser um requisito de fácil utilização da arte contemporânea mais difundida, o olhar foi surpreendido pela ausência de raciocínio. A 28ª  Bienal de Arte de São Paulo está vazia …

O museu e sua função cultural

O homem está sempre preocupado em preservar sua história e sua memória, colecionando artefatos. Ele tem acesso ao seu passado através de relatos ou depoimentos de testemunhas oculares, textos, enfim documentos. Quando se defronta com …

O urinol de Duchamp e a arte contemporânea

Em 1917, com o pseudônimo de R. Mutt, Marcel Duchamp enviou para o Salão da Associação de Artistas Independentes um urinol de louça, utilizado em sanitários masculinos, com um título sugestivo de “Fonte”. Não era …

Cultura: do pensamento para o entretenimento

Nada mais desprezível e repetitivo do que certas falas sobre cultura que jorram nos congressos, seminários, na mídia, hoje em dia. A impressão é que houve uma perda da capacidade de produzir pensamento e a …

As artes plásticas na década de 1960 e maio de 1968

“Nas sociedades dominadas pelas modernas condições de produção, a vida é apresentada como uma imensa acumulação de espetáculos, tudo o que era diretamente vivido vira uma mera representação.” (Guy Debord)

A casa e o universo da intimidade

“A casa é um corpo de imagens que dão ao homem razões ou ilusões de estabilidade”  (Bachelard)

A Cultura, a arte e a política cultural

Neste artigo de Almandrade, uma análise das abordagens políticas das questões relacionadas à arte: “na maioria das vezes, são discursos onde a cultura não passa de uma fantasia, uma miragem no fim do túnel”

O nome do belo

Na busca da cômoda ilusão de ver um mundo ordenado e deter o incômodo do desconhecido, o homem usa do poder da palavra, subtraindo do ser a sua existência, mergulhando-o no nada da linguagem.

O fim da arte (como meio de conhecimento)

A arte entendida como meio de conhecimento, hoje em dia, vem cedendo lugar a uma experiência que, ligada ao lazer e à diversão, envolve um número assustador de atravessadores.

A cultura e o planejamento da cidade

No ambiente urbano, o espetáculo é sempre o alvo das denominadas políticas culturais que desconhecem o processo do fazer cultural e as questões mais evidentes, como a diversidade, a conservação e a transformação das linguagens artísticas e suas leituras.

O descaso pela arte

O cotidiano da política e da economia faz o discurso que se infiltra em todos os espaços, expulsando a cultura para a periferia dos interesses da cidadania.